Universidade estadual de campinas


Utilização da semente da Moringa oleifera no tratamento de águas residuárias



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Utilização da semente da Moringa oleifera no tratamento de águas residuárias


Jeferson Lobato Fernandes (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Denis Miguel Roston (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
A busca por soluções simples, de baixo custo e mais compatíveis ambientalmente no tratamento de águas residuárias se faz necessária. Uma alternativa é o uso da semente da Moringa oleifera como coagulante natural. A M. oleifera tem sido estudada para a melhoria da qualidade da água para consumo humano. Entretanto, pouco se sabe sobre seu potencial no tratamento de efluentes domésticos. O objetivo deste trabalho foi, a partir dos resultados experimentais das análises de cor aparente, turbidez e DQO (Demanda Química de Oxigênio), obter maior compreensão do potencial da M. oleifera aplicada em águas residuárias. As amostras foram coletadas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Samambaia, localizada no município de Campinas – SP. As análises realizadas com solução de moringa preparada com o pó logo após este ter sido moído apresentaram remoção de cor e turbidez de 46,3% e 48,15%, respectivamente. O resultados para DQO foram pouco significativos. Já as análises realizadas com solução de moringa preparada com o pó armazenado (aproximadamente 30 dias) não apresentaram resultados significativos. A semente de M. oleifera, quando armazenada na forma de pó, perde o poder de coagulação.

Moringa oleifera - Águas residuárias - Remoção de cor, turbidez e DQO

T733

REATORES ANAERÓBIOS COMPARTIMENTADOS


Luciana Miura Nakauti (Bolsista PIBIC/SAE) e Prof. Dr. Denis Miguel Roston (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
O Reator Anaeróbio Compartimentado (RAC) possui vantagens na sua concepção quando se leva em conta o fato de não necessitar de separador gás/líquido/sólido tendo, portanto, menores profundidades, facilitando sua execução enterrada e representando uma redução de custos de implantação. O objetivo da pesquisa foi avaliar e comparar os 5 módulos de RACs do projeto de Sistema Integrado Simplificado de Esgoto Sanitário do PROSAB (Programa de Pesquisas em Saneamento Básico), o qual visa à redução do consumo de água em pequenos núcleos habitacionais. Os parâmetros analisados, mensalmente durante o ano, foram: Alcalinidade, pH, DQO, Sólidos Sedimentáveis e Turbidez, para avaliação do sistema. Inicialmente, foram realizados testes com traçadores para determinar o comportamento hidrodinâmicos dos reatores. Evidenciou-se a tendência do fluxo a ser pistonado e que o sistema tem poucas zonas mortas. Pelos dados obtidos foi possível constatar que o sistema como um todo apresenta pouca dispersão, uma vez que em apenas uma câmara (Câmara 1) ocorreu uma dispersão significativa.

Tratamento de efluentes - Hidrodinâmica - Reatores anaeróbios

T734

Leito cultivado de fluxo subsuperficial no pós-tratamento de efluente de tanque séptico modificado


Naila Costa Von Zuben (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Denis Miguel Roston (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
Este trabalho avaliou a operação e o desempenho de tratamento de três Leitos Cultivados (“Constructed Wetland”) de fluxo subsuperficial que operam como pós-tratamento de um Tanque Séptico Modificado (TSM). O sistema trata parte da água residuária gerada na FEAGRI – UNICAMP. Dos três leitos, dois foram cultivados com macrófitas dos gêneros Typha sp. (taboa) e Oryzae Sattiva (arroz) e um permaneceu como controle (não cultivado). O meio suporte utilizado foi brita #2. Foi avaliado o desempenho de tratamento do sistema para o Tempo de Detenção Hidráulico, TDH = 12h no Tanque Séptico Modificado, analisando-se os seguintes parâmetros: Sólidos Suspensos (SS), Turbidez, Demanda Química de Oxigênio (DQO), Fósforo, Nitrogênio-Amoniacal, Nitrato e pH. O sistema mostrou-se eficiente na redução de sólidos suspensos, turbidez e DQO com remoções médias de 91,5%, 87% e 80%, respectivamente. Para as análises de fósforo e nitrogênio amoniacal, as remoções foram baixas, com médias de 17,8% e 12,8%, respectivamente. As remoções de nitrato foram relativamente boas variando de 50% a 67%. A presença de nitrato nos efluentes indicou a ocorrência do processo de nitrificação, que se mostrou não muito significativo devido à má remoção de nitrogênio amoniacal. O pH do efluente permaneceu numa faixa de 6,53 a 7,12.

Leitos cultivados - Tratamento de efluentes - Macrófitas

T735

CARACTERIZAÇÃO HIDROLÓGICA DA BACIA HIDROPGRÁFICA DO DAE DA SERRA DO JAPI


Verusa Alvim Castaldim (Bolsista PIBIC/SAE) e Prof. Dr. Denis Miguel Roston (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
A Serra do Japi constitui um testemunho da flora e fauna existentes na Região Sudeste do Brasil antes da colonização. Essa região representa uma das últimas áreas de florestas contínuas nativas do Estado de São Paulo. A região da Serra sofre atualmente uma grande pressão para utilização dos recursos naturais nos grandes centros urbanos e industriais próximos, como São Paulo, Jundiaí e Campinas. Esse ecossistema tem sido submetido a uma grande interferência antrópica que poderá provocar sua descaracterização por completo, caso não sejam conhecidos seus mecanismos e estratégias a fim de protegê-lo, notadamente com relação aos fluxos de água. O objetivo deste trabalho caracterizou o regime hidrológico de uma bacia hidrográfica da Serra do Japi, a partir de dados de precipitação e vazão ao longo do ano. Os dados levantados foram utilizados para determinação dos hidrogramas de escoamento superficial direto, coeficiente de deflúvio, tempo de concentração e outros elementos hidrológicos. Para esse estudo, na área da Serra do Japi foi escolhida uma bacia representativa das condições existentes em relação à cobertura vegetal nativa. Nessa bacia hidrográfica está a captação do DAE de Jundiaí para abastecimento de um bairro próximo a Serra. A bacia apresenta uma superfície de drenagem de 14,3 km2 e altitudes variando entre 825 e 1200 m. Na parte extrema de jusante dessa bacia, verifica-se uma pequena barragem de aproximadamente 2 m de altura e a formação de um pequeno reservatório. Esse reservatório é utilizado pela prefeitura de Jundiaí para o abastecimento de água de alguns bairros próximos da Serra. A saída da água do reservatório é realizada por um vertedor retangular construído em alvenaria, que controla o escoamento à jusante. Os dados levantados mostraram que o coeficiente de escoamento superficial variou entre 0.15 a 0.25, com o tempo de concentração de 90 minutos aproximadamente.

Escoamento superficial - Hidrologia florestal - Coeficiente de deflúvio

T736




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