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DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA PARA A SIMULAÇÃO DE PROCESSOS DE RESFRIAMENTO DE PRODUTOS HORTÍCOLAS



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DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA PARA A SIMULAÇÃO DE PROCESSOS DE RESFRIAMENTO DE PRODUTOS HORTÍCOLAS


Edson Renato de Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Bárbara Janet Teruel Mederos (Orientadora), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
O problema da produção e conservação de alimentos é uma questão que sempre tem motivado o interesse de diversas áreas de pesquisa, em todos os níveis, pela sua relação direta com situação econômica do país. Todavia, apesar do crescimento no consumo desses produtos, as tecnologias de conservação, notadamente a utilização do frio, ainda são timidamente empregadas. Neste sentido, para uma adequada conservação dos produtos hortícolas após a colheita, há requisitos indispensáveis com relação a temperatura, umidade relativa e compatibilidade no armazenamento, que muitas vezes não são atendidos por falta de informação adequada. Fica visível a necessidade de ferramentas de fácil aplicação por parte de produtores, varejistas e atacadistas, pois a maior parte de dessas informações não estão acessíveis. O projeto tem como objetivo o desenvolvimento de um software interativo de fácil manuseio, onde aparecem as recomendações de condições para o armazenamento de frutas e hortaliças (temperatura, umidade, tempo de armazenamento, nome científico e nome comercial, variedade, padrão respiratório e grupo de compatibilidade). Janelas contendo estas informações são acessadas após a escolha do tipo de produto. Ao lado da janela de condições recomendadas aparece também uma foto do produto e o tipo de sistema de resfriamento recomendado e o grupo de compatibilidade. No grupo de compatibilidade aparecem listados os produtos que podem ser armazenados junto com o consultado. Após a consulta o usuário pode ter acesso a um relatório, que pode ser impresso ou gravado em arquivo. O software está sendo desenvolvido em Visual Basic e pode ser instalado em máquinas de qualquer capacidade de memória. O bloco de simulação de processos de resfriamento já se encontra em operação. Espera-se que esta ferramenta possa ser divulgada e usada por produtores, atacadistas, varejistas, supermercados, CEASAS e outros usuários desta tecnologia.

Resfriamento - Desenvolvimento de software - Simulação

T729

DETERMINAÇÃO DE ÍNDICES PRÁTICOS PARA ESTIMATIVA DO TEMPO DE RESFRIAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS DE DIFERENTES DIMESÕES RESFRIADAS COM AR E ÁGUA


Roberta P. Mastropaschoa (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Bárbara Janet Teruel Mederos (Orientadora), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
O Brasil é atualmente um grande produtor de frutas e hortaliças, porém as perdas pós-colheita atingem níveis entre 30 e 40%. A aplicação adequada do resfriamento assim que o produto é colhido retarda consideravelmente os fenômenos responsáveis pela deterioração dos alimentos. Este trabalho permitiu determinar índices práticos que relacionam o tempo de resfriamento com o volume dos produtos, determinar a esfericidade dos frutos e as perdas de peso após o resfriamento. Através da monitoração da temperatura das frutas foram obtidas as curvas de resfriamento e determinado o tempo de resfriamento pelo método gráfico e através do cálculo da taxa de resfriamento. Apresentam-se também os valores de esfericidade das frutas, calculado a partir da determinação do diâmetro longitudinal e transversal. Os resultados obtidos mostraram a existência de diferença significativa no tempo de resfriamento entre as duas posições em que foi inserido o termopar (0,76 R para esferas). A perda de peso foi maior nos frutos de casca menos espessa (pêssego e ameixa) quando comparados aos de casca mais grossa (laranja, maça e pêra). A diferença entre o tempo de resfriamento calculado e estimado pela taxa adimensional de temperatura foi em média de 5%.

Tempo de resfriamento - Esfericidade - Volume

T730

COMPORTAMENTO DE ESTACA TIPO RAIZ, INSTRUMENTADA, SUBMETIDA A CARREGAMENTO AXIAL DE TRAÇÃO


Marco Aurélio Yamamoto Ito (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. David de Carvalho (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
Nesta pesquisa será analisado o comportamento de estaca tipo raiz (=0,30m e L=23m), submetida à solicitações de tração, através da realização de prova de carga em uma estaca teste, executada em solo residual de diabásio (não saturado) característico da região de Campinas/SP e de grandes extensões de área das regiões sul-sudeste do Brasil. A prova de carga será instrumentada de maneira a se obter os dados do mecanismo de transferência de carga e deslocamento em profundidade. Desta maneira se obterá a capacidade de carga (e a conseqüente carga de trabalho) para o conjunto de sistemas solo-estaca através da observação de ruptura nítida, ou convencionando-se uma ruptura em função de um recalque limite ou ainda de critérios de ruptura física, como o de Van der Veen.Os resultados auferidos serão comparados com os resultados de previsão de capacidade de carga obtidos através dos métodos Teóricos, Empíricos e Semi-Empíricos e também com os dados já coletados de outros tipos de estacas. A partir do emprego de fórmulas empíricas e teóricas de previsão da curva carga x deslocamento, serão feitas comparações com aqueles obtidos através da prova de carga.As fórmulas teóricas e empíricas, não produziram bons resultados de previsão de capacidade de carga em estacas tracionadas. Conclui-se que ao adotar novos parâmetros, para as fórmulas empíricas, obtêm-se bons resultados validos para o solo em estudo.

Estacas tipo raiz - Carga de ruptura - Transferência de carga em profundidade

T731

ESTACAS SUBMETIDAS A ESFORÇOS HORIZONTAIS EM SOLO DO INTERIOR DE SÃO PAULO


Simone Mariko Nakata (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. David de Carvalho (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
O estudo da capacidade de carga horizontal de estacas tem importância devido a várias situações de construções rurais e civis, como silos e edifícios altos, em que esforços horizontais atuam e são condicionantes no dimensionamento das fundações. Neste trabalho foi estudado o comportamento do sistema solo-estaca carregado horizontalmente. O solo estudado encontra-se no interior do Estado de São Paulo e este possui características desfavoráveis para este carregamento horizontal, ou seja, é de baixa resistência, alta porosidade e colapsível. Foram realizados provas de carga horizontal em duas estacas raiz, estando o solo em sua condição natural, em sua condição melhorada com solo-cimento e também com alteração de sua umidade, possibilitando analisar os efeitos da inundação do solo superficial e da sua melhora com a compactação de solo-cimento. Foram realizados também ensaios laboratoriais de compactação com o solo natural e com adição de cimento. Com este estudo foi possível determinar coeficientes de reação horizontal específicos para o solo estudado, ainda não disponíveis na literatura.

Estaca - Solo - Esforços Horizontais

T732




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