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MECANISMO DOSADOR DE ADUBO SÓLIDO GRANULAR TIPO ROSCA CÔNICA PARA ADUBADORA DE PRECISÃO VISANDO A AGRICULTURA FAMILIAR



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MECANISMO DOSADOR DE ADUBO SÓLIDO GRANULAR TIPO ROSCA CÔNICA PARA ADUBADORA DE PRECISÃO VISANDO A AGRICULTURA FAMILIAR


Márcio de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antônio José da Silva Maciel (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
A adubação é de grande importância na produção agrícola, tendo sua eficiência relacionada a qualidade e quantidade de distribuição. Para a agricultura familiar, os desperdícios ocasionados por uma má qualidade e quantidade de distribuição de fertilizastes no solo, se agrava, pois se necessita de uma maior precisão das unidades dosadoras ao se trabalhar com baixas velocidades e taxas de aplicação e distribuição, é de inexorável importância o desenvolvimento de implemento agrícolas que supra a falta de tecnológia de precisão para a agricultura familiar. Neste trabalho, a partir da modificação dos parâmetros de construção da rosca tipo cônica, desenvolvida por CHANG (1997), foi projetado construído e testado no laboratório de Maquinas da FEAGRI- Unicamp, um mecanismo dosador de adubo sólido para adubadora de precisão. Utilizando na entrada do dosador uma rosca helicoidal convencional, na saída uma rosca do tipo rosca cônica e uma câmara de amortecimento, que diminui a característica pulsante das roscas sem fim, proporcionando boa uniformidade na distribuição do fertilizante e alta precisão nas dosagens máximas e mínimas de adubação, recomendadas para as culturas, possibilitando uma melhora nutricional da planta; aumentando o rendimento da cultura e da renda do pequeno produtor.

Máquinas agrícolas - Adubadora de precisão - Dosador helicoidal

T725

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM “PARAPLOW ROTATIVO” PARA O SISTEMA DE CULTIVO CONSERVACIONISTA EM FAIXAS VISANDO A MECANIZAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR


Rodrigo Palma de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antônio José da Silva Maciel (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
Existe um sério problema de utilização de potência nas pequenas propriedades, e que está ligado a uma classe com escassos recursos financeiros, os agricultores familiares. Todas as máquinas de plantio direto disponíveis no mercado nacional são do tipo que utiliza somente força de tração, são pesadas possuem grande consumo de energia, pouca eficiência na utilização da mesma. O objetivo deste projeto é avaliar o desempenho operacional de um paraplow rotativo desenvolvido por CHANG (2002), Patente [204.930-9]: Trata-se de uma nova máquina de plantio cujas características principais são: o pequeno peso e a utilização da energia da tomada de potência (TDP) de um pequeno trator, ao invés da tradicional e menos eficiente potência de tração. O resultado é uma máquina adaptada à pequena propriedade familiar, mais eficiente e econômica, de fácil manutenção e baixo custo de aquisição, que possibilite melhor produtividade, menor utilização de fertilizantes e herbicidas, protegendo o solo de danos ambientais. A Avaliação da máquina está baseada na adequação trator-implemento, e na análise dos impactos que a máquina ira causar no solo. Concluiu-se que o “Paraplow Rotativo” produz um sulco de plantio segundo os requisitos conservacionistas, e adequado as necessidades da agricultura familiar.

Paraplow - Plantio direto - Agricultura familiar

T726

COMPÓSITO DE CASCA DE OVO, RESÍDUO DE PINUS CARIBAEA E ARGAMASSA DE CIMENTO PORTLAND


César Hideo Nagumo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Ludovico Beraldo (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
A grande preocupação atual em países do Terceiro Mundo tem sido a busca por solução para os problemas habitacionais. A partir desse fato ressalta-se a importância do emprego de materiais alternativos que resulte na economia no custo final da habitação. Neste trabalho avaliou-se o desempenho do compósito utilizando resíduo de Pinus caribaea, fornecido pela fábrica de lápis Faber-Castell, casca de ovo, gerada em granjas de posturas e tratada posteriormente com NaOH, (devido ao melhor resultado em ensaios preliminares), e a argamassa de cimento Portland e areia. Os estudos propuseram a realização da curva de hidratação do cimento, para averiguar a tolerância máxima de resíduo de Pinus no compósito e, a partir deste ensaio preliminar, foram realizados testes em corpos-de-prova utilizando variados traços de mistura e tratamentos aplicados à serragem de madeira. Acompanhou-se a evolução do endurecimento do compósito por meio de ensaio não destrutivo (ultra-som), possibilitando verificar que o compósito com serragem tratada com cal, proporcionou melhor desempenho em ensaio de compressão axial, quando comparada com o compósito com serragem natural. Por meio dos melhores resultados dos traços e dos tratamentos efetuados foram aplicados aos corpos-de-prova ensaios de capilaridade, absorção total e abrasão, simulando o comportamento do mesmo quando submetido a situações adversas.

Material alternativo - Ultra-som - Pinus caribaea

T727

DETERMINAÇÃO DA COMPATIBILIDADE QUÍMICA ENTRE CIMENTO-BIOMASSA VEGETAL ATRAVÉS DE CURVAS DE HIDRATAÇÃO


Marcela Chiumarelli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Ludovico Beraldo (Orientador), Faculdade de Engenharia Agrícola - FEAGRI, UNICAMP
Este estudo visou determinar, através das curvas de hidratação, a compatibilidade química entre biomassas vegetais e cimento Portland. A biomassa vegetal utilizada originou-se de processos agroindustriais (casca de arroz, serragens de Eucaliptus grandis e de Pinus caribaea) ou do meio rural (bambu - Dendrocalamus giganteus). Foram realizadas as seguintes análises: Curva de hidratação, Ensaio não destrutivo por Ultra-som e Ensaio de compressão. O tratamento da biomassa vegetal em solução de cal e utilizando-se acelerador de pega forneceu menores índices de incompatibilidade com o cimento, excetuando-se o caso do Pinus caribaea, o qual apresentou menor inibição quando foi empregado na forma ‘in natura’. Observou-se para todas as biomassas vegetais utilizadas que a resistência à compressão mostrou-se superior após aplicar-se o tratamento combinando lavagem das partículas em solução de cal e uso do cloreto de cálcio. A velocidade de propagação da onda ultra-sônica através dos corpos-de-prova correlacionou-se positivamente com a resistência à compressão. O compósito à base de Pinus caribaea apresentou maior resistência à compressão do que os demais; seu endurecimento ocorreu em um intervalo de tempo mais reduzido quando comparado com as demais biomassas vegetais. Apesar dos valores de resistência à compressão obviamente serem inferiores ao da pasta convencional, pôde-se notar a natureza dúctil do compósito, denotada pelo surgimento de grandes deformações antes de romper-se quando submetidos a esforços.

Compósitos - Incompatibilidade química - Curva de hidratação

T728




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