Universidade estadual de campinas


Instituto de Física "Gleb Wataghin"



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Instituto de Física "Gleb Wataghin"

H604

“A HIPÓTESE DA LUZ” E O MODELO DE ÉTER LUMINOSO DE ISAAC NEWTON


Breno Arsioli Moura (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Cibelle Celestino Silva (Orientadora), Instituto de Física “Gleb Wataghin” - IFGW, UNICAMP
O artigo “A Hipótese da Luz” de Isaac Newton contém uma elaborada descrição sobre a constituição do éter e sua interação com a luz, bem como duas explicações diferentes para a refração e refração: uma em termos da variação de densidade do éter luminoso e outra em termos de movimentos vibratórios do éter. Como parte do projeto de estudo do Livro II do Opticks de Isaac Newton, a análise desse artigo revelou-se muito importante, pois grande parte de seu conteúdo não está mostrada explicitamente no livro de Newton, o que forneceu base para uma melhor compreensão do pensamento de Newton sobre a natureza e o comportamento da luz e os fenômenos ópticos, como os “anéis de Newton”. Apesar do artigo ser riquíssimo em detalhes, há muitas explicações contraditórias e especulativas, o que mostra que Newton não estava certo de muitas de suas teorias, que seriam posteriormente incorporadas em seu livro Opticks. A metodologia utilizada empregou tanto o estudo de “A Hipótese da Luz”, considerando o contexto da época em que o artigo foi escrito quanto os estudos de historiadores da ciência sobre o artigo e sobre o modelo de éter e luz de Newton.

Newton - Óptica - Éter



Instituto de Geociências

H605

DINÂMICAS SÓCIO-TERRITORIAIS NA CIDADE DE CAMPINAS: O MOVIMENTO HIP HOP (1990-2005)


Cristiano Nunes Alves (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Adriana M. Bernardes da Silva (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A pesquisa propõe analisar as dinâmicas sócio-territoriais na cidade de Campinas. Para tanto, foi recortado como tema a expansão do movimento hip-hop na década de 1990. Problematizamos o fenômeno da metropolização corporativa, que segundo nossa hipótese encontra-se associado à expansão do movimento hip hop. Pesquisamos o circuito formado em torno deste movimento, que articula objetos e ações, envolvendo grupos de rap, de break e grafiteiros, rádios comunitárias, casas de shows, eventos regulares e “posses”, entre outros elementos. Realizamos visitas de campo e entrevistas com órgãos e pessoas envolvidas com a problemática. A dinâmica do movimento compreende manifestações de cultura popular que dão corpo a uma rede de horizontalidades que se espraia, difundindo informações de baixo para cima, sob a tensão de divergências internas, partidarização e tentativa de cooptação por setores hegemônicos. Constatamos que as manifestações hip hop aparecem como alternativas de cultura de lazer que englobam Campinas como um todo, num contraponto à concentração de equipamentos dessa natureza na área central da cidade. Concluímos que o hip hop pode alicerçar uma discussão sobre o período popular da história, representando uma forma de resistência frente à desigualdade sócio-territorial, problema que interfere na construção da cidadania brasileira.

Metropolização corporativa - Hip Hop - Campinas

H606

A REDE SEBRAE E A CIRCULAÇÃO DE INFORMAÇÕES NO TERRITÓRIO PAULISTA: MODERNIZAÇÕES NA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS (1970 – 2004)


Luciana Oliveira da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana M. Bernardes da Silva (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A atual reorganização do espaço brasileiro é produto das modernizações capitalistas que se instalaram no Brasil nas últimas décadas. As empresas de consultoria, diante da necessidade de informações sobre os lugares e a economia, despontam como importantes sujeitos implicados nessa atual modernização do território e da gestão empresarial. Porém, a difusão das informações a da gestão se dão de maneira seletiva, priorizando as empresas do circuito superior da economia. O SEBRAE surge neste contexto com a proposta de modernizar as micro e pequenas empresas no território brasileiro, atuando como uma rede de consultoria. Sendo o SEBRAE controlador das informações estratégicas aos negócios dos micro e mesos circuitos produtivos, propomo-nos analisar a atuação dessa instituição no que se refere ao estímulo às especializações regionais produtivas. Pretendemos investigar a construção da topologia da rede SEBRAE, bem como investigar a tipologia das informações para avaliar a influência dessa rede na reorganização do território. Para tanto, optamos dar ênfase a análise da rede SEBRAE no Estado de São Paulo, especialmente na Região Metropolitana de Campinas.

Informação - Rede SEBRAE - Região Metropolitana de Campinas

H607

CARTOGRAFIA DE UNIDADES DE PAISAGEM NOS MUNICÍPIOS DE PAULÍNIA, REGIÃO ADMINISTRATIVA DE CAMPINAS (SP), COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DA PAISAGEM


Carolina Penteado Natividade Moreto (Bolsista PIBIC/CNPQ) e Prof. Dr. Antonio Carlos Vitte (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
As ações antrópicas alteram as relações de troca de matéria e energia no sistema natural, e acarretam alterações na sensibilidade da paisagem, em função do rompimento de seus limiares. O objetivo desta pesquisa foi o de realizar um mapeamento das unidades de paisagem com base na concepção de ecologia da paisagem, no município de Paulínia, situado na Região Administrativa de Campinas (SP), como subsídio ao planejamento e gestão da paisagem. Metodologicamente trabalhou-se com a concepção de fragilidade ambiental que pode ser interpretada como ambiente de risco, concebendo a possibilidade de perigo ou perdas. Os critérios de mapeamento foram os seguintes: primeiramente dividiu-se o município em bacias de drenagem, em carta topográfica 1:50.000 e posteriormente foram calculados os seguintes índices: compartimentação topográfica, densidade de drenagem, hierarquia fluvial, comprimento de vertentes, declividades e índice de energia do relevo. Os resultados demonstraram que a densidade de drenagem, as declividades e o comprimento de vertentes são os principais elementos condicionantes da instabilidade ambiental no município em questão.

Unidades de paisagem - Fragilidade ambiental - Valorização do espaço

H608

CARTOGRAFIA DAS UNIDADES DE PAISAGEM NOS MUNICÍPIOS DE AMERICANA E NOVA ODESSA, REGIÃO ADMINISTRATIVA DE CAMPINAS (SP), COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DA PAISAGEM.


Fernanda Silva Lourenço (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Carlos Vitte (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
As ações antrópicas alteram as relações de troca de matéria e energia no sistema natural, acarretando alterações na sensibilidade da paisagem, em função do rompimento de seus limiares. O objetivo desta pesquisa foi o de realizar um mapeamento das unidades de paisagem, com base na concepção de ecologia da paisagem, nos municípios de Americana e Paulínia, situados na Região Metropolitana de Campinas (SP), como subsídio ao planejamento e gestão da paisagem. Metodologicamente trabalhou-se com a concepção de fragilidade ambiental que pode ser interpretada como ambiente de risco, concebendo a possibilidade de perigo ou perdas. Os critérios de mapeamento foram os seguintes: primeiramente dividiu-se o município em bacias de drenagem, em carta topográfica 1:50. 000 e posteriormente foram calculados os seguintes índices: compartimentação topográfica, densidade de drenagem, hierarquia fluvial, comprimento de vertentes, declividades e índice de energia do relevo. Os resultados demonstraram que a densidade de drenagem, as declividades e o comprimento de vertentes são os principais elementos condicionantes da instabilidade ambiental no município em questão.

Unidades de paisagem - Fragilidade ambiental - Valorização do espaço

H609

CARTOGRAFIA DAS UNIDADES DE PAISAGEM NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS, REGIÃO ADMINISTRATIVA DE CAMPINAS (SP), COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DA PAISAGEM.


Maria Fernanda Pereira Grisolia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Carlos Vitte (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
As ações antrópicas alteram as relações de troca de matéria e energia no sistema natural, acarretando alterações na sensibilidade da paisagem, em função do rompimento de seus limiares. O objetivo desta pesquisa foi o de realizar um mapeamento das unidades de paisagem, com base na concepção de ecologia da paisagem, no município de Campinas situado na Região Metropolitana de Campinas (SP), como subsídio ao planejamento e gestão da paisagem. Metodologicamente trabalhou-se com a concepção de fragilidade ambiental que pode ser interpretada como ambiente de risco, concebendo a possibilidade de perigo ou perdas. Os critérios de mapeamento foram os seguintes: primeiramente dividiu-se o município em bacias de drenagem, em carta topográfica 1:50.000 e posteriormente foram calculados os seguintes índices: compartimentação topográfica, densidade de drenagem, hierarquia fluvial, comprimento de vertentes, declividades e índice de energia do relevo. Os resultados demonstraram que a densidade de drenagem, as declividades e o comprimento de vertentes são os principais elementos condicionantes da instabilidade ambiental no município em questão.

Unidades de paisagem - Fragilidade ambiental - Valorização do espaço

H610

CARTOGRAFIA DAS UNIDADES DE PAISAGEM NO MUNICÍPIO DE INDAIATUBA, REGIÃO ADMINISTRATIVA DE CAMPINAS (SP), COMO SUBSÍDIO À GESTÃO DA PAISAGEM.


Marina Groschitz (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Carlos Vitte (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
As ações antrópicas alteram as relações de troca de matéria e energia no sistema natural, acarretando alterações na sensibilidade da paisagem, em função do rompimento de seus limiares. O objetivo desta pesquisa foi o de realizar um mapeamento das unidades de paisagem, com base na concepção de ecologia da paisagem, no município de Indaiatuba situado na Região Metropolitana de Campinas (SP), como subsídio ao planejamento e gestão da paisagem. Metodologicamente trabalhou-se com a concepção de fragilidade ambiental que pode ser interpretada como ambiente de risco, concebendo a possibilidade de perigo ou perdas. Os critérios de mapeamento foram os seguintes: primeiramente dividiu-se o município em bacias de drenagem, em carta topográfica 1:50.000 e para posteriormente serem calculados os seguintes índices: compartimentação topográfica, densidade de drenagem, hierarquia fluvial, comprimento de vertentes, declividades e índice de energia do relevo. Os resultados demonstraram que a densidade de drenagem, as declividades e o comprimento de vertentes são os principais elementos condicionantes da instabilidade ambiental no município em questão.

Unidades de paisagem - Fragilidade ambiental - Valorização do espaço

H611

FRAGILIDADE AMBIENTAL DE TERRAS DO TERRITÓRIO BRASILEIRO: O CASO DE SÃO PAULO


Alexandre Pavia Junior (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Archimedes Perez Filho, Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Nossa pesquisa busca contribuir para um melhor entendimento da relação vegetação-solo. A área utilizada para a referida pesquisa pertence à Estação Experimental de Mogi Mirim. situada na Depressão Periférica Paulista, apresentando relevo aplainado e solos com tonalidades claras (amarelados), sendo denominados de LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELO (LVA) e contando com vegetação de savana (cerradão) onde porções desta vegetação não sofrem interferência antrópica a aproximadamente 60 anos, além apresentar indivíduos de 12 metros de altura ou mais e serrapilheira chegando a 20 cm de profundidade. Utilizamos fotografias aéreas pancromáticas na escala 1:25.000 feitas em 1962, estereoscópios de espelho e de bolso e uma imagem do satélite IKONOS do ano de 2002, que nos foi de grande importância, já que possibilitou analisar detalhes da cobertura vegetal e selecionar os pontos de coleta de solo. Além desses instrumentos, foram utilizados mapas geológicos, geomorfológicos e de solos da referida área. Para a pesquisa de campo nos utilizamos de GPS, foram coletadas 324 amostras de solo, infiltrômetro, cujos dados foram comparados em três pontos ao longo da topo-sequência, penetrógrafo, com dados comparados nos mesmos pontos das infiltrações, medição da temperatura a cada 6 horas, durante 24 horas, e por fim a contabilidade da vegetação dividida entre as alturas: 0-2m, 2-7m e mais de 7m. Os dados estão sendo analisados e correlacionados e serão apresentados no relatório final a ser enviado à instituição financiadora.

Cerrado - Fragilidade de solos - Cobertura vegetal

H612

FRAGILIDADE DE TERRAS OCUPADAS POR CERRADO NO TERRITÓRIO DE SÃO PAULO


Cristiano Capellani Quaresma (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Archimedes Perez Filho (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Vários cientistas se empenharam à procura de métodos e teorias, que explicassem o porquê das atuais organizações espaciais paisagísticas do estado de São Paulo, principalmente as relativas a fragmentos isolados de diferentes fisionomias de Cerrado, que se distribuem esparsamente em meio a uma vegetação predominante de floresta tropical. Embora o elemento clima seja de extrema importância para a conformação da paisagem, é necessário ir além e buscar novos conhecimentos através da abordagem sistêmica, visando entender a organização espacial como resultado da ação e interação dos vários elementos que compõem o Geossistema e o Sistema sócio-econômico, que conjuntamente possuem papel fundamental para a compreensão da totalidade da complexidade do real. Por meio desta abordagem, levando-se em consideração processos morfodinâmicos da paisagem e utilizando instrumental próprio de Geoprocessamento, de análises laboratoriais de solos coletados em trabalho de campo e de material cartográfico, este trabalho buscou compreender a organização espacial de áreas recobertas por Cerrado no estado de São Paulo, considerando as relações entre distintas características físico-químicas dos solos, diferentes unidades na vertente e variações fisionomicas de Cerrado. Tais informações serviram para a elaboração de mapa de capacidade de uso, o qual pode servir como alternativa de auxílio a gestores públicos na elaboração de políticas voltadas para a criação de unidades de conservação e de planejamentos, que visem contribuir para um maior equilíbrio na relação homem/natureza.

Fragilidade - Cerrado - Geossistema

H613

TRANSFORMAÇÕES ECONÔMICAS E REESTRUTURAÇÃO ESPACIAL NO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA (SP): UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL


Andreza Bernardi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Claudete de Castro Silva Vitte (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Jaguariúna sofreu nos últimos anos importantes modificações em sua estrutura produtiva, com significativo crescimento populacional e urbano. O projeto objetivou analisar e mapear as estratégias de desenvolvimento local implantadas no município nos últimos anos. Buscou-se compreender a dinâmica econômica local e as políticas de desenvolvimento que transformaram a base produtiva do município. A metodologia utilizada foi o modelo Pentágono (Barqueiro, 1994) que considera o hardware (infra-estrutura existente), software (qualificação de mão de obra que impulsiona a produção), orgware (capacidade de organização de agentes para a produção), finware (intrumentos financeiros de desenvolvimento) e ecoware (instrumentos para organização dos recursos naturais e outros). Houve ampla gama de modificações na estrutura econômica e social que aponta para um município de economia em expansão, com indústrias intensivas em tecnologia. O município tem ativa política de incentivos fiscais e a municipalidade estimula a divisão espacial do consumo (D. Harvey, 1996), por meio de atividades turísticas (inserção no “Circuito das Águas”), com turismo cultural e em turismo rural e ecológico, com destaque para o Jaguariúna Rodeio Festival que atrai centenas de milhares de visitantes. Na estrutura urbana verifica-se um processo de “elitização” do espaço por meio da elevação do preço da terra. Os resultados apontam para uma gama de modificações na estrutura econômica e social, associadas as ações de desenvolvimento local realizadas pela municipalidade e para o fato da município poder ser considerado uma das “ilhas de prosperidade” da Região Metropolitana de Campinas.

Jaguariúna - Desenvolvimento local - Dinâmica econômica

H614

ESTRATÉGIAS RECENTES DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL EM INDAIATUBA (SP) E SEUS IMPACTOS ESPACIAIS


Carolina Thaís Rio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Claudete de Castro Silva Vitte (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A pesquisa realizada buscou identificar e analisar as principais políticas de desenvolvimento local implementadas em Indaiatuba-SP, além dos seus impactos sobre a população e a economia. O município sediado na Região Administrativa de Campinas (RMC), se destaca pela sua localização privilegiada, pela importância industrial regional, além de ser competitivo e apresentar altos índices de qualidade de vida. Apesar de ter se especializado em negócios de alta tecnologia ainda é conhecido pela sua atividade industrial tradicional, permanecendo com o título de Capital Nacional do Jeans. Sua divisão espacial do consumo (Harvey,1996) possui uma diversidade, com destaque para o turismo rural, feiras e festas municipais, além do consumo religioso na Vila Kostka (Mosteiro da CNBB) e a prática do pólo, sendo um importante centro desta prática esportiva. Como metodologia de análise foi utilizado o Modelo Pentágono, elaborado por Barquero (1994), que analisa dados socioeconômicos e administrativos de desenvolvimento local, divididos em 5 tópicos, que consideram a infra-estrutura local(hardware), fatores qualitativos ligados à inovação(software), instituições organizacionais (orgware), medidas de investimento e operações financeiras (finware) e medidas relacionadas ao meio ambiente e qualidade vida (ecoware).

Como resultados obtivemos um perfil municipal detalhado e observações a respeito da organização política, social e espacial local. Mudanças na ordem industrial, com a inserção de novas empresas, acarretaram mudanças sociais com o aumento da imigração e da demanda por serviços sociais. As mudanças são resultantes de políticas públicas aplicadas pela administração com incentivos para atração de investimento, baseado no marketing municipal que privilegia índices de qualidade de vida, já que a cidade é considerada como “ilha de prosperidade“ da RMC.

Desenvolvimento local - Indaiatuba - Dinâmica econômica

H615

DINÂMICA DA FRONTEIRA AGROPECUÁRIA DO SUL DO AMAZONAS: O CASO DA RODOVIA DO ESTANHO


Cecilia Fadigas Viana (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Hidelberto de Souza Ribeiro (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A conquista das frentes pioneiras é fortemente orientada pelo Estado, à medida que este abre rodovias, distribui terras e créditos. A Rodovia do Estanho foi aberta na década de 70, como forma de escoar a extração de cassiterita. Ela se liga à Transamazônica e, mais recentemente ao Mato Grosso. Atualmente, abriga a produção de grãos do município de Manicoré (AM) por suas características físicas (ocupa área de campos naturais) e sua proximidade com Humaitá, pólo de grãos do Estado e situada próxima à hidrovia Madeira – Amazonas. A produção de soja, com seu amplo mercado consumidor e investimento maciço em pesquisas, se alastra por todo o território brasileiro. Sua expansão se dá em áreas já desmatadas, de modo a ser uma parte de um processo de ocupação que envolve grilagem, extração de madeira, migração, pecuária e finalmente a soja. Na região da Rodovia do Estanho, podem ser vistos os diversos estágios desse mesmo processo: o assentamento realizado pelo INCRA é hoje um núcleo urbano. Ao longo da Transamazônica, observam-se médias propriedades produtoras de gado. Na Estrada do Estanho, em grandes propriedades são realizados grandes investimentos para a produção de grãos, e a soja já está sendo experimentada e produzida, apesar de ser em pouca quantidade.

Soja - Fronteira agropecuária - Migração

H616

CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO ATRAVÉS DO MÉTODO DE KÖPPEN: ANÁLISE CRÍTICA E APLICAÇÃO


João Paulo Macieira Barbosa e Profa. Dra. Lucí Hidalgo Nunes (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A proposta deste trabalho é realizar uma leitura crítica a respeito do método de Köppen e aplicá-lo sobre o estado de São Paulo. A partir de dados de temperatura e precipitação, foram elaborados climogramas e o mapa proposto, que demonstrou que o estado de São Paulo apresenta quatro tipos climáticos distintos. Concluímos que entre as vantagens da classificação está seu caráter didático, grande objetividade e uma linguagem quantitativa, além de nos fornecer uma ótima compreensão inicial do clima regional. Por outro lado ela se mostrou extremamente empírica, até certo ponto determinista, utiliza-se de critérios rígidos em relação aos limites, sem área de transição, e não faz menção a uma categoria sub-úmida, presente no território paulista. Apesar disso ela fornece indicações de interesse para diversas atividades como agricultura e planejamento urbano.

Classificação climática - Climatologia regional - Köppen

H617

MULHER E CIÊNCIA: UMA AVALIAÇÃO SOBRE A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DAS MULHERES NAS ÁREAS DE CIÊNCIAS DA TERRA E QUÍMICA, NO CNP, FAPESP E RESPECTIVOS INSTITUTOS NA UNICAMP.


Magali Dubas Gurgueira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Conceição da Costa (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Historicamente a ciência tem sido vista como uma atividade masculina, mesmo com os avanços ocorridos quanto à presença de mulheres em ambiente acadêmico. Esta pesquisa analisou a presença e progressão feminina na carreira científica, a real proporção entre homens e mulheres nos diferentes níveis de bolsas e avaliou quais os fatores impeditivos da participação das mulheres, tendo como universo de análise duas áreas tradicionalmente masculinas: Ciências da Terra e Química. Foram realizados levantamentos nos bancos de dados da Unicamp, CNPq e Fapesp referentes aos anos de 1995 a 2004 e entrevistas com docentes dos Institutos de Geociências e Química da Unicamp. Os dados obtidos neste projeto apontam um pequeno número de mulheres nestas áreas, tanto dos docentes ativos nos respectivos institutos, como no total de bolsas concedidas pelo CNPq e Fapesp (única exceção é a obtenção das bolsas concedidas pelo CNPq na área de química). O número de docentes mulheres nos Institutos de Geociências e Química se mantiveram constantes. Como era esperada, a presença das mulheres não se dá de forma igual nos diferentes níveis de bolsas: sua maior concentração encontra-se na bolsa de menor nível hierárquico (iniciação cintífica) reduzindo-se drasticamente até o nível mais alto (produtividade em pesquisa).

Ciência - Mulher - Indicadores

H618

UMA NOVA TRAJETÓRIA: ASPECTOS DA ATUAÇÃO CIENTÍFICA DE BERTHA LUTZ, MESCLADOS COM SUA ATUAÇÃO POLÍTICA, E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA


Mariana Moraes de Oliveira Sombrio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Margaret Lopes (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Este trabalho pretende contribuir para a discussão de gênero na história, fazendo um estudo sobre o ingresso das mulheres no meio científico no Brasil e produzindo reflexões teóricas que auxiliem o entendimento da questão de gênero e ciências. Para isso, pretendo resgatar a trajetória profissional de Bertha Maria Júlia Lutz (cientista e líder feminista), contextualizando suas experiências com a complexidade do processo de profissionalização das mulheres e resgatando perspectivas feministas sobre a exclusão de gênero na construção do pensamento científico moderno. Considerando sua atuação como cientista indissociável de sua militância feminista, torna-se possível investigar qual relação o feminismo teve com o ingresso das mulheres na ciência, e analisar como os valores sociais, políticos e culturais de cada época influenciam na produção do conhecimento, delimitam o que é considerado importante e como é feita a ciência.

Gênero - Ciência - Bertha Lutz

H619

“Estação da Paulista”: patrimônio arquitetônico e memória na construção da cidade


Carolina de Marqui Pacini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Tereza Duarte Paes Luchiari (orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Este projeto tem como principal objetivo analisar o processo de refuncionalização da Estação da Paulista, patrimônio histórico edificado no centro de Campinas, tombado em 1990, bem como os novos usos dados à sua área envoltória. A Estação da Paulista foi um marco na projeção de Campinas como pólo regional no período da economia cafeeira e tem sido um dos principais pontos de intervenção da Prefeitura Municipal, na tentativa de dar uma nova dinâmica ao centro da cidade, que até então passava por um processo de degradação, abandono e marginalização. A refuncionalização implica na transformação do conteúdo de antigas formas materializadas no espaço urbano, e tem sido fortemente empregada pelo poder público das grandes cidades brasileiras, principalmente a partir da década de 1990, a fim de colocar as cidades numa posição competitiva na atração do capital. Esse processo tem sido acompanhado pela espetacularização do patrimônio cultural das cidades, assim como pela segregação sócio-espacial. A Estação da Paulista, hoje restaurada e preparada para receber novamente a população de alta renda, revela essas contradições sócio-espaciais em sua área de entorno, que encontra-se ainda degradada e abriga uma população marginalizada de baixa renda.

Refuncionalização - Patrimônio - Espetacularização

H620

A INFLUÊNCIA DA FERROVIA NA ESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO URBANO CAMPINEIRO.


Gustavo G. F. Duarte (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Tereza Duarte Paes Luchiari (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
O projeto busca explicitar o quão importante foi a Cia. Paulista para Campinas, apresentando informações que comprovam, através de transformações ocorridas no espaço urbano campineiro, a vinda de capitais e imigrantes para a cidade após a inserção da mesma no circuito produtivo cafeeiro. Ao adotar o paradigma da mobilidade geográfica da época (1872) Campinas inseriu-se no circuito produtivo cafeeiro, uma dinâmica que resultava numa nova divisão territorial do trabalho, além de acúmulo de capitais. Sua inserção no modelo ferroviário extravertido resultou na sua súbita urbanização, fenômeno que acarretou problemas como a epidemia de febre amarela e grande especulação imobiliária. Posteriormente, atentamo-nos também ao novo uso dado a Estação Cultura, edificação cujo papel na cidade alterou-se atendendo ao novo paradigma produtivo. A metodologia de análise espacial empregada utiliza-se de quatro categorias: forma, função, estrutura, e processo. Através destas, concluímos a importância da posição da cidade na rede, um ponto que concentrava o escoamento do café; posição que lhe garantiu capital para industrializar-se e ainda hoje oferece grandes vantagens à cidade. A refuncionalização da estação atendendo as novas demandas do capital conclui o projeto, atentando para mercantilização do patrimônio cultural edificado cafeeiro.

Ferrovia - Urbano - Refuncionalização

H621

A FUNDAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E SUA CONTRIBUIÇÃO AO PENSAMENTO GEOGRÁFICO PAULISTA


Ana Paula Kacenelenbogen Guimarães (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Rita de Cassia Martins de Souza Anselmo (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
A criação do curso de geografia junto com a fundação da Universidade de São Paulo, em janeiro de 1934 resulta de interesses de um grupo político, a saber, a elite paulista. O contexto do início do século, e mais decisivamente os conflitos de grupos políticos divergentes no ano de 1930 e 1932 foram catalisadores do processo da concretização do projeto de criação da Universidade de São Paulo já existente desde a década de 20. A elite paulista luta pela criação de Universidade como resposta a sua derrota na Revolução Constitucionalista. No entanto, o presente trabalho tenta mostrar, através da análise dos artigos publicados pelo Departamento de Geografia da Universidade, como sua criação beneficiou também o governo de Getúlio Vargas. Muitas das pesquisas feitas pelo Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo serviram às políticas territoriais do Governo Getulista. Nesse sentido, observa-se a necessidade de analisar a suposta ‘neutralidade científica’ desses estudos.

Geografia - Universidade de São Paulo - Governo Getulista

H622

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO GEOGRÁFICO EM SÃO PAULO ATRAVÉS DA FACULDADE DE FILOSOFIA CIÊNCIAS E LETRAS DE RIO CLARO


Fred Teixeira Trivelatto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Rita de Cassia Martins de Souza Anselmo (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Tendo em vista a necessidade crescente de trabalhos acerca da história do pensamento geográfico no Brasil, é que se propõe a realização desta pesquisa. A história do pensamento geográfico leva, sobretudo, a contextualizar historicamente o conhecimento geográfico, de modo a desvelar as matrizes do pensamento. Este trabalho visa ainda identificar as causas que levaram à criação da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras em Rio Claro, cujos moldes se calcavam no modelo da Universidade de São Paulo. A criação das faculdades públicas no interior de São Paulo, a partir do final dos anos 50, teve como um dos principais objetivos a formação de professores e ainda, no caso da Geografia, a produção de conhecimento sobre o território paulista. Para a criação do curso de Geografia em Rio Claro (1958) foram convidados professores do IBGE (Rio de Janeiro) e da USP o que leva à identificação de suas linhas de pesquisa com influências advindas da Geografia francesa e da Geografia norte-americana. A realização do trabalho dá-se através de pesquisa bibliográfica, levantamento das publicações feitas pelos geógrafos da Faculdade e documentos relativos à fundação da mesma.

Pensamento geográfico - Instituições geográficas - FFCL Rio Claro

H623

MAPEAMENTO DOS SISTEMAS LOCAIS DE PRODUÇÃO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO ÀS REGIÕES CENTRO- OESTE, NORDESTE E NORTE


Catherine Kaori Makiyama (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Wilson Suzigan (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Sistema Local de Produção (SLP) pode ser definido como um agrupamento geograficamente concentrado de empresas inter-relacionadas e instituições correlatas numa determinada área, consubstanciando um perfil de especialização, com valores e normas compartilhados, onde agentes econômicos, políticos e sociais apresentam vínculos consistentes de articulação, interação cooperação e aprendizagem. O enfoque nos SLPs é de grande relevância, pois permite avaliar a importância de externalidades positivas resultantes dos elos e complementaridades existentes entre as empresas integrantes do sistema e entre estas e as instituições locais. Este trabalho realiza um mapeamento dos SLPs nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte do Brasil, por meio da utilização de uma metodologia já experimentada em trabalhos internacionais e com alguns resultados obtidos para o caso brasileiro (estados de São Paulo e Paraná), baseada nos coeficientes de Gini Locacional, no Quociente Locacional (QL) e em alguns filtros e variáveis de controle. Estes indicadores de concentração e especialização são elaborados utilizando os dados de volume de emprego e número de estabelecimentos na Indústria de Transformação fornecidos pela RAIS – Relação Anual de Informações Sociais, Ministério do Trabalho e Emprego. O mapeamento é útil também para políticas públicas, pois permite orientar ações e medidas gerais adequadas a cada tipo de SLP, ou para a resolução de problemas específicos identificados em cada caso.

Sistema local de produção - Mapeamento - Indicadores de concentração e especialização

H624

SISTEMAS LOCAIS DE PRODUÇÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CALÇADOS: O PAPEL DAS INSTITUIÇÕES DE APOIO ÀS EMPRESAS


Dayane Rocha (Bolsista PIBICCNPq) e Prof. Dr. Wilson Suzigan (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Os Sistemas Locais de Produção (SLP) têm grande relevância do ponto de vista econômico, pois a proximidade geográfica de empresas e instituições facilita as interações e a transmissão de conhecimentos, estimulando a inovação e o desenvolvimento local. A prosperidade desses sistemas depende de vários fatores, entre os quais se destaca o papel das instituições de apoio às empresas e a cooperação entre agentes locais. Nesse estudo, a partir de dados colhidos na internet e de material bibliográfico, foi analisado o papel das principais instituições de apoio à competitividade das empresas em SLP de calçados no Brasil e, como referência internacional para comparação, na Itália. Além disso, fez-se uma revisão conceitual sobre o tema. Os casos brasileiros estudados são os de regiões em que a produção de calçados se destaca: Vale do Rio dos Sinos–RS, Franca–SP, Jaú–SP, Birigui–SP e Nova Serrana–MG. O histórico da produção de calçados nessas regiões também foi pesquisado para verificar se laços culturais locais estimularam a cooperação. Ajudaram para a escolha dessas regiões as informações obtidas na base de dados da RAIS/MTE (2002). O trabalho analisa atividades relacionadas a: infra-estrutura, tecnologia, formação de mão-de-obra, controle da qualidade, assistência jurídica, atividades de P&D e design.

Sistema local de produção - Instituições de apoio - Indústria de calçados

H625

MAPEAMENTO DOS SISTEMAS LOCAIS DE PRODUÇÃO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO ÀS REGIÕES SUL E SUDESTE


Myleni Eugênia de Oliveira Ishida (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Wilson Suzigan (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP
Sistemas Locais de Produção (SLP) são aglomerações de tamanho considerável de firmas em uma área espacialmente delimitada, com claro perfil de especialização. O comércio e a interação entre estas empresas são substanciais, pois incrementam a capacidade produtiva, a competitividade e o desenvolvimento local, além de resultarem em cooperação e aprendizagem. As externalidades positivas advindas da relação entre as empresas e entre estas e as instituições locais também são relevantes para o estudo de um SLP. Sendo assim, a abordagem deste tema é importante devido às possibilidades de desenvolvimento regional e tecnológico, promoção social e crescimento econômico advindas de tais aglomerações industriais. Este trabalho realiza uma ilustração dos resultados obtidos através da aplicação de um índice de concentração (Gini Locacional) e outro de especialização (Quociente Locacional), para os Estados das regiões Sul e Sudeste do Brasil, com o objetivo de analisar possíveis microrregiões com potencial para serem caracterizadas como SLPs. Estes índices foram elaborados utilizando dados sobre o volume de emprego e número de estabelecimentos na Indústria de Transformação fornecidos pela RAIS – Relação Anual de Informações Sociais, Ministério do Trabalho e Emprego - referentes ao ano de 2002.

Sistema local de produção - Mapeamento - Indicadores de concentração e especialização






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