Universidade estadual de campinas


Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo



Baixar 3.62 Mb.
Página50/80
Encontro24.10.2017
Tamanho3.62 Mb.
1   ...   46   47   48   49   50   51   52   53   ...   80

Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

H502

ASSENTAMENTOS SUSTENTÁVEIS: LEVANTAMENTO DE CASOS REFERENCIAIS, TECNOLOGIAS E MATERIAIS UTILIZADOS


Mário Bezerra Carvão (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Vanessa Gomes da Silva (Orientadora), Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo - FEC, UNICAMP
Os assentamentos sustentáveis são experiências urbanas realizadas em escala intermediária (entre o edifício e a cidade) com a finalidade de provocarem o menor impacto ambiental possível durante toda sua vida i.e. que "... atendam as necessidades da geração atual sem comprometer a habilidade das gerações futuras em atenderem as suas próprias necessidades". A escolha desta escala deve-se ao fato de que em algumas situações é mais vantajosa a implantação de alternativas ecológicas na situação intermediária de pequenos assentamentos ou distritos, em vez dos extremos configurados por cidades inteiras ou edifícios isolados. Esta pesquisa coletou dados de casos referenciais, tecnologias e materiais utilizados; disponibilizou uma biblioteca de projetos referenciais e de tecnologias disponíveis; e complementou um portal HTML (ECOlogica Brasil), que contém, ainda, um simulador on-line (ECOlogica) que auxilia na redução do impacto ambiental de projetos. A pesquisa encontrou estratégias ambientalmente responsáveis para os diversos conceitos (energia, água, desenho urbano, transporte, materiais, resíduos sólidos e efluentes) em diferentes níveis de custo, complexidade e eficiência. Grande parte dos exemplos está no exterior e foram desenvolvidos pela iniciativa privada e em alguns casos em parceria com o poder público.

Assentamentos - Desenvolvimento sustentável - Tecnologia



Faculdade de Educação Física

H503

AVALIAÇÃO DO AUTOCONCEITO DE ADOLESCENTES PORTADORES DE SÍNDROME DE DOWN INSERIDOS EM UM PROGRAMA DE ESPORTES NA NATUREZA


Ana Carolina Gonçalves de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Duarte (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O objetivo desse trabalho é viabilizar as práticas esportivas ou de lazer envolvendo o meio ambiente e a natureza e avaliar o autoconceito, que é “a forma como o indivíduo se avalia, e desta avaliação dependerá seu sucesso afetivo, social e cognitivo”, dos alunos portadores de Síndrome de Down inseridos neste programa. Caracterizada como um estudo de caso, a realização da pesquisa compreende três etapas: a primeira fase baseia-se numa pesquisa bibliográfica; a segunda etapa prevê primeiramente a aplicação do Teste de Autoconceito Infantil (PAI) aos sujeitos envolvidos na pesquisa, seguido pela elaboração e aplicação de um Programa de Esportes na Natureza; a terceira etapa compreende novamente a aplicação do PAI aos sujeitos envolvidos na pesquisa e análise dos dados coletados através dos testes e das aulas realizadas. O projeto recebeu a aprovação do Comitê de Ética e ainda encontra-se em andamento. Está sendo desenvolvido durante todo o trabalho um “diário de campo”, ou seja, relatório das aulas não apenas contendo aspectos técnicos, mas também um registro de impressões, sugestões, sensações, comportamentos e situações especiais colhidas em prática. Ao final do trabalho iremos comparar os resultados obtidos no início e no final da pesquisa, para realizarmos uma discussão sobre a influência das atividades desenvolvidas no autoconceito dos adolescentes portadores de Síndrome de Down.

Esportes na Natureza - Autoconceito - Síndrome de Down

H504

A EDUCAÇÃO FÍSICA QUE ENSINA E DIVERTE


Roger Calegari (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Elaine Prodócimo (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Acreditando na importância da inserção dos jogos populares nas aulas de Educação Física Escolar como forma de resgate de relevante aspecto de nossa cultura, bem como da possibilidade de desenvolvimento dos alunos, essa pesquisa teve por objetivo analisar uma proposta de aula pautada nos jogos populares aplicada nas aulas de Educação Física Escolar para segunda série do ensino fundamental. Para a realização desse estudo foram aplicados jogos populares em um grupo de crianças, buscando obter informações a respeito da percepção dos conhecimentos adquiridos por elas no período de aplicação desses jogos. Participaram do estudo crianças de duas classes da 2º série do primeiro grau, com idade entre 8-10 anos de ambos os gêneros, de uma escola pública. Esse estudo seguiu como abordagem metodológica à pesquisa-ação em que o pesquisador atuou como professor e também realizou a coleta de dados. Os dados foram coletados semanalmente em forma de relatório. Estes eram produzidos logo após a realização das aulas, sendo um relatório direcionado para cada turma. Pudemos concluir que os jogos populares possibilitaram ao professor fazer um trabalho rico, diversificado e sem muito material, favoreceu um maior contato entre as crianças de ambos os gêneros sem excluir ninguém, além de contribuir para um resgate de uma cultura popular que tem sido abandonada, possibilitando intercâmbio entre a cultura lúdica familiar e escolar.

Jogos populares - Educação Física Escolar - Resgate cultural

H505

A ARTE CIRCENSE COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR


Thiago Sales Claro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Elaine Prodócimo (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Buscando analisar a viabilidade e a adequação da arte circense como conteúdo da educação física escolar, e contribuir para a discussão de uma metodologia para o ensino da arte circense nas aulas de educação física, investimos numa pesquisa realizada em um educandário mantido pela Associação dos Amigos da Criança (AMIC), localizado na cidade de Campinas, com alunos de 7 a 10 anos de idade. Durante cinco meses, aulas semanais foram ministradas ao grupo, procurando tratar a arte circense de maneira geral, além dos fundamentos de quatro modalidades selecionadas: malabarismo, equilibrismo, acrobacias e palhaço. O material que seria analisado foi coletado através da filmagem das aulas e de relatórios elaborados pelos professores. A análise do material, em conjunto com a pesquisa bibliográfica, nos permitiu realizar importantes reflexões sobre o tema. A arte circense deve ser tratada pela educação física, acima de tudo, como um conhecimento relativo à cultura corporal a ser trabalhado, o que garante a abordagem desta manifestação artística de forma contextualizada e vinculada a seus significados. A presença do circo no âmbito da escola não deve ter como objetivo principal o aprendizado técnico, mas sim promover o contato com a arte circense, visando sua compreensão e valorização, podendo ainda possibilitar aos alunos a descoberta das suas próprias possibilidades físicas e expressivas.

Educação Física - Arte circense - Circo

H506

UMA POSSIBILIDADE DOS ESTUDOS DO LAZER NO ENSINO MÉDIO


Andreza Chiquetto (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Heloisa Helena Baldy dos Reis (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Esta pesquisa traz uma proposta de introdução aos estudos do lazer em aulas de educação física para alunos do ensino médio, verificando a aplicabilidade e a importância destes estudos. Constitui-se no estudo de tópicos da teoria do lazer, ocorrendo por meio da leitura de textos elaborados pela bolsista, assim como de vivências e criações de novas formas de lazer pelos estudantes, vislumbrando, com isto, uma reflexão dos adolescentes sobre suas práticas de lazer e suas possibilidades, proporcionando-lhes maior senso crítico e consciência para desfrutá-lo. Como metodologia utilizamos, inicialmente, um questionário diagnóstico sobre o tema, e em seguida a leitura de textos que trouxeram novos conceitos e assuntos para discussão e reflexão em sala de aula, seguidas de vivências práticas de atividades de lazer, incluindo aquelas elaboradas e ministradas pelos próprios alunos. A análise dos dados do questionário diagnóstico mostrou-nos que muito pode ser aprofundado no conhecimento sobre lazer dos estudantes do ensino médio, e que a leitura de textos, ao contextualizarem as práticas de lazer, tornam-se interessantes e motivantes para o aprendizado destes conteúdos.

Lazer - Ensino médio - Estudos

H507

A CONSTRUÇÃO CULTURAL DO CORPO DO PRESIDIÁRIO


Noemia Baldin Toffano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jocimar Daolio (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O sistema prisional é um tema atual que vem sendo muito discutido tanto no âmbito científico quanto pela mídia que mobiliza a sociedade para esta discussão. O sensível aumento da violência e as freqüentes rebeliões de presidiários, nunca vistas antes, enfatizam a importância e a urgência de colocar em pauta discussões relacionadas à reclusão. Esta pesquisa buscou, por meio de entrevistas realizadas com presidiários em regime semi-aberto que trabalham na Faculdade de Educação Física da Unicamp, investigar a construção cultural do corpo e a relação existente entre esta construção e sua condição de reclusos, considerando o corpo dotado de significados sociais e produto de construção simbólica. A partir das entrevistas, foi possível identificar uma associação muito clara entre corpo e trabalho, sendo o corpo considerado instrumento para esse fim. Também foi possível identificar a família, o trabalho e a religião como pilares para a construção dos sentidos para suas vidas. Foi possível, ainda, perceber que a disciplina e vigilância constantes, próprias da instituição em que os presidiários se encontram, exercem grande influência na construção de significados em seu trabalho.

Corpo - Cultura - Presídio

H508

A EDUCAÇÃO FÍSICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES EM UM PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA CRIANÇAS DEFICIENTES VISUAIS


Cíntia Moura de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Júlio Gavião de Almeida (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O projeto teve continuidade com o intuito de oferecer algo mais: a construção de um "Guia Oftalmológico" a pessoas Deficientes Visuais direcionados a professores de Educação Física. Esta proposta surgiu diante a dificuldade que nós, professores, encontramos em entender termos técnicos utilizados por oftalmologistas ou muitas vezes pela falta de esclarecimentos quanto as informações passadas. Deixando sempre dúvidas. O que pode gerar um baixo aproveitamento ou a ausência de Deficientes Visuais em programas de atividades físicas. E sabendo da importância da atividade física a todo ser humano, viemos através de nosso projeto, oferecer mais um subsídio aos professores que trabalham na área. Estabeleceu-se reuniões ao final das aulas entre o oftalmologista e a equipe da Educação Física (professores e monitores) discutindo dúvidas referentes à visão das crianças. As dúvidas surgiram durante as atividades físicas, as quais variaram de acordo com a atividade proposta para cada dia. Deste contato semanal surgiram questões que foram estudadas contribuindo para um intercâmbio de conhecimentos entre as duas áreas de atuação, subsidiando a realização de um “relatório oftalmológico modelo”. O qual foi aplicado e avaliado pelo grupo, constatando-se esclarecimento quanto aos diagnósticos, funções visuais e medidas quantitativas de interesse na prática da Educação Física.

Educação física - Deficiência visual - Guia oftalmológico

H509

O FENÔMENO VÔLEI DE PRAIA NO BRASIL: O MARKETING A SERVIÇO DO CRESCIMENTO DE UM ESPORTE


Márcia da Silva Orlando (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariângela Gagliardi Caro Salve (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O esporte produz no espectador a sensação de admiração, sendo assunto no cotidiano da mídia e das pessoas. O vôlei de praia chegou ao Brasil na década de 50. Porém, somente em 1986 é que foi realizado o primeiro campeonato oficial no Brasil, chamado Hollywood Volley. Desde então, o vôlei de praia tornou-se o esporte que mais cresceu no mundo e também o que mais rapidamente ingressou nas olimpíadas. Neste curto tempo de existência, o vôlei de praia conquistou um espaço amplo na mídia. O objetivo deste trabalho foi avaliar o rápido crescimento deste esporte no Brasil e a sua conseqüente popularidade. A metodologia que escolhemos consistiu em desenvolver reflexões sobre o vôlei e a influência de marketing no crescimento deste esporte. Após o estudo dos dados coletados, construímos propostas de entrevistas e questionários a serem aplicados junto às pessoas envolvidas nesta modalidade esportiva. Os resultados desta pesquisa poderão servir para justificar e explicar a expansão do vôlei de praia no país.

Vôlei de praia - Marketing - Fenômeno esportivo






Compartilhe com seus amigos:
1   ...   46   47   48   49   50   51   52   53   ...   80


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande