Universidade estadual de campinas


Faculdade de Ciências Médicas



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Faculdade de Ciências Médicas

H463

CRIANÇAS SURDAS – SUJEITOS BILÍNGÜES: AS CONTRIBUIÇÕES DA NOÇÃO DE BILINGÜISMO PARA A AQUISIÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA.


Alexsandra Siqueira de Almeida (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Lia Friszman de Laplane (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A pesquisa teve como ponto de partida a concepção de que a criança surda é um sujeito bilíngüe que participa de um ambiente social onde estão presentes duas línguas diferentes, a língua de sinais e a língua portuguesa. A finalidade do estudo foi analisar as possíveis contribuições que a noção de bilingüismo oferece para a compreensão de como as crianças surdas adquirem a escrita. Além do levantamento bibliográfico inicial, realizamos um trabalho de campo que consistiu na observação de três crianças surdas em idade escolar, na faixa etária de 10 a 11 anos, matriculadas no ensino regular e que freqüentam uma instituição de educação especial – CEPRE - Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação “Prof. Dr. Gabriel O. S. Porto” - para analisar alguns aspectos da aquisição da leitura e escrita. O CEPRE está vinculado à Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas que atua nas áreas de ensino, pesquisa e assistência, voltada às deficiências sensoriais (surdez e deficiência visual). O estudo permite concluir que uma das causas do atraso na aquisição da leitura e da escrita por crianças surdas é seu bilingüismo atípico (em relação às classificações e categorias existentes). O bilingüismo é em muitas culturas e situações uma vantagem e não uma desvantagem. O usuário de duas línguas tem acesso a diferentes culturas e recursos de expressão e comunicação. O que é atípico, no caso da surdez e, particularmente, no caso de filhos de ouvintes é a demora e a dificuldade em adquirir uma primeira língua (LIBRAS), na qual a criança seja fluente o suficiente para que esta possa mediar a aquisição da língua portuguesa, entendida como segunda língua. Por outro lado, o uso extensivo e espontâneo de LIBRAS pelas crianças surdas, em todos os contextos observados permite afirmar que a fluência e o maior domínio dessa língua terá uma influência benéfica na aquisição do Português escrito.

Surdez - Bilingüismo - Leitura e escrita

H464

O BRINCAR COMO INDICADOR DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL


Helen Mara Peres Vaz (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Adriana Lia Friszman de Laplane (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Dentre os diferentes modos de se pesquisar o desenvolvimento infantil, a avaliação naturalista refere-se à tendência atual de avaliação de crianças em situação natural. O objetivo deste trabalho foi estudar o papel do brincar como indicador do desenvolvimento infantil através da observação e registro da brincadeira de crianças de 2 a 4 anos, utilizando um roteiro de observação adaptado a partir dos protocolos de uma escala de desenvolvimento (BSID-II). As crianças e seus responsáveis participam mensalmente de sessões de avaliação, nas quais são observadas a aquisições próprias dessa faixa etária nas diferentes esferas do desenvolvimento. O avaliador promove a exploração do ambiente e dos objetos pelas crianças. A discussão considera os aspectos: atitude, afeto, linguagem, imitação, iniciativa, uso funcional dos objetos e tipos de jogos. O estudo permitiu levantar aspectos do desenvolvimento da criança que não seriam encontrados em avaliações mais tradicionais, e que são de grande importância como indicadores do desenvolvimento por envolver atividades que fazem parte do cotidiano da criança. A pesquisa concluiu que a observação em situação natural pode contribuir com dados qualitativos importantes para complementar os dados provenientes de outros tipos de avaliação e colaborar para um conhecimento mais completo do desenvolvimento infantil.

Brincar - Desenvolvimento infantil - Avaliação naturalista

H465

O LÚDICO NAS INTERAÇÕES EDUCADOR-CRIANÇA: O CASO DAS CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA


Carolina M. L. de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cecilia Guarnieri Batista (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Embora a importância do brincar seja destacada pelos teóricos, algumas vezes as noções de “brinquedo” e “trabalho” são confundidas em projetos educacionais, perdendo-se o caráter essencial do lúdico. No que se refere a crianças com deficiência, tradicionalmente mais tuteladas, essa situação tende a ser agravada. O presente trabalho visou identificar os modos de interação que se estabelecem nas situações de brincadeira livre e dirigida, em crianças com diagnóstico de deficiência visual (cegueira ou baixa visão), várias delas com problemas orgânicos adicionais. Foram elaborados dois grupos de brinquedos, e para cada grupo foram realizadas duas sessões de brincadeira: uma livre e outra dirigida. A análise das transcrições por episódio identificou aspectos da dinâmica das sessões, das interações e modos de mediação estabelecidos. A análise por categorias permitiu evidenciar diversos modos de mediação dos adultos e de participação das crianças. Os resultados sugerem modalidades de mediação que permitem manter o caráter lúdico da atividade, evidenciando competências e modos de interação entre pares, o que é especialmente significativo para crianças com deficiência, que têm poucas oportunidades de interagir com parceiros.

Atividade lúdica - Crianças com deficiência - Desenvolvimento e deficiência visual

H466

COMO ACONTECE O BRINCAR FAZ-DE-CONTA NA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA?


Luciana Hueara (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O faz-de-conta, como um dos aspectos do brincar, pode ser um importante indicador de desenvolvimento, considerando que alguns processos cognitivos como memória, atenção, percepção e pensamento estão relacionados com a capacidade simbólica. O presente estudo teve como objetivo descrever diferentes modos do brincar faz-de-conta em crianças com deficiência visual, em muitos casos associada a outros problemas orgânicos. Foram realizadas quatro sessões de brincadeira que focaram modos de exploração dos brinquedos, interações e iniciativas das crianças, formas de mediação do adulto e influências da interação com os pares. A análise das transcrições indicou as seguintes habilidades: elaboração de seqüências de faz-de-conta consideravelmente longas, incorporando histórias infantis; episódios com representação de papéis e organização de cenas que evidenciavam conhecimentos do dia-a-dia. Em uma criança cega com retardo severo, que em outros momentos mostrava poucos exemplos de interação, foi observado o manuseio de brinquedos e emissão de frases apropriadas ao contexto. Considerou-se que a situação lúdica permitiu o aparecimento de brincadeiras faz-de-conta bastante elaboradas, evidenciando capacidades de representação de papéis e de utilização de elementos da cultura para elaboração de suas brincadeiras.

Brincar faz-de-conta - Deficiência visual e mental - Interação e desenvolvimento infantil






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