Universidade estadual de campinas


ESTUDO E APLICAÇÃO EM EXTRAÇÃO EM FASE SÓLIDA DE ORMOSILS PREPARADOS A PARTIR DE PDMS



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ESTUDO E APLICAÇÃO EM EXTRAÇÃO EM FASE SÓLIDA DE ORMOSILS PREPARADOS A PARTIR DE PDMS


André Francisco Pivato Biajoli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fábio Augusto (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
A Extração em Fase Sólida (SPE, Solid Phase Extraction) é uma das técnicas mais utilizadas para extração e pré-concentração de analitos de matrizes aquosas ou gasosas. Neste processo, há uma fase sólida (sorvente) imobilizada em um cartucho que é capaz de reter (sorver) seletivamente determinados componentes da matriz. No presente trabalho, foram produzidas diversas fases sorventes através de um processo conhecido como sol-gel, no qual um alcóxido de metal ou semi-metal é hidrolisado, gerando espécies hidroxiladas que podem se condensar, formando reticulados poliméricos. Compostos hidroxilados adicionados ao meio reacional podem tomar parte no processo, produzindo um ormosil (organic modified silica). Os ormosils produzidos no presente estudo foram obtidos através da hidrólise ácida do MTMS (metoxitrimetilsilano) na presença de PDMS-OH (polidimetilsiloxano hidroxi-terminado). Para a análise das propriedades sortivas destes ormosils escolheu-se uma mistura de compostos orgânicos de diferentes funções químicas. Estes compostos, em matriz aquosa, foram percolados através dos ormosils. Os resultados obtidos através de análise por cromatografia gasosa mostram que os ormosils produzidos são capazes de reter quantitativamente os compostos percolados.

Sol-gel - Sílica - Extração

E404

PREPARO E CARACTERIZAÇÃO DE SÍLICAS MODIFICADAS COM ÁLCOOL POLIVINÍLICO PARA APLICAÇÕES EM ANÁLISES CROMATOGRÁFICAS


Thiago Carneiro Ribeiro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fábio Augusto (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Muitas metodologias modernas estão sendo usadas para extração e pré-concentração para análises por Cromatografia Gasosa Gasosa (GC, Gas Chromatography) e Líquida de Alta Eficiência (HPLC, High Performance Liquid Chromatography). Todas compartilham uma base comum: o isolamento dos analitos de interesse. Em qualquer caso, após a extração pela técnica de Micro-extração em Fase Sólida (SPME, Solid Phase Microextraction), os analitos sorvidos são removidos do sorvente e transferidos para o sistema cromatográfico, seja por dessorção térmica ou por lixiviação com solventes adequados. Usando rotas sintéticas sol-gel, foram preparadas sílicas organicamente modificadas (ormosils) com incorporação de álcool polivinílico (PVA) e PVA + polidimetilsiloxano (PVA – PDMS) aos retículos de silicato. A partir de informações e testes espectroscópicos, morfológicos e termoanalíticos desses materiais, elucidou-se suas composições e estruturas e se delineou as potencialidades desses materiais como insumos para dispositivos de extração e pré-concentração para análises químicas através da determinação de suas capacidades sortivas.

Extração - Cromatografia - SPME

E405

ELETROSTÁTICA DE POLÍMEROS: IDENTIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DOS PORTADORES DE CARGAS


Lucas Costa Soares (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Fernando Galembeck (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
A indução de cargas elétricas é um fenômeno bem conhecido nos condutores, mas sem uma explicação consensual no caso dos dielétricos. Neste projeto foram induzidas cargas em vários materiais isolantes (plásticos, vidro e papel) através da aproximação de uma sonda previamente eletrizada. Os experimentos são realizados dentro de uma caixa de alumínio, manuseando-se as amostras através de hastes metálicas, sob umidade relativa controlada. Os potenciais elétricos induzidos são determinados através de um voltímetro eletrostático. Os valores são registrados por uma placa de aquisição de dados ligada a um computador, onde são feitos os gráficos de decaimento de potencial elétrico e as posteriores análises dos resultados. Os resultados já obtidos mostram que a indução está intimamente ligada com a umidade relativa do ar e com a natureza química do isolante, especialmente o seu caráter polar ou apolar, confirmando assim a seguinte hipótese de trabalho que vem sendo utilizada neste projeto: “os portadores de cargas em dielétricos são, pelo menos em parte, clusters de moléculas de água com excesso ou falta de prótons”.

Polímeros - Eletrostática - Simulação

E406

ADESÃO DE NANOCOMPÓSITOS DE POLÍMERO E ARGILA EM TERMOPLÁSTICOS


Richieli Teles Vieira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Galembeck (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
O PET, poli(tereftalato de etileno), é um dos termoplásticos mais empregados na indústria. Um adesivo, de baixo custo, capaz de se fixar a esse tipo de substrato pode agregar valor e criar outras possibilidades de uso de poliésteres. Neste trabalho, foi pesquisada a adesão de uma resina feita por polimerização em emulsão a filmes de PET. Dois métodos de aplicação foram empregados, a quente (hot melt) e por via úmida. Na aplicação de adesivos hot melt, uma massa sólida foi fundida diretamente entre lâminas de PET formando juntas adesivas. Para avaliar a resistência das juntas adesivas, as mesmas foram submetidas a ensaios mecânicos envolvendo esforços de cisalhamento e despelamento, bem como imersão em soluções aquosas de diferentes pHs. Na aplicação por via úmida, foram estendidos filmes de látex com espessura de 100µm sobre chapas de PET e, após sua completa secagem, foi feito o teste de adesão de grade que verifica a porcentagem da área afetada (descolada) no ensaio. Foram obtidos resultados distintos para 20 diferentes látices ensaiados, sendo que o desempenho adesivo dos látices depende do modo de aplicação. Em cada modo de aplicação, foi obtido adesão significativa com pelo menos um látex. Para os látices que apresentaram bons resultados, foi obtido um nanocompósito com argila e este foi também ensaiado como adesivo, sendo comparado com o látex correspondente.

Adesivo - Látex - Nanocompósito

E407

OBTENÇÃO DE HETEROESTRUTURAS POROSAS A PARTIR DE CTA+-MAGADIITA


Adriana Martini Martins (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Heloise de Oliveira Pastore (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Materiais lamelares com surfactantes podem ser pilarizados pela hidrólise de material inorgânico entre as lamelas, gerando heteroestruturas porosas de argila (Porous Clay Heterostructures/PCH). O surfactante pode ser removido por calcinação ou extração com solventes polares acidificados. A calcinação deixa prótons na rede de sílica que podem ser transferidos a compostos orgânicos adsorvidos, permitindo assim a catálise ácida de vários compostos, que são hidrolisados nas galerias dos PCHs. Por possuírem cavidades na região entre microporos (<10 Å) e mesoporos (>20 Å), os PCHs se mostram importantes nas reações catalíticas seletivas. Nesse trabalho, a obtenção de PCH foi feita através da pilarização do silicato lamelar CTA+-magadiita, que é sintetizado já com moléculas do surfactante no espaço interlamelar, utilizando um alcóxido de titânio e TEOS como precursores dos pilares. O material obtido apresentou alta área superficial (670 m2/g) e volume de poros (0,5 cm3/g), característicos de material mesoporoso, além da presença abundante de microporos. A fase de TiO2 é a anatase, detectada por DRX e reflectância no UV-Visível. A presença das lamelas é evidenciada pela espectroscopia vibracional de infravermelho. Os tipos de sítios de Si foram determinados por RMN.

Magadiita - Titânia - Pilarização

E408




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