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Instituto de Química

E394

PROPOSTA DE BAIXO CUSTO PARA IDENTIFICAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE ACETATO DE MEDROXIPROGESTERONA


Luciana Foltram Martins (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Vitorino Rossi (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Acetato de medroxiprogesterona (AMP) é um contraceptivo oral que também vem sendo empregado no tratamento de carcinoma metastático pulmonar, de mama e endometrial e deve ser utilizado em doses bem controladas devido à possibilidade de ocorrência de efeitos colaterais. Neste trabalho, desenvolvemos um método analítico simplificado para identificação e quantificação de AMP. Inicialmente, procede-se a uma etapa de identificação de AMP mediante medida do ponto de fusão (206-209 C), o que se mostrou adequado para distingui-lo de compostos derivados de cortisona (pontos de fusão entre 212-231 C), que também podem participar da reação utilizada. A quantificação envolveu medidas em dispositivo portátil de valores de resistência (R) de um detector fotossensível, que são proporcionais à absorbância do produto da reação de AMP com Mo (VI) e H2SO4, cuja concentração é proporcional à concentração de AMP (C). Obtivemos: curva de calibração: R = 0,0933 + 5,78 C, faixa linear até 0,025 mmol L-1 de AMP e desvios de 0,09 k. Para avaliar o desempenho do método, comparamos com dados espectrofotométricos (medidas de absorbância, A, em 406 nm): A = 0,0259 + 1,27 C, faixa linear até 0,025 mmol L-1 de AMP e desvios de 0,05. Estamos testando o método para quantificar AMP em amostras comerciais.

Acetato de medroxiprogesterona - Quantificação - Método fotométrico

E395

ASPECTOS ANALÍTICOS DE ANTOCIANINAS EXTRAÍDAS DE HORTÊNSIAS: CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÕES


Patrícia Gisela Sampaio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Vitorino Rossi (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Hortênsias (Hidrangea sp) são flores encontradas em tons de rosa, azul e branco, atribuídos à presença de antocianinas influenciadas pelo pH do solo, visto que essas são corantes naturais, podendo agir como indicador ácido-base. Investigamos o comportamento dos extratos de antocianinas de hortênsias na presença de diferentes cátions metálicos (Fe3+, Fe2+, Mg2+, Al3+, Ca2+) para buscar informações sobre as variações de cores das pétalas, pois não seguem a variação clássica de cores das antocianinas com o pH. Somente na presença de Fe2+ em pH 4,2 observamos o aparecimento da coloração azulada, típica das hortênsias, provavelmente decorrente da quelação desse cátion com a antocianina pelas hidroxilas vicinais. O produto solúvel azul obtido apresenta absorção máxima em 600 nm. Investigamos o comportamento dos extratos em diferentes concentrações da solução de Fe2+, pHs e composições de tampão para otimizar as condições de formação do complexo, que foram encontradas com tampão ácido acético/acetato de sódio 0,2 mol L-1, pH de 3,69 a 4,33, e solução de Fe2+ 0,01 mol L-1. Nestas condições, a absortividade aparente do complexo de antocianina com Fe2+ foi estimada em 1,5x103 L mol-1 cm-1.

Hortênsia - Antocianina - Quelação

E396

CÉLULAS SOLARES DE TiO­2­ SENSIBILIZADAS POR POLÍMERO CONDUTOR


Júlia Carolina Fatuch (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Ana Flávia Nogueira (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
As células fotoeletroquímicas de TiO2/corante são uma alternativa de baixo custo e de grande potencial face aos dispendiosos sistemas utilizados para a conversão da energia solar baseados em semicondutores inorgânicos como o silício. Porém, uma desvantagem encontrada nessa célula é o corante utilizado, um complexo de rutênio conhecido por N3, devido ao seu elevado custo e instabilidade. Este trabalho consiste na síntese, caracterização e aplicação de copolímeros de anilina e ácido m-aminobenzóico como corantes de função sensibilizadora em células solares de TiO2/corante-eletrólito líquido. A síntese desses compostos tem a finalidade de introduzir grupos —CO2H ao longo da cadeia polimérica facilitando a interação química com o óxido inorgânico. Os polímeros sintetizados apresentaram propriedades interessantes, como elevada condutividade elétrica e absorção na região visível do espectro, além das vantagens como facilidade de preparação e excelente estabilidade ambiental. Quando utilizados como corantes células de TiO2 nanocristalino os copolímeros exibiram valores de fotocorrente de até 400 A.cm-2 e fotopotencial de 0,4 V.

Polímeros condutores - Células solares - TiO2

E397

PROPRIEDADES FOTOVOLTAICAS DE UMA BLENDA POLÍMERO CONDUTOR / FULERENO PARA APLICAÇÕES EM CÉLULAS SOLARES ORGÂNICAS


Tiago Lopes Garcia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ana Flávia Nogueira (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Células solares orgânicas de heterojunção dispersa têm atraído grande interesse devido às diversas vantagens que apresentam: facilidade de produção, baixo custo e possibilidade de se utilizar substratos flexíveis. Essas células são formadas por um material doador de elétrons e outro receptor. No presente experimento, foi caracterizada a blenda formada pelo polímero poli(9,9-dioctil-2,7-fluorenileno vinileno) (PDO27FV), espécie doadora de elétrons (condutor de buracos), e o buckminsterfulereno (C60), receptor de elétrons. O PDO27FV possui uma estrutura molecular rígida, apresentando intensa emissão na região do visível (440 – 470 nm). Essa emissão é proveniente do retorno de um elétron do estado excitado singlete (LUMO) para o estado fundamental (HOMO). Medidas eletroquímicas e espectroscópicas permitiram a determinação do nível de energia desses orbitais. Os máximos de emissão e absorção podem variar de acordo com as condições do experimento: estado físico do PDO27FV (solução ou filme) e polaridade do solvente. A adição de C60 causa uma supressão da intensidade de emissão, a qual deverá ocorrer por um mecanismo de transferência de elétrons. Os resultados demonstram que a blenda estudada possui grande potencial para o uso como filme ativo de células solares orgânicas.

Células solares - Polifluoreno - Fulereno

E398




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