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PERFIL ELETROFORÉTICO SEXO DIFERENCIAL DAS PROTEÍNAS TOTAIS DE MOSCAS BRANCAS, BEMISIA TABACI (HEMIPTERA : ALEYRODIDAE) SADIAS E INFECTADAS COM TOMATO YELLOW VEIN STREAK VIRUS (TYVSV)



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PERFIL ELETROFORÉTICO SEXO DIFERENCIAL DAS PROTEÍNAS TOTAIS DE MOSCAS BRANCAS, BEMISIA TABACI (HEMIPTERA : ALEYRODIDAE) SADIAS E INFECTADAS COM TOMATO YELLOW VEIN STREAK VIRUS (TYVSV).


Guilherme Coutinho de Melo Serrano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudio Luiz Messias (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A mosca-branca é considerada como a maior praga agrícola mundial da atualidade. É parasita de mais de 550 espécies de plantas sendo responsável pela vetorização de cerca de 60 tipos de geminivírus, além de membros da família Potyviridae e Comoviridae. A planta quando atacada sofre de sérias desordens fisiológicas que podem comprometer 100% da produção nos casos extremos. Neste trabalho buscou-se determinar a possível diferença existente na expressão protéica entre moscas sadias e infectadas com o TYVSV, um vírus endêmico do Brasil e freqüentemente reportado no estado de São Paulo. Pretendemos com o resultado ajudar a entender a relação mosca-vírus do ponto de vista molecular, podendo futuramente viabilizar uma estratégia sustentável para o controle do inseto. O método utilizado para separação de proteínas foi o SDS-PAGE na concentração de 12%. A presença do vírus foi testada por PCR. Foi realizada toda padronização das etapas para análise em gel e como resultado final pudemos determinar uma região variando de 70kD a 20kD que possivelmente contenha a diferença protéica causada pela presença do vírus. Entretanto, não há evidências suficientes para se afirmar com exatidão que tal diferença existe, sendo necessário um método de separação de proteínas ainda mais fino, como, por exemplo, a eletroforese 2D. Acreditamos que o vírus deva provocar alterações fisiológicas na mosca, já que é transmitido de maneira persistente e circulatória.

Mosca-branca - Geminivirus - Proteínas

B217

ESTUDO DA INTERAÇÃO MOLECULAR ENTRE O VÍRUS DA TRISTEZA DOS CITROS E TOXOPTERA CITRICIDUS


Fábio Haach Téo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Dagmar Ruth Stach-Machado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O vírus da tristeza dos citros (CTV) é a principal causa de perdas econômicas na citricultura mundial. Somente no Brasil, o CTV já eliminou 10 milhões de árvores e ainda hoje é um dos mais graves problemas da agricultura. O vírus é transmitido de maneira semi-persistente por afídeos, principalmente T. citricidus. Contudo, apesar de seu genoma já ter sido seqüenciado, a interação entre o CTV e as proteínas dos vetores ainda é desconhecida. Estudos indicam que receptores nas células do canal alimentar dos animais são capazes de se ligar ao capsídeo viral. Este projeto tem como objetivo identificar as proteínas de T. citricidus envolvidas na interação com o CTV. Para tanto, grupos de animais foram coletados no Centro APTA Citros Sylvio Moreira (Cordeirópolis, SP) e testados quanto à presença do vírus por IDAS-ELISA e Western blot. Os grupos de animais considerados livres do CTV foram utilizados para a extração de proteínas totais. A partir de plantas infectadas foi realizada uma semi-purificação viral que mostrou altas densidades ópticas no IDAS-ELISA. As proteínas de afídeos foram submetidas à eletroforese bidimensional, transferidas para uma membrana de nitrocelulose e incubadas com o extrato viral semi-purificado para se efetuar a identificação das proteínas que são prováveis receptores do CTV nos insetos vetores.

CTV - Toxoptera citicidus - Interação molecular

B218

OBTENÇÃO DE ANTICORPOS POLICLONAIS PARA A IDENTIFICAÇÃO DOS VÍRUS X E Y DA BATATA NO DESENVOLVIMENTO DE UM PROGRAMA DE FITOSSANIDADE.


Marcel Salmeron Lorenzi (Bolsista PIBIC/CNPq), Maria Cristina Caporrino, Prof. Dr. Jorge Alberto Marques Rezende (ESALQ/USP) e Profa. Dra. Dagmar Ruth Stach-Machado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A bataticultura (Solanum tuberosum L.) representa a quarta maior produção vegetal do planeta. Das 70 doenças que a acometem, 23 são de etimologia viral, e o controle fitossanitário dos lotes de batata-semente que chegam ao Brasil ainda é dependente da importação de antisoros para a detecção dos vírus mais importantes que infectam a bataticultura nacional: PVX e PVY. Neste trabalho, foram propagadas as fontes de inóculo de PVX e PVY em Datura metel e Capsicum annuum, respectivamente. As plantas infectadas foram monitoradas através de ELISA utilizando anticorpos Agdia®, com leituras de 1,323 para o PVX e 3,136 para o PVY. O PVX foi purificado e a concentração obtida foi de 6,57 mg/ml. Posteriormente, o mesmo vírus foi inoculado em coelhos e o antisoro obtido foi submetido à ELISA para caracterização do policlonal, com determinação da diluição ótima de 1:20.000 e leitura espectrofotométrica de aproximadamente 1,000. Também foram desenhados primers específicos para os genes das proteínas do capsídeo de cada um dos vírus, que serão utilizados em ensaios posteriores de IC-RT-PCR.

Controle fitossanitário - PVX - PVY

B219

ANÁLISE DE PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS E BIOQUÍMICOS NO PLASMA DE RATOS


Danilo Lopes Ferrucci (Bolsista PIBIC/CNPq), Fernando Catanho (Co-orientador Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O treinamento físico consiste na aplicação de estímulos sucessivos que proporcionam a quebra da homeostasia. Busca, assim, uma série de adaptações positivas no organismo, que resultam no aumento do desempenho esportivo. Entretanto, se ocorrer um desequilíbrio constante entre cargas de esforço e tempo destinado à recuperação desses esforços, estabelece-se um continuum entre fadiga de treinamento, overtraining de curta duração e overtraining de longa duração que, ao invés de promover adaptação, leva o organismo a uma situação de fadiga severa, com queda de performance. Nosso objetivo nesse trabalho foi estabelecer valores de referência para ratos dos seguintes marcadores plasmáticos: atividade da enzima creatina quinase e concentrações de creatinina, de proteínas de fase inflamatória aguda, alfa-1-glicoproteína ácida, proteína C-reativa e parâmetros hematológicos (contagem total e diferencial de leucócitos, hematócrito, hemoglobina, contagem de hemácias e volume globular médio), a fim de poder estudar as possíveis alterações provenientes de um protocolo de exercício agudo.

Creatina quinase - Creatinina - Exercício exaustivo agudo

B220




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