Universidade estadual de campinas


Faculdade de Odontologia de Piracicaba



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Faculdade de Odontologia de Piracicaba

B172

INFLUÊNCIA DA SOLUÇÃO DE ARMAZENAGEM NA RESISTÊNCIA DO ESMALTE DENTAL HUMANO À DESMINERALIZAÇÃO


Simone Yumi Sudo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Altair Antoninha Del Bel Cury (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de soluções de desinfetantes sobre a dureza superficial do esmalte dental humano antes e após submissão a desafio cariogênico por meio de ciclagem de pH (ciclagem de desmineralização-remineralização). Após aprovação do CEP, 30 terceiros molares hígidos foram divididos aleatoriamente em duas diferentes soluções desinfetantes (T=timol 0,01% e F=formol 2,0%) durante 30 dias a 37°C. Dois blocos (3,0 X 3,0 X 2,5mm) foram obtidos de cada dente e divididos entre quatro grupos de 15 blocos: T1, grupo controle; T2, submetido à ciclagem de pH; F1, controle e F2 submetido à ciclagem de pH. Antes e após a ciclagem, todos os grupos tiveram sua microdureza Knoop superficial mensurada (Shimadzu 2000). As amostras submetidas à ciclagem de pH (grupos T2 e F2) foram previamente isoladas, delimitando a área sobre a superfície do esmalte de 4,9 mm2. A ciclagem de pH consistia-se de 08 ciclos de desmineralização-reminerização, por 6 e 18 horas, respectivamente. Os valores obtidos foram submetidos à análise de variância e seguida de teste de Tukey (P>0,05). Diferenças foram encontradas em T1 (319,2  0,34) e T2 (118,9  2,85) e em F1 (314,6  2,61) e F2 (113,5  2,21), não havendo diferenças entre T1 e F1 e T2 e F2. Temos que a solução de armazenagem não influenciou na dureza inicial do esmalte dental e na reação de dentes armazenados nestas soluções frente a um desafio cariogênico.

Desmineralização do esmalte dental humano - Desafio cariogênico - Soluções de armazenagem

B173

INFLUÊNCIA DA SALIVA HUMANA NA ADESÃO DE DIFERENTES ESPÉCIES DE CÂNDIDA SOBRE A SUPERFÍCIE DE RESINA ACRÍLICA


Thais Augusto Piccolo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Altair Antoninha Del Bel Cury (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo deste trabalho foi verificar a influência de saliva humana total na adesão de Candida spp. sobre a superfície de resinas acrílicas (termo ativada, TA e ativada por microondas, EM) utilizadas em de próteses removíveis. Após confecção, os espécimes (12x 25X 0,2 mm) tiveram sua rugosidade e energia livre de superfície mensuradas e esterilizados por sonificação. A saliva de um doador foi centrifugada e acondicionada em recipiente estéril onde foram inseridos os espécimes para formação de película adquirida (SA). O grupo controle (GC) não recebeu tratamento. Os espécimes foram então acondicionados em tubos estéreis contendo suspensão de uma única espécie de candida (C. albicans, CA; C. dubliniensis, CD e C. tropicallis, CT). Após adesão, os microrganismos foram fixados e corados. Os espécimes foram levados ao MO e realizada a contagem de células aderidas (em cel/mm2). Os resultados foram submetidos a ANOVA e teste de Tukey (p>.05). Foram detectadas diferenças na adesão para as espécies e tratamento: TaCaGc 46,52  33,78; TaCaSa 24,27  20,08; TaCtGc 261,30  215,29; TaCtSa 21,51  17,53; TaCdGc 35,38  25,17; TaCdSa 111,41  115,82. EmCaGc 65,33  93,24; EmCaSa 26,37  18,58; EmCtGc 288,19  237,77, EmCtSa 65,91  113,19; EmCdGc 78,21  58,28, EmCdSa 44,87  59,22. Conclui-se pelos valores obtidos que a saliva humana é capaz de reduzir a adesão de candida spp. sobre a superfície de resina acrílica.

Resina acrílica - Adesão - Candida spp

B174

Formação do biofilme em canais radiculares


Cintia Tcheou (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Brenda Paula Figueiredo de Almeida Gomes (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Os microrganismos são os principais agentes etiológicos das alterações pulpares e periapicais. Este estudo tem como objetivo testar a hipótese que o Enterococcus faecalis forma o biofilme que permite sua resistência em canais radiculares medicados. Para tanto, quarenta raízes de incisivos inferiores humanos com comprimento padronizado em 15 mm serão instrumentados e divididos em 6 grupos de acordo com a medicação intracanal (Clorexidina gel 2%, Ca(OH)2 + Clorexidina gel 2% (1:1), Ca(OH)2 + água destilada, sem medicação intracanal - grupo controle positivo, natrosol gel - grupo controle positivo e sem medicação intracanal e sem inoculação bacteriana - grupo controle negativo). Pequenos frascos de vidro e eppendorfs serão ajustados para o uso e cada raiz instrumentada será inserida neste eppendorf. Será aplicado cianoacrilato na interface dente-tampa, para impedir a penetração de bactéria no meio de cultura (Imura et. al., 1997). O aparato será incubado a 37oC em câmara de CO2. A turbidez do meio de cultura será checada diariamente. A confirmação desta contaminação será feita através do crescimento bacteriano em BHI Agar, teste de catalase e Gram.

Biofilme - Medicação - Canais radiculares

B175

LEVANTAMENTO RADIOGRÁFICO DAS RAMIFICAÇÕES DO SISTEMA DE CANAIS RADICULARES DOS TRATAMENTOS ENDODÔNTICOS DA CLÍNICA DE ESPECIALIZAÇÃO DA FOP – UNICAMP


Talita Kormann (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Brenda Paula Figueiredo de Almeida Gomes (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O tratamento endodôntico tem como objetivo saneamento do sistema de canais radiculares e sua completa obturação, eliminando os espaços vazios, desde a coroa até o ápice radicular, visando manter a desinfecção obtida no preparo químico-mecânico. Insucesso do tratamento poderá ocorrer se um canal adicional não for identificado. O objetivo deste trabalho foi investigar radiograficamente a presença de ramificações do sistema de canais radiculares. Foram analisados 465 casos de tratamentos endodônticos realizados pelos alunos da especialização da FOP – UNICAMP, do ano de 1996 a 2004. A partir dessa amostra, a análise das radiografias finais encontrou-se três tipos de ramificações: 6,88% de canais laterais (n=32/465), 5,59% de deltas apicais (n=26/465) e 0,22% de canais cavo-interradicular (n=1/465). Os primeiros molares superiores apresentaram o maior número de canais laterais (0,86%, n=4), seguidos dos incisivos centrais superiores (0,64%, n=3). A freqüência das ramificações encontradas foi de 13%. Concluímos que os primeiros molares superiores são os dentes com maior freqüência de canais laterais identificados radiograficamente. Além disso, a presença de tais canais enfatiza a necessidade de preparo químico-mecânico e de obturação adequados dos canais principais, de maneira que, por extensão, estas ramificações possam ser seladas.

Morfologia - Ramificações - Sistema radicular

B176

LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO DE MANCHAS DENTÁRIAS EM ESCOLARES DA REDE PÚBLICA DE PIRACICABA-S.P.


Fernanda Viviane Mariano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cecília Gatti Guirado (Orientadora) Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
As alterações de coloração, caracterizadas como manchas, podem ser de várias naturezas e as cores apresentadas podem ser semelhantes e gerar dúvidas no diagnóstico diferencial. Tais manchas trazem aos pacientes portadores problemas estéticos que podem interferir em seu psicológico, alterações funcionais e também, ocasionalmente, dor. Nosso objetivo foi realizar uma análise de cada tipo de mancha presente nas superfícies dentárias das crianças da rede pública de Piracicaba, através de um levantamento epidemiológico de 2004 a 2005, que consistiu na avaliação clínica por um único examinador devidamente calibrado e também no preenchimento de um questionário pelos responsáveis, com o intuito de melhorar a acuidade no diagnóstico. Cerca de 202 crianças, sem distinção de sexo, na faixa etária compreendida entre 6 e 10 anos e com semelhança sócio-econômica foram avaliadas. Destas, 136 (67,3%) crianças não apresentaram manchas dentárias e 66 (32,6%) apresentaram, sendo, 23 (11,3%) com fluorose; 19 (9,4%) hipoplasias e 24 (11,8%) crianças apresentaram manchas brancas por cárie. Após a avaliação e estudo dos dados concluímos que as crianças apresentaram uma alta prevalência de manchas dentárias. Frente a isso, consideramos importante que o cirurgião dentista ao atendê-las, seja capaz de conhecer, diagnosticar e tratá-las de forma mais precoce possível a fim de minimizar as conseqüências e os desconfortos causados por algumas delas.

Manchas dentárias - Levantamento epidemiológico - Crianças

B177

SISTEMA ESTOMATOGNÁTICO: CORRELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DAS FUNÇÕES VITAIS E DESARMONIAS OCLUSAIS- ESTUDO COMPARATIVO DA RELAÇÃO ENTRE MALOCLUSÃO, ASSIMETRIA FACIAL E ATIPIA LINGUAL


Maria Carolina Dommarco Yarid (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Darcy Flávio Nouer (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Os hábitos bucais deletérios, bem como o desenvolvimento normal das atividades do sistema estomatognático como por exemplo a fala, respiração e deglutição, determinam , conjuntamente, o desenvolvimento da harmonia facial. Essa harmonia pode ser abalada pela assimetria facial e dentária. Neste trabalho, por meio da análise de radiografias panorâmicas, cefalométricas laterais e póstero-anteriores, fotografias e modelos de sessenta leucodermas de 5 a 10 anos de idade, procuramos determinar se realmente a malocusão e os hábitos bucais interferem ou não na simetria e harmonia facial. Pudemos concluir que cerca de 51,9% dos respiradores bucais apresentam também deglutição atípica; 74% dos respiradores bucais são também portadores de assimetria dentária e 66,7% desses apresentam ainda assimetria facial. Por volta de 62,9% dos portadores de deglutição atípica apresentam ainda assimetria dentária e aproximadamente 59,3% dos indivíduos deglutidores atípicos possuem ainda assimetria facial.

Assimetria facial - Assimetria dentária - Respiração bucal

B178

EFEITOS DA INIBIÇÃO DA ENZIMA ANABÓLICA ÁCIDO GRAXO SINTASE SOBRE A PROLIFERAÇÃO DE CÉLULAS DERIVADAS DE MELANOMAS


Débora Campanella Bastos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edgard Graner (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A ácido graxo sintase (FAS), é uma enzima anabólica que participa dos processos de síntese endógena de ácidos graxos de cadeia longa através de precursores menores como o acetil-CoA e malonil-CoA. Estudos recentes demonstraram que esta enzima é expressa em diversas neoplasias malignas e está associada a uma maior agressividade e pior prognóstico para esta doenças. Dentre estas neoplasias que produzem grande quantidade de FAS incluem-se os melanomas de pele e mucosa. O bloqueio da atividade da FAS pode ser reduzido com seu inibidor natural, cerulenina. A cerulenina liga-se covalentemente a um dos sítios catalíticos da FAS e impede a reação de condensação dos substratos acetil-CoA e malonil-CoA, inibindo irreversivelmente sua atividade. No presente trabalho, o efeito da adição de 5µg/ml de cerulenina ao meio de cultura de células SKMel e B16F10 foi observado através da construção de curvas de proliferação com o auxílio de um contador automático de partículas (Coulter Counter Z1, Beckman). Em ambas as linhagens, o bloqueio da atividade de FAS inibiu significativamente a proliferação, em comparação ao veículo DMSO.

Cerulenina - Ácido graxo sintase - Melanoma

B179

ANÁLISE DA EXPRESSÃO DE ÁCIDO GRAXO SINTASE EM LINHAGENS CELULARES DE MELANOMA


Natalia dos Santos Franchetti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof Dr. Edgard Graner (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A FAS (ácido graxo sintase) é uma enzima que sintetiza ácidos graxos de cadeia longa, utilizando os precursores acetil-CoA e malonil-CoA . Em tecidos normais essa enzima é pouco ou mesmo não expressa. Já em células malignas, estudos recentes demonstraram uma expressão aumentada de FAS, preferencialmente nas variantes mais agressivas de algumas neoplasias. Neste trabalho estamos analisando a expressão desta enzima em linhagens celulares de melanoma (SkMel, A2058 e B16F10), através de experimentos de RT-PCR, western blotting e imunocitoquímica. Até então foi possível observar que estas células têm um comportamento biológico diferente em cultura. Os dois experimentos independentes de RT-PCR já mostraram uma maior expressão de FAS na linhagem A2058, seguida pela SkMel. “Primers” para amplificar o gene que codifica a FAS de camundongo estão sendo sintetizados e a expressão destes mensageiros nas células B16F10 será em breve analizada. Nos ensaios de western blotting a proteína FAS foi encontrada em maior quantidade também na linhagem A2058. Reações imunocitoquímicas mostraram a presença de FAS nas linhagens B16F10 e SkMel, com uma forte marcação citoplasmática, algumas vezes na região perinuclear.

Ácido graxo sintase - Melanoma - Cultura celular

B180

INFLUÊNCIA DO ÂNGULO HORIZONTAL NO DIAGNÓSTICO DE LESÕES DE CÁRIES SIMULADAS, ATRAVÉS DE RADIOGRAFIA INTERPROXIMAL CONVENCIONAL E DIGITAL


Julia Lange de Luna (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Frab Norbeto Bóscolo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da angulação horizontal da técnica radiográfica interproximal no diagnóstico de lesões de cáries simuladas, utilizando diferentes sistemas de imagem. Foram utilizados 16 dentes posteriores montados em dois phantons simulando as arcadas dentárias, onde os mesmos tiveram suas faces proximais desgastadas com brocas diamantadas números 1012, 1013, 1014 e 1015. Filme radiográfico (InSight) e a placa de armazenamento de fósforo do sistema digital (DenOptix) foram utilizados para a obtenção das imagens radiográficas com três angulações horizontais diferentes: 0º (técnica padrão), 5º e 10º. Uma vez obtidas as imagens, estas foram avaliadas por 20 examinadores, 10 alunos de graduação e 10 radiologistas, quanto à presença da imagem sugestiva de cárie. Com base nos resultados, pode-se concluir que há diminuição da precisão visual dos observadores com o erro da angulação horizontal, principalmente em pequenas cavitações. Quanto aos sistemas de imagens, os filmes radiográficos obtiveram os melhores resultados, quando comparado com o sistema digital. A correta detecção da cárie também depende da experiência do profissional, uma vez que se observou maior índice de acertos entre os radiologistas.

Radiografia interproximal - Cárie dentária - Radiografia dentária digital

B181

EFEITO DO DICLOFENACO SÓDICO SOBRE A BIODISPONIBILIDADE SALIVAR DA AMOXICILINA


Carlos Gustavo Rossetti (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Francisco Carlos Groppo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A amoxicilina (AMO) é um dos antimicrobianos beta-lactâmicos mais importantes devido ao seu espectro de ação, excelente absorção por via oral, baixa taxa de efeitos colaterais e boa penetração tecidual. O diclofenaco sódico (DIC) é um antiinflamatório não-esteroidal, com alto grau de atividade antiinflamatória, analgésica e antipirética. A associação entre antimicrobianos e antiinflamatórios é comum na clínica médica e odontológica. O presente estudo, do tipo cruzado (com uma semana de washout) e aleatorizado, teve por objetivo observar o efeito do DIC sobre as concentrações salivares de AMO em seres humanos. Dez voluntários (homens, entre 20 e 30 anos de idade) receberam dose única de 2g de AMO (Grupo 1) ou 2g de AMO + 100mg de DIC (Grupo 2). Imediatamente antes e após 15 e 30 min; 1; 1,5; 2; 2,5; 4; 6; 8 e 24 horas da administração dos fármacos, foram obtidas amostras de saliva (1 mL), as quais foram submetidas ao ensaio microbiológico para dosagem das concentrações de AMO. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significante (p<0,05, teste T de student) entre os grupos 1 e 2 nos tempos de 1h, 1,5h e 2 h. O Tmax para ambos os grupos foi 2 horas e foi possível detectar a concentração salivar de AMO em até 6 horas após a administração. Os resultados demonstraram que o DIC interfere na concentração salivar de AMO.

Diclofenaco sódico - Bisdisponibilidade - Amoxicilina

B182

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE DESINFETANTES SOBRE A SUPERFÍCIE DE TUBETES DE SOLUÇÕES ANESTÉSICAS LOCAIS ODONTOLÓGICAS


Jéssica Pinto Ferraz de Oliveira Carvalho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco Carlos Groppo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Para verificar a contaminação de tubetes anestésicos (TUB) novos e a eficácia de desinfetantes, foram testados 36 TUB de plástico e 36 de vidro TUB contaminados por uma suspensão bacteriana (108ufc/ml) de Staphylococcus aureus ATCC25923. Foi feita fricção com gaze embebida em: glutaraldeído a 2% (GLUTA), álcool a 70% (ALC), solução (10% de iodo ativo) de polivinilpirrolidona iodo (PVPI) e solução salina NaCl 0,9% (CONT), além da fricção de uma gaze estéril e seca (GAZE). Foram colhidas amostras da superfície dos TUB contidos em caixa de papel e “blisters”, imediatamente, 4 e 8h após a abertura das embalagens, as quais amostras foram semeadas em ágar sangue, incubadas em aerobiose e as colônias contadas. Não foi observado crescimento bacteriano em nenhum dos TUB de vidro ou plástico, nem mesmo após duas semanas de armazenamento. Houve redução significativa da contaminação forçada em todos os TUB independentemente do desinfetante testado. Entretanto, apenas a fricção com PVPI foi capaz de matar completamente os microrganismos. Por ordem de eficácia, seguiram-se o ALC, o GLUTA, o CONT e a GAZE, sendo os dois últimos capazes de promover desinfecção em até 2/3 dos TUB testados. De maneira geral, a fricção da gaze contra o vidro foi menos eficaz do que contra o plástico. Concluímos que a fricção PVPI seria suficiente para garantir a desinfecção segura da superfície dos tubetes odontológicos.

Anestésicos locais - Desinfecção - Desinfetantes

B183

AVALIAÇÃO IN VITRO DO EFEITO DA NICOTINA, COTININA E CAFEÍNA SOBRE A MICROBIOTA PERIODONTAL


Leandro Bernardo Braz Ventura (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco Carlos Groppo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
As doenças periodontais são infecções causadas por microrganismos que colonizam a superfície dental na margem gengival ou abaixo dela. Um dos principais agravantes dessa patologia é o uso do tabaco. Estudos têm reportado associação entre o cigarro e a perda óssea alveolar, perda de inserção periodontal e aumento da severidade das periodontopatias. No entanto, pouco se sabe sobre o efeito das principais substâncias presentes no cigarro, como a nicotina e cotinina, sobre os agentes etiológicos destas doenças. Pouco se sabe também a respeito da cafeína, a qual está intimamente relacionada com o tabagismo. O objetivo desse estudo foi avaliar in vitro a atividade dessas substâncias, sobre algumas espécies de estreptococos orais (S. gordonii, S. mitis e S. oralis). Foram realizados testes de sensibilidade dos microrganismos em estado planctônico em diluição em caldo. As concentrações utilizadas foram: 400, 100, 25, 6.25, 1.5 e 0.39g/mL. Após 18 h de crescimento, foram feitas leituras de densidade óptica e contagem de colônias (UFC/mL). Avaliando crescimento bacteriano entre os diferentes grupos (nicotina, cotinina e cafeína) e o controle positivo, não foram observadas diferenças significativas. Dessa forma, pode-se concluir que as substâncias testadas não interferem no crescimento bacteriano dessas espécies.

Nicotina - Cotinina - Microbiota periodontal

B184

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DA ANESTESIA TÓPICA DA ROPIVACAÍNA A 1%


Marcelo Bortoletto Fregonesi (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Francisco Carlos Groppo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A anestesia local é um dos mais poderosos agentes indutores de estresse em Odontologia. O principal método para minimizar a dor provocada pela punção durante o procedimento da anestesia local odontológica é a anestesia tópica. O objetivo deste trabalho foi comparar a capacidade da ropivacaína a 1% (ROPI1), do EMLA (creme de lidocaína a 2,5% e prilocaína 2,5%) e do gel de benzocaína a 20% (BENZO20) em anestesiar tecidos moles (ATM) e eliminar a dor à punção (DP). Vinte e quatro voluntários foram submetidos aos três anestésicos tópicos, de forma aleatória, cega, em três sessões. As anestesias tópicas foram feitas com 20 mg de cada substância e aplicadas na região de canino superior direito durante dois minutos. A ATM foi avaliada através de uma haste de madeira pressionada contra o local da anestesia a cada 1 minuto. A DP foi avaliada através da punção de uma agulha curta (30G) no local e medida através da escala de dor tipo “11 pontos em caixa”. As médias (± desvio padrão) de ATM (em min) foram 7.46 (± 4.14), 8 (± 5.55) e 5.71 (± 5.72) para EMLA, BENZO20 e ROPI1, respectivamente. As médias (± desvio padrão) de DP foram 2 (±1.62), 2.96 (± 1.65) e 2.71 (± 1.6) para EMLA, BENZO20 e ROPI1, respectivamente. Não houve diferença estatisticamente significante entre os diferentes anestésicos tópicos avaliados em relação à ATM (Análise de Variância, p=0.23) nem à DP (Friedman, p=0.10). Concluímos que a ropivacaína poderia ser um substituto eficaz para a benzocaína e EMLA.

Ropivacaína - Anestesia tópica - EMLA

B185

REVISÃO SISTEMÁTICA SOBRE REGENERAÇÃO ÓSSEA GUIADA


Vitor Emmanuel Bouças da Silva (Bolsista SAE/UNICAMP), Daiane Peruzzo e Profa. Dra. Gláucia M. B. Ambrosano (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Revisão sistemática consiste em utilizar uma metodologia para a realização de estudos a respeito de assuntos de interesse científico. Chama-se metanálise o método estatístico empregado no auxílio à revisão sistemática.  O presente trabalho objetivou avaliar estudos a respeito de regeneração óssea guiada. Utilizou-se a base de dados MEDLINE e a biblioteca Cochrane em conjunto com o aplicativo Revman para organização desta revisão. Este apresenta uma configuração própria para o desenvolvimento do projeto de revisão,assim como referências bibliográficas e anexos de maneira bastante dinâmica, estando disponível gratuitamente.Na seleção dos estudos houve a necessidade de se fazer uma triagem das referências, devido a quantidade de pesquisas científicas sobre o assunto.Selecionou-se estudos nos quais os pesquisadores utilizaram enxerto alógeno de osso liofilizado desmineralizado (DFDBA). Após seleção dos estudos, foi necessário estabelecer uma medida de qualidade dos artigos, baseados em conceitos relativos ao método, participantes da pesquisa, intervenção e desfechos clínicos. A qualidade do experimento está relacionada a aspectos como aleatoriedade, descrição de perdas durante a pesquisa, apresentação de medidas de variabilidade, existência de critérios de inclusão,exclusão,e etc. Observou-se que dentre os estudos selecionados, cerca 30% podem ser considerados razoáveis ou de boa qualidade, de acordo com a escala de qualidade de Jaddad, adotada por ser respeitável por grande parte da comunidade científica internacional.

Metanálise - Cochrane - DFDBA

B186

ESTREPTOCOCOS MUTANS E LACTOBACILOS NO BIOFILME DENTAL FORMADO IN SITU NA PRESENÇA DE SACAROSE OU GLICOSE+FRUTOSE


Antonio Pedro Ricomini Filho (Bolsista FAPESP), Lívia M. A. Tenuta e Prof. Dr. Jaime Ap. Cury (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Estreptococos mutans (EM) e lactobacilos (LB) são bactérias acidúricas, cujo crescimento no biofilme dental é facilitado pela exposição a açúcares fermentáveis, porém sacarose (S) além de fermentável também é substrato para a produção de polissacarídeos extracelulares (PEC) pelas bactérias do biofilme, em especial EM. Este estudo cruzado de 3 fases de 13 dias avaliou o efeito da S (fermentável + indutora de PEC) ou glicose (G) + frutose (F) (simplesmente fermentáveis) nas populações de EM e LB no biofilme formado in situ. Dezesseis voluntários utilizaram dispositivo intrabucal palatino contendo 4 blocos de esmalte humano, os quais foram expostos 8x/dia a água destilada e deionizada (ADD), G 10% + F 10% ou S a 20%. O biofilme coletado foi suspenso em salina tamponada para quantificação de EM, LB e bactérias totais (BT). A média das contagens por mg de biofilme de BT (7,4x106), EM (3,9 x102) e da %EM em relação às BT não foram diferentes entre os tratamentos (p>0,05). As contagens de LB (médiaDP, x106/mg biofilme) e a % em relação às BT foi significantemente maior no biofilme formado na presença de G + F (1,62,6; 24,8%) e S (3,25,2; 39,7%) quando comparadas a ADD (0,00020,0005; 0,009%). Os resultados sugerem que a predominância de LB no biofilme dental é mais sensível a exposição a açúcares fermentáveis do que a de EM.

Sacarose - Biofilme dental - Microbiologia

B187

CONCENTRAÇÃO DE F, Ca E PI NO FLUIDO DO BIOFILME DENTAL FORMADO NA PRESENÇA DE AÇÚCARES.


Marcia C. Bortolin (Bolsista FAPESP), Lívia MA Tenuta e Prof. Dr. Jaime Ap. Cury (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A desmineralização do esmalte devido à fermentação de açucares depende da atividade iônica de F, Ca e Pi no fluido do biofilme dental. A concentração solúvel em ácido destes íons no biofilme total é menor quando este é formado na presença de sacarose, entretanto não é conhecido se isto também ocorreria no fluido do biofilme. Assim, o objetivo deste trabalho foi analisar a concentração iônica do fluido do biofilme formado sob exposição constante à sacarose ou glicose+frutose e aquela resultante logo após a fermentação. Dezesseis voluntários utilizaram, por 3 fases de 14 dias, um dispositivo palatino com 8 blocos de esmalte, os quais foram expostos 8 vezes/dia à água destilada deionizada (água d.d., controle negativo), glicose 10% + frutose 10% (GF) ou sacarose a 20% (S). Foram analisados o pH do biofilme, F, Ca e Pi no fluido do biofilme (10h após a última exposição aos tratamentos e 5 min. após exposição à glicose a 20%), e F, Ca, Pi no biofilme total. O pH foi menor (p<0,05) nos grupos GF e S que em água d.d., antes e depois do desafio acidogênico. F, Ca e Pi no biofilme total foi menor nos grupos G+F e S que em água d.d., mas este efeito não foi observado no fluido. Após o desafio cariogênico, Ca aumentou no fluido e Pi diminuiu (p<0,05), mas F não mudou (p>0,05). Os resultados sugerem que as mudanças induzidas por sacarose e seus monossacarídeos no biofilme total não se refletem no fluido do biofilme.

Sacarose - Fluido do biofilme - Concentração iônica

B188

DOSAGEM DE MEPIVACAÍNA EM PLASMA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA


Felipe Polizello Degani (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Ranali (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Para evitar a ocorrência de reações tóxicas após o uso de anestésicos locais (AL) é necessário que o cirurgião dentista conheça a farmacocinética destes agentes após a injeção intraoral. O estudo da concentração plasmática de ALs com CLAE (cromatografia líquida de alta eficiência) pode determinar a farmacocinética dos ALs e conseqüentemente sua segurança após a aplicação. Assim, o objetivo deste trabalho foi criar um método simples, in vitro, para determinação da concentração plasmática da mepivacaína com CLAE. O plasma utilizado neste estudo foi doado pelo Hospital dos Fornecedores de Cana (Piracicaba–SP). Após adição de diferentes concentrações de mepivacaína e lidocaína (padrão interno), as amostras de plasma foram extraídas com ácido perclórico a 20%, em seguida foram agitadas em vortex por 1 min e submetidas à centrifugação a 14.000 rpm por 15 min. 450µL do sobrenadante foram separados e adicionados a 500 µL de uma solução para ajuste de pH (tampão fosfato de citrato pH 5,8 e NaOH na proporção de 110:40). Em seguida, 50µL da amostra foram injetados no sistema de CLAE, a coluna utilizada foi LiChrospher 100 RP-18. Foram estabelecidas as seguintes condições cromatográficas: fase móvel composta por tampão fosfato de potássio monobásico 0,01M (pH=5,8) e acetonitrila (80:20); o fluxo foi de 1,0 mL/min e o detector UV foi ajustado para 210nm. O limite de detecção e de quantificação foi 1,56µg/mL, com precisão de 20% e exatidão de 85%.

Anestésico local - CLAE - Plasma

B189

AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DE SOLUÇÕES ANESTÉSICAS LOCAIS ARMAZENADAS EM DIFERENTES CONDIÇÕES – ESTUDO EM RATOS


Luciana Aranha Berto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Ranali (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo deste estudo foi comparar a reação tecidual na mucosa oral de 24 ratos, pela injeção de soluções de lidocaína 2% com adrenalina 1:100.000 armazenadas: na caixa original, em geladeira, sob temperatura média de 5°C (G1); na caixa original, em temperatura ambiente, sob abrigo da luz (G2); em temperatura ambiente, fora da caixa original (tubetes sobre uma bancada sob luz artificial, obedecendo às variações climáticas mensais - G3); solução recém adquirida (G4). 0,1 mL de cada solução foi injetado na região de 1° molar superior direito e NaCl a 0,9% no lado oposto (controle negativo). Decorridos 6 e 24h, 3 animais de cada grupo foram sacrificados e a maxila removida. Cortes histológicos foram submetidos a um escore qualitativo, sendo: (1) sem infiltrado leucocitário, (2) infiltrado leucocitário leve; (3) moderado; (4) intenso e (5) intenso com áreas de necrose. Os resultados mostraram que não houve diferenças significantes entre os escores obtidos com os controles negativos (p>0,05). Todos os escores obtidos com as soluções-teste foram maiores que os obtidos com os controles negativos (p<0,05) indicando potencial em induzir a inflamação. Comparando as soluções entre si, G1 ocasionou menores escores que G4, G3 e G2 (p<0,05). Escores menores foram observados em G2 do que em G3 (p<0,05). Concluímos que a armazenagem da solução anestésica odontológica pode induzir infiltrado inflamatório significativo até 24 h após sua injeção.

Anestésicos locais - Inflamação - Lidocaína

B190

VERIFICAÇÃO POR ANÁLISE IMEDIATA DO PERFIL DE GLICEMIA CASUAL DE PACIENTES ODONTOLÓGICOS


Mirian dos Santos Bertoldo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. José Ranali (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O aumento da expectativa de vida causou aumento no número de pacientes portadores de doenças sistêmicas, como o diabetes mellitus (DM). A maioria dos diabéticos desconhece que são portadores desta patologia e as suas possíveis complicações, assim são necessários cuidados especiais durante o tratamento odontológico dos mesmos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o perfil glicêmico de pacientes que procuraram o plantão da FOP/UNICAMP. Após a aprovação do Comitê de Ética em pesquisa da instituição, 231 pacientes (idade 37,9712,69; 88% do sexo feminino) foram submetidos à anamnese direcionada e ao teste de glicemia casual. A avaliação da glicemia foi feita com o aparelho Accu-Chek Advantage, sendo considerados normais valores até 200 mg/dL. Os pacientes com valores acima deste foram encaminhados para tratamento médico. A glicemia mostrou–se acima do normal em 2,5% dos pacientes, dos quais 34% desconheciam esta condição e relataram não apresentar sintomas associados ao DM (poliúria, polifagia, polidipsia e astenia). Dentre os 231 pacientes 6,5% se declararam diabéticos, e destes, 26,6% não estavam compensados metabolicamente, apesar de terem relatado fazer uso de insulina ou de hipoglicemiantes. Além disso, 128 pacientes nunca haviam realizado o exame. Estes resultados destacam a importância da determinação do real estado de controle metabólico dos pacientes odontológicos através do exame de glicemia casual, e evidenciam o papel de profissional da saúde do cirurgião dentista, que pode contribuir para o diagnóstico e controle da doença.

Diabetes mellitus - Glicemia casual - Tratamento odontológico

B191

PERFIL DA UTILIZAÇÃO DE ANESTÉSICOS LOCAIS EM ODONTOLOGIA


Vitor Prado Montemor (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. José Ranali (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo deste trabalho foi verificar a utilização dos anestésicos locais (AL) por cirurgiões dentistas (CD). Foram avaliados através de um questionário: 1) perfil da amostra; 2) critério de escolha dos Als; 3) uso de anestesia tópica; 4) cuidados com armazenamento dos ALs; 5) manuseio de pacientes especiais; 6) complicações locais e sistêmicas. Foram entrevistados até o presente momento 43 CDs, sendo que 82% destes cursaram cursos de especialização, sendo a cirurgia a mais citada (25,6%). Em relação á escolha da solução anestésica, 69% dos entrevistados relatou usar como critério de escolha a eficácia das soluções, porém 23% utiliza somente um tipo de solução anestésica no consultório odontológico. A prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/mL é a solução mais utilizada (65,12%). O anestésico tópico é utilizado por 18,6% dos entrevistados. Somente 3% dos entrevistados utiliza a geladeira para armazenar soluções anestésicas. A lidocaína é o AL mais utilizado para o tratamento de gestantes (62,79%) e idosos (59,13%). Para o tratamento de gestantes, 29,62% utiliza este AL associado à noradrenalina e para o tratamento de idosos 64% utiliza o mesmo sal sem vasoconstritor. As complicações mais citadas foram: parestesia (30,23%), hematoma (25,58%) e síncope (20,93%). Estes resultados mostram que a escolha dos ALs não é feita de acordo com o procedimento a ser realizado e com as condições sistêmicas do paciente. Além disso, grande parte dos entrevistados utiliza formas inadequadas de armazenamento dos ALs, o que pode alterar o pH e a concentração dos componentes e interferir no desempenho destas soluções.

Anestésico local - Odontologia - Pacientes especiais

B192

EFETIVIDADE DE APARELHOS FOTOATIVADORES SOBRE A DUREZA KNOOP DE CIMENTOS RESINOSOS FOTOATIVADOS ATRAVÉS DA CERÂMICA.


Edinei Dias da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Lourenço Correr Sobrinho (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo do estudo foi verificar a eficiência de 2 aparelhos fotoativadores sobre a dureza Knoop dos cimentos (Variolink II e Enforce) em diferentes cores, interposto pela cerâmica. Corpos-de-prova dos cimentos Variolink II (A1, A3 e Opaco) e Enforce (B1, A3 e Opaco), com 5mm de diâmetro por 1mm de espessura foram preparados e o disco de cerâmica, com 8mm de diâmetro por 2mm de espessura foi interposto e fotoativado por 40 seg. com os fotoativadores XL 2500 (615 mW/cm2) e LED Ultrablue Is (610 mW/cm2). A dureza Knoop foi avaliada no aparelho HMV-2, com carga de 50g por 15 seg., após armazenagem em estufa (37oC e 100% de UR). Os dados foram submetidos à Análise de Variância e ao teste de Tukey (5%) e mostraram que para o Variolink II, as cores A1 e A3 (59,56 e 58,29 KHN) fotoativados com o XL 2500 foram estatisticamente superiores ao opaco (45,52 KHN). Para o LED, a cor A1 (53,34 KHN) foi estatisticamente superior ao A3 e Opaco (48,48 e 46,48 KHN). Para o Enforce fotoativado com o XL 2500, as cores B1 e A3 (57,82 e 54,61 KNH) foram estatisticamente superiores ao Opaco (39,34 KHN). Para o LED, a cor B1 (50,76 KHN) foi estatisticamente superior as cores A3 e Opaco (42,94 e 39,10 KHN). Já, o Variolink II fotoativado com o XL 2500 nas cores A1 e A3 e Enforce nas cores B1 e A3 foram estatisticamente superiores ao Opaco. Nenhuma diferença estatística foi observada para o opaco.

Cerâmica - Cimentos - Aparelhos fotoativadores

B193

EFEITO DOS MEIOS DE ARMAZENAMENTO E DESINFECÇÃO NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO À DENTINA


Maria Malerba Colombi Humel (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Marcelo Giannini (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo desse estudo foi verificar os efeitos de meios de armazenamento e desinfecção na resistência de união dentinária. Dentes bovinos foram coletados, limpos e imediatamente designados aos seus grupos(n=8): timol 0,10g/mL 6ºC (T), formol 10% 6ºC (F), congelados –4oC (C), umidade relativa 100% (U), esterilizados com radiação gama (R) ou autoclavados (A). As amostras dos grupos U, R e A foram armazenadas por 24 horas enquanto as amostras dos grupos T, F e C foram armazenados por três meses. Decorridos os tempos de armazenamento, a dentina superficial foi exposta com lixas de SiC 600 e então hibridizadas com o adesivo Single Bond (SB - 3M ESPE) ou com o sistema autocondicionante experimental ABF (ABF - Kuraray Inc.), de acordo com as instruções dos fabricantes. Os corpos-de-prova foram confeccionados com o auxílio de matrizes Tygon (0,75mm de diâmetro e 1mm de altura) e armazenados em água destilada a 37°C por 24h. Após o armazenamento, os corpos-de-prova foram submetidos ao ensaio de cisalhamento em uma máquina de ensaio universal (Instron 4411) a uma velocidade de 0,5mm/min. Os valores obtidos em MPa (DP) foram submetidos à análise estatística (ANOVA e Tukey, p<0,05): ABF-U: 28,81 (9,70)ABa; ABF-A: 35,90 (11,62)Aa; ABF-R: 30,69 (6,49)Aa; ABF-T: 27,37 (10,93)ABCa, ABF-F: 17,41 (5,65)Ca; ABF-C: 18,82 (8,93)BCa, SB-U: 32,38 (11,19)Aba; SB-A: 31,60 (8,75)ABa; SB-R: 32,14 (13,28)ABa; SB-T: 26,53 (7,43)ABa; SB-F: 38,24 (11,16)Ab; SB-C: 22,83 (7,57)Ba.

Os resultados sugerem que os métodos de armazenamento (formol e congelado) influenciaram a resistência de união à dentina, sendo que o formol reduziu para o ABF e o congelado reduziu para o SB, quando comparado ao armazenamento em umidade relativa.

Microcisalhamento - Dentina - Armazenamento

B194

EFEITO DE AGENTES CLAREADORES NA MICRODUREZA DO ESMALTE DENTAL COM LESÃO DE CÁRIE ARTIFICIAL


Samira Padilha Gabasso (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Marcelo Giannini (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Esse estudo avaliou o efeito do clareamento com peróxido de carbamida a 10% (PC 10%) contendo ou não flúor (F) no esmalte dental com lesões iniciais de cárie artificial, durante ciclagens de pH. Blocos de esmalte dental bovino foram preparados para leitura da microdureza inicial de superfície. Após desmineralização para formação de lesões iniciais de cárie, a microdureza foi novamente determinada e as amostras divididas em 4 grupos experimentais (n=17): G1 sem tratamento clareador (controle) e G2, G3 e G4 tratados respectivamente com os agentes clareadores: PC 10 %, PC 10 % + 0,5 % de F (Whiteness–FGM) e PC 10 % + 0,11 % de F (Opalescence–Ultradent). Todos os grupos foram submetidos a ciclagens de pH. Posteriormente foi determinada a microdureza de final e calculada a porcentagem de recuperação de dureza do esmalte (%RDS). Os dados foram analisados pelo teste de Kruskal Wallis e teste de Dunn (p<0,05). Os postos médios (medianas) de % RDS foram: G1 49,22 (39,47) A; G2 27,24 (9,01) B; G3 28,84 (7,45) B e G4 29,35 (9,88) B. O G1 apresentou a maior recuperação de microdureza quando comparado aos demais grupos e não houve diferença estatística entre G2, G3 e G4. Os resultados mostram que a presença de flúor nos géis clareadores (G3 e G4) não promoveu maior recuperação de microdureza quando comparado aos grupos sem F (G2) ou controle (G1).

Cárie dental - Clareamento - Microdureza

B195

AVALIAÇÃO DA MORBIDADE RESULTANTE DA REMOÇÃO DE ENXERTOS AUTÓGENOS DA CRISTA ILÍACA: ESTUDO RETROSPECTIVO DE 5 ANOS.


Joel Motta Junior (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Márcio de Moraes (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Os enxertos ósseos autógenos são a primeira escolha para reconstrução de grandes áreas com deficiência óssea. A crista ilíaca é o sítio doador freqüentemente ultilizado como enxertos autógenos em cirurgia buco-maxilo-facial. O objetivo deste estudo é avaliar a morbidade resultante da remoção de enxertos autógenos da crista ilíaca em pacientes atendidos no curso de pós-graduação em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais da Faculdade de Odontologia de Piracicaba-Unicamp, no período de janeiro de 1999 a dezembro de 2003. Para tanto,os pacientes serão convocados, com o objetivo de obter os dados quanto ao pós-operatório, o resultado da cirurgia na ótica do paciente e se este tratamento seria novamente o de escolha aos mesmos. Os dados serão então submetidos à análise estatística utilizando os testes estatísticos qui-quadrado, teste t de Student ou Mann-Whitney.

O presente estudo encontra-se em fase de revisão de literatura e convocação dos pacientes, sendo que ao final do estudo, espera-se confirmar que o uso de enxertos ósseos autógenos provenientes da crista ilíaca é uma boa opção para cirurgias de reconstrução dos maxilares , mesmo sendo considerada a possibilidade de complicações pós-operatória .

Cirurgia buco-maxilo-facial - Enxerto ósseo - Crista ilíaca

B196

FATORES ETIOLÓGICOS DA ALVEOLITE – ESTUDO RESTROPECTIVO NA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA – FOP/UNICAMP NO PERÍODO DE 1995 A 2003.


Rafael Pino Vitti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Márcio de Moraes (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A alveolite é uma condição pós-operatória presente na odontologia após a extração de dentes permanentes. Acredita-se que sua etiologia seja multifatorial. O conhecimento dos possíveis fatores que induzam a essa condição é de fundamental importância para que os mesmos possam ser eliminados melhorando a qualidade do tratamento pós-operatório. O objetivo deste estudo é identificar possíveis fatores etiológicos que predispõe o desenvolvimento da alveolite. Foi realizado um estudo retrospectivo dos prontuários clínicos dos pacientes submetidos a extração de dentes permanentes no período de 1995 a 2003 na Clínica de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP/Unicamp), os pacientes que apresentaram alveolite foram selecionados e analisados procurando relacionar possíveis fatores etiológicos com a sintomatologia apresentada. O estudo encontra-se em fase de revisão de literatura e análise estatística final. Espera-se confirmar os fatores de risco que predispõe a alveolite, procurando encontrar quais medidas profiláticas devem ser utilizadas diminuir ou evitar o risco de alveolite.

Cirurgia buco-maxilo-facial - Alveolite - Etiologia

B197

AVALIAÇÃO DA LATÊNCIA E DURAÇÃO DA ANESTESIA POR BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR COM A ASSOCIAÇÃO DE LIDOCAÍNA E LEVOBUPIVACAÍNA


Amanda Nakayoshi (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cristina Volpato (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Este estudo cruzado e duplo-cego comparou a eficiência anestésica da injeção de 1,8 ml das soluções: 1-levobupivacaína 0,5% com epinefrina 1:200.000, 2- associação de lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 (0,9ml) e levobupivacaína 0,5% com epinefrina 1:200.000 (0,9ml), e 3- lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000, em bloqueio dos nervos alveolar inferior e lingual do lado direito. Completaram o estudo até o momento 14 voluntários. As avaliações foram feitas pela aplicação de estímulo elétrico no canino (C), 2o pré-molar (PM) e 2o molar (M) inferiores, previamente às injeções e a cada 2 min até ausência de resposta ao estímulo máximo, e em seguida, a cada 20 min. A sensibilidade dolorosa da injeção foi avaliada pela Escala Analógica Visual (EAV). A anestesia em tecidos moles foi avaliada pela aplicação de pressão na gengiva vestibular de pré-molares. Resultados Parciais para as soluções 1, 2 e 3, respectivamente: Sucesso da anestesia (%): C: 35,7; 57,1; 78,6; PM: 42,9; 64,3; 64,3; M: 50; 64,3; 92,9. Intervalo de latência pulpar (min): C: 2-20; 2-16; 2-16; PM: 2-20; 2-14; 2-10; M: 2-10; 2-20; 2-10; Intervalo de duração da anestesia pulpar (min): C: 40-500; 60-340; 40-140; PM: 40-320; 20-340; 40-140; M: 20-320; 60-340; 20-160. Não houve diferença estatística entre os resultados de EAV e de latência de tecidos moles. Houve diferença estatística na duração da anestesia em tecidos moles entre as 3 soluções, sendo 1 > 2 > 3. Conclui-se que a associação de lidocaína e levobupivacaína pode substituir com vantagens os anestésicos utilizados isoladamente.

Anestesia pulpar - Lidocaina - Levobupivacaína

B198

DOSAGEM DE LIDOCAÍNA EM PLASMA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA


Bruno de Souza Batista Gomes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cristina Volpato (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Para evitar a ocorrência de reações tóxicas após o uso de anestésicos locais (AL) é necessário que o cirurgião dentista conheça a farmacocinética destes agentes após a injeção intraoral. O estudo da concentração plasmática de ALs com CLAE (cromatografia líquida de alta eficiência) pode determinar a farmacocinética dos AL e conseqüentemente sua segurança após a aplicação. Assim, o objetivo deste trabalho foi criar um método simples, in vitro, para determinação da concentração plasmática da lidocaína com CLAE. O plasma utilizado neste estudo foi doado pelo Hospital dos Fornecedores de Cana (Piracicaba–SP). Após adição de diferentes concentrações de lidocaína e mepivacaína (padrão interno), as amostras de plasma foram extraídas com ácido perclórico a 20%, em seguida foram agitadas em vortex por 1 min e submetidas à centrifugação a 14.000 rpm por 15 min. 450µL do sobrenadante foram separados e adicionados a 500 µL de uma solução para ajuste de pH (tampão fosfato de citrato pH 5,8 e NaOH na proporção de 110:40). Em seguida, 50µL da amostra foram injetados no sistema de CLAE, a coluna utilizada foi LiChrospher 100 RP-18. Foram estabelecidas as seguintes condições cromatográficas: fase móvel composta por tampão fosfato de potássio monobásico 0,01M (pH=5,8) e acetonitrila (80:20); o fluxo foi de 1,0 mL/min e o detector UV foi ajustado para 210nm. O limite de detecção e de quantificação foi 0,79µg/mL, com precisão de 20% e exatidão de 85%.

Anestésico local - CLAE - Plasma

B199

EFICÁCIA CLÍNICA E SENSIBILIDADE DOLOROSA DAS TÉCNICAS INFILTRATIVAS SUBPERIÓSTICA E SUPRAPERIÓSTICA


Marcela Campos Pompiani (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cristina Volpato (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Avaliou-se neste estudo a eficiência da anestesia local infiltrativa com 1,8ml de lidocaína 2% com adrenalina 1:100.000, pelas técnicas subperióstica (SUB) e supraperióstica (SUP), aplicadas aleatoriamente, de forma cruzada e duplo-cega em 2 sessões. A injeção foi feita na região vestibular do canino superior esquerdo, por 1 único administrador. Os tempos de latência e duração da anestesia foram avaliados através de estímulos elétricos (pulp tester) aplicados a cada 2 minutos até ausência de resposta ao estímulo máximo e então a cada 10 minutos até retorno ao limiar basal de resposta, medido antes da injeção (média de 6 medidas) A sensação dolorosa das anestesias foi avaliada através da escala analógica visual. Foram avaliados: incisivo lateral (IL), canino (C) e 1º pré-molar (PM) superiores esquerdos. Completaram o estudo até o momento 15 voluntários. Resultados Parciais para as técnicas SUB e SUP, respectivamente: Sucesso da anestesia pulpar (%): IL: 46,7; 40; C: 93,3; 66,7; PM: 100; 93,3; Intervalo de latência pulpar (min): IL: 0-10; 2-6; C: 2-8; 2-6; PM: 2-4; 2-10; Intervalo de duração da anestesia pulpar (min): IL: 10-50; 20-80; C: 10-100; 20-90; PM: 20-100; 10-110. Todos os voluntários tiveram os tecidos moles anestesiados ao final da injeção. Não houve diferença em relação à percepção de dor entre os volumes testados. Conclusão parcial: as técnicas testadas apresentaram eficiência anestésica semelhante e resultaram em maior sucesso de anestesia pulpar nos dentes canino e pré-molar.

Anestesia pulpar - Técnica subperióstica - Técnica supraperióstica

B200

HETEROCONTROLE DE FLÚOR NAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO EM PIRACICABA- SP, 2004


Regiane Cristina do Amaral (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria da Luz Rosário de Sousa (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A água de abastecimento público fluoretada é a medida de maior abrangência na prevenção da cárie dentária, contudo, se esta não estiver dentro dos padrões ótimos, pode não trazer benefícios ou até mesmo pode ocasionar danos ao invés de benefícios. Assim o objetivo deste trabalho foi analisar a concentração de flúor das águas de abastecimento público no município de Piracicaba. A amostra foi composta por 35 pontos de coletas mensais de fluoreto, referentes às pré escolas existentes no município. A água foi coletada em duplicata por agentes de saúde e foi analisada por meio do eletrodo Orion 96-09 e analisador de íons EA-940 previamente calibrados com padrões contidos de 0,125 a 1,0 gF/ml, com 1,0 ml de TisabII, ou seja, TisabII a 50%.Das amostras coletadas, todas , em média, durante o período analisado (abril a dezembro de 2004), estavam dentro dos padrões considerados ótimos.Contudo, houve uma variação entre os valores máximos, de 0,81 a 0,97ppmF, com desvio padrão de 0,05 (desvio máximo), sendo a maioria dos valores dentro dos padrões (0,6 a 0,8 ppmF), não sendo encontrado na amostra analisada, nenhum valor abaixo de 0,6 ppmF.Do universo de 249 amostras, apenas 14,8%, apresentaram-se acima de 0,8 ppmF. Diante dos resultados obtidos pode-se concluir que o heterocontrole contínuo se mostrou satisfatório, reforçando assim a importância o mesmo.

Heterocontrole - Água - Flúor

B201

PERCEPÇÃO DA ESTÉTICA DENTAL ENTRE ADOLESCENTES, ESPECIALISTAS E CLÍNICOS GERAIS DA ÁREA ODONTOLÓGICA


Tatiana Cristina Rodrigues Bruni (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria da Luz Rosário de Sousa (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
São escassas as informações sobre avaliação e relatos de pacientes sobre a percepção de defeitos de esmaltes dentário relacionados à fluorose, principalmente na adolescência. Assim, busca-se avaliar o impacto provocado pelos diferentes graus de fluorose em adolescentes através da percepção pelos próprios indivíduos e pelos profissionais que atuam em Saúde Pública e na clínica especializada. A amostra será de 72 escolas (número significante para uma precisão de 10% e confibialidade de 95% segundo a prevalência de fluorose em Piracicaba), examinados de acordo com o índice de Dean, fotografados e que responderão a um questionário sobre percepção de manchas em seus dentes. Estas respostas serão comparadas com a classificação que 2 epidemiologistas, 20 dentistas de rede pública e 20 especialistas da área clínica, que farão avaliação dos mesmos casos através de fotos. A análise estatística será feita através de correlação e outros testes que se fizerem necessários.

Fluorose dental - Adolescentes - Estética

B202

EFEITO DOS MÉTODOS DE FOTOATIVAÇÃO E DOS MATERIAIS PARA FACETAS INDIRETAS NA DUREZA DE UM CIMENTO RESINOSO


Nelson Tetsu Iriyama (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Mário Alexandre Coelho Sinhoreti (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O objetivo do estudo foi avaliar o efeito de materiais para facetas e fontes de luz na dureza Knoop do cimento resinoso dual Rely-X. Foi utilizado um incisivo bovino com a face vestibular planificada até expor dentina, a qual foi coberta com filme de PVC, onde uma matriz foi assentada. O cimento foi vertido na matriz e fotoativado sob um disco de 1,5mm de espessura dos materiais: HeraCeram (C), Artglass (A). A fotoativação foi realizada com lâmpada halógena– LH (XL2500)/40s; LED (Ultrablue Is)/40s; ou arco de plasma de xenônio- APX (Apollo 95E)/3s. Ainda, foram feitas amostras de ativação somente química (controle-Q). Após armazenagem (24h/37oC), as amostras de cimento (7 grupos-n=5) foram desgastadas, até expor a área de cimento para a leitura de dureza em durômetro Shimadzu. Os dados foram submetidos a ANOVA e ao teste de Tukey (5%). Os valores de dureza (KHN) obtidos para Heraceram e Artglass foram, respectivamente: LH– (45,3; 51,7); LED– (44,4; 51,5); APX– (21,8; 26,2); e controle- (28,4). Os valores de dureza para os grupos A/LH e A/LED foram superiores aos demais, não diferindo entre si. Os grupos C/LH e C/LED mostraram valores intermediários, não diferindo entre si e superiores aos grupos Q e A/APX. O grupo C/APX mostrou os piores valores de dureza. A dureza do cimento Rely-X pode ser influenciada pela fonte de luz, bem como pelo tipo de material utilizado na confecção da faceta.

Cimentos resinosos - Fotoativação - Dureza

B203

AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DE SOLUÇÕES DE CLOREXIDINA 0,12% SUBMETIDAS A DIFERENTES CONDIÇÕES DE ARMAZENAGEM


Carina Maíra Moreira Pittoli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pedro Luiz Rosalen (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A escovação dos dentes muitas vezes não é executada adequadamente, pois consome tempo, necessita de motivação, educação e habilidade manual. Desse modo, diversas substâncias têm sido utilizadas para o controle químico de placa bacteriana como auxiliares aos procedimentos mecânicos. Muitos anti-sépticos bucais, quando testados clinicamente ou em laboratório, não confirmam as propriedades e especificações informadas pelo fabricante, o que pode agravar as condições de higiene oral. Dentre eles, a clorexidina tem sido o agente químico mais estudado e considerado o mais seguro e eficaz na ação anti-placa. Desta forma, o presente estudo teve como objetivos avaliar mensalmente, durante um período de 6 meses, a atividade antimicrobiana e a estabilidade de três soluções de digluconato de clorexidina a 0,12% (C1- Periogard, C2 - Proderma e C3 - Farmavip) armazenadas em diferentes condições: geladeira (5± 0,1 ºC); temperatura ambiente com exposição à luz; temperatura ambiente sem exposição à luz e estufa de aerobiose a 37ºC. A concentração e o pH das soluções também foram avaliados. Foram realizados testes de Concentração Inibitória Mínima (CIM) e Concentração Bactericida Mínima (CBM) com os microrganismos S. mutans UA 159, e S. aureus ATCC 25923. Até o presente momento foram avaliadas as amostras armazenadas por 3 meses, e os dados não demonstraram diferenças estatisticamente significantes para os parâmetros avaliados entre as soluções C1, C2 e C3. (p>0.05, Mann-Whitney).

Estabilidade - Clorexidina - Armazenagem

B204

INFLUÊNCIA DO CICLO MENSTRUAL SOBRE A MICROBIOTA ORAL EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS


Fernanda Maria Rovai Bado (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Pedro Luiz Rosalen (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A influência do ciclo menstrual sobre variáveis fisiológicas e comportamentais é cada vez mais reconhecida e estudada. Na literatura foi sugerido que as oscilações entre estrógeno e progesterona poderiam estar relacionadas às alterações de sensibilidade dos tecidos gengivais, aumento de exudato gengival, descamação de células epiteliais da cavidade oral e também ao aparecimento da halitose. Diante disso, o objetivo deste estudo consiste em observar a relação entre os níveis de microrganismos orais, anaeróbios e fungos, e as fases do ciclo menstrual. O procedimento foi aplicado em 20 mulheres em três diferentes fases do ciclo: folicular (Grupo 1), pré-menstrual (Grupo 2) e menstrual (Grupo 3), e em um grupo de 20 homens (Grupo 4 - controle). O experimento foi realizado uma vez por mês por um período de 3 meses. Foi feita a colheita de saliva não estimulada e, para o cultivo dos microrganismos anaeróbios (facultativos e estritos) e Candida sp, alíquotas de saliva foram inoculadas em duplicatas, respectivamente em ágar sangue e em ágar Saboraud Dextrose. Após o período de incubação, as unidades formadoras de colônia (ufc/mL) em cada meio foram quantificadas em cada um dos períodos. Até o presente momento, foram feitas colheitas de 11 voluntários do grupo controle e 3 mulheres na fase menstrual. Os dados revelaram que não houve diferenças estatisticamente significantes (p>0.05, Mann-Whitney) entre os grupos 4 (1.10x106 ±1.85x104) e 3 2.42x105 (±1.17x104).

Ciclo menstrual - Microbiota oral - Halitose

B205

AVALIAÇÃO DO EFEITO DE SAZONALIDADE NO POTENCIAL ANTIMICROBIANO DA PRÓPOLIS TIPO 12


Myrella Lessio Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pedro Luiz Rosalen (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
A própolis produzida por Apis mellifera tem se destacado por suas propriedades antimicrobianas e anticárie. Sabe-se que a biodiversidade das regiões brasileira, bem como suas diferentes zonas de temperaturas, podem ser responsáveis pela variedade química dos compostos encontrados nas diferentes própolis e conseqüentemente, pelos seus efeitos biológicos, sugerindo que sua composição é dependente da origem e da sazonalidade. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do efeito sazonal sobre atividade antimicrobiana e composição química da própolis provenientes da região Sudeste do Brasil (tipo 12), sendo avaliadas mensalmente no período apícola (Agosto a Janeiro). A atividade antimicrobiana foi analisada por concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM) sobre Streptococcus mutans Ingbritt 1600. A composição química foi avaliada pela concentração de flavanóides totais pelo método colorimétrico. Foram feitas triplicatas das amostras e análises para cada mês. Nos meses de Agosto e Setembro, os resultados da CIM foram de 50-100 g/mL, sendo menor que os registrados na literatura, enquanto nos outros meses, a CIM foi de 100-200 g/mL. A CBM em Agosto foi de 400 g/mL e nos outros meses de 800 g/mL. A concentração de flavanóides no mês de Setembro foi de 5,6 mg/mL, sendo a maior encontrada (p<0,05). Os resultados sugerem que nos meses de Agosto e Setembro, ou seja, final do clima frio e seco, aumenta a concentração dos compostos químicos relacionados ao efeito antimicrobiano da própolis tipo 12.

Própolis - Sazonal - Antimicrobiano

B206

INFLUÊNCIA DA DESINFECÇÃO POR MICROONDAS NA DUREZA E RESISTÊNCIAS À FLEXÃO E AO IMPACTO DE RESINAS ACRÍLICAS


Erica Brenoe Vieira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Rafael Leonardo Xediek Consani (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O estudo verificou o efeito da desinfecção por microondas na dureza e resistências à flexão e impacto em resinas acrílicas Clássico, Onda-Cryl e QC-20. Foram feitas 30 amostras (65x10x3 mm) em muflas metálicas ou de plástico pela técnica convencional de inclusão. Após polimerização em água a 74ºC por 9 horas, água em ebulição por 20 min. ou por energia de microondas a 900W por 10 min., as amostras foram removidas das muflas após esfriamento, acabadas e polidas. Quinze amostras foram desinfectadas imersas em 150 mL de água destilada, em forno de microondas, regulado para 650 W por 3 min. Os testes foram efetuados antes e após a desinfecção: dureza Knoop em microdurômetro Shimadzu, calibrado com carga de 25g por 10 seg.; impacto numa máquina Wolpert, usando o sistema Charpy, com 40 kpcm e flexão de três pontos, numa máquina Instron, numa velocidade de 5 mm/min. até fratura. Os resultados médios de: dureza (Clássico: antes=14,59 e depois=10,64; QC-20: antes=11,53 e depois=10,46 e Onda-Cryl: antes=18,53 e depois=12,01); impacto (Clássico: antes=7,25 e depois=7,66; QC-20: antes=8,19 e depois=8,59 e Onda-Cryl: antes=8,13 e depois=8,53) e flexão (Clássico: antes=8,96 e depois=5,88; QC-20: antes=5,96 e depois=5,92 e Onda-Cryl: antes=6,12 e depois=6,28) foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey (5%). A desinfecção aumentou a dureza das resinas Clássico e Onda-Cryl, e não influenciou as resistências ao impacto e flexão das 3 resinas.

Desinfecção por microondas - Resistências - Resinas acrílicas

B207

ALTERAÇÃO DIMENSIONAL LINEAR EM FUNÇÃO DAS MARCAS DE RESINAS ACRÍLICAS


Rafaela de Carvalho Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Rafael Leonardo Xediek Consani (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
Este trabalho verificou a alteração dimensional linear de 30 corpos-de-prova (n=5) confeccionados a partir de matrizes metálicas (65x10x3mm) com 4 marcas referenciais, em função dos tipos de resinas acrílicas termopolimerizáveis Clássico, Onda-Cryl e QC-20. As matrizes foram incluídas em muflas metálicas ou de plástico com gesso pedra de acordo com a técnica convencional, reembasadas com silicone. A proporção pó/líquido e manipulação da resina foram efetuadas de acordo com as recomendações dos fabricantes. A prensagem final da mufla metálica foi feita com auxílio do dispositvo RS de contensão. Após polimerização em água aquecida a 74ºC por 9 horas, água em ebulição por 20 minutos ou por energia de microondas a 1600 W por 10 minutos, os corpos-de-prova foram demuflados após esfriamento das muflas e acabados. Cinco corpos-de-prova de cada marca foram desinfectados imersos em 150 mL de água destilada, em forno de microondas regulado para 650 W por 3 minutos. As distâncias entre os pontos A-B, C-D, A-C e B-D foram mensuradas nos corpos-de-prova com e sem desinfecção. A avaliação dimensional linear das distâncias foi efetuada com microscópio óptico comparador Olympus, com precisão de 0,0005 mm, por um mesmo operador. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey em nível de 5% de significância. A desinfecção por microondas não alterou os valores dimensionais das distâncias estudadas.

Alteração linear - Marca comercial - Resina acrílica

B208

INFLUÊNCIA DA DESINFECÇÃO POR MICROONDAS NA ADAPTAÇÃO DA BASE DE PRÓTESE TOTAL.


Vanessa dos Santos Rodrigues (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Rafael Leonardo Xediek Consani (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O estudo verificou o efeito da desinfecção por microondas na adaptação da base de prótese total da resina acrílica Clássico. Foram feitos 20 conjuntos modelo-base de cera separados em 4 grupos e incluídos em muflas metálicas. Proporção e manipulação da resina foram de acordo com as instruções do fabricante. Após polimerização em água a 74ºC por 9 horas, as bases foram demufladas e posteriormente acabadas. As bases foram desinfectadas imersas em 150 mL de água destilada, em forno de microondas, regulado para 650 W por 3 min. Nos conjuntos modelo-base de resina acrílica foram feitos 3 cortes transversais: distal de caninos, mesial dos primeiros molares e região palatina posterior. As medidas de adaptação foram feitas com microscópio comparador linear (Olympus), em 5 pontos para cada corte, nos grupos: 1- prensagem da resina e polimerização em água a 74ºC por 9 horas; 2- idem grupo 1 e desinfecção; 3- prensagem da resina acrílica com o dispositivo RS e polimerização em água a 74ºC por 9 horas; e 4- idem grupo 3 e desinfecção. Os resultados da polimerização convencional (sem desinfecção=0,217mm e com desinfecção=0,175mm) e polimerização com RS (sem desinfecção=0,165mm e com desinfecção=0,160mm) foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey (5%). A desinfecção melhorou o nível de adaptação da base de resina acrílica na prensagem convencional e não promoveu nenhum efeito na prensagem com o dispositivo RS.

Desinfecção por microondas – Adaptação – Base de prótese total

B209

INFLUÊNCIA DA COR E DA COMPOSIÇÃO DO COMPÓSITO ODONTOLÓGICO NA GERAÇÃO DE CALOR DURANTE A FOTOATIVAÇÃO


Evelyn Desirée Paez Fariña (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Simonides Consani (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O estudo avaliou o efeito da cor e da composição de compósitos na produção de calor da polimerização. Foram utilizados 4 compósitos: Filtek Z 250 (3M/ESPE) e Esthetic X (Dentsply) nas cores A3 e B1 e Filtek Flow (3M/ESPE) e Natural Flow (DFL) nas cores A3 e B2. A temperatura promovida pela fotoativação do compósito foi registrado por meio do termopar tipo-K conectado a um termômetro digital (Iopetherm 46, IOPE) com precisão de 0,1C. Uma base em resina acrílica serviu como guia do termopar e suporte para um disco de dentina (0,5 mm de espessura), obtido de dente bovino, com a intenção de simular a dentina remanescente da cavidade. Sobre a base de resina foi adaptada uma matriz perfurada de silicone. A matriz foi preenchida com o compósito e a fotoativação foi realizada com luz emitida por lâmpada halógena pelo aparelho XL 2500, com intensidade de 700mW/cm2 e ativação por 20 segundos. Para cada grupo foram confeccionadas 10 amostras e a variação média da temperatura de polimerização registrada foi: Filtek 250 (cor A3=0,82 e cor B1=0,76); Filtek Flow (cor A3=1,28 e B2=1,27); Esthetic X (cor A3=1,14 e B1=1,4) e Natural Flow (cor A3=1,91 e B2=1,93). Os resultados foram submetidos à análise de variância e ao teste de Duncan (5%). A variação de temperatura que atingiu a câmara pulpar sofreu influência dos tipos de compósitos e a cor não exerceu efeito sobre essas variações de temperaturas.

Cor - Calor - Fotoativação de compósito

B210

INFLUÊNCIA DA MORFOLOGIA NASAL SOBRE O ÂNGULO NASOLABIAL


Evelise Akemi Tanimoto de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Vânia Célia Vieira de Siqueira (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O ângulo nasolabial representa um parâmetro de tecido tegumentar freqüentemente utilizado no diagnóstico ortodôntico; ele é formado por uma linha da borda inferior do nariz à outra linha que representa a inclinação do lábio superior. Porém, autores como FITZGERALD, NANDA & CURRIER, em 1992, afirmaram que a medida do ângulo nasolabial não descreve de forma meticulosa as variações no perfil tegumentar devido à variância de inclinação nasal. Verifica-se então que a avaliação da morfologia nasal durante o diagnóstico em ortodontia mostra-se de suma importância, pois pacientes com oclusão normal e incisivos superiores bem pocisionados em relação ao seu osso basal podem apresentar ângulos nasolabiais diferentes dos valores convencionalmente utilizados. O material utilizado no presente estudo constará de 40 fotografias de perfil de jovens adultos (na faixa etária de 18 a 25 anos de idade), brasileiros, leucodermas, apresentando oclusão considerada clinicamente normal, com características mais próximas da “oclusão normal”. O grupo será composto de 20 jovens do sexo masculino e 20 do feminino. Com este estudo, espera-se encontrar a diferença entre os valores do ângulo nasolabial, medindo-se diferentes inclinações da borda inferior do nariz em jovens adultos com uma oclusão considerada normal e boa aparência estética, observando-se a influência dessa inclinação nos valores desse ângulo. Também se espera conhecer as possíveis diferenças de inclinação e valores do ângulo nasolabial entre os sexos masculino e feminino.

Ângulo nasolabial - Morfologia nasal - Inclinação nasal

B211

ANÁLISE DA VARIAÇÃO DA DISTÂNCIA AO – BO UTILIZANDO TRÊS DIFERENTES PLANOS OCLUSAIS


Janaína do Amaral Ramires Relvas (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Vânia Célia Vieira de Siqueira (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP
O diagnóstico adequado em ortodontia necessita de avaliação criteriosa dos modelos em gesso dos arcos dentários, das fotos intra e extra-bucais, do exame clínico e das radiografias periapicais, panorâmicas e telerradiografias. A cefalometria consiste no estudo dos valores dento-esqueléticos-faciais obtidos da telerradiografia, tomada em norma lateral, oriundos de análises cefalométricas elaboradas por diversos autores. Uma das avaliações denomina-se “Wits”, proposta por Jacobson 1975, utilizada quando se estuda o relacionamento maxilo-mandibular no plano oclusal. Porém, observava-se que muitos profissionais não aplicavam a avaliação “Wits” como o preconizado pelo autor, utilizando como base diferentes planos oclusais sugeridos de outros autores, como Interlandi e Down’s. Este trabalho destina-se a mostrar a relevância de se usar o método original de “Wits” e o que ocorre quando se aplica planos oclusais diferentes do proposto por Jacboson e as influências no diagnóstico ortodôntico.

Plano oclusal - Cefalometria - Avaliação “Wits”






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