Universidade estadual de campinas


ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM LACTENTES DE RISCO PARA SURDEZ



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ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM LACTENTES DE RISCO PARA SURDEZ


Nubia Garcia Vianna (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A audição é de fundamental importância no desenvolvimento de uma criança, sendo responsável por uma melhor integração do indivíduo. Alterações auditivas podem ocasionar déficits na linguagem e por esse motivo, estas devem ser detectadas o mais precocemente possível. O objetivo desse projeto foi acompanhar o desenvolvimento da linguagem de lactentes que apresentaram indicador de risco para perda auditiva progressiva, de aparecimento tardio ou para alteração central, utilizando-se a Escala de Aquisições Iniciais de Linguagem (ELM) e o Protocolo de Observação do Sistema Sensório Motor Oral. No período de agosto a dezembro de 2004 foram avaliados 35 lactentes dos quais 8 (23%) apresentaram atraso, sendo 4 (50%) do sexo masculino e 4 (50%) do feminino. Foram consideradas as funções Expressiva e Receptiva da Escala ELM. Na função Expressiva da linguagem, um (2.8%) lactente apresentou atraso aos 8 meses, caracterizado pelo sorriso social. Na função Receptiva da linguagem, dois (5.6%) apresentaram atraso aos 4 e 8 meses, sendo que um não localizava os sons e outro inibia-se ao "não", 3 (8.5%) aos 8 meses não localizavam som na lateral e 2 (8.5%) aos 12 meses não localizavam som na diagonal. Conclui-se que a prematuridade foi o indicador de risco predominante já que dos 8, 5 (62.5%) eram Recém-nascido pré termo.

Escala de desenvolvimento - Desenvolvimento da linguagem - Perdas auditivas

B100

MONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM CRIANÇAS DE UTI, COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA


Raquel Leme Casali (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O desenvolvimento normal da linguagem oral em crianças é um processo interativo que requer audição intacta e exposição à fala. Objetivo: Acompanhar o desenvolvimento da linguagem em crianças de 12 a 24 meses, com indicador de risco para perda auditiva progressiva, de aparecimento tardio ou para alteração central, necessitando de monitoramento audiológico, com resultado negativo para surdez pelo BERA automático e que apresentaram respostas indicadoras de possível atraso nas avaliações de linguagem realizadas no primeiro ano de vida. Metodologia: Escala de Aquisições Iniciais da Linguagem (ELM), Protocolo de Observação do Sistema Sensório Motor Oral (SSMO) e Roteiro de Avaliação da Função Cognitiva, aplicados aos 12, 18 e 24 meses. Resultados: De agosto de 2004 a abril de 2005 foram avaliadas 23 crianças. Dessas, 11 (47.8%) apresentaram atraso em alguma área da Escala em pelo menos uma avaliação. Entre as que apresentaram atraso, 11 (100%) também apresentaram alterações do SSMO. Quanto à função cognitiva, 05 (45.5%) apresentaram atraso. Conclusão: Orientações fonoaudiológicas às famílias, realizadas no primeiro ano de vida, podem minimizar possíveis alterações, apontando para a necessidade de um trabalho preventivo nessa área.

Desenvolvimento da linguagem - Perdas auditivas progressivas - Escalas de desenvolvimento

B101

DETECÇÃO DA SURDEZ EM CRIANÇAS: A TRAJETÓRIA PERCORRIDA ENTRE A SUSPEITA, O DIAGNÓSTICO E O ATENDIMENTO


Carolina Yume Ferraz Higuchi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria de Fátima de Campos Françozo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A pesquisa buscou verificar se os programas de detecção precoce da surdez em Campinas, nos últimos cinco anos, trouxeram mudanças na média de idade da suspeita, do diagnóstico e do início do atendimento à criança. Buscou investigar também, a trajetória percorrida pelas famílias desde o momento da suspeita até o diagnóstico e posterior atendimento, de maneira a identificar as dificuldades enfrentadas por elas, no processo. Tomou-se como amostra para a pesquisa, uma das instituições do município, o Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Prof. Dr. Gabriel Porto (CEPRE), da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Foi realizada pesquisa documental em todos os prontuários de crianças de 0 a 4 anos de idade inscritas nos últimos dez anos, totalizando-se 207 crianças; e, realizadas entrevistas semi-dirigidas com quinze pais de crianças surdas. Os resultados apontaram que os pais não só encontram obstáculos para obter o diagnóstico da surdez, como apresentam dúvidas diante da explicação médica. Dificuldades referentes à aceitação e comunicação com a criança também foram bastante relatadas. Dados preliminares mostram que houve mudanças positivas na média da idade da suspeita, do diagnóstico e do atendimento a crianças surdas, nos últimos cinco anos.

Família - Detecção de surdez - Atendimento à crianças surdas

B102

A INFORMÁTICA COMO RECURSO PARA O USO DO RESÍDUO VISUAL POR ESCOLARES COM BAIXA VISÃO


Tatiane Priscilla Caires (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gasparetto (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Realizou-se um estudo descritivo com escolares que têm baixa visão, na faixa etária entre 7 e 12 anos de idade, que foram avaliados no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação “Prof. Dr. Gabriel Porto” da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. A investigação foi feita por meio da observação do comportamento da criança, no momento em que ela interagiu com o computador. Aos alunos foram propostas atividades de informática tanto nos programas do Windows (Word, Power Point, Paint, etc.) quanto por meio de softwares educativos disponíveis no mercado. Especificamente, os objetivos foram: avaliar a utilização do resíduo visual durante a realização de atividades no computador e verificar a aplicabilidade da informática como recurso para o uso da visão residual. Durante as atividades, foram feitas adaptações específicas para cada um dos alunos, de forma a propiciar-lhes maior comodidade visual; além disso, buscou-se motivá-los e incentivar-lhes uma atitude positiva perante as imagens apresentadas na tela do computador para que aprendessem a vê-las. Por meio deste estudo, as crianças com baixa visão, bem como os seus familiares puderam conhecer as reais possibilidades para a realização de atividades de informática e as adaptações mais importantes para o aprimoramento do uso da visão.

Baixa visão - Informática - Escolares

B103




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