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GARANTIA DO ACESSO À REABILITAÇÃO VISUAL: DESAFIOS NOS PERCURSOS



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GARANTIA DO ACESSO À REABILITAÇÃO VISUAL: DESAFIOS NOS PERCURSOS


Silvia Helena Bomfim Ferreira (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Lise Roy (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Na política de atendimento ao deficiente é de suma importância o encaminhamento à reabilitação como ação articulada para o desenvolvimento e a cidadania do sujeito. O encaminhamento constitui um elemento que permite o acesso do indivíduo/família à esse serviço. Pudemos observar, através de protocolos de inscrição e entrevistas no CEPRE, relatos das dificuldades de familiares na obtenção do diagnóstico que, por sua vez, assegurará o acesso à reabilitação. Em geral, a família espera unicamente do médico a indicação de condutas resolutivas e muitas vezes não encontra a orientação que satisfaça as suas expectativas. Isto sugere uma investigação aprofundada desse processo, buscando identificar o percurso das famílias para chegarem à reabilitação e conhecer suas opiniões referente ao encaminhamento. A pesquisa, de caráter quali-quantitativa, está sendo realizada através de análise documemtal de 92 prontuários selecionados aleatoriamente do Programa de DV Infantil de 0 a 12 anos, no período de 2000 a 2004 e de entrevistas semi-estruturadas com 18 acompanhantes. Detectamos que os encaminhamentos são realizados, com maior frequência, pelos serviços públicos de saúde e educação, por vários profissionais, sendo o oftalmologista é que mais encaminha. Entretanto, cada vez mais, professores, assistentes sociais e outros terapeutas articulam o encaminhamento do diagnóstico com os serviços de reabilitação, sendo essa responsabilidade compartilhada por vários profissionais. Na opinião da família, segundo resultados parciais, 30% consideram que o encaminhamento foi adequadamente realizado. A análise sugere que vários fatores relativos ao diagnóstico, a aprofundar, interferem nas condutas de encaminhamento.

Deficiência visual - Encaminhamento - Reabilitação

B092

ANÁLISE DA EXPRESSÃO DE RECEPTORES PARA VEGF NO PULMÃO DE FETOS DE RATAS SPREAGUE-DAWLEY SUBMETIDOS À TRAQUEO-OCLUSÃO ASSOCIADA À CORTICOTERAPIA ANTENATAL


Alexandre Iscaife (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Hérnia diafragmática congênita (HDC) é uma anomalia estrutural causadora de graves distúrbios respiratórios neonatais, ocorre por um defeito no forâmen postero-lateral do diafragma pelo qual vísceras abdominais passam para o interior do tórax impedindo o desenvolvimento pulmonar. Uma das possibilidades de promover o crescimento pulmonar na HDC é por meio da traqueo-oclusão fetal (TO). De especial interesse são as alterações que ocorrem na vasculatura pulmonar, causas da hipertensão pulmonar e das mortes por HDC. A angiogênese, que ocorre por meio do VEGF (Vascular Endothelial Growth Factor) é essencial para o desenvolvimento vascular normal. Tanto a TO quanto a administração antenatal de corticosteroides parecem atuar no mecanismo da angiogenese por meio do VEGF. Foram realizadas cirurgias de traqueo-oclusão em ratos intra-útero e posteriormente reações imunohistoquimicas para os receptores do VEGF. Observamos uma diferença importante na expressão dos receptores para VEGF nos animais traqueo-ocluídos e tratados com glicocorticoide, isso ressalta a importância desse tipo de estudo para um melhor entendimento da fisiopatologia das alterações vasculares secundária à HDC.

Cirurgia fetal - Hérnia diafragmática - VEGF

B093

PNEUMÓCITOS II EM RATOS NA TRAQUEO-OCLUSÃO E NA CORTICOTERAPIA IN UTERO


Anderson Gonçalves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A hérnia diafragmática congênita resulta em hipoplasia pulmonar com hipertensão pulmonar, sendo associada à alta mortalidade neonatal. A traqueo-oclusão (TO) e a corticoterapia (CT) in utero são alternativas para acelerar o crescimento pulmonar fetal. Os pneumócitos II produzem o surfactante e são células precursoras do pulmão, estando, portanto, diretamente relacionados com a maturidade pulmonar. O objetivo do estudo foi verificar a eficácia da TO e da CT em acelerar o desenvolvimento pulmonar, através da contagem de pneumócitos II em pulmões normais de fetos. Seis grupos de 12 fetos Spreague-Dawley (gestação=22 dias) foram comparados: TO, Sham, Controle, TO+CT, Sham+CT e Controle+CT. No 18,5º dia gestacional foi realizada a cirurgia fetal com TO, além da CT com dexametasona. No 21,5º os fetos foram coletados por cesariana e os pesos corporal e pulmonar mensurados. Foi realizada imunohistoquímica com anti-SP-A e contagem dos pneumócitos II. O peso corporal estava diminuído no Sham e o peso pulmonar aumentado em TO e TO+CT em relação ao Controle. Os pneumócitos II estavam diminuídos em TO e TO+CT em relação ao Controle em valor absoluto, contudo não havia diferença no número relativo ao total de células. Concluímos que a TO e CT realizadas no 18,5º dia gestacional atuam sinergicamente no desenvolvimento pulmonar fetal, acelerando a diferenciação celular.

Traqueo-oclusão - Corticoterapia - Pneumócitos II

B094

O DESENHO NA TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA COM CRIANÇAS


Karen Fontes Luchesi (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lucia Helena Reily (Orientatora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Sabe-se que as crianças desenham no contexto da clínica fonoaudiológica, no entanto essa produção não tem recebido a atenção merecida. Na literatura fonoaudiológica o desenho é pouco tematizado. Dentre as formas de uso do desenho, muitas vezes são propostos desenhos prontos, prática bastante criticada por profissionais do ensino da arte. Do ponto de vista dos professores de arte, bem como de psicólogos escolares, os desenhos prontos são prejudiciais, podendo limitar o potencial criativo e expressivo da criança. Embora não haja estudos estimativos a respeito, sabe-se que o desenho é utilizado pela fonoaudiologia com bastante freqüência. Sendo assim, o presente trabalho buscou informações sobre o uso desta atividade na clínica fonoaudiológica e discutiu a abordagem do desenho nos cursos de graduação em fonoaudiologia. Foram entrevistados cinco fonoaudiólogos de clínicas particulares, docentes e alunos de três cursos de graduação (Unicamp, Unimep e Puc-Campinas), sendo dois docentes e um aluno de quarto ano de cada curso. A análise dos dados foi realizada por categorias. Todos os entrevistados utilizam o desenho e consideram-no importante ferramenta na prática com crianças. Vários utilizam o desenho pronto e a maioria relatou não ter recebido base teórica a respeito do desenho durante a graduação. Portanto, a pesquisa alerta para a necessidade de estudos a respeito do grafismo infantil na área fonoaudiológica, a começar pelos cursos de graduação. A análise dos dados colhidos permitiu a elaboração de um material propondo atividades artísticas projetadas para o contexto da clínica fonoaudiológica.

Desenho - Crianças - Fonoaudiologia

B095




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