Universidade estadual de campinas


INFLUÊNCIA DO PERFIL GENOTÍPICO DE GSTP1, GSTM1 E GSTT1 NA SUSCEPTIBILIDADE AO CÂNCER DE PRÓSTATA E NA RESPOSTA TERAPÊUTICA DE PACIENTES ONCOLÓGICOS



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INFLUÊNCIA DO PERFIL GENOTÍPICO DE GSTP1, GSTM1 E GSTT1 NA SUSCEPTIBILIDADE AO CÂNCER DE PRÓSTATA E NA RESPOSTA TERAPÊUTICA DE PACIENTES ONCOLÓGICOS


Ines Cristina Machicao Francke (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Laura Sterian Ward (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Polimorfismos de genes que são responsáveis pelo metabolismo de xenobióticos, como o sistema das glutationas S-transferases (GSTs), estão relacionados com o desenvolvimento de vários tipos de câncer, inclusive de próstata. Polimorfismos em GSTM1, GSTT1 e GSTP1 podem reduzir a ação ou inativar as respectivas enzimas codificadas por estes genes, interferindo no metabolismo de compostos carcinogênicos para próstata e predispondo assim ao câncer prostático. Para definir possíveis correlações entre estes polimorfismos e a susceptibilidade individual ao câncer de próstata, além de avaliar as diferentes respostas terapêuticas observadas, estudamos os genes acima em 262 pacientes: 157 com diagnóstico de câncer prostático ou de hiperplasia benigna e 109 casos controle pareados, para comparação. Analisamos o DNA de sangue periférico destes pacientes através de uma PCR-multiplex para os genes GSTT1 e GSTM1, além de β-globina para controle de qualidade do DNA, e uma PCR-RFLP com posterior sequenciamento para estudar os polimorfismos do gene GSTP1. Encontramos significância apenas na relação entre o gene GSTM1 e o desenvolvimento de câncer prostático. Dentro da amostra, encontramos que pessoas acima de 64 anos apresentando GSTM1 positivo possuem 2.5 mais chance de desenvolver neoplasia prostática. Não houve correlação entre qualquer genótipo e a evolução dos pacientes.

Glutationa-s-transferase - Câncer de próstata - Genotipagem

B088

CORRELAÇÃO DOS VALORES DE TSH NA TRIAGEM NEONATAL COM AS DIFERENTES ETIOLOGIAS DE HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO.


Ana Raquel Gouvêa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lilia de Souza Li (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
No hipotireoidismo congênito (HC), a glândula tireóide não consegue produzir seus hormônios adequadamente. As etiologias mais comuns são: agenesia de tireóide, tireóide ectópica, defeitos de síntese dos hormônios tireoidianos e hipoplasia da tireóide. O tratamento do HC é a reposição hormonal com levotiroxina. Devido à importância do diagnóstico precoce é realizada a triagem neonatal (TNN - teste do pezinho). O objetivo deste trabalho é identificar a incidência dos diagnósticos etiológicos nos pacientes atendidos no ambulatório de TNN do HC – UNICAMP, bem como se existe correlação entre o valor de TSH e os diferentes diagnósticos. Realizamos um levantamento dos pacientes atendidos no ambulatório de TNN selecionando os que apresentavam HC e investigação cintilográfica para esclarecimento etiológico. Sessenta e oito pacientes foram analisados: 8 (11.4%) apresentavam agenesia de tireóide, 17 (24,3%) tireóide ectópica, 25 (35,7%) defeito de síntese hormonal, 14 (20%) hipoplasia glandular, 4 (5,7%) glândula aparentemente sem alterações. Não observamos correlação entre os valores das dosagens séricas de TSH na TNN com os diagnósticos etiológicos e nem no seguimento dos pacientes (Pearson p = 0,855). Em nossa casuística os defeitos de síntese são mais freqüentes do que relatados na literatura.

Hipotireoidismo Congênito - Diagnóstico etiológico - Triagem Neonatal

B089

LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO NO IDOSO: CARACTERIZAÇÃO CLÍNICO-LABORATORIAL


Diogo Alexandre Pereira (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Simone Appenzeller (Co-Orientadora) e Profa. Dra. Lílian Tereza Lavras Costallat (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Foi feito um estudo retrospectivo das manifestações clínico-laboratoriais de pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), do serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Unicamp. Comparou-se as manifestações clínicas e laboratoriais de pacientes com início da doença após os 50 anos (Grupo 1), com pacientes com início em idade fértil ( Grupo 2 ), sendo este o grupo controle (60 pacientes). Os pacientes foram avaliados através do índice de atividade de doença, o SLEDAI (systemic lupus erytematosus disease activity index) e um indice de dano, o SLICC - DI/ACR. A média da idade de início da doença entre o Grupo 1 foi de 55,4 anos e entre o grupo controle foi de 26 anos. No momento do diagnóstico, o grupo controle apresentava maior atividade de doença do que o Grupo 1 (p<0,05). Tanto no diagnóstico quanto na evolução da doença, entre os pacientes do Grupo 1 , a leucopenia foi a atividade mais freqüente. Em relação ao dano, observou-se uma média de dano maior nos pacientes com inicio após os 50 anos no início e na evolução do estudo, quando comparado ao grupo controle (p<0.05). Ainda no Grupo 1, o dano mais freqüente ao diagnóstico foi o musculoesquelético e na evolução, os danos renais.

LES - Idoso - Lúpus

B090

LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO (LES): INFLUÊNCIA DO TABAGISMO E DO SEDENTARISMO NA ATIVIDADE DA DOENÇA E NO ÍNDICE DE DANO PERMANENTE


Thiago J. Almeida Prado Mattosinho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lílian Tereza Lavras Costallat (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O objetivo do trabalho foi determinar a influência to tabagismo e sedentarismo sobre o índice de dano permanente (SLICC) e atividade da doença (SLEDAI) em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Foram incluídas 100 pacientes s com diagnóstico de LES (CAR, 1982) acompanhadas no ambulatório de Reumatologia. A média de idade dos pacientes foi de 36,83 anos; 14 tabagistas (14%) com média de 20 anos de tabagismo, consumindo em média 11 cigarros/dia; 14 ex-tabagistas (14%), que fumaram em média por 7,7 anos. No que diz respeito ao hábito de realizar exercícios físicos regularmente, 24 possuem tal hábito (24%), praticando em média 5,3 horas por semana, sendo a caminhada o exercício físico mais freqüente (94,7%). Foram encontrados: 7 pacientes tabagistas com média de 2,28 pontos de SLICC e 8,43 pontos de SLEDAI, 8 ex-tabagistas com média de 2,62 pontos de SLICC e 8,75 pontos de SLEDAI, 41 pacientes que nunca fumaram com média de 1,75 pontos de SLICC e 9,37 pontos de SLEDAI, 43 pacientes sedentária com média de 1,93 pontos de SLICC e 8,88 pontos de SLEDAI, 13 pacientes não sedentárias com média de 2 pontos de SLICC e 10,07 pontos de SLEDAI, 7 pacientes tabagistas e sedentárias com média de 2,28 pontos de SLICC e 8,43 pontos de SLEDAI, 7 pacientes ex-tabagistas e sedentárias com média de 2,71 pontos de SLICC e 9,42 pontos de SLEDAI, 1 paciente ex-tabagista e não sedentária com média de 2 pontos de SLICC e 4 pontos de SLEDAI, 27 pacientes que nunca fumaram e são sedentárias com média de 2,12 pontos de SLICC e 9,47 pontos de SLEDAI e 12 pacientes que nunca fumaram e não são sedentárias com média de 2 pontos de SLICC e 10,58 pontos de SLEDAI. Pacientes tabagistas e sedentários apresentaram um índice de dano maior que pacientes não tabagistas e não sedentários (p<0,05). Conclusão: O tabagismo e o sedentarismo influenciaram no índice de dano e não na atividade de doença de pacientes com LES.

Tabagismo - Sedentarismo - Lúpus

B091




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