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A CONSTRUÇÃO COLETIVA DA ESCRITA POR ALUNOS SURDOS: O PAPEL DO PROFESSOR COMO MEDIADOR



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A CONSTRUÇÃO COLETIVA DA ESCRITA POR ALUNOS SURDOS: O PAPEL DO PROFESSOR COMO MEDIADOR


Rosana Cheffer e Profa. Dra. Ivani Rodrigues Silva (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Sabe-se que mais recentemente os surdos têm sido considerados como parte de grupos de minorias lingüísticas bilíngües e o processo de aquisição do português escrito desse grupo de alunos tem sido objeto de muita reflexão. Este estudo apresenta parte de um trabalho realizado pelo Programa Escolaridade e Surdez do CEPRE/UNICAMP, com o objetivo de mostrar o processo de construção conjunta da escrita de um livro por um grupo de adolescentes surdos que se iniciou a partir do interesse desse grupo por montar uma história em conjunto. Na primeira etapa do trabalho, foi realizada a discussão para a escolha do tema que seria abordado no livro, na segunda se iniciou a construção conjunta da história e seus desdobramentos, os tópicos relacionados à cada capítulo, para que os alunos tivessem uma visão geral da produção. Por fim, a terceira etapa, será a elaboração completa do livro, o desenvolvimento de cada capítulo da história e o acabamento estrutural do livro. Verificou-se que o interesse pela escrita do português aumentou consideravelmente e que os alunos puderam perceber de forma mais significativa o uso das convenções da língua e o sentido das palavras em diferentes contextos.

Bilingüismo - Educação especial - Surdez

B083

EFEITO DA ADMINISTRAÇÃO DE INSULINA INTRACEREBROVENTRICULAR SOBRE A SECREÇÃO DESSE HORMÔNIO ESTIMULADO POR GLICOSE


Daniel Minutti de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Barreto C. Carvalheira (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O hipotálamo tem importante papel na regulação da homeostase energética e metabolismo da glicose. Recentemente descrevemos que a PI 3-quinase em neurônios do hipotálamo é uma enzima essencial para o controle da ingestão alimentar. Entretanto, o efeito da PI 3-quinase na secreção de insulina permanece desconhecido. Para avaliar seu o efeito na secreção de insulina, foram utilizados ratos da linhagem Wistar em quatro grupos experimentais: 1- infusão intracerebroventricular (icv) de salina; 2- infusão de insulina icv; 3- insulina + LY294002 (inibidor da PI 3 - kinase) icv; 4- LY icv. Após administração icv das respectivas soluções, foram coletadas amostras de sangue nos tempos 0, 15, 30, 60, 90 e 120 min para dosagem de glicose, insulina e peptídeo C. Até o presente momento observou-se que as glicemias dos quatro grupos mantiveram o mesmo padrão. As dosagens séricas do peptídeo C e insulina estão sendo processadas por radioimunoensaio e ELISA, respectivamente.

Insulina - Diabetes - SNC

B084

Participação da nefrina na nefropatia de um modelo que combina hipertensão arterial e diabetes mellitus


Rodrigo de Almeida Sanita (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Butori Lopes de Faria (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Em humanos e modelos experimentais a principal manifestação da doença renal diabética é o aparecimento de níveis anormais de albuminúria. Observações recentes sugerem que a nefrina é uma proteína fundamental na manutenção da integridade da parede do capilar glomerular. A fim de investigar a participação da nefrina no desenvolvimento da albuminúria associada ao DM e sua interação com a hipertensão arterial, ratos geneticamente hipertensos (SHR) e seus controles normotensos (WKY) foram tornados diabéticos através da injeção endovenosa de estreptozotocina. Observamos que 20 dias após a indução do DM os ratos SHR diabéticos apresentavam aumento na albuminúria acompanhada de redução na expressão de nefrina, estimada por imunofluorescência. Esta última alteração, ausente nos ratos WKY diabéticos, pode participar do desenvolvimento de albuminúria associada ao DM e hipertensão arterial.

Diabetes - Hipertensão arterial - Nefrina

B085

CONDUTAS DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM RELACIONADAS À ADMINISTRAÇÃO DE CEFALOSPORINAS POR VIA INTRAVENOSA EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO


Ada Helena Melo da Silva (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. José Luiz Tatagiba Lamas (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Os antibióticos são amplamente utilizados no ambiente hospitalar, especialmente pela via intravenosa. Seu uso inadequado pode, porém, gerar problemas, como resistência microbiana, prolongamento do tempo de internação e maior custo do tratamento. A proposta deste trabalho é conhecer a forma como a administração de cefalosporinas por infusão lenta, entre 30 e 60 minutos, é feita por técnicos de enfermagem do HC-UNICAMP, caracterizando ainda o conhecimento teórico destes sobre a medicação e o procedimento. Os dados parciais foram coletados em unidades de internação do HC-UNICAMP, através de observação não-participante e aplicação de questionários, sendo submetidos a análise estatística descritiva. Os resultados parciais demonstraram que a maior parte dos técnicos administrou a medicação no ritmo de infusão adequado, porém foram observadas falhas na identificação das bolsas e deficiências teóricas, explicitadas pelas respostas abertas ao questionário. Dentre os participantes, 92% relataram conhecer a padronização da administração de medicamentos da unidade. Demonstrou-se a necessidade de atualização de conceitos teóricos dos funcionários, bem como conscientização quanto à necessidade de uma administração correta, para evitar prejuízos na assistência.

Antibióticos - Enfermagem - Administração de medicamentos

B086

CONDUTAS RELACIONADAS À ADMINISTRAÇÃO DE PSICOTRÓPICOS POR VIA INTRAVENOSA


Ângela Cristina Gaiotto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Luiz Tatagiba Lamas (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Substâncias psicotrópicas, amplamente prescritas em hospitais, agem poderosamente no sistema nervoso central, tornando necessário um conhecimento profundo sobre suas técnicas de administração. Neste projeto visamos caracterizar o conhecimento teórico e prático de profissionais de enfermagem do Hospital de Clínicas da UNICAMP sobre a administração de psicotrópicos. O volume de infusão, gotejamento e identificação dos medicamentos foram verificados nas bolsas de soro em que os psicotrópicos foram diluídos. Após esta verificação, os profissionais responderam a um questionário para avaliação de seu conhecimento sobre o medicamento. De 50 profissionais entrevistados, 31 não calcularam o gotejamento corretamente. A média de informações relevantes para a administração constantes da prescrição médica foi de 6 itens, em 9 analisados, e a média de itens identificados na bolsa de infusão foi de 7, em 10 analisados. Trinta e um profissionais conheciam padronização escrita sobre a administração de psicotrópicos e 30 sabiam que esta padronização se encontrava em sua unidade de trabalho. Grande parte disse ter conhecimento das normas prescritas para a administração correta, no entanto os números nos mostram que esse conhecimento não vem sendo posto em prática, revelando dissociação entre prática e teoria.

Psicotrópicos - Abuso de substâncias por via endovenosa - Enfermagem

B087




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