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DOENÇA DE CHAGAS E TRANSPLANTE RENAL



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DOENÇA DE CHAGAS E TRANSPLANTE RENAL


João Paulo Milesi Pimentel (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Eros Antônio de Almeida (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O estudo se deteve à relação existente entre doença de Chagas (DC) e transplante renal (TR). Objetivos: avaliar a freqüência de receptores chagásicos submetidos ao TR no período de 93 a 2003 e o perfil clínico e evolutivo da DC. O critério para inclusão foi que a sorologia para Chagas fosse no mínimo duvidosa para um dos exames (ELISA ou Imunofluorescência Indireta). Os receptores (grupo I) foram divididos em: Ia) sorologias positivas nos dois exames; Ib) sorologias não-reagentes para um teste e positivas para outro; Ic) apenas um tipo de exame reagente e Id) sorologia duvidosa. O grupo II foi formado por doadores reagentes. Verificaram-se dados epidemiológicos, clínicos e sorológicos. Treze (2,98%) pacientes foram selecionados; 11 do grupo I e dois do grupo II. A freqüência de receptores chagásicos (Ia) submetidos ao TR foi de 1,1%. Com relação ao subgrupo Ia (n=3), todos eram naturais de zona endêmica (NZE) para Chagas e permaneceram na forma indeterminada da doença. No subgrupo Ib (n=2), um deles era NZE. No subgrupo Ic (n=3), nenhum era NZE. No subgrupo Id (n=3), apenas um era NZE. Quanto ao grupo II nenhum era NZE. A freqüência de chagásicos transplantados demonstrou-se baixa. Não houve mudança na história natural da DC determinada pelo TR. A sorologia convencional determinou confusão diagnóstica. Observou-se estreita relação entre NZE e diagnóstico de DC.

Doença de Chagas - Transplante renal - Sorologias

B071

AVALIAÇÃO CLÍNICA E LABORATORIAL HEPÁTICA EM INDIVÍDUOS COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA


Luiz Antônio Vasconcelos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Eros Antônio de Almeida (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A insuficiência cardíaca é uma síndrome clínica na qual uma anormalidade da função cardíaca é responsável pela incapacidade do coração ejetar sangue em quantidade suficiente para atender às necessidades dos tecidos corporais. Trata-se da principal causa de hospitalização no sistema de saúde brasileiro. As repercussões que ela traz sobre o fígado vêm sendo descritas há várias décadas, sendo a necrose hemorrágica centrolobular (fígado em noz moscada) uma das mais clássicas, resultado da hipoperfusão e congestão retrógrada. É conhecida a relação entre o choque cardiogênico e aumento dos níveis séricos de enzimas hepáticas. Entretanto, ainda não se conhece qual o efeito dos diferentes graus de insuficiência sobre estes níveis. O presente estudo, através de uma análise retrospectiva de prontuários de 50 pacientes que estiveram internados no ano de 2002 no HC/UNICAMP por ICC procurou avaliar as alterações laboratoriais hepáticas entre os indivíduos portadores das quatro classes de insuficiência cardíaca. Foram fatores de exclusão: história de hepatite de qualquer tipo, choque não cardiogênico, tumor hepático, trauma hepático, alcoolismo, cirrose hepática não cardiogênica ou outras doenças do fígado e vias biliares. Resultado: entre os pacientes das classes I, II e III não houve aumento estatisticamente significativo dos valores de AST e ALT, o que só ocorreu com os pacientes pertencentes à classe IV. Portanto, concluiu-se que a congestão originada da ICC só produzirá lesão hepática nos casos de choque cardiogênico.

Insuficiência cardíaca - Enzimas hepáticas - Alterações laboratoriais

B072

VOLUMETRIA HIPOCAMPAL EM PACIENTES COM LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO


Aline Daiane Carnevalle (Bolsista FAPESP), Simone Appenzeller, Profa. Dra. Lílian Tereza Lavras Costallat e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença do tecido conjuntivo, que pode cursar com manifestações neuropsiquiátricas. A volumetria hipocampal permite investigar alterações cerebrais morfológicas em ressonância magnética (RM) de pacientes com LES. O objetivo deste trabalho foi determinar a presença de atrofia hipocampal em pacientes com LES e correlacioná-la com manifestações clínicas. Foram selecionados 60 pacientes com LES do HC/UNICAMP que realizaram RM. A segmentação dos hipocampos foi baseada em um protocolo e realizada no software Scion®. Os volumes hipocampais foram corrigidos para o volume intracerebral e comparados com 40 indivíduos controles. Foi considerada atrofia quando o volume normalizado era menor que dois desvios-padrão da média dos controles. Observou-se atrofia hipocampal direita em 8,3%, atrofia hipocampal esquerda em 28% e atrofia bilateral em 10% dos pacientes. O grau de atrofia estava associado ao tempo de doença (p<0,001) e a dose cumulativa de corticosteróide (p<0,001). Pacientes com LES e atrofia hipocampal apresentavam maior freqüência de distúrbios cognitivos que pacientes com LES e volumetria hipocampal normal (p<0,01). Os fatores relacionados com a progressão da atrofia hipocampal precisam ser determinados.

Lupus eritematoso sistêmico - Hipocampo - Ressonância magnética

B073

ANÁLISE VOLUMÉTRICA DA PROGRESSÃO DA ATROFIA DO CORPO CALOSO E VOLUME CEREBRAL EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO


Giselle Coelho Resende Caselato (Bolsista), Simone Appenzeller, Profa. Dra. Lílian Tereza Lavras Costallat e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução:Atrofia cerebral tem sido descrita em certas doenças incluindo o Lúpus Eritematoso Sistêmico(LES), porém as causas permanecem incertas. Objetivos: Analisar a progressão de atrofia do corpo caloso, volume cerebral e ventrículo em pacientes com LES e determinar fatores relacionados a sua progressão. Metodologia: Foram selecionados 64 pacientes com LES, sendo o grupo controle composto por 40 voluntários sadios pareados por idade e sexo. Os pacientes e controles realizaram o exame de RM, sendo utilizados os cortes sagitais T1 com 1mm de espessura pelo programa semi-automático Neuroline desenvolvido em nosso laboratório .A análise estatística dos dados foi realizada através do teste t pareado. Resultados: Foram analisados 64 pacientes (58 do sexo feminino) com média de idade de 31,1 anos (variação 11 a 61; DP=12,3) no início do estudo. O período médio de seguimento entre a realização da primeira e segunda RM foi de 19 meses. Observou-se uma redução significativa da média do volume do corpo caloso nos pacientes com LES durante o seguimento (p<0,001). A proporção de pacientes com atrofia do corpo caloso também aumentou de 7.8% para 23.8%. Foi verificado também um aumento no volume dos ventrículos (p<0,01). Em relação aos volumes cerebrais, observamos uma redução ao longo do seguimento, embora não estatisticamente significante. Não foi observada progressão da atrofia cerebral. Conclusão: Pode-se concluir que a progressão da atrofia do corpo caloso, parece ser mais rápida do que a progressão da atrofia cerebral como um todo.

Volumetria - Atrofia - Corpo caloso

B074




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