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SENTIMENTO DE INVASÃO DO ESPAÇO TERRITORIAL E PESSOAL DO PACIENTE HOSPITALIZADO



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SENTIMENTO DE INVASÃO DO ESPAÇO TERRITORIAL E PESSOAL DO PACIENTE HOSPITALIZADO


Elen Recco Luca (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Edinêis de Brito Guirardello (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Estar hospitalizado representa ao indivíduo sair de seu domicílio, conviver e dividir seu espaço com pessoas desconhecidas e ter que se adaptar a um ambiente rígido e desconhecido, o que pode gerar sentimentos negativos. Com o objetivo de identificar os sentimentos dos pacientes em relação à invasão de seu espaço territorial e pessoal, foram entrevistados 130 pacientes internados no Hospital das Clínicas da UNICAMP. A maioria dos pacientes é do sexo masculino, com idades entre 18 e 65 anos e ensino fundamental incompleto. O tempo de internação variou entre três e 33 dias, sendo que a maioria relatou experiência prévia de internação. As principais situações que geram sentimentos de invasão do espaço territorial são: o pessoal da enfermagem mexe em seus pertences pessoais e conversa alto no corredor. Quanto ao sentimento perante a invasão do espaço pessoal foram expressos pelas situações: o pessoal da enfermagem realiza um procedimento numa área íntima de seu corpo ou troca sua roupa sem colocar biombo e o médico examina diferentes partes do seu corpo. Ao passar pela hospitalização, o indivíduo já espera ter seu espaço pessoal constantemente invadido, sendo fundamental à equipe de enfermagem proporcionar um ambiente favorável à recuperação do indivíduo.

Enfermagem - Espaço pessoal - Paciente

B067

PREVALÊNCIA DAS LESÕES PRÉ-NEOPLÁSICAS DE COLO UTERINO EM MULHERES INFECTADAS PELO HIV ATENDIDAS NO CAISM/UNICAMP DE 1994 A 2005


Thiago Lourenço Schioba (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eliana Martorano Amaral Freitas da Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A alta prevalência, maior persistência e progressão das lesões pré-neoplásicas do colo uterino devido ao HPV são observadas em mulheres HIV soropositivas, o que poderia ser reduzido pelo uso de terapia anti-retroviral (TARV). O objetivo do projeto foi analisar a tendência na prevalência de lesões de alto e baixo grau de colo uterino em pacientes infectadas pelo HIV admitidas no Ambulatório de Infecções Genitais II do Centro de Assistência Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da UNICAMP no período jan/1994-fev/2005. Foram revisados os resultados das citologias oncológicas (CO) colhidas rotineiramente na 1ª consulta, disponíveis nos prontuários médicos. Em 611 prontuários revistos, 500 preencheram os critérios de inclusão. A idade média foi 31 anos. O uso de TARV foi relatado por 49,8% das mulheres e apenas 12,7% referiram internação anterior por complicações do HIV. Observou-se que 27,2% das mulheres possuíam CO anormal, sendo 16,8% de lesões de baixo grau (NIC I e ASCUS) e 10,4% com lesões de alto grau (NIC II e III) e nenhum caso de carcinoma invasivo. A admissão até 1996 (pré-TARV) não esteve associada à alteração citológica. A prevalência de lesões foi maior entre as usuárias de TARV, possivelmente devido a seu estado de imunodepressão que indicou a terapia.

HIV - HPV - Colo uterino

B068

PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA E TRABALHO VOLUNTÁRIO: A VISÃO DOS ACOMPANHANTES DE UMA ENFERMARIA DE PEDIATRIA


Daniella Yamada Baragatti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eliete Maria Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A hospitalização de uma criança pode ser uma experiência traumática tanto para ela quanto para quem a acompanha durante sua internação. A visita de palhaços voluntários em enfermarias pediátricas contribui para que a experiência seja menos traumática, além de ser uma forma de participação social, diretriz do atual sistema de saúde brasileiro (SUS). Este estudo qualitativo buscou conhecer, através de entrevistas semi-estruturadas, gravadas e transcritas, a opinião dos acompanhantes da enfermaria de pediatria do Hospital das Clínicas (HC) da UNICAMP, a respeito de participação comunitária, trabalho voluntário e da atuação dos grupos de palhaços, complementando os dados anteriormente encontrados na análise das entrevistas dos profissionais de saúde da enfermaria referida. Nos resultados encontramos que a minoria dos acompanhantes conseguiu relacionar o grupo de palhaços com participação comunitária e trabalho voluntário, como aconteceu com a equipe de saúde. Os acompanhantes reconhecem respostas positivas da visita de palhaços na enfermaria, tanto para as crianças quanto para si próprios, o que também confirma o que foi encontrado nas entrevistas com a equipe de saúde.

Acompanhantes - Grupos de palhaços - Participação comunitária

B069

ANÁLISE DA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA DE FOBI-CAPELLA ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO BAROS


Lyvia Tomé Monteiro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Elinton Adami Chaim (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A obesidade é considerada a epidemia do século pela OMS, atingindo pessoas de todas as idades e ambos os sexos. Muitas co-morbidades estão associadas e a mortalidade entre os obesos tem sua taxa aumentada, sendo imprescindível um tratamento eficaz. Para os obesos mórbidos (IMC>40Kg/m²), a cirurgia bariátrica tem sido vista como a melhor forma na indução e manutenção do peso ideal. No Hospital das Clínicas da UNICAMP, utiliza-se a cirurgia de Fobi-Capella, obtendo-se resultados satisfatórios no tratamento da obesidade mórbida. A cirurgia bariátrica participa também do aprimoramento da qualidade de vida desses pacientes, o que avaliamos através do questionário BAROS, que consta de cinco perguntas comparativas em relação a antes da realização da cirurgia relativas a auto-estima, atividade física, vida social, desempenho no trabalho e interesse/atividade sexual. Foram entrevistados 90 pacientes que realizaram a cirurgia de Fobi-Capella e cujos tempos de pós-operatório variam entre 6 e 60 meses. Pelas respostas do questionário, 67,8% desses pacientes tiveram sua qualidade de vida muito melhorada; 31,1%, melhorada; 1,1% não tive alteração e nenhum paciente teve sua qualidade de vida diminuída. Assim, pode-se confirmar a eficiência da cirurgia de Fobi-Capella na melhoria da qualidade de vida dos obesos mórbidos submetidos a esse tratamento.

Obesidade móbida - Cirurgia bariátrica - Qualidade de vida

B070




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