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O IMPACTO DA EXPERENCIA ESTRESSANTE DE APRENDIZAGEM EM ALUNOS NA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM



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O IMPACTO DA EXPERENCIA ESTRESSANTE DE APRENDIZAGEM EM ALUNOS NA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM


Isabella de Carvalho Gonçalves Dias (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dra. Clarice Tasqueti (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Este estudo buscou identificar, categorizar e analisar fenomenologicamente o impacto das experiências estressantes de aprendizagem em alunos de graduação em enfermagem e, como a grade curricular influencia os mesmos. Os dados foram obtidos em duas etapas: na primeira, foi aplicado um questionário à todos os alunos do 2º, 3º e 4º ano referente à 2.004 de Curso de Graduação em enfermagem da UNICAMP; na segunda etapa foram realizadas entrevistas amostrais aprofundadas sobre os dados iniciais obtidos. Assim, procurou-se identificar as questões essenciais da problemática a luz da abordagem fenomenológica. A categorização das respostas na primeira etapa evidenciou cinco grupos de fatores estressantes a saber: 1. relacionamento professor-aluno (76.0% das respostas); 2. carga horária excessiva (18.4%); 3. métodos de avaliação (3.0%); 4. materiais e recursos utilizados para estudo (1.6%) e 5. iniciação cientifica, pesquisa (1.0%). Essas questões foram aprofundadas na segunda etapa e, as respostas dos alunos analisadas segundo a teoria proposta. Conclui-se que há necessidade de mudança de comportamento por parte dos professores no que se refere à atenção individualizada aos alunos e suporte emocional adequado quando do enfrentamento emocional de situações nunca vivenciadas anteriormente e conseqüentemente estressantes. Conclui-se ainda que há necessidade de adequação de grade curricular buscando-se carga horária compatível e adequada às condições dos alunos.

Alunos - Experiências estressantes - Enfermagem

B063

CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS ENTRE GRADUANDOS DE ENFERMAGEM


Thaís Grecchi Balan (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudinei José Gomes Campos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O consumo de bebidas alcoólicas, principalmente entre jovens estudantes universitários, vem se destacando cada vez mais na sociedade, sendo discutido amplamente devido às conseqüências que provoca não somente à saúde do indivíduo, mas também em todos aqueles que estão ao seu redor, pois estes acabam sendo afetados indiretamente. Sendo futuros profissionais da área de saúde, fez-se necessário verificar o padrão de consumo de estudantes da graduação em Enfermagem, do sexo feminino, assim como as razões que podem levá-los a consumir bebidas alcoólicas e se a entrada numa universidade contribuiu para este consumo. Foram aplicados um questionário e uma entrevista aos alunos, sendo os dados analisados quanti-qualitativamente, chegando-se a um número de alunos que apresentam consumo acima da média considerado normal pela literatura especializada e com isso podendo prejudicá-lo física, emocional e socialmente, inclusive no tocante ao seu desenvolvimento profissional.

Consumo de bebidas alcoólicas - Alcoolismo - Bacharelado em Enfermagem

B064

A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES TERAPÊUTICAS COMO UM MEIO DE CONTRIBUIR PARA O TRATAMENTO DE PACIENTES COM TRANSTORNO MENTAL SEVERO E PERSISTENTE EM SERVIÇOS RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS PERTENCENTES AO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL – CAPS – ESTAÇÃO


Mariana Carraro Alonso (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Débora Isane Ratner Kirschbaum (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A pesquisa foi realizado com equipe de enfermagem multiprofissional de um Serviço Residencial Terapêutico de Campinas vinculado ao Centro de Atenção Psicossocial – Caps Estação. Identificamos quais concepções de reinserção e reabilitação psicossocial dos profissionais; delimitamos a caracterização de seu trabalho diário e apreendemos os obstáculos e/ou recursos que encontram no serviço. Abordamos a equipe mediante entrevistas abertas com roteiro semi-estruturado, técnica de amostragem por saturação e análise temática de conteúdo para o tratamento dos dados. Concluímos que vários foram os obstáculos relatados, tais como, prática prioritária de ações voltadas ao modelo biomédico, dificuldade para estabelecimento de relações interpessoais produtivas, falta de recursos humanos e de motivação dos profissionais. Neste contexto, inferimos que as concepções que delineiam as atividades dos profissionais permanecem ainda bastante associadas ao antigo modelo manicomial, não sendo efetivas frente à seus pressupostos iniciais.

Serviços de saúde mental - Serviço reabilitação - Transtornos mentais

B065

AS CONTRIBUIÇÕES DAS ATIVIDADES PRÁTICAS NA TRANSFORMAÇÃO DA VISÃO DE DOENTE MENTAL, ELABORADA POR ALUNOS CONCLUIENTES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM


Sheila Cristina de Oliveira Sas (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Débora Isane Ratner Kirschbaum (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O trabalho foi realizado com um grupo de alunos concluintes do curso de Graduação em Enfermagem da UNICAMP, que teve como objetivos, identificar as concepções que possuíam em relação aos doentes mentais, antes de realizar atividades práticas na disciplina de Saúde Mental, e as elaboradas ao término das atividades. A partir disso, discutir se a estigmatização social em relação ao doente mental contribui para a percepção dos alunos. Os estudantes foram abordados por meio de entrevista aberta com roteiro semi-estruturado. A técnica de amostragem foi por saturação e os dados discutidos pela análise de conteúdo. As percepções em relação ao doente mental antes da execução das atividades práticas, foram de pessoas que transmitiam medo, sujas, perigosas e diferentes; a elaborada ao término das atividades foram a perda do receio, o contato paciente-aluno e a teoria mobilizada para a prática. Nesse contexto, inferimos que o estigma social de doente mental pode ter interferido na percepção dos alunos antes das atividades práticas, mas algumas puderam ser modificadas ao término dessas atividades.

Saúde mental - Enfermagem psiquiátrica - Educação

B066




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