Universidade estadual de campinas


ESTUDO EXPERIMENTAL DE HIDROXIAPATITA EM FALHAS ÓSSEAS PRODUZIDAS EM CALVÁRIAS DE RATOS



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ESTUDO EXPERIMENTAL DE HIDROXIAPATITA EM FALHAS ÓSSEAS PRODUZIDAS EM CALVÁRIAS DE RATOS


Fabíola Ferreira Ferri, Prof. Dr. Cassio Menezes Raposo do Amaral (Orientador), Eliane Maria Ingrid Amstalden e Ana Beatriz Albino de Almeida, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Biomateriais têm sido aplicados em cirurgia reconstrutiva craniofacial, podendo substituir enxertos ósseos devido às suas propriedades e à vantagem de dispensar a necessidade de uma segunda operação para obtenção de enxerto. Hidroxiapatita (HA) é o mineral primário dos ossos e um biomaterial. Objetivamos avaliar e quantificar a neoformação óssea, mediante o uso de um cimento de HA. Trinta ratos Wistar de 8 semanas foram submetidos a uma cirurgia que removeu fragmento ósseo de 6,3mm de diâmetro de suas calvárias. Em 15 ratos, um enxerto foi colocado no orifício, e os demais ratos foram usados como controle, ficando sem reposição. O enxerto é composto de HA adicionada de fibras de nylon, carbono e polipropileno, que o tornam mais resistente. Os animais enxertados foram divididos em três grupos, que foram sacrificados 2, 3 e 6 semanas após a cirurgia. Os animais sem enxerto foram divididos semelhantemente. Após o sacrifício, dois animais de cada um dos seis grupos foram tomados para análise histológica preliminar da peça extraída: enxerto (ou apenas o orifício) e parte do osso ao redor. Não houve diferença na quantidade de osso neoformado entre os grupos, nem formação óssea no interior do material, mas um tecido conectivo formou-se ao redor do mesmo e desenvolveu uma maior organização a cada semana. Não houve integração vertical entre enxerto e periósteo. O material não permitiu osseointegração, talvez devido ao diâmetro do orifício comparativamente ao tamanho da calvária. Aparentemente não houve influência das fibras, as quais não são refringentes à microscopia de luz polarizada.

Biomateriais - Enxertos - Hidroxiapatita

B059

DESENHO ANIMADO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL


Micaela Paula Ciani (Aprimoranda FUNDAP), Paula Contreras Tito (Aprimoranda FUNDAP) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Dentre as formas de mediação (instrumental, semiótica e social) propostas pela abordagem histórico-cultural, o conceito de mediação social é destacado para enfatizar o papel das relações entre adultos e crianças, com duas possibilidades: mediações cotidianas e pedagógicas, estas últimas caracterizadas por intencionalidade e sistematicidade (Rocha, 2000). Dentre as possíveis mediações pedagógicas, foi destacada no presente estudo a questão da apresentação de desenhos animados a crianças com deficiência visual, muitas com outros problemas de origem orgânica, visando ampliar possibilidades de compartilhar recursos disponíveis na comunidade. Foram realizadas oito sessões para cada grupo, constando de desenhos veiculados pela TV Cultura, e de atividades variadas após a apresentação do desenho. As sessões foram filmadas, e foram elaborados relatos das atividades. Os resultados indicaram formas de mediação pedagógica que favoreceram a compreensão dos desenhos, destacando-se: a) diálogos iniciados pelo adulto mediador, em que cada trecho do desenho era comentado e explicado, e b) atividades com miniaturas, que propiciavam diferentes formas de representação relacionadas ao tema do desenho. Foi discutida a contribuição da proposta para a ampliação do universo cultural das crianças.

Mediação pedagógica - Desenho animado - Crianças com deficiência visual

B060

DESENHO ANIMADO PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL


Paula Contreras Tito (Aprimoranda FUNDAP), Micaela Paula Ciani (Aprimoranda FUNDAP) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Dentre as formas de mediação (instrumental, semiótica e social) propostas pela abordagem histórico-cultural, o conceito de mediação social é destacado para enfatizar o papel das relações entre adultos e crianças, com duas possibilidades: mediações cotidianas e pedagógicas, estas últimas caracterizadas por intencionalidade e sistematicidade (Rocha, 2000). Dentre as possíveis mediações pedagógicas, foi destacada no presente estudo a questão da apresentação de desenhos animados a crianças com deficiência visual, muitas com outros problemas de origem orgânica, visando ampliar possibilidades de compartilhar recursos disponíveis na comunidade. Foram realizadas oito sessões para cada grupo, constando de desenhos veiculados pela TV Cultura, e de atividades variadas após a apresentação do desenho. As sessões foram filmadas, e foram elaborados relatos das atividades. Os resultados indicaram formas de mediação pedagógica que favoreceram a compreensão dos desenhos, destacando-se: a) diálogos iniciados pelo adulto mediador, em que cada trecho do desenho era comentado e explicado, e b) atividades com miniaturas, que propiciavam diferentes formas de representação relacionadas ao tema do desenho. Foi discutida a contribuição da proposta para a ampliação do universo cultural das crianças.

Mediação pedagógica - Desenho animado - Crianças com deficiência visual

B061

UTILIZAÇÃO DA DOSAGEM SÉRICA DE CISTATINA-C NA AVALIAÇÃO DA TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA


Rafael Rodrigues de Queiroz (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Célia Regina Garlipp (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A creatinina é o marcador endógeno mais freqüentemente utilizado para a avaliação da Taxa de Filtração Glomerular (TFG). Em pacientes com Insuficiência Renal Crônica, essa determinação sofre interferência de vários fatores como perda progressiva de massa muscular, aumento da secreção tubular de creatinina, dificuldade de coleta adequada de urina de 24h, imprecisão das fórmulas baseadas na creatinina sérica e dificuldades operacionais para utilização de radioisótopos. Vários estudos têm proposto a utilização da Cistatina-C para a avaliação da TFG em pacientes cuja creatinina sérica tem se mostrado crítica para essa determinação. Objetivo: Comparar a TFG medida pelo Clearance de Cromo-EDTA (CleaCr-EDTA, padrão-ouro) com o Clearance de Creatinina (CleaCrea) e com a dosagem sérica de Cistatina-C. Foram estudados 31 pacientes com insuficiência renal de diversas etiologias, encaminhados ao Serviço de Medicina Nuclear do HC/UNICAMP para determinação da TFG através do Clearance de Cr-EDTA. Para cada indivíduo foram também realizados dosagem sérica de Cistatina-C e CleaCrea. Cistatina-C, CleaCr-EDTA e CleaCrea mostraram-se alterados em 62%, 58% e 55% dos pacientes, respectivamente. A comparação entre Cistatina-C e CleaCr-EDTA (em base logarítmica) mostrou a correlação r = 0,9422, enquanto que entre o CleaCrea e o CleaCr-EDTA (em base logarítmica) observou-se r = 0,7133. Os resultados apontam para um bom desempenho da Cistatina-C frente aos outros exames. Sua utilização no lugar do CleaCrea é limitada pelo seu alto custo. Entretanto, no futuro poderá substituir o Clea Cr-EDTA por ser mais barato, de fácil execução e causar menos riscos e desconfortos que o ensaio marcado por radioisótopo.

Cistiatina-C - Taxa de filtração glomerular - Insuficiência renal crônica

B062




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