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Análise clínica dos pacientes com suspeita de imunodeficiência fagocitária



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Análise clínica dos pacientes com suspeita de imunodeficiência fagocitária


Márcia Buzolin (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Condino Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A doença granulomatosa crônica (DGC) é uma imunodeficiência primária na qual a produção de superóxido pela cadeia de NADPH oxidase dos fagócitos está ausente ou prejudicada. Os portadores dessa doença sofrem com infecções graves e recorrentes. O objetivo deste estudo é analisar os aspectos clínicos de pacientes com infecções de repetição, com suspeita de defeito de fagócitos ao nível do sistema NADPH oxidase. Foram avaliados 59 pacientes encaminhados para o Centro de Investigação Pediátrica da Universidade Estadual de Campinas. Os pacientes foram divididos em dois grupos, de acordo com o diagnóstico bioquímico de DGC. Os dados obtidos na anamnese foram submetidos à análise estatística e as comparações foram feitas pelo teste exato de FISHER bicaudal (com nível de significância de 5%). No grupo com DGC (n=20) as manifestações mais comuns foram infecções pulmonares, linfadenite, infecções cutâneas e abscessos hepáticos. No outro grupo (n=39), foram encontradas infecções pulmonares, amigdalites, infecções cutâneas e diarréia. História familiar positiva para infecções de repetição, reação vacinal à BCG, manifestações de linfadenite e abscessos hepáticos apresentaram forte associação com o grupo com diagnóstico bioquímico de DGC (p<0,05). Infecções urinárias mostraram-se associadas (p=<0,05) ao grupo em que o diagnóstico de DGC não foi confirmado.

Doença granulomatosa crônica - NADPH oxidase - Imunodeficiência primária

B051

ESTUDO GENÉTICO-EPIDEMIOLÓGICO DA HEMOGLOBINA S EM UMA POPULAÇÃO PAULISTA (CAMPINAS, SP)


Tiago Giraldi (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Luis Alberto Magna e Prof. Dr. Antonio Sérgio Ramalho (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A anemia falciforme, expressão clínica dos homozigotos do gene da hemoglobina S, é a doença hereditária mais freqüente no Brasil. No presente estudo foram organizados em um software específico os dados de 817 heterozigotos do gene da Hb S (513 homens e 304 mulheres), não consangüíneos, com idade entre 18 e 65 anos, detectados voluntariamente na região de Campinas, SP. A análise dos dados informa que apenas 53 % da amostra tiveram a sua ancestralidade africana evidenciada pelo seu fenótipo, que 36 % dos indivíduos eram geneticamente nordestinos e que a migração nordestina determinou uma redução de, no mínimo, 8,2 % na proporção do haplótipo Bantu da hemoglobina S (mais grave) na região de Campinas, aumentando a proporção do haplótipo Benin (mais benigno). A amostra possui um componente gênico negróide de 45 %, caucasóide de 41 % e indígena de 14 %. Conclusão: a miscigenação e a migração nordestina alteraram significativamente o perfil genético-epidemiológico dos portadores da hemoglobina S na região de Campinas, SP.

Hemoglobina S - Anemia falciforme - Genética epidemiológica

B052

ALTERAÇÕES NA MICROCIRCULAÇÃO DEVIDO AO INFILTRADO INFLAMATÓRIO EM PACIENTES CHAGÁSICOS CRÔNICOS


Dyuliano Marcos Dias Mendonça (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Ednaldo Yudy Shono e Prof. Dr. Avelino Bastos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O principal acometimento na Doença de Chagas é o cardíaco o qual poderia ser explicado pela teoria da anormalidade microvascular. Neste sentido o objetivo deste trabalho é discutir se os quadros de isquemia miocárdica em pacientes chagásicos crônicos são devidos ou não ao infiltrado inflamatório induzido pela presença do Tripanosoma cruzi no músculo cardíaco. Serão analisados testes de esforço (TE) obtidos dos prontuários, a cintilografia cardíaca com Gálio a ser realizada em todos pacientes e cineangiocoronariografia realizada somente naqueles com TE e cintilografia positivos. A análise dos dados será feita por Correlação Simples. Foram analisados 15 TE anteriormente selecionados, dos quais 6 foram positivos e 9 negativos. Até o momento foi possível a realização de 2 cintilografias nos pacientes com TE positivo (1 positiva e 1 negativa) e 2 naqueles com TE negativo (1 positiva e 1 negativa). Com estes resultados parciais parece não haver relação entre a isquemia detectada pelo TE e o infiltrado inflamatório visto pela cintilografia com gálio, entretanto, conclusões mais fidedignas só serão possíveis após o término do trabalho. A cineangiocoronariografia será realizada somente após a análise das cintilografias.

Doença de Chagas - Infiltrado inflamatório - Isquemia

B053

PESQUISA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NO PERÍODO NEONATAL, ATRAVÉS DO ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O EXAME RADIOLÓGICO CONTRASTADO DO ESÔFAGO, ESTÔMAGO E DUODENO E MONITORIZAÇÃO PROLONGADA DO PH ESOFÁGICO DISTAL


Pedro H. da R. Zanuncio (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Beatriz Regina Alvares (Orientadora) e Profa. Dra. Maria Aparecida Mezzacappa (Colaboradora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é definida como uma disfunção do esôfago distal, causando retorno freqüente do conteúdo gástrico para o esôfago e estando associada ou não a freqüentes episódios de vômitos. O presente trabalho, comparou os achados encontrados na pHmetria e no exame radiológico contrastado do EED em neonatos com a pHmetria alterada; descreveu radiologicamente a presença de malformações congênitas no esôfago, estômago e duodeno e determinou os parâmetros radiológicos mais relevantes para a DRGE. A investigação foi realizada nos recém-nascidos (RN) prematuros ou a termo, apresentando sintomatologia da DRGE e com pHmetria alterada. O sinal mais comum observado nos RN estudados foi a queda na saturação de oxigênio (90,3%). Radiologicamente, o refluxo foi pequeno em 9,6% e, médio e elevado em 32,2% dos casos. Houve alterações anatômicas em 6,4% dos casos e, em 29,0%, não houve a presença de refluxo. Concluímos que, apesar da pHmetria ser o padrão-ouro, a realização do exame radiológico contrastado do EED desempenhou um papel importante na demonstração e classificação do grau de refluxo, além de detectar alterações anatômicas.

Doença do refluxo gastroesofágico - Phmetria - Estudo radiológico

B054




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