Universidade estadual de campinas


APOPTOSE INDUZIDA POR ESTRESSE OXIDATIVO EM CÉLULAS DE TUMOR DE WALKER 256



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APOPTOSE INDUZIDA POR ESTRESSE OXIDATIVO EM CÉLULAS DE TUMOR DE WALKER 256


Ana Luiza Ongaro Seidinger (Bolsista CNPq), Karina Gottardello Zecchin (Co-orientadora) e Prof. Dr. Aníbal Eugênio Vercesi (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A morte celular programada ou apoptose é um importante mecanismo de resposta a danos no material genético e na regulação da proliferação celular dos organismos. Falhas neste mecanismo podem gerar células tumorais, o que torna a apoptose um importante alvo de estudos em oncologia. O tumor de Walker 256 tem sido amplamente utilizado como modelo experimental em pesquisas sobre o câncer. Sabe-se que este tumor expressa grandes quantidades de proteína Bcl-2, a qual previne eventos pró-apoptóticos na mitocôndria. O objetivo deste trabalho é avaliar o processo de morte induzida por estresse oxidativo nas células de tumor de Walker 256. As células tumorais foram isoladas e cultivadas durante 1 hora na presença de 100M do agente pró-oxidante tert-butil hidroperóxido (tBOOH). Viabilidade celular, produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), concentração de Ca2+ citosólico, potencial elétrico de membrana mitocondrial (m) e apoptose foram estimados. Diminuição da viabilidade celular foi observada nas células tratadas com tBOOH, em comparação às células não tratadas. tBOOH induziu morte celular por apoptose, como demonstrado pela marcação com AnexinaV/PI, processo este totalmente revertido pela adição de PFT, inibidor de p53. tBOOH aumentou significativamente os níveis de EROs e Ca2+ citosólico porém não alterou o m. Os resultados obtidos sugerem que o tratamento de células de tumor de Walker 256 com tBOOH induz apoptose in vitro através da ativação de p53, independente de alterações de m, provavelmente às custas da alta expressão de Bcl-2 nestas células.

Apoptose - Estresse oxidativo - Tumor de Walker 256

B047

CLONAGEM E EXPRESSÃO DO GENE DA PROTEÍNA DESACOPLADORA 5 DE ARABIDOPSIS THALIANA E CARACTERIZAÇÃO DA PROTEÍNA RECOMBINANTE


Kívia Aparecida Pontes de Oliveira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Aníbal Eugênio Vercesi (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O gene da proteína desacopladora 5 de Arabidopsis thaliana (AtPUMP5) pertence a um novo ramo dentro da família dos genes das proteínas desacopladoras. A expressão desse gene foi fortemente induzida quando plântulas de Arabidopsis foram expostas a baixas temperaturas. Para melhor compreender o processo de desacoplamento em plantas, o gene que codifica a proteína AtPUMP5 foi clonado e expressado. A proteína recombinante foi purificada a partir de corpúsculos de inclusão e reconstituída em proteolipossomos. A análise do fluxo de prótons em pH 7.2, medido como mudança de fluorescência da sonda SPQ, revelou que ácido linoléico induz fluxo de H+ com um aparente Km de 45 µM, valor similar ao obtido para AtPUMP1 (43 µM). AtPUMP5 apresentou sensibilidade a nucleotídeos purínicos mais baixa (Ki, ATP = 15.0 mM e Ki,GDP = 10.0 mM) do que AtPUMP1 (Ki,ATP = 0.85 mM e Ki,GDP = 0.8 mM). Portanto, a atividade da AtPUMP5 deve ser regulada ou por mecanismos transcripcionais ou por mecanismos que não incluem a inibição por nucleotídeos purínicos. A Os resultados colaboram com a separação filogenética PUMP1-2 e PUMP5, o que sugere que os membros do subgrupo PUMP5 devem ter um novo mecanismo fisiológico de regulação na bioenergética de plantas.

Proteína desacopladora - Bioenergética - Arabidopsis thaliana

B048

AMAMENTAÇÃO MATERNA: O IDEALIZADO


Clara Fróes de Oliveira Sanfelice (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Antonieta Keiko Kakuda Shimo (Orientador) Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A mulher, antes de ser mãe, possui um conjunto de idéias e intenções com relação ao processo de amamentar, conscientes ou inconscientes. Estas idéias se formaram ao londo de sua vida, conforme os acontecimentos particulares e singulares de cada mulher, os quais delinearam suas expectativas com relação ao ato de amamentar. Ao amamentar, a mulher poderá encontrar diferentes respostas com relação à suas expectativas. Logo, identificar as expectativas maternas do processo de aleitamento e compará-las com a realidade vivenciada, é o objetivo deste trabalho. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo e com abordagem qualitativa.O estudo foi dividido em duas partes, neste primeiro momento foram feitas entrevistas para se descobrir as expectativas maternas com relação ao processo de aleitamento. A amostra é constituída por 18 sujeitos que responderam a uma entrevista constituida de 4 questões abertas. A coleta de dados ocorreu de janeiro à março de 2005 com mulheres usuárias da rede pública. As informações foram gravadas e transcritas. Utilizou-se a abordagem do Discurso do Sujeito Coletivo para análise dos depoimentos. Após concluída a coleta de dados, as respostas de cada questão foram agrupadas e dividivas em categorias.A partir das categorias, foram formulados os discursos. Concluímos, dessa forma, que as informações disseminadas pela mídia e pelas relações sociais existentes atimgem em 100% as mulheres do estudo, no que diz respeito ao processo de amamentação e seus desdobramentos, no entanto, até que ponto essa variedade de informações é suficiente para resultar em um efetivo processo de aleitamento?

Saúde da mulher - Aleitamento materno - Puerpério

B049

Efeito dos Antinflamatórios não Hormonais sobre a Atividade do Sistema NADPH Oxidase em Células THP-1 Diferenciadas com IFN-g e TNF-a


Iuuki Takasaka (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Condino Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A reação inflamatória aguda é um processo iniciado e conduzido por mediadores plasmáticos que atuam localmente, promovendo sinais característicos. Os macrófagos estimulados apresentam elevada capacidade de espraiamento, fagocitose e secreção de elementos lisossomais. Estas células ativadas, por sua vez, são capazes também de produzir grandes quantidades de metabólitos reativos do oxigênio e nitrogênio (H2O2, O2-, OH- e NO), o que lhes confere alta capacidade microbicida e tumoricida. A importância do sistema NADPH oxidase como mecanismo microbicida pôde ser evidenciada através do conhecimento da Doença Granulomatosa Crônica. Este complexo enzimático gerador de superóxido forma um pequeno sistema de elétrons trans-membrana que resulta na oxidação do NADPH na superfície citoplasmática e na geração de reativos oxidantes durante a fagocitose. O objetivo deste trabalho foi investigar o efeito de antiinflamatórios não-hormonais sobre a atividade do sistema NADPH oxidase em células mielocíticas humanas THP-1 diferenciadas com IFN- e TNF-, visando ampliar o conhecimento sobre a ação destes fármacos sobre o processo inflamatório. Para isso foi analisada a quantidade de liberação do superóxido pelas células. Concluímos que dentre os fármacos testados na pesquisa o mais potente inibidor da ação da NADPH foi o meloxicam.

NADPH oxidase - Anti-inflamatórios - THP-1

B050




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