Universidade estadual de campinas


Faculdade de Ciências Médicas



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Faculdade de Ciências Médicas

B042

CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS E PSICOSSOCIAIS DE GESTANTES ADOLESCENTES E NÃO ADOLESCENTES RESIDENTES NA REGIÃO SUDOESTE DE CAMPINAS, SP


Giselle de Melo Braga (Bolsista PIBIC/CNPq), Celene Aparecida Ferrari Audi (Doutoranda) e Profa. Dra. Ana Maria Segall Corrêa (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O presente estudo tem o intuito de conhecer a situação de saúde das gestantes adolescentes no Distrito Sudoeste (uma das regiões de Campinas com maior proporção de grávidas adolescentes, 20,3%) e dos possíveis riscos perinatais associados a este grupo.Trata-se de um estudo transversal entre adolescentes SUS-dependentes através de aplicação de um questionário, na ocasião da consulta pré-natal na Unidade Básica de Saúde. As entrevistas ainda estão sendo realizadas e os dados finais da seleção de gestantes estarão disponíveis na ocasião do XIII Congresso Interno de Iniciação Científica. Até o momento, foram entrevistadas 129 adolescentes, que estavam em média com 20,7 semanas de gestação. A média de idade das gestantes foi de 17 anos, e a do pai do bebê foi de 22,7 anos. Trinta e dois por cento das adolescentes eram solteiras e 37% não moravam com o pai do bebê. Entre as demais, 56,3% moravam com o companheiro há menos de um ano. A primeira relação sexual ocorreu em média aos 14,7 anos e a primeira gravidez aos 16,7 anos. Dezesseis porcento das adolescentes gestava o segundo filho. Sessenta e sete por cento das gestantes disseram que gostariam de esperar mais tempo para engravidar. As condições acima expostas são apoiadas por outros estudos e demonstram que os riscos presentes no período da gravidez de adolescentes ultrapassam o aspecto biológico e envolvem também as esferas psicológica e das relações sociais dessas gestantes.

Gravidez - Adolescência - Características biopsicossociais

B043

Caracterização do apoio social às mães de recém-nascidos de baixo peso nascidos e residentes no município de Campinas, SP


Maria Carolina Szymanski de Toledo (Bolsista PIBIC/CNPq), Lúcia Kurdian Maranha (Co-orientadora) e Profa. Dra. Ana Maria Segall Corrêa (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As crianças de BPN apresentam um risco de morte quase trinta vezes maior que aquelas nascidas com peso normal no primeiro ano de vida. Surge como estratégia para redução da morbimortalidade destas crianças, a atuação frente a melhorias de condições ambientais, socioeconômicas e assistenciais. Nestas últimas encontram-se os serviços de saúde e uma “segunda via” onde a própria comunidade presta ajuda por meio de redes de apoio social. Desta maneira o presente trabalho teve como objetivo caracterizar o apoio social e as redes de apoio social às mães de RNBP residentes na cidade de Campinas, SP. Assim, foram estudados 170 mães e seus RN, pesando entre 1500 e 2500g, em duas maternidades de Campinas. Características sócio-demográficas, de saúde, do cuidado infantil e da rede e de apoio social, foram levantadas por meio de questionário durante visita domiciliar à mãe, no 4º mês de vida da criança. Utilizaram-se análises descritivas e teste do qui-quadrado. Pudemos destacar associação significativa entre o ganho de peso da criança, no 4º mês, e maior escolaridade materna (p=0,04); presença de companheiro com planejamento da gravidez e possuírem ajuda para cuidar da criança (p<0,001; p=0,007). As mães, com menos ajuda das instituições, se sentiram com mais dificuldades para cuidar da criança (p=0,02). Portanto, a pesquisa sobre redes e apoio social contribui como estratégia para melhoria da atenção à saúde de mães e RNBP.

Apoio social - Recém-nascido de baixo peso - Saúde materno-infantil

B044

Investigação sobre as atitudes dos pais de crianças surdas quanto à realização de exames moleculares para diagnóstico da surdez de origem genética


Nancy Fumino Saito (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Andréa Trevas Maciel Guerra (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A surdez é muito heterogênea quanto à etiologia, podendo ser de origem ambiental ou genética, incluindo casos sindrômicos e não sindrômicos. A surdez hereditária não sindrômica tem diversos mecanismos de herança, sendo mais freqüente o autossômico recessivo. No final dos anos 1990 constatou-se que mutações no gene GJB2 (conexina 26) são responsáveis por cerca de 50% dos casos com esse mecanismo de herança. O estudo do gene da conexina 26 vem se incorporando à prática médica, levando à realização de trabalhos para investigar a atitude dos pacientes e de suas famílias em relação aos testes genéticos. Os resultados variaram de acordo com a amostra analisada: atitudes positivas foram mais freqüentes entre pais ouvintes de indivíduos surdos que entre os próprios surdos, quando adultos, e a taxa de aceitação entre pais ouvintes variou de acordo com a população estudada, como resultado de diferenças culturais. O presente trabalho teve por objetivo investigar, por meio de entrevistas individuais, a aceitação quanto à realização de exames para a detecção de causas genéticas de surdez por parte dos pais ouvintes de indivíduos com surdez em nosso meio. Os resultados deste trabalho mostram, à semelhança do que ocorre em outros países, uma atitude predominantemente favorável quanto à realização de exames moleculares em filhos surdos e também em filhos ouvintes (detecção de heterozigotos visando aconselhamento genético futuro). O diagnóstico pré-natal foi visto como benéfico por 90% dos entrevistados, porém não foi referido interesse em interromper a gestação de uma criança surda. Tudo indica, portanto, que há uma atitude receptiva por parte dos pais ouvintes quanto ao oferecimento de exames moleculares para detecção de surdez genética. É fundamental, porém, que o oferecimento do exame e sua interpretação sejam feitos por profissionais experientes, e que o aconselhamento genético seja feito em moldes éticos. (Fapesp: 04/01914-7)

Surdez - Genética molecular - Aconselhamento genético

B045

AVALIAÇÃO DA SUSCETIBILIDADE DE CEPAS DE DERMATÓFITOS FRENTE A ANTIFÚNGICOS DE USO TÓPICO


Paula Fernanda Gomes Telles (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Angélica Zaninelli Schreiber (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM UNICAMP
As dermatofitoses são infecções de tecidos como pele, pelos e unhas. Em sua maioria, estas infecções são tratadas com antifúngicos tópicos e, quando não há resposta satisfatória, tratamento sistêmico ou combinado. Apesar do relato de falhas terapêuticas, testes de suscetibilidade para dermatófitos, ainda não estão padronizados. Este trabalho propôs a padronização da técnica de microdiluição em caldo para dermatófitos, comparando inóculos de 103 e 104 UFC/mL e pontos de corte de 80 e 100% para leituras de Concentração inibitória e fungicida mínima (CIM e CFM) para cepas isoladas de pacientes do HC-UNICAMP, frente aos antifúngicos tópicos: terbinafina, clotrimazol, miconazol e ciclopirox olamina. Não houve diferença significativa dos valores de CIM e CFM frente as duas concentrações de inóculo, sendo que o de 104 permitiu maior facilidade na leitura. As CIMs obtidas para as cepas foram: terbinafina 0,0032 a 32,8 µg/mL, clotrimazol 0,0037 a 3,848 µg/mL, miconazol 0,0075 a 7,68 µg/mL, ciclopirox olamina 0,625 a 648 µg/mL. Houve diferenças no valor da CIM quando considerados as leituras de 80% e 100% de inibição e dentre os antifúngicos avaliados, aquele que demonstrou maior eficácia, in vitro, com a menor CIM foi a terbinafina.

Dermatofitoses - Antifúngicos tópicos - Testes de suscetibilidade

B046




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