Unigranrio / SÃo leopoldo mandic



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A função neuro-sensorial do NAI foi testada na parte mental do nervo. Um teste de discriminação “dois pontos” foi realizado na área de queixo e lábio através de um calibrador e uma régua milimetrado de acordo com a técnica de Nishioka et al. A capacidade de distinguir dois pontos abaixo de 14mm foi considerada como “normal”, entre 14 e 20mm como “diminuída” e acima de 20mm como ausente”. A função neural foi testada uma semana após as instalações das fixações, da conexão dos abutments(seis meses após instalação das fixações), doze e dezoito meses após instalação das fixações.

Resultados

O tempo de operação normal para instalação de dois ou três implantes posterior ao forame mentoniano foi triplicado nas primeiras operações na presente serie. O tempo de operação foi continuamente reduzido, mas ainda foi o dobro no final das series comparado a operações sem transposição do NAI.

Vinte e seis foram instaladas. Seis locais com três fixações cada e quatro locais com duas fixações cada. A estabilidade inicial de todas as fixações foi excelente, e todas foram colocadas ate travamento com torque de 40Ncm. Na conexão dos abutments seis meses após a instalação dos implantes, Uma fixação no paciente E (local 7) estava instável e foi removida. As fixações restantes foram suficientes para suportar suficientes para suportar uma prótese. Todas as outras fixações foram consideradas como osteointegradas. Nas avaliações doze e dezoito meses após a instalação das fixações, todas as fixações remanescentes estavam estáveis. Desse modo a taxa de sucesso aos 18 meses após colocação das instalações foi de 96%. A taxa de sucesso para próteses foi de 100%. Comparando com o nível na conexão dos abutments, o nível de osso marginal dezoito meses após a instalação das fixações foi reduzido em media a 0,2mm; ie a perda de osso marginal foi de 0,2mm em doze meses.

Na remoção das suturas, uma semana após instalar as fixações, a função normal no NAI foi encontrada em apenas três dos dez locais operados. Sensibilidade diminuída foi registrada em três locais e ausente em quatro. Seis meses após instalação das fixações, função neuro-sensorial normal (testada), foi encontrada em todos menos em dois locais. Nesses dois locais a função foi registrada como diminuída, considerando que ela tinha sido registrada com ausente no processo de avaliação. Na avaliação de doze meses pós-operatória, função neuro-sensorial norma encontrada em todos os pacientes.

Conclusão

Reabsorção extensa da mandíbula posterior ao forame mentoniano tornam complicado a instalação de implante nesse região. O problema pode ser resolvido de três maneiras:

Fixações podem ser colocadas lingual ao feixe neuro-vascular, elas podem ser colocadas em cima dele, ou o feixe pode ser movido enquanto as fixações estão sendo colocadas. As primeiras duas soluções exigem caros e altamente complicados exames de raio-X, e as cirurgias ainda estão associadas com riscos de trauma ao nervo. Em adição, as fixações também não são de suficiente comprimento e a estabilidade inicial pode ser insatisfatória. Sob estas circunstâncias, instalações de fixações com transposição do feixe parece ser o procedimento mais barato, menos complicado e mais seguro que pode ser recomendado.
Artigo 17

Colocação do Implante do Tipo Parafuso na Região da Pirâmide

Pterigo-maxiIar: Procedimento Cirúrgico e Resultados Preliminares
Apesar dos grandes avanços feitos no conceito de osseointegração na reabilitação oral de ambos os pacientes tanto completamente quanto parcialmente edentados, existem pacientes por quem sua aplicação se tornam especialmente difíceis.  No tratamento de pacientes edentados com reabsorção, na parte posterior da maxila, uma quantidade pequena de osso subsinusal(osso do soalho de seio) com densidade baixa e pneumatizado do seio maxilar é encontrado usualmente. Estas anormalidades, usualmente são não somente o resultado da extração dentaria, mas também de outro fatores locais e sistêmicos.  Por isso, a parte posterior da maxila é uma zona onde poucos implantes são colocados.

Este relatório está interessado na reabilitação de pacientes com edentulismo afetando a parte posterior da maxila. Em casos de edentulismo total, o empecilho bucal é geralmente maior, então mais técnicas agressivas de reabilitação são justificadas (anestesia geral, múltiplas áreas cirúrgicas, enxerto ósseo, e muito mais).

Durante reabilitação de pacientes parcialmente edentados que usam prótese implanto suportada na porção posterior da maxila reabsorvida, uma de duas técnicas utilizadas podem ser usadas: A técnica de levantamento do seio maxilar,ou a colocação de um implante na  área pterigomaxilar. 9 Muitos estudos considerando o de levantamento de seio e a técnica de preenchimento(lifting) tem sido relatadas.  Enquanto não é o propósito deste relatório fazer uma exaustiva  analise comparativa entre as duas técnicas mencionadas anteriormente.  Uma série de conceitos firmemente testados justificam uma preferência por implantes colocados  na  região da pirâmide pterigomaxilar. Embora o osso liofilizado e descalcificado possam ser materiais premissíveis, eles são menos comentados que o uso dos ossos autógenos, e quando se usa o osso autógeno, de origem intramembranosa dá resultados melhores que o de origem endocondral. Os implantes colocados juntos ao osso transplantado apresentam uma freqüência elevada de reabsorção óssea em torno do implante e tem menos chance de sobreviver em comparação com aqueles implantes colocados diretamente no osso residual A augumentação do seio usando osso autógeno requer o dobro de área cirúrgica, qualquer uma, intraoral ou extraoral, para obter osso o suficiente para encher o seio. Conseqüentemente a colocação do implante na região terygomaxilar é preferida porque, embora somente alguns estudos que consideram implantes nessa área foram relatados, todos eles apresentam impossibilidades de êxito, ou melhor, então, do que fazer relatórios do uso de outras técnicas.
Materiais e Métodos

Os fundamentos anatômicos do uso de implantes na região pterigomaxilar foram informados previamente. O propósito desta técnica é para encaixar a porção apical do implante em osso denso, o qual é formada próxima a união de estruturas anatômicas: a borda anterior do processo pterigóide, do esfenóide e a borda posterior do tuber da maxila.   A área mediana entre as duas estruturas do processo piramidal é formada pela porção horizontal do osso palatino.  Este processo piramidal é de grande interesse, tanto como uma estrutura de osso compacto com vários milímetros  na parte mais densa, proporcionando um volume de osso para colocação de implante, enquanto as outras duas estruturas anatômicas são mais delgadas. Em adição, o estudo radiográfico (radiografia panorâmica, tomografias,

perfil de crânio, e assim por diante), Uma tomografia computadorizada axial como ato pré-operatório é necessário para ajudar a estabelecer a posição exata, qualidade, e quantidade de osso disponível na região anatômica descrita. Este estudo pré-operatório também devia incluir uma taxação da oclusão, um estudo do potencial de espaço protético, e a fabricação de modelos por radiografias e posicionamento cirúrgico. É importante determinar o grau de abertura de boca do paciente, desde então a operação é desempenhada com anestesia local na porção mais distal da maxila, e a falta de cooperação do paciente e / ou abertura de boca pode apresentar um grande impedimento, fazendo o uso destas técnicas impossível. Mesmo que um extensivo trabalho pré-operatório seja feito, é muito difícil durante cirurgia reproduzir exatamente a situação do implante como simulada e planejada durante estudos pré-operatórios, porque o acesso ao osso é alcançado seguindo uma direção oblíqua anteroposteriormente e inferior superiormente. Por isso, acesso para o osso se assemelha à hipotenusa de um triângulo imaginário, que (para simplificar os cálculos) nós consideramos como um triângulo retângulo.

Sob anestesia local, uma incisão paracrestal é desempenhada, levemente deslocada para o palato, que vai mesiodistalmente da borda posterior do tuber da maxila para uns  poucos milímetros distais do último dente existente.  Deste modo, a papila gengival distal do dente vai ser preservada quando incisões relaxantes forem feitas para a vestibular.  Uma aba mucoperiostal é elevada para o vestíbulo e manteve no lugar com a ajuda de um retrator, então aquela visão não é afetada de qualquer forma durante cirurgia.  Um Modelo cirúrgico de resina acrílica é usado para localizar o ponto de acesso para a maxila como foi determinado no estudo do ato pré-operatório.  Naquele ponto, uma perfuração pequena do osso cortical da maxila é feita com uma broca arredondada. Cortes cilíndricos no osso, qual é calibrado em milímetros em um jogo de seis instrumentos de diâmetro aumentando, é usado para preparar osso. O Número 0 tem 0.5 - mm de diâmetro, o no.1 tem 1.0-mm de diâmetro, o no. 2 tem 2.0-mm de diâmetro e o no.3 tem 3.0-mm de diâmetro.

Neste ponto, uma tomada radiográfica intraoral e intracirúrgica é obtida ou uma visão gráfica com laser é usada para acesso obtendo o ângulo e localização, tanto que podem ser feitos alternadamente se for necessário. Como os osteotomos são graduados em milímetros, o comprimento exato de espaço existido entre o ponto de acesso e o ponto de encaixe apical do implante vai ser conhecido. Não é difícil saber quando o osso denso da região da pirâmide pterigo-maxilar for alcançado, como o osteotomo vai avançar facilmente através do osso poroso da maxila, enquanto é difícil por ele penetrar e progredir no osso denso. Uma vez conhecida que a direção está correta, uso do osteotomo no.1 é indicado. Sua cabeça redonda é introduzida lentamente no buraco feito previamente com o instrumento no.0. Com impulso e movimentos rotatórios, vai avançar lentamente e cuidadosamente, tão como não modificar a direção obtida inicialmente do caminho, bem como permitir dilatação e microfraturas das porções de trabéculas do osso poroso. Este procedimento é continuado até o comprimento inteiro do osteotomo no.0 for alcançado: Os osteotomos nos.2 e 3 então são usados de maneira idêntica. Depois terminando com estes instrumentos, um túnel largo de 3.0-mm escavado em osso criando um ponto de acesso no cume cortical da maxila, distante da região da pirâmide pterigo-maxilar. Como não foram usadas brocas, não houve nenhuma perda de osso: Pelo contrário, ele foi compactado nas paredes do túnel, do qual envolvera o contorno das roscas do implante.

Todos os osteótomos foram usados sob uma irrigação contínua. O comprimento do túnel ósseo é conhecido exatamente em milímetros e, através de estudos radiográficos e tomografias pré-operatório, a medição em milímetros da área de encaixe apical na direção mesiodistal (região da pirâmide pterigo-maxilar) também é conhecida.

Por exemplo, deixe-o ser assumido que uma medida de 5mm é alcançada. Para o comprimento conhecido do túnel ( x ), um número de milímetros ( y ) vai ter que ser acrescentado para assegurar que a porção apical do implante seja encaixada em osso compacto e coincida com o comprimento do implante do sistema que está sendo usado. Se ( x ) tem 14mm, seria necessário aumentar 4mm ( y = 4mm) para assegurar um bom encaixe apical e habilitar usar de um implante de 18-mm.

Uma vez que este novo comprimento de trabalho ( x + y) é determinado, brocas de hastes longas são usadas; As brocas são montadas em uma peça de mão para facilitar o trabalho com angulação correta marcada no comprimento de trabalho ( x + y), e operada em velocidade baixa com irrigação copiosa. Ele é usado em uma seqüência sucessivo, trabalhando não por todo túnel ósseo, mas somente nos poucos milímetros restantes ( y mm) da região da pirâmide pterigo-maxilar. A operação será completada com cuidadoso nivelamento da cortical da maxila e a colocação de um implante autopressionado, tipo Mark II ( Nobel Biocare SDCA). O resultado é a colocação de um implante com uma parte de sua porção apical encaixada em osso denso e sua porção coronal no cortical da maxila.

É importante alcançar uma boa estabilidade do implante. Quando a osseointegração é alcançada, os implantes vão apoiar bem as forças nessa área, na qual, por causa de sua angulação serão forças para fora do eixo do implante. As falhas normalmente são detectadas durante o segundo passo cirúrgico e seriam resultados de uma falha durante a osseointegração.

Resultados

Dezenove pacientes, 11 mulheres e 8 homens variando de 32 para 65 anos de idade, foram selecionados para esse estudo em especifico. Nove pacientes eram edentados na parte posterior da maxila; Sete pacientes eram edentados unilateral na parte posterior da maxila, e os três restantes eram completamente edentados. Um total de 31 implantes foi colocados na região da pirâmide pterigo-maxilar destes pacientes. Estes implantes vêm suportadas de cargas de próteses implanto-suportadas, todos eles por mais que 15 meses e algum por mais de 3 anos.

Existiram duas falhas, ambas detectadas durante o segundo passo cirúrgico; sua mobilidade causou a sua remoção. Assim, uma taxa de sobrevivência de 93.5 % foi determinada. Estes resultados são muito similares para aqueles relatados por implantes nesta região anatômica, e foi considerado preliminar.

Conclusões

1. Uma técnica foi apresentada que conserva osso e reduz os riscos

cirúrgicos. Desde então não existe nenhuma necessidade entrar com brocas no

espaço retropterigoideo ou na fossa pterigo-maxilar.

2. Esta técnica permite uma reabilitação, com implante apoiado em próteses

de pacientes com áreas edentados na região posterior da maxila, com o mesmo

ou uma taxa mais alta de sucesso como pode ser alcançada com outras técnicas.

3. Por causa de sua posição, implantes na região da pirâmide

pterigo-maxilar vão ser sujeitos a forças nonaxiais(para fora do eixo do

implante). Entretanto, uma vez que eles tenham sido osseointegrados, eles

parecem resistir a estas forças melhor que o resto dos implantes na maxila.
Catálogo: downloads
downloads -> 1. As figuras abaixo mostram esquema tridimensional e cortes histológicos da odontogênese. Entenda as figuras e responda as questões abaixo. Identifique as estruturas apontadas e as fases do desenvolvimento dentário
downloads -> 1997, Secretaria de Estado da Saúde do Paraná
downloads -> Pré-Avaliação de Geografia – Prof. Nivaldo 8º Ano ef – IV bimestre Data
downloads -> Reposicionamento do nervo inferior alveolar em conjunção com o posicionamento de implantes ósseo integrados: Relatório de um ca
downloads -> Hemorragia do soalho da boca, resultado da perfuração lingual durante o implante
downloads -> 100 motivos para ir ao dentista parte 07 Antônio Inácio Ribeiro 2001 odontex
downloads -> ReconstituiçÃo de defeitos maxilares alveolares com enxerto de sinfisis mandibular para implantes dentarios
downloads -> Biologia Tecidual aplicada à implantodontia


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