Ufv / XVIII sic / outubro de 2008 / veterinária



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UFV / XVIII SIC / OUTUBRO DE 2008 / VETERINÁRIA CCB



ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS ENCONTRADAS NA NECRÓPSIA DE UM JABUTI-PIRANGA FÊMEA E ADULTA DESTINADA AO CETAS-UFV APÓS APREENSÃO PELA POLÍCIA AMBIENTAL

VINÍCIUS HEROLD DORNELAS E SILVA (Estagiário voluntário/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), LEANES CRUZ DA SILVA (Estagiário voluntário/UFV), FILIPE TAVARES CARNEIRO (Estagiário voluntário/UFV), THYARA DE DECO SOUZA (Bolsista outra Instituição/UFV), THAIS DE FARIA E SOUSA LOPES TRINDADE (Não Bolsista/UFV), AYISA RODRIGUES DE OLIVEIRA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), LETÍCIA BERGO COELHO FERREIRA (Estagiário voluntário/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Não Bolsista/UFV), TARCIZIO ANTONIO REGO DE PAULA (Orientador/UFV)


A destruição acelerada de extensivas áreas florestais torna a fauna silvestre cada dia mais vulnerável a fragmentação e perda de seu habitat. Além disso, devido à grande procura, a maioria das espécies nacionais são ameaçadas pelo setor do tráfico que fornece animais para o mercado pet, muitas vezes transportando-os para regiões com condições adversas. Os jabutis (Geochelone sp.) são répteis de hábitos terrestres amplamente comercializados no Brasil, muitos oriundos do tráfico. O presente trabalho objetivou relatar as alterações macroscópicas encontradas na necrópsia de um jabuti-piranga fêmea e adulta, destinada ao CETAS-UFV após apreensão pela Polícia Ambiental. Ao exame externo observou-se secreção viscosa e brancacenta ao redor das órbitas oculares e na cavidade nasal. À necropsia observou-se grande quantidade de líquido na cavidade celomática. O fígado apresentou-se pálido e com aspecto gorduroso ao corte. Durante exame do tubo digestivo foi possível perceber a presença de sete pedras de formatos irregulares, não ultrapassando dois centímetros de comprimento. Havia aderência entre segmentos de alças intestinais, sendo que a mucosa desses órgãos mostrava-se hiperêmica e com diversas áreas de ulceração. Constatou-se a presença de grandes áreas avermelhadas difusas pelos pulmões, os quais se mostravam repletos de líquido. Concluiu-se que o animal avaliado veio a óbito devido à insuficiência respiratória desencadeada pelo preenchimento dos sacos aéreos com secreção serosa, dificultando as trocas gasosas. Suspeita-se que o quadro tenha sido agravado pela bacteremia resultante das lesões no tubo digestivo. A determinação da causa da morte de animais silvestres é de suma importância para determinar as ações mais eficazes para a conservação das espécies e seu manejo em cativeiro.


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ATIVIDADE OVICIDA DO FUNGO Paecilomyces lilacinus (THOM) SOBRE OVOS DE Moniezia sp.

CLÁUDIA MORATO LINS E SILVA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Não Bolsista/UFV), JACKSON VICTOR DE ARAUJO (Orientador/UFV), ANDRÉ RICARDO E SILVA (Não Bolsista/UFV), ROGÉRIO OLIVA CARVALHO (Bolsista CAPES/UFV), JULIANA MILANI ARAUJO (Não Bolsista/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Estagiário voluntário/UFV), ARTUR KANADANI CAMPOS (Colaborador/UNIVIÇOSA)

 No Brasil grande parte da criação ainda é feita em regime de pasto, o que leva as constantes infecções por parasitos presentes nas pastagens. Entre eles estão helmintos parasitos gastrintestinais, que constituem um sério problema na criação de ruminantes, pois interferem diretamente no desenvolvimento da produção, devido ao impacto que causam na produção de carne e leite e aos altos custos das medidas de manejo e gastos excessivos com o controle. Dentre estes helmintos destaca-se a Moniezia sp., um Cestoda, que embora comum em ruminantes domésticos no Brasil e no mundo possui ação patológica ainda não totalmente elucidada sobre seus hospedeiros. Novas práticas de controle alternativo que possam interferir na contaminação das pastagens e reinfecção animal, como o controle biológico, poderão ajudar a solucionar os problemas decorrentes, desta, e de outras parasitoses. Assim, a utilização de fungos nematófagos aparece como uma alternativa viável e promissora de controle para animais que estão sendo constantemente infectados. Foi objetivo deste trabalho avaliar a atividade ovicida do fungo Paecilomyces lilacinus sobre ovos de Moniezia sp. Cem mil ovos de Moniezia sp. foram vertidos em placas de agar-água 2% com os isolados fúngicos crescidos e sem fungo controle. Ao completarem cinco, dez e quinze dias, cem ovos foram removidos e classificados de acordo com os seguintes parâmetros: efeito tipo 1, efeito lítico sem prejuízo morfológico a casca do ovo; tipo 2, efeito lítico com alteração morfológica da casca e embrião e tipo 3, efeito lítico com alteração morfológica do embrião e da casca, além de penetração de hifas e colonização interna do ovo. O fungo P. lilacinus demonstrou atividade ovicida (p<0,01) sobre ovos de Moniezia sp. nos intervalos estudados apresentando principalmente efeito do tipo 3 de 19%, 20% e 23% respectivamente aos cinco, 10 e 15 dias, demonstrando ser um potencial controlador biológico desse Cestoda.


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COMPÓSITO DE HIDROXIAPATITA ASSOCIADA AO POLIHIDROXIBUTIRATO COMO SUBSTITUTO ÓSSEO: AVALIAÇÃO CLÍNICA, CIRÚRGICA E RADIOGRÁFICA

GLÁUCIA DE OLIVEIRA MORATO (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), ANDREA PACHECO BATISTA BORGES (Orientador/UFV), EMILY CORRENA CARLO (Bolsista CAPES/UFV), RENATO BARROS ELEOTÉRIO (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV), RENATA CASTRO NEHME (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV)

É constante a busca por um substituto ósseo ideal e um material que cumpra a função de estabilização de fraturas sem provocar qualquer alteração indesejável local ou sistêmica a curto e longo prazo. Este subprojeto teve por objetivo a análise clínica, cirúrgica e radiográfica da resposta ao compósito contendo hidroxiapatita (HAP-91®) associada ao polihidroxibutirato (PHB) utilizado como substituto ósseo. Uma falha óssea circular foi realizada superfície lateral do olécrano de 30 coelhos, sendo 12 do grupo controle 18 do grupo tratado. Cada olécrano do grupo tratado, o qual foi dividido em três subgrupos, recebeu um compósito contendo proporções diferentes de HAP-91® e PHB: compósito 1 com 10% HAP-91® e 90% PHB; compósito 2 com 25% HAP-91® e 75% PHB; compósito 3 contendo 50% de cada um desses biomateriais. Os resultados foram comparados com o grupo controle no qual o defeito ósseo experimental não recebeu qualquer forma de tratamento, ou seja, foi preenchido pelo coágulo que se forma naturalmente. Dor, claudicação, deiscência, infecção e edema foram avaliados nos primeiros 8 dias pós-operatórios e no 45º e 90º dias. Radiografias foram realizadas aos 8, 45 e 90 dias. Durante o trans-operatório o compósito 1 se mostrou o mais resistente ao corte e manipulação. O compósito 3 se mostrou frágil, o que pode limitar sua utilização para a fabricação de parafusos e placas. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos para os parâmetros clínicos. Esses dados corroboram com a possibilidade dos materiais serem biocompatíveis. À radiografia foi observado contato direto entre compósito e osso sugerindo que os materiais se integram ao tecido ósseo. Não foi observado nenhum sinal, como a osteólise, que indicasse incompatibilidade.

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CONSERVAÇÃO DE MATERIAL GENÉTICO DE SUÍNOS DA RAÇA PIAU (Sus scrofa) POR MEIO DA FORMAÇÃO DE BANCO DE GERMOPLASMA

MAURÍCIO HOSHINO DA COSTA BARROS (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), JOSE DOMINGOS GUIMARAES (Orientador/UFV), LINCOLN DA SILVA AMORIM (Bolsista FAPEMIG/UFV), HUGO HIDEKI SHIOMI (Estagiário voluntário/UFV), SIMONE ELIZA FACIONI GUIMARAES (Co-orientador/UFV), PAULO SAVIO LOPES (Colaborador/UFV), RENATA VERONEZE (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), LEONARDO FRANCO MARTINS (Bolsista CAPES/UFV)

A preservação de raças nativas nos dias atuais deixou de ser uma preocupação de natureza histórica para ser uma realidade. Dentre as raças suínas nativas brasileiras catalogadas como de alto risco de extinção, apenas a raça Piau (Sus scrofa) ainda existe, uma vez que é considerada a melhor e mais importante raça naturalizada nacional. Entretanto, a maioria dessas raças, por cruzamentos absorventes ou por substituição, deu lugar a outras que, por serem mais produtivas e melhoradas geneticamente, contribuíram para redução apreciável das populações de animais nativos. Considerando os intensos avanços das biotécnicas aplicadas à reprodução animal, o objetivo do presente trabalho foi verificar a possibilidade da criação de um banco de germoplasma de suínos da raça Piau por meio da criopreservação do sêmen desses animais. Até o momento foram coletados 24 ejaculados de 5 machos adultos da raça Piau, alojados na Granja de Melhoramento Genético de Suínos da UFV. O congelamento de sêmen foi realizado segundo a tradicional técnica de Westendorf (1975), modificada quanto à concentração final de glicerol (2%) e embalagem de envase (palhetas finas - 0,25mL). Os resultados de qualidade espermática pós-descongelamento avaliados in vitro encontram-se dentro dos padrões seminais preconizados pelo Colégio Brasileiro de Reprodução Animal, tanto para as características físicas como morfológicas do sêmen, sendo que mais de 900 doses de sêmen já se encontram estocadas em nitrogênio líquido. Considerando uma situação onde a população de suínos da raça Piau encontra-se em sérios riscos de extinção, e o número de machos é reduzido, a conservação de recursos genéticos é imprescindível para manter a sua escassa variabilidade genética. Dada as características próprias de adaptação aos ecossistemas brasileiros, presume-se que animais dessa raça constituem fontes potenciais de novas variantes genéticas de extrema importância para um futuro próximo na suinocultura nacional.
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CONTROLE HOMEOSTÁTICO EM CABRAS ALPINAS SUBMETIDAS A DIFERENTES DESAFIOS TÉRMICOS

RENAN MOREIRA PARAIZO (Estagiário voluntário/UFV), ROGÉRIO OLIVEIRA PINHO (Não Bolsista/UFV), LEONARDO FRANCO MARTINS (Bolsista CAPES/UFV), MAURÍCIO HOSHINO DA COSTA BARROS (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), RENAN REIS DE OLIVEIRA (Bolsista CAPES/UFV), JOSE DOMINGOS GUIMARAES (Orientador/UFV)

Os animais para terem máxima produtividade, dependem de uma faixa de temperatura adequada, denominada zona de conforto térmico. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de diferentes desafios térmicos sobre os parâmetros fisiológicos em cabras Alpinas. O estudo consistiu de um período de adaptação de 30 dias e período experimental de 60 dias. O grupo 1 (n=4) com animais mantidos no interior da câmara bioclimática e controle da temperatura ambiente e umidade relativa do ar (26, 30 e 36ºC; 60%), enquanto que no grupo 2 (n=4) os animais foram mantidos sob influência das variações climáticas naturais da estação. Foram mensurados parâmetros fisiológicos de consumo de água, freqüências respiratória (FR) e cardíaca (FC), temperatura retal (TR) e movimentos ruminais duas vezes ao dia. Os valores para o consumo de água mostraram-se diferentes (p<0,05) tanto em função do grupo, quanto em função do tempo, sendo que os animais do grupo 1 consumiram mais do que o dobro de água (4.386,3mL/dia) do que os animais do grupo 2 (1.663,2mL/dia). Houve diferença entre os valores médios para os parâmetros de FR, para os animais do grupo 1 em ambos os turnos de mensuração em função do tempo (p>0,05) (43,4 x 34,5; 87,4 x 72,1mov/min para manhã e tarde respectivamente), e para o grupo 2 somente no período da manhã (28,8 x 24,3mov/min), para FC somente houve diferença entre turnos no período experimental (60,2 x 66,1; 73.1 x 77,5bat/min grupo 1 e grupo 2, respectivamente). A TR elevou-se em ambos os grupos no turno da tarde (39,1 e 38,6ºC, para os grupos 1 e 2, respectivamente) em relação ao turno da manhã (38,4 e 38,1ºC para os grupos 1 e 2, respectivamente) (p<0,05). Os resultados indicam que fêmeas caprinas podem ser criadas nas condições bioclimáticas propostas, sem que haja comprometimento nos referidos padrões fisiológicos.


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CORRELAÇÃO ENTRE CONDIÇÕES DE SANEAMENTO E CASOS DE DOENÇA DIARRÉICA AGUDA NOTIFICADOS PELAS EQUIPES DE PSF, VIÇOSA-MG.

PATRÍCIA FINAMORE ARAUJO (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV), PAULA DIAS BEVILACQUA (Orientador/UFV), THAYSA VIANA ALEMEIDA DE LIEBERENZ (Estagiário voluntário/UFV), ROSE FERRAZ CARMO (Bolsista CAPES/UFV), DANIEL COBUCCI DE OLIVEIRA (Bolsista outra Instituição/UFV), ANA CAROLINA CORDEIRO SOARES (Bolsista FAPEMIG/UFV), JULIANA FERREIRA DE OLIVEIRA (Estagiário voluntário/UFV), RAFAEL KOPSCHITZ XAVIER BASTOS (Co-orientador/UFV)

É reconhecido que intervenções em saneamento, sejam no abastecimento de água quanto no esgotamento sanitário, traduzem-se em declínios substanciais da prevalência de doença diarréica aguda (DDA). O presente trabalho teve como objetivos correlacionar os casos de DDA com as condições de saneamento dos bairros atendidos pelo Programa Saúde da Família (PSF) e elaborar mapas de risco de ocorrência desse agravo. Foram georreferenciados os casos de diarréia ocorridos no município de Viçosa e notificados pelo Monitorização das Doenças Diarréicas Agudas (MDDA) no período de 2006 a 2007 e aplicado questionários para caracterização dos domicílios. A incidência de DDA no período foi de 27,1/1.000 hab, tendo sido georreferenciados 410 casos. A caracterização dos domicílios, de forma geral, aponta para uma expressiva abrangência dos serviços de saneamento, com 92,7% dos domicílios cobertos pela rede pública de abastecimento de água; 89,8% pela rede pública de esgotamento sanitário e 95,2% pela coleta pública de resíduos sólidos. As áreas com menor cobertura de saneamento foram as que tenderam a apresentar maiores valores de incidência para DDA: Amoras (47,0/1.000 hab.) e Nova Viçosa – Posses (45,6/1.000 hab). Entretanto, Cachoeira de Santa Cruz apresentou baixa incidência apesar da baixa cobertura dos serviços. Apesar dos achados sinalizarem alguma correlação entre as variáveis, é significativa a ocorrência de sub-notificação dos casos de DDA, uma vez que vários pacientes não procuram atendimento médico por considerarem o evento diarréia de pouca gravidade. A distribuição espacial dos casos de doença diarréica aguda indicou a existência de áreas com maior risco de ocorrência desse agravo, sinalizando para a possibilidade e aplicabilidade da ferramenta de georreferenciamento no monitoramento de agravos em um serviço de Vigilância Epidemiológica. Os resultados encontrados permitiram uma análise mais específica da situação de saúde subsidiando o gerenciamento, planejamento e a tomada de decisão tanto do setor saúde quanto o de saneamento.
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MONITORAMENTO MICROBIOLÓGICO EM PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE NO ABATE DE FRANGOS

MARCUS VINÍCIUS COUTINHO COSSI (Estagiário voluntário/UFV), BEATRIZ GARBELOTTI MATIAS (Bolsista CAPES/UFV), PAULO SERGIO DE ARRUDA PINTO (Orientador/UFV), LUIS AUGUSTO NERO (Co-orientador/UFV)

Nos últimos anos os países importadores de carne de aves têm aumentado suas exigências em relação à qualidade e segurança, determinando a adoção de programas de controle de qualidade a fim de se obter um rígido controle da contaminação microbiana na linha de abate. O objetivo desse trabalho foi caracterizar os efeitos de pontos importantes na linha de abate na contaminação microbiológica de carcaças de frangos. Em um abatedouro com capacidade de abate de 20.000 aves/dia, foram definidos 4 pontos de coleta: A) antes da evisceração, B) após evisceração, C) após chuveiro, e D) após tanque de resfriamento. Em cada ponto, 30 carcaças de frango foram amostradas por swab superficial (50 cm2), as quais foram submetidas à enumeração de aeróbios mesófilos (AM), coliformes totais (CT), coliformes termotolerantes (CTT) e Escherichia coli (EC), conforme metodologias descritas pelo MAPA. Os resultados finais foram comparados por ANOVA (P < 0,05). As médias obtidas (± desvio padrão) para cada microrganismo indicador em cada ponto de abate foram: AM em A, 4,30±0,69; B, 4,54±0,61; C, 3,90±0,45; e D, 4,28±0,72; CT em A, 3,17±0,71; B, 3,05±0,70; C, 3,01±0,61; e D, 2,46±0,51; CTT em A, 3,22±0,64; B, 3,04±0,72; C, 3,02±0,59; e D, 2,49±0,57; EC em A, 3,18±0,66; B, 2,96±0,73; C, 2,95±0,62; e D, 2,38±0,49. Os dados obtidos mostraram que em relação a AM, a passagem pelo ponto C reduziu sua contaminação significativamente, enquanto a passagem pelo ponto D provocou aumento. Em relação aos demais indicadores, os resultados obtidos também indicaram que a passagem pelo ponto D foi significativa para redução da contaminação. Os resultados obtidos indicaram a importância dos chuveiros e dos tanques de resfriamento na redução da contaminação microbiana.

 


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PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE DOENÇA DIARRÉICA AGUDA, NOTIFICADOS NO MUNICÍPIO DE VIÇOSA-MG.

JULIANA FERREIRA DE OLIVEIRA (Estagiário voluntário/UFV), PAULA DIAS BEVILACQUA (Orientador/UFV), Ana Carolina Cordeiro Soares (Não Bolsista/), ANA CAROLINA CORDEIRO SOARES (Não Bolsista/UFV), PATRÍCIA FINAMORE ARAUJO (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV), ROSE FERRAZ CARMO (Bolsista CAPES/UFV), RAFAEL KOPSCHITZ XAVIER BASTOS (Colaborador/UFV), THAYSA VIANA ALEMEIDA DE LIEBERENZ (Estagiário voluntário/UFV), Renan Salazar Ferreira Pereira (Estagiário voluntário/UNIVIÇOSA)


A doença diarréica aguda (DDA) apresenta vários aspectos imbricados em sua origem, sendo sempre significativa a descrição dos casos incidentes em uma localidade, de forma a identificar grupos mais vulneráveis. Este trabalho objetivou caracteriza os casos de DDA ocorridos em Viçosa-MG no período de 2006-2007. A partir das fichas de notificação de DDA do programa Monitorização das Doenças Diarréicas Agudas, foram obtidas informações sobre idade do paciente, mês de ocorrência do caso e plano de tratamento utilizado. Também foram aplicados questionários (321 casos) para coleta de dados sócio-demográficos e características do episódio diarréico e coletadas amostras de fezes para pesquisa de enteroparasitas. A incidência de DDA foi de 27,1/1.000 hab., correspondendo a 1.105 casos notificados. A distribuição trimestral dos casos apresentou caráter sazonal, sendo a maior concentração verificada nos meses mais frios (junho a agosto - 37,8%; p = 0,0001). A faixa etária 1 a 4 anos apresentou a maior concentração de casos (31,7%; p < 0,05) e o plano de tratamento A foi o mais utilizado (58,2%;  < 0,01). Famílias com renda até três salários concentraram maior número de casos (83,1%), sendo a média da renda igual a R$ 690,5 e, considerando os indivíduos com mais de 20 anos, os casos se concentraram naqueles com escolaridade até a 4ª série do ensino fundamental (38,9%) e sem qualquer nível de instrução (13,9%). Os sintomas mais freqüentes foram diarréia (97,8%), vômito (47,7%) e febre (24,3%). A participação de agentes etiológicos na DDA não pode ser adequadamente investigada, uma vez que os exames de fezes (127) resultaram pequeno percentual de resultados positivos (11,8%), entretanto, as características dos casos e a sazonalidade sugerem etiologia por rotavírus. A caracterização do perfil epidemiológico das DDAs orienta as ações de intervenção da Vigilância Epidemiológica, contribuindo para o planejamento estratégico desse serviço no município. (FAPEMIG)
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SOLTURA E MONITORAMENTO DE FÊMEA DE LOBO-GUARÁ (Chrysocyon brachyurus) ADULTA

LETÍCIA BERGO COELHO FERREIRA (Estagiário voluntário/UFV), ANTONIO CARLOS CSERMAK JUNIOR (Bolsista outra Instituição/UFV), EDUARDO COSTA ÁVILA (Bolsista outra Instituição/UFV), THYARA DE DECO SOUZA (Bolsista outra Instituição/UFV), GEDIENDSON RIBEIRO DE ARAÚJO (Estagiário voluntário/UFV), VINÍCIUS HEROLD DORNELAS E SILVA (Estagiário voluntário/UFV), GUILHERME DE SOUSA CAMPONÊZ (Estagiário voluntário/UFV), RAFAEL MORAIS GARAY (Estagiário voluntário/UFV), MARCELO GROSSI MACHADO (Estagiário voluntário/UFV), TARCIZIO ANTONIO REGO DE PAULA (Orientador/UFV)


O lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) é a quarta maior espécie do mundo dentre os canídeos e sua área de ocorrência abrange grande parte da América do Sul. Extremamente territorialistas, cada lobo-guará ocupa uma área de 30 a 57 km², sendo que apenas espécimes de sexos diferentes sobrepõem território. Esses animais habitam geralmente regiões de cerrado, porém estão ocorrendo cada vez mais em locais atípicos devido a constante alteração dos biomas por ações antrópicas como o desmatamento para urbanização, agropecuária e construção de barragens para hidroelétricas. O presente trabalho objetivou relatar a estratégia de soltura e monitoramento de um lobo-guará fêmea e adulta realizado pela equipe do Centro de Triagem de Animais Silvestres da Universidade Federal de Viçosa em julho de 2008. Em fevereiro de 2008 o CETAS-UFV recebeu o lobo-guará citado acima, vítima de atropelamento no município de São João do Nepomuceno. Após receber devido tratamento e se recuperar completamente das lesões que sofrera, o animal foi submetido a exames complementares que objetivaram a confirmação da aptidão do espécime para a reintrodução ao ambiente natural. Em seguida, avaliou-se a possibilidade de soltura em área próxima à originária do animal. Marcou-se a lobo-guará com um brinco na orelha esquerda, colocou-se um radio-colar em seu pescoço. Através da técnica de radiotelemetria seguindo o método de triangulação, com o auxílio de GPS (Sistema de Posicionamento Global) e bússola, uma equipe treinada acompanhou o animal após a soltura, registrando as áreas por onde ela andava e descansava, durante dez dias. No 11° dia o colar se soltou do animal. Após três dias buscando sinais do animal a equipe ouviu vocalizações características de lobo-guará. Por ser considerado Vulnerável na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, cada exemplar de lobo-guará na natureza é de suma importância para a conservação da espécie.(CETAS UFV )

UFV / XVIII SIC / OUTUBRO DE 2008 / VETERINÁRIA CCB

  ESTABILIZAÇÃO EXTRA-ARTICULAR PARA TRATAMENTO DE RUPTURA DO LIGAMENTO CRUZADO CRANIAL

ANNA CAROLINA DO NASCIMENTO FRAZÃO (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV), ANDREA PACHECO BATISTA BORGES (Orientador/UFV), RENATO BARROS ELEOTÉRIO (Bolsista FAPEMIG/UFV), TATIANA SCHMITZ DUARTE (Não Bolsista/UFV), KELLY CRISTINE DE SOUSA PONTES (Bolsista CAPES/UFV), EMILY CORRENA CARLO (Bolsista CAPES/UFV), Bruno Galli Pozzebon (Voluntário/)

O ligamento cruzado cranial tem as funções de limitar o deslocamento craniocaudal da tíbia em relação ao fêmur, a super-extensão do joelho e a rotação interna da tíbia. Com sua ruptura, essas funções se perdem, desencadeando grande instabilidade articular com conseqüente dor e claudicação. O objetivo do presente trabalho foi relatar a técnica cirúrgica de estabilização extra-articular da articulação fêmoro-tibio-patelar utilizada em casos de ruptura do ligamento cruzado cranial. A cirurgia foi realizada no HOV da UFV. A técnica iniciou-se com uma incisão cutânea curvilínea craniolateral envolvendo toda a articulação fêmoro-tibio-patelar esquerda, seguida de divulsão do tecido subcutâneo e incisão da cápsula articular para desvio medial da patela e exposição do sulco troclear.Com a cápsula articular aberta, utilizou-se um pino de Steinnman de 3mm acoplado à furadeira para perfuração transversal do côndilo femural .O pino foi mantido em tal posição, e então suturou-se o retináculo e a cápsula articular com fio de náilon 2-0, pontos em X. Um fio de poliéster 5 foi inserido na perfuração transcondilar à medida que o pino de Steinnman foi sendo retirado. O mesmo procedimento de perfuração e passagem do fio de poliéster foi feito na crista tibial cranial, formando uma figura, em forma de oito, com o fio de poliéster. Com o joelho em semiflexão, as duas extremidades do fio de poliéster foram tracionadas e amarradas. Na reavaliação, três dias após a cirurgia, foram observados claudicação do membro operado, dificuldade de se levantar, seroma no local da intervenção e, embora diminuído, ainda havia “movimento de gaveta” cranial positivo. O insucesso da presente técnica poderia ter sido evitado se o membro estivesse em extensão, se a perfuração fosse na altura do epicôndilo, porém, caudal a ele e se o cruzamento dos fios fosse mais proximal o que evitaria o deslizamento dos mesmos.




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