Ufv / XVI sic / fevereiro-2007 / Biologia Animal / 387



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UFV / XVI SIC / FEVEREIRO-2007 / Biologia Animal / 391 
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ANÁLISE CITOPATOLÓGICA NO DIAGNÓSTICO E NA PREVENÇÃO DO CÂNCER DO COLO UTERINO

MARTINS, Mariana Lima Boroni (Estudante); VILELA, Marcelo José (Orientador); OLIVEIRA, Renata Ramalho (Estudante); MARQUES, Caroline de Sales (Estudante); GARAVINI, Emílio Costa; LEMOS, Baltazar Brígido



O câncer é um problema de saúde pública mundial. Nos países desenvolvidos, o câncer constitui a segunda causa de morte. As projeções da incidência e mortalidade por câncer no Brasil para 2006, apresentadas pelo Instituto Nacional de Câncer (INCa), indicam que acontecerão 472.050 novos casos da doença. A prevenção do câncer tem como objetivo reduzir sua mortalidade através de medidas que diminuam sua incidência. O câncer de colo uterino, causado principalmente pelo HPV (vírus transmitido sexualmente), é o segundo mais comum entre mulheres no mundo. Conforme recomendações do INCa sobre rastreamento do câncer no Brasil, a mulher deve submeter-se anualmente ao exame preventivo do colo de útero (Papanicolaou), que é simples e efetivo, devido à possibilidade de reconhecimento precoce de lesões precursoras. No período de fevereiro a outubro de 2005, no Centro Ginecológico Especializado e Centro Médico Guarapiranga, ambos de Ponte Nova – MG, foram coletados 813 esfregaços cérvico-uterinos. Fez-se a coloração dos esfregaços e em seguida a análise. A partir do diagnóstico, estudou-se a freqüência de achados anormais pelo exame de Papanicolaou das mulheres que se submeteram ao exame. Realizou-se um estudo descritivo a partir de dados e dos resultados obtidos com o objetivo de analisar aspectos epidemiológicos e citopatológicos. Encontraram-se 35 (4.31%) exames positivos para alterações celulares intraepiteliais, sendo os grupos etários mais afetados 20-30 e 50-60 anos. Desses resultados anormais, 13 (1.60%) com neoplasia intra-epitelial cervical grau I, e 4 (0.49%) com alterações celulares compatíveis com lesão por HPV. Não foram diagnosticados casos de carcinomas. A percentagem de neoplasias foi maior em mulheres que fazem reposição hormonal. O estudo dos casos diagnosticados em 2006 está em andamento e comparações com outros países foram feitas. Este trabalho é fundamental para o diagnóstico precoce e para reduzir a mortalidade pelo câncer de colo uterino.


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