Técnica periapical do paralelismo



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RADIOLOGIA: CONCEITO, IMPORTÂNCIA E HISTÓRICO
1.- CONCEITO:

É o estudo e aplicação dos Raios-X, aproveitando as suas propriedades com finalidade do radio-diagnóstico e radioterapia no campo da Medicina e Odontologia. Aplicações no campo Industrial, Arqueologia, etc..

1.a. RADIODIAGNÓSTICO:

.Radiografia

.Radioscopia

.Cinerradiografia

.Radiografia Televisada

1.b. RADIOTERAPIA:

.Oncologia

.Dermatologia

1.c. RADIOBIOLOGIA:

.Medicina Nuclear

.Radioisótopos

1.d. PREVENÇÃO E HIGIENE DAS RADIAÇÕES:

.Saúde Pública
2.- IMPORTÂNCIA:

Anatomia

Antropologia

Patologia (Interpretação Radiográfica)


3.- APLICAÇÃO EM ODONTOLOGIA:

Anatomia e Histologia (Microrradiografias - Radiomicrografias)

Patologia

Dentística e Endodontia

Prótese Dental: Fixa, Total, Removível

Materiais Dentários

Odontologia Social e Legal

Periodontia

Odontopediatria

Ortodontia e Ortopedia Maxilo-Faciais

Cirurgia Odontológica e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

Prótese Buco-Maxilo-Facial

Implantodontia
4.- HISTÓRICO:

TALES DE MILETO (624-546 a.C.): o primeiro a estudar o magnetismo, para ele a substância primordial era a água;

GILBERT (1544-1603): redescobriu o magnetismo;

GALVANI (1737-1798): experiência com animais de laboratório;

VOLTA (1754-1827): inventor da pilha elétrica;

AMPÈRE (1755-1836): introduziu o termo “eletrostática”;

FARADAY (1791-1867): produz o primeiro transformador, "cátodo e ânodo";

PLÜCKER (1801-1868): espectroscopia, ampolas à vácuo;

RUHMKORFF (1803-1877): mecânico alemão, primeira bobina de indução;

GEISSLER (1814-1879): físico alemão, construía ampolas;

HITTORF (1824-1914): estudou os raios catódicos;

WILHELM CONRAD ROENTGEN (1845-1923): descobriu os Raios-X, em 08.Novembro.1895. Prêmio Nobel de Física em 1901.

OTTO WALKOFF: primeira radiografia dentária em 22.11.1895 (14 dias após);

KOENIG: realizou a primeira radiografia interproximal;

EDMUND KELLS: mártir da Radiologia, já trabalhava com Raios-X em 1896;

JOSÉ CARLOS FERREIRA PIRES: mártir no Brasil;

CYRO ANDRADE SILVA, ARÃO RUMEL, AGUINALDO DE FREITAS, OSVALDO JOSÉ VAROLI: respectivamente primeiro, segundo, terceiro e quarto Professor Catedrático (Titular), da disciplina de Radiologia da Faculdade de Odontologia da USP.


TÉCNICA PERIAPICAL DO PARALELISMO



1.- Histórico

1904 – Introduzida por Price - 1ª Referência

1911 – Divulgada por: Mc Cormack

1947 – Fitzgerald: procedeu modificações que viabilizaram seu uso em Odontologia

1951 – Updegrave: fixação do filme com pinças, blocos de madeira, borracha

1953 – Césio de Pádua Lima: 1ª.tese no Brasil


2.- Princípios de Formação da imagem na técnica do Paralelismo
3.- Estudo comparativo entre as técnicas da Bissetriz e do Paralelismo

3.a. Quanto à distância área-focal/filme (40 cm.)

3.b. Quanto à angulação vertical

3.c. Quanto à posição do filme // ao objeto ┴ ao feixe de raios-X

3.d. Quanto à posição do paciente
4.- Uso de suportes "porta-filmes":

Madeira


Plástico

"RINN"


"HAN-SHIN"
5.- Emprego de Alta Quilovoltagem

RAIOS-X: NATUREZA E PRODUÇÃO

FÍSICA DAS RADIAÇÕES



1.- NATUREZA:

Os Raios-X, fazem parte da grande família das radiações eletromagnéticas.


2.- TEORIAS DA CONSTITUIÇÃO DA MATÉRIA:

EMPÉDOCLES (490-430 a.C.): filósofo grego, cuja substância primordial do Universo seria a fusão dos 4 elementos "raízes": Água, Ar, Fogo e Terra;

DEMÓCRITO (470-350 a.C.): o átomo, a teoria atomística;

ARISTÓTELES (384-322 a.C.): concordava com Empédocles, mas restringiu os 4 elementos à própria Terra;

LAVOISIER (1743-1794): pai da química moderna, Lei da Conservação das Massas;

DALTON (1766-1844): química atômica moderna, Lei dos Volumes dos Gases;

GAY-LUSSAC (1778-1850): estudo dos gases;

AVOGADRO (1776-1856): o famoso "Volumes iguais de gases diferentes contêm o mesmo número de moléculas";

MENDELEV (1834-1907): criou a Tabela Periódica dos Elementos (Cerca de 61 na época);

THOMSON (1856-1940): descobriu o elétron, a deflexão dos raios catódicos, Prêmio Nobel de Física de 1906;

RUTHERFORD e BOHR: a estrutura atômica atual;

GHADWIK (1891-1974): descobre os nêutrons.


3.- PRODUÇÃO:

Os Raios-X são produzidos através do frenamento brusco de elétrons.

3.a. Ampolas de CROOKES

3.b. Ampolas de COOLIDGE

3.c. Produção comum e produção característica
4.- PROPRIEDADES DOS RAIOS-X:

4.a. Caminham em linha reta e à velocidade da luz

4.b. Não são desviados por elétro-ímãs

4.c. Não podem ser focalizados por uma lente

4.d. Provocam ionização

4.e. Atravessam corpos opacos

4.f. Provocam fluorescência

4.g. Normalmente não sofrem reflexão, refração e nem difração




APARELHOS E AMPOLAS DE RAIOS-X



1.- Ampolas são dispositivos de vidro (comum e plumbífero) que apresentam o maior vácuo possível, contendo dois eletrodos (cátodo e ânodo) e onde se faz passar uma corrente de alta tensão.
2.- HISTÓRICO:

Ampolas de PLUCKER, GEISSLER, HITTORF, LENARD, HERTZ e CROOKES.


3.- AMPOLA DE William D. COOLIDGE (1920 - Engenheiro da G.E.):

3.a. Características

3.b. Constituição e Funcionamento
4.- APARELHOS DE RAIOS-X:

4.a. Base: Fixa e Móvel

4.b. Corpo: Auto-Transformador, Estabilizador de Corrente, Reguladores de Voltagem e Amperagem, Marcador de Tempo (Mecânico e Eletrônico)

4.c. Câmara Receptora (Cabeçote):

Transformador de Baixa Voltagem (TBV): 110V/6A,

Transformador de Alta Voltagem (TAV): 110V/3A, 50 à 110kVp e 10 à 25mA

4.d. Demais componentes

4.e. Funcionamento


5.- AMPOLAS E APARELHOS MODERNAMENTE EMPREGADOS:

5.a. Foco fino (0,6 x 0,6 mm)

5.b. Foco duplo (Grosso e Fino)

5.c. Foco luminoso

5.d. Ânodo giratório

5.e. Sistema RICHARDS

5.f. Dispositivo retardador

TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS EXTRA-BUCAIS

DE INTERESSE ODONTOLÓGICO
1.- INDICAÇÕES
2.- CARACTERÍSTICAS:

2.a. Aparelhos de Raios-X

2.b. Filmes Extra-Bucais

2.c. Tempo de Exposição

2.d. Distância Área Focal-Filme (Distância Focal)
3.- ACESSÓRIOS:

3.a. Chassi Porta-Filme (Screen e No-Screen)

3.b. Placas Intensificadoras (Ècrans)

3.c. Grade Anti-Difusora de LYSHOLM

3.d. Dispositivo de POTTER-BUCKY

3.e. Placas Delimitadoras

3.f. Placas de Identificação e Aparelhos Identificadores

3.g. Goniômetro e Compasso de Espessura (Espessômetro)

3.h. Cilindros Localizadores

3.i. Placas de Alumínio

3.j. Suportes:

.Seriógrafos

.Cefalostatos

3.l. Colgaduras


4.- CÂMARA ESCURA:

4.a. Iluminação

4.b. Métodos de Revelação (Processamento)

4.c. Processadoras Automáticas


5.- INCIDÊNCIAS - NOMENCLATURA:

5.a. Segundo paredes ou planos:

.Direção e sentido dos Raios-X

.Incidências Inclinadas (Oblíquas)

5.b. Segundo pontos craniométricos

5.c. Segundo nomes de autores

5.d. Relação área de incidência-estrutura
6.- INCIDÊNCIAS, CLASSIFICAÇÃO, POSIÇÃO DO PACIENTE/CHASSI, REGULAGEM DOS APARELHOS DE RAIOS-X e INDICAÇÕES:

6.a. LATERAL:

.Mandíbula: Ângulo e Ramo (Inclinada)

.Mandíbula: Corpo (Inclinada)

.DJIAN - Mandíbula: Ângulo e Ramo

.DJIAN - Mandíbula: Corpo

.Perfil Mole

.Perfil Duro

.Calvária

.Telerradiografia (Radiografia Cefalométrica)

.ATM (Obs.: Será vista em aula específica)

6.b. FRONTAL:

.Antero-Posterior - AP - (Towne)

.Póstero-Anterior - PA - para Seio Maxilar e Esfenoidal (Waters-Waldron)

.Póstero-Anterior - PA - para Seio Frontal e Etmoidal (Caldwell)

.Póstero-Anterior - PA - para Mandíbula

6.c. AXIAL:

.HIRTZ


.HIRTZ invertida

FILMES RADIOGRÁFICOS

E PRINCÍPIOS DE FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA



1.- CONCEITO:

.FILMES são películas constituídas fundamentalmente por uma emulsão composta de gelatina e halogeneto de prata (brometo) e uma base de sustentação ou suporte, representada por fina e transparente lâmina de poliester.

.RADIOGRAFIAS são películas que apresentam em detalhes as sombras das diferentes estruturas interagidas pelos Raios-X.
2.- HISTÓRICO:

Das placas de vidro (filmes fotográficos), aos filmes radiográficos.


3.- CONSTITUIÇÃO:

3.a. Película:

.Base de poliester

.Emulsão de Halogeneto de Prata

.Impurezas

3.b. Embalagem:

.Invólucro

.Papel Protetor

.Lâmina de Chumbo
4.- TIPOS:

4.a. Quanto à sensibilidade:

.Lentos

.Médios


.Rápidos

.Ultra-Rápidos

4.b. Quanto à emulsão:

.Simples emulsão

.Dupla emulsão

4.c. Quanto ao número na embalagem:

.Filmes Simples

.Filmes Duplos

4.d. Quanto ao tamanho:

.Intrabucais:

.Periapicais:# 0, 1 e 2

.Interproximais: Tipos: I,II,III e IV

.Oclusais: 5,7x7,5 cm.

.Extrabucais - Screen e No-Screen:

.Panorâmicos: 15x30 cm., e 12x30 cm.

.Demais Técnicas:13x18 cm, 18x24 cm, 20x25 cm., 24x30 cm.


5.- PRINCÍPIOS DE FORMAÇÃO DA IMAGEM:

5.a. Radiográficas

5.b. Radioscópicas:

.Abreugrafia

.Cinerradiografia

.Radioscopia Televisada




PROCESSAMENTO RADIOGRÁFICO



1.- INTRODUÇÃO:

1.a. Imagem latente

1.b. Imagem Visível (ação química)
2.- AÇÃO DAS SOLUÇÕES SOBRE OS FILMES:

2.a. Ação do Revelador

2.b. Ação do Fixador

2.c. Duração das Soluções


3.- AÇÃO DOS COMPONENTES DAS SOLUÇÕES:

REVELADOR - Agentes Ativos:

ELON (Agente Redutor), inicia a revelação (age rapidamente);

HIDROQUINONA (Agente Redutor), continua a revelação, completa a ação do Elon;

Acelerador:

CARBONATO DE SÓDIO, acelera a Revelação pelo amolecimento da gelatina de emulsão, facilitando a penetração dos Agentes Ativos e também promove a alcalinidade;

HIDRÓXIDO DE SÓDIO, em Reveladores mais rápidos (Revelador relâmpago);

Preservativo:

SULFITO DE SÓDIO, evita a oxidação das soluções em contacto com o ar e também dos agentes redutores (a ação preservativa, não é, no entanto, total);

Moderador:

BROMETO DE POTÁSSIO, contribui para regular a atividade da revelação e evita o velamento dos cristais de Brometo de Prata não expostos;

Veículo:

ÁGUA DESTILADA, necessária (QSP).
FIXADOR - Agentes Ativos:

HIPOSSULFITO DE SÓDIO, reage com o Halogeneto de Prata da emulsão não sensibilizada, formando o Brometo de Sódio e o Sulfureto de Prata, que se dissolvem na própria solução, deixando somente a imagem formada pelos depósitos de Prata metálica negra durante a revelação;

Acidificador:

ÁCIDO ACÉTICO, neutraliza qualquer alcalinidade do Revelador que possa ter vindo com o filme e ajuda os componentes a agirem satisfatoriamente;

Preservativo:

SULFITO DE SÓDIO, evita a oxidação dos componentes;

Endurecedor:

ALÚMEN DE POTÁSSIO (branco) ou ALÚMEN DE CROMO (verde), dá maior resistência à emulsão e à gelatina frente aos aumentos de temperatura, e aos agentes abrasivos;

Veículo:

ÁGUA DESTILADA, necessária (QSP).


4.- MÉTODOS DE REVELAÇÃO:

4.a. Método visual

4.b. Método tempo/temperatura
5.- MECÂNICA DE REVELAÇÃO:

5.a. Remoção do Invólucro

(ou do filme de dentro do chassi)

5.b. Revelação

5.c. Lavagem Intermediária

(Banho Interruptor)

5.d. Fixação

5.e. Lavagem Final

5.f. Secagem
6.- CÂMARA ESCURA:

6.a. Considerações Gerais


7.- TIPOS DE CÂMARA ESCURA:

7.a. Portáteis

7.b. Laboratório de Bolso

7.c. Local Apropriado

7.d. Processadora Automática
8.- ELEMENTOS INTEGRANTES DE UMA CÂMARA ESCURA:

8.a. Parte Sêca:

Manipulação de Filmes, Identificação das películas, Carga de Chassis, etc...

8.b. Parte Úmida:

Destinada ao desenvolvimento do processo de revelação
9.- REDUÇÃO RADIOGRÁFICA - (Clareamento):

9.a. Finalidade

9.b. Composição das soluções de FARMER:

.Solução "A":

.Ferricianeto de Potássio = 30gr.

.Água Destilada = 500cc.

.Solução "B":

.Hipossulfito de Sódio = 30gr.

.Água Destilada = 500cc.

9.c. Armazenamento das soluções, proporções para uso, cuidados;

9.d. Reação das soluções com o filme revelado:

.O Ferricianeto de Potássio oxida a prata metálica da emulsão do filme, formando o Ferrocianeto de Prata, aí então, o Hipossulfito dissolve o Ferrocianeto de Prata; a reação é interrompida com a lavagem.


10.- INTENSIFICAÇÃO RADIOGRÁFICA
11.- PROCESSOS MODIFICADORES:

11.a. Radiografias de Urgência

11.b. Monobanho
12.- ERROS DE PROCEDIMENTO NA CÂMARA ESCURA

PRINCIPAIS FATORES NA PRODUÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA




1.- DEFINIÇÃO:

Radiografia tecnicamente boa é aquela que apresenta um máximo de detalhe, um mínimo de distorção e um grau médio de contraste e densidade.

1.a. Conceito de DETALHE, DISTORÇÃO, CONTRASTE E DENSIDADE
2.- ESTRUTURAS A SEREM RADIOGRAFADAS:

2.a. Espessura do Objeto

2.b. Densidade do Objeto
3.- FATORES RESPONSÁVEIS PELO DETALHE DE UMA RADIOGRAFIA:

3.a. Fatores Geométricos:

.Tamanho da Área Focal

.Inclinação da Área Focal (20º)

.Distância Objeto/Filme

.Distância Área Focal/Filme

3.b. Fator Movimento:

.Paciente

.Cabeçote

.Filme


3.c. Fator Filme

.Tamanho da Granulação

.Espessura do Filme (Base: 0,2mm.= máximo)

.Emulsão Simples e Dupla

3.d. Embaçamento ou "Fog" (Véu)
4.- FATORES RSPONSÄVEIS PELA DENSIDADE DE UMA RADIOGRAFIA:

4.a. Conceito

4.b. Fatores Responsáveis:

.Miliamperagem (mA)

.Quilovoltagem (kV)

.Embaçamento ou Fog


5.- FATORES RESPONSÁVEIS PELO CONTRASTE DE UMA RADIOGRAFIA:

5.a. Penetrômetro

5.b. Fatores Responsáveis:

.kVp


.mAs

.Embaçamento ou Fog




6.- EFEITO RADIOGRÁFICO:
kVp2 x mA x s

6.a. Fórmula: E.R = -------------------------

d2
7.- ARITMÉTICA DA EXPOSIÇÃO RADIOGRÁFICA:

Miliamperagem/Segundo - Distância

mAs[n] = dn2

-------------------

mAs[o] = do2
A mAs nova está para a mAs original, assim como a distância nova ao quadrado está para a distância original ao quadrado. A miliamperagem/segundo é diretamente proporcional ao quadrado da distância.


MÉTODOS DE LOCALIZAÇÃO RADIOGRÁFICA



1.- INTRODUÇÃO
2.- Método de CLARK (1909):

2.a. Princípio e Indicações

2.b. Técnica Radiográfica:

.Posição do Paciente

.Filmes - Colocação e Tempo de Exposição

.Aparelho de Raios-X e ângulos


3.- Método de MILLER-WINTER (1914):

3.a. Princípio e Indicações

3.b. Técnica Radiográfica:

.Posição do Paciente

.Filmes - Colocação e Tempo de Exposição

.Aparelho de Raios-X e ângulos


4.- Método de PARMA (1936):

4.a. Princípio e Indicações

4.b. Técnica Radiográfica:

.Posição do Paciente

.Filmes - Colocação e Tempo de Exposição

.Aparelho de Raios-X e ângulos


5.- Método de DONOVAN, Margareth (1952):

5.a. Princípio e Indicações

5.b. Técnica Radiográfica:

.Posição do Paciente

.Filmes - Colocação e Tempo de Exposição

.Aparelho de Raios-X e ângulos


6.- Método ESTEREOSCÓPICO (Década de 50):

6.a. Princípio e Indicações

6.b. Técnica Radiográfica:

.Posição do Paciente

.Porta-Filmes e Identificação dos Filmes

.Filmes - Colocação e Tempo de Exposição

.Aparelhos de Raios-X e ângulos
7.- Método LE MASTER (1924):

7.a. Princípio e Indicações

7.b. Técnica Radiográfica:

.Posição do Paciente

.Filmes - Colocação e Tempo de Exposição

.Aparelhos de Raios-X e ângulos


8.- APLICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS DE CONTRASTE:

8.a. Indicações

8.b. Substâncias Utilizadas


RADIOGRAFIAS PANORÂMICAS


(PANTOMOGRAFIAS)
1.- Noções gerais de tomografia
2.- Histórico dos aparelhos panorâmicos
3.- Definição:

3.a. Radiografia Panorâmica

3.b. Pantomografia
4.- Tipos de aparelhos panorâmicos:

4.a. Procedimentos estáticos

4.b. Procedimentos cinemáticos:

4.b.1. Princípio Concêntrico

4.b.2. Princípio Excêntrico

4.b.3. Princípio Concêntrico e Excêntrico

4.b.4. Princípio da Elipsopantomografia
5.- Regulagem do Aparelho:

5.a. Quilovoltagem

5.b. Miliamperagem

5.c. Tempo de Exposição


6.- Erros e correções nas Radiografias Panorâmicas
7.- Aplicações e limitações dos exames panorâmicos

RADIOGRAFIAS PARA A A.T.M.
1.- HISTÓRICO:

GILLIS 1935

LINDBLON 1936

UPDEGRAVE 1950

RICKETTS 1950

BOOS 1951

FREESE 1958

TAMAKI 1958

HEBLING 1964

QUIRCK 1964

FREITAS 1966
2.- TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS:

Transcraniais

Transfaciais

.Transorbital (Zimmer)

Oblíquas

Postero-Anteriores (PA)

Perpendiculares

Tomográficas

Cinerradiográficas


3.- TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS DE Mc QUEEN:

Generalidades

Técnica

Indicações


4.- INDICAÇÕES GERAIS

EFEITOS BIOLÓGICOS DAS RADIAÇÕES IONIZANTES

NORMAS DE PROTEÇÃO ÀS RADIAÇÕES
1.- INTRODUÇÃO : Importância do conhecimento
2.- RADIAÇÕES IONIZANTES:

Definição

2.a. Ação das Radiações sobre a célula:

.Citoplasma, Núcleo, RNA, DNA


3.- UNIDADES DA RADIAÇÃO: R - Rad - Rem - RBE

R - Medida de Propagação (ROENTGEN):

Coulomb/kg (C/kg: 3-88 x 103R)

Rad - Medida de Absorção - Gray (GY):

Absorção de 1 joule/kg, ou seja, 100 Rads

Rem - Medida de Absorção pelo Homem ou Mamífero

Sievert (Sv) = representa 100 Rems

RBE - Coeficiente de Eficácia Biológica Relativa


4.- EFEITOS SOMÁTICOS:

4.a. Pele e Mucosa - Radiodermite

4.b. Osteorradionecrose

4.c. Células sangüíneas e tecidos hematopoiéticos

4.d. Gônadas - Esterilidade temporária ou permanente

4.e. Folículo e Bulbo Piloso - Depilação e Alopecia

4.f. Diminuição da longevidade

4.g. Morte


5.- TEORIA DE BERGONIE-TRIBONDEAU:

.Classificação de ELLINGER - Seletividade celular quanto à sensibilidade às radiações:

.Embrião de 90 dias

.Ovogônia e Espermatogônia

.Linfócitos

.Eritroblastos e Granulócitos

.Mieloblastos

.Células Epitelais

.Células Endoteliais

.Células do tecido conjuntivo

.Células do tecido ósseo

.Células do cérebro e nervosas

.Células Musculares
6.- CONCEITO DE DOSES PERMISSÍVEIS:

6.a. Dose Máxima Permissível (D.M.P.) para o corpo todo:

5R/ano; 1,5R/3mêses; 0,1R/semana

6.b. Dose de Irradiação Acumulada:

D=5R(N-18)

6.c. Dose de eritema:

2.500mAs, ou seja, 25R
7.- FONTES DE PRODUÇÃO DAS RADIAÇÕES:

7.a. Radiação de Fundo = 5R/30anos

7.b. Radiação Produzida = 10R/30anos

7.c. Precipitação de Provas Nucleares = 0,5R/30anos

7.d. Exposição Profissional e Outras = 0,3R/30anos
8.- DOSES MÉDIAS RECEBIDAS PELAS GÔNADAS DURANTE EXAME RADIOGRÁFICO DENTÁRIO:

1 (uma) Radiografia Periapical:

0,5R à 1R na superfície da pele

5mR à 10mR nas gônadas

14 (quatorze) Radiografias Periapicais (Boca Toda):

7R à 14R na superfície da pele

0,05R à 0,14R nas gônadas
9.- EFEITOS SOMÁTICOS:

9.a. Destruindo ou matando a célula, quebrando os cromossomos e levando os genes à mutar:

Fragmentação - Translocação - Inversão

9.b. Altas doses e doses parceladas - mutações genéticas


10.- NORMAS DE PROTEÇÃO:

10.a. O paciente e a radiação primária - diafragma, filtros

10.b. O operador e a radiação primária

10.c. O paciente e a radiação secundária - avental plumbífero, placa submentoniana

10.d. O operador e a radiação secundária - biombo, monitores (dosímetros)

10.e. Barreiras de proteção na área ocupacional, cuidados com o pessoal auxiliar



10.f. Recomendações Gerais


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