Regulamentos Marpol



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Regulamentos Marpol

Regulamento 13F (3-a)

A largura do tanque de costado duplo é dada pela fórmula w = 0,5 + DWT / 20000, definida em metros, ou 2 metros, considerando-se o menor valor. No entanto, este valor não poderá ser inferior a 1 metro. w = 2 m.

 

Regulamento 13 (3-b)

A altura do tanque de fundo duplo é dada pela fórmula h = B / 15 ou 2 metros, o que for menor, não devendo ser inferior a 1 metro. h = 2 m.

 

Regulamento 24 (2)

Os tanques de carga dos petroleiros deverão ser de tamanho e arranjos tais que os vazamentos hipotéticos, Oc ou Os, em qualquer local do comprimento do navio, não excedam 30.000 m3 ou 400*(DWT)1/3, considerado o maior dos dois e sujeito a um máximo de 40.000 m3. Vazamento Hipotético = 25.198 m3.

 

Regulamento 24 (3)

O volume de qualquer tanque lateral de carga de um petroleiro não deverá exceder 65% dos limites de vazamento hipotético de óleo referido anteriormente. O volume de qualquer um dos tanques centrais de carga não deverá exceder 50.000 m3.

 

Regulamento 24 (4)

O comprimento de cada tanque de carga não deverá ser superior a 10 m ou a um dos seguintes valores abaixo, considerando o que for maior. Uma vez que esta embarcação possuirá duas anteparas longitudinais, os valores máximos são:

        Tanques Laterais: 0,2 L

        Tanques Centrais: 0,2 L

 

Regulamento 13 (1)

Todo petroleiro de tonelagem igual ou superior a 70.000 tpb será provido de tanques de lastro segregado.

 

Regulamento 13 (2)

A capacidade dos tanques de lastro segregado deverá ser, pelo menos, tal que em qualquer condição de lastro, em qualquer parte da viagem, incluindo-se as que consistam de peso leve acrescido somente de lastro segregado, os calados e o trim possam preencher cada um dos seguintes requisitos:



  • O calado moldado a meio navio (dm) em metros (sem levar em consideração qualquer deformação do navio) não deverá ser inferior a dm, sendo dm definido por: dm  =  2.0  +  0,02L.

  • Os calados nas perpendiculares AV e AR deverão corresponder aos determinados pelo calado a meio do navio (dm), em associação com o trim pela popa não superior a 0,015L.

  • Em qualquer caso, o calado na perpendicular AR não deverá ser menor do que aquele necessário para se obter a imersão total dos hélices.

 

Regulamento 13 (3)

Em nenhum caso, a água de lastro será transportada nos tanques de óleo, exceto em condições de tempo tão severas que, na opinião do Comandante, seja necessário transportar água de lastro adicional em tanques de óleo, para segurança do navio.

 

SLOP TANKS

Os arranjos dos tanques de resíduos terão uma capacidade necessária para guardar os resíduos oriundos da lavagem dos tanques, resíduos de óleo e resíduos de lastro sujo, mas cujo total não deve ser de menos de 3% da capacidade de transporte de óleo do navio, exceto que, onde forem instalados tanques de lastro segregados ou dispositivos tais como redutores que envolvam utilização de água adicional para a lavagem não forem instalados, a administração pode aceitar 2%.

 

PARÂMETROS PARA COMPARTIMENTAÇÃO

Cumpridos todos os regulamentos acima, obtemos a seguinte configuração:

 


  • COSTADO DUPLO

w  = 2,00 metros

 


  • FUNDO DUPLO

h  =  2,00 metros

 


  • ESPAÇAMENTO DE GIGANTES

Para navios com comprimento L        290 m  <  L  ≤  330 m

S = 2.400 mm

 


  • COMPRIMENTO DE PORÕES

Tanques Laterais => lmáx = 62 metros

Tanques Centrais => lmáx = 62 metros

 


  • VOLUME MÁXIMO TANQUES LATERAIS

Não deverá ultrapassar 65% do Vazamento Hipotético, devendo ser menor que 50.000 m3. Vmáx = 19.500 m3.

 


  • ANTEPARA DE COLISÃO A RÉ

A Antepara de Colisão a Ré deverá ser posicionada de tal forma que o eixo do tubo telescópico fique apoiado no mínimo sobre três hastilhas. Admitindo-se para esta região um espaçamento de caverna de 750 mm, a Antepara de Colisão a Ré deverá ser posicionada a 10,30 metros da Perpendicular de Ré.

 


  • ANTEPARA DE COLISÃO A VANTE

A antepara de colisão a vante foi posicionada de acordo com as recomendações da American Bureau of Shipping (ABS), regulamento 3/12.5, (Parte 3, Seção 12, Item 5).

Uma antepara de colisão deverá ser posicionada em todas as embarcações. Ela deverá ser estanque, isto é, sem aberturas, exceto quando permitido em contrário (regulamento 4/6.9), e se estender até o convés de borda livre,  preferivelmente em um plano. Em embarcações com superestruturas a vante, a antepara deverá se estender até o convés da superestrutura.



O ponto de referência para o posicionamento da antepara de colisão a vante deverá ser a extremidade dianteira da LPP a menos que haja alguma parte do corpo submerso que se prolongue a vante desse ponto, tal como em navios com proas bulbosas. Neste caso, o ponto a ser tomado como referência deverá ser a metade da distância da perpendicular de vante à extremidade mais a vante do corpo submerso. Para navios mercantes, a esse ponto, dever-se-á recuar a distância que for menor, calculada pelas seguintes fórmulas:

    • A metade da distância da perpendicular de vante ao ponto de referência;

    • 0,015 * LPP; ou

    • 3 metros.

Desta maneira, chegamos à posição de 300,60 metros da perpendicular de ré como sendo o ponto mais a vante onde se poderá posicionar a antepara de colisão.


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