Regras de Nomenclatura



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Regras de Nomenclatura

A nomenclatura latina dos animais segue algumas regras essenciais:


1) deve ser escrita em itálico
2) a primeira palavra representa o gênero
3) a segunda palavra representa a espécie
4) a primeira palavra é escrita com a inicial maiúscula
5) todas as outras letras do nome são minúsculas
6) o nome científico é válido para ambos os sexos

Exemplo: Giraffa camelopardalis

Portanto, as designações cieníificas formam-se a partir de um binômio em que a primeira palavra indica o gênero e a segunda a espécie. Os nomes grafam-se sempre em itálico, sendo o primeiro nome sempre com a letra inicial minúscula e o segundo sempre com letra minúscula. É uma norma internacionalmente adotada que se tornou lei, mas que não é respeitada, muitas vezes...

Os estudiosos dividem a classificação zoológica em táxons ou unidades taxinômicas. Os níveis (seqüência) são:



  1. Reino (Animalia)

  2. Filo (Chordata)

  3. Classe (Mammalia)

  4. Ordem (Artiodactyla)

  5. Família (Giraffidae)

  6. Gênero (Giraffa)

  7. Espécie (Girafa e Ocapi)




Taxon

Mosca-da-fruta

Humano

Ervilha

Amanita

E. coli

Domínio

Eukaryota

Eukaryota

Eukaryota

Eukaryota

Bacteria

Reino

Animalia

Animalia

Plantae

Fungi

Monera

Phylum ou Divisão

Arthropoda

Chordata

Magnoliophyta

Basidiomycota

Proteobacteria

Subphylum ou subdivisão

Hexapoda

Vertebrata

Magnoliophytina

Hymenomycotina




Classe

Insecta

Mammalia

Magnoliopsida

Homobasidiomycetae

Proteobacteria

Subclasse

Pterygota

Eutheria

Magnoliidae

Hymenomycetes

Gammaproteobacteria

Ordem

Diptera

Primatas

Fabales

Agaricales

Enterobacteriales

Subordem

Brachycera

Haplorrhini

Fabineae

Agaricineae




Família

Drosophilidae

Hominidae

Fabaceae

Amanitaceae

Enterobacteriaceae

Subfamília

Drosophilinae

Homininae

Faboideae

Amanitoideae




Género

Drosophila

Homo

Pisum

Amanita

Escherichia

Espécie

D. melanogaster

H. sapiens

P. sativum

A. muscaria

E. coli

Classificação dos Protozoários


Protozoários

Não parece existir uma definição exata para o termo "protozoário". Em uma visão clássica, os protozoários representam os protistas unicelulares, heterotróficos, desprovidos de pigmentos e de paredes celulares. Em uma visão mais ampla, incluem-se entre os protozoários as formas coloniais (simples ou complexas) nas quais pode ocorrer um nível primordial de diferenciação celular e divisão de trabalho, os euglenóides e dinoflagelados (que apresentam espécies heterotróficas e fotossintéticas) e espécies que secretam carapaças calcárias ou silicosas que envolvem a célula (os dinoflagelados e as amebas tecadas).

Na classificação dos diversos grupos de protozoários são considerados aspectos morfológicos (revelados pela microscopia óptica, microscopia eletrônica de transmissão e microscopia eletrônica de varredura), métodos bioquímicos e de seqüenciamento de DNA e RNA. No estudo das espécies patogênicas, a clonagem é utilizada para se distinguir diferenças na virulência e nas manifestações clínicas em isolados de uma mesma espécie obtidos de diferentes hospedeiros ou de diferentes regiões geográficas. Anticorpos, particularmente os anticorpos monoclonais, contra espécies conhecidas têm sido utilizados para identificar isolados desconhecidos.

A classificação dos diversos grupos de protozoários varia conforme o sistema de classificação adotado. Neste texto, será apresentada a classificação de Lee et al. (1985) e aceita pela International Society of Protozoologists, sistema utilizado na parasitologia médica. Esse esquema distribui os protozoários em seis filos: Sarcomastigophora, Ciliophora, Apicomplexa, Microspora, Myxozoa e Labyrinthomorpha. Do ponto de vista clínico, apenas os quatro primeiros são importantes para humanos. Os filos Sarcomastigophora e Apicomplexa contêm as mais importantes espécies causadoras de doenças em humanos e em outros vertebrados.

Filo Sarcomastigophora

Subfilo Sarcodina

O Subfilo Sarcodina reúne os protozoários tipicamente amebóides – designados genericamente de amebas – que compõem um grupo extremamente diverso que provavelmente evoluiu de diferentes ancestrais primitivos. A maioria das espécies é composta por organismos de vida livre, dulcícolas ou marinhas, e que são, normalmente, inofensivos. Contudo, existem espécies que estabelecem relações comensais ou parasíticas com animais e humanos. A espécie representativa das amebas é a forma dulcícola, de vida livre, Amoeba proteus.



Subfilo Mastigophora

O Subfilo Mastigophora reúne os organismos denominados flagelados, por se locomoverem por propulsão flagelar. Os flagelados podem exibir morfologia simples de células individuais ovaladas ou alongadas, com um ou mais flagelos. Algumas espécies exibem morfologia mais sofisticada apresentando um único flagelo circundado por pseudópodos com os quais capturam partículas de alimento. Existem formas sésseis coloniais como membros do gênero Codosiga, de água doce.

Filo Ciliophora

O Filo Ciliophora reúne os protozoários que se locomovem por propulsão ciliar. Os ciliados compõem o grupo mais complexo, mais evoluído e estruturalmente mais homogêneo, embora tenham evoluído variação considerável. Suas células são recobertas por centenas de cílios arranjados em fileiras ordenadas que batem em ondas sincronizadas propelindo o organismo através da água.

Filo Apicomplexa

O Filo Apicomplexa reúne organismos exclusivamente parasitas intracelulares obrigatórios que incluem muitos patógenos importantes de animais e humanos. O termo Apicomplexa deriva de uma estrutura especializada, o complexo apical – visualizada somente ao microscópio eletrônico – que esses protozoários utilizam para se aderirem ou penetrarem nas células do hospedeiro. Os membros deste grupo não apresentam sistemas de locomoção aparentes, são numerosos e de distribuição mundial

Filo Microspora

Os microsporídios compõem um grupo excepcionalmente diverso de parasitas intracelulares obrigatórios, compreendendo mais de 140 gêneros com mil e duzentas espécies que habitam uma grande variedade de hospedeiros vertebrados e invertebrados. Há muito se reconhece que esses microrganismos são agentes causais de doenças economicamente importantes em insetos (bicho-da-seda e abelhas), peixes e mamíferos. Em humanos, os microsporídios emergiram como importantes patógenos oportunistas quando a AIDS se tornou pandêmica. É plausível que reservatórios animais sejam fontes de infecções humanas.

Filo Myxozoa

Todos os membros do Filo Myxozoa são parasitas, principalmente de invertebrados e de vertebrados poiquilotérmicos (animais de sangue frio) como peixes e anfíbios. Os mixozoários podem causar prejuízos econômicos em criações de peixes e de rãs. Apesar de esporos de mixozoários já terem sido isolados de fezes de humanos com diarréia, seu papel como patógeno humano é, ainda obscuro.

Filo Labyrinthomorpha

O Filo Labyrinthomorpha reúne organismos parasitas de algas ou saprofíticos que se alimentam na superfície de plantas marinhas e de algas por produzirem enzimas digestivas extracelulares.




Fontes na Internet

International Society of Protozoologists: http://www.uga.edu/~protozoa/

Medical Microbiology: http://gsbs.utmb.edu/microbook/toc.htm

Museum of Paleontology: http://www.ucmp.berkeley.edu/



Protist Information Server: http://protist.i.hosei.ac.jp/Protist_menuE.html

Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/nomenclatura.


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