Prohlašuji, že jsem diplomovou práci vypracovala samostatně s využitím uvedených pramenů a literatury



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73 LOPES, Ana Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 36.

74 Parafraseando: MILNER, George. In. Trends in linguistics – How proverbs mean: Semantic studies in English proverbs. NORRICK, Neal R. Mouton. Berlin. 1985. p. 51-54. Disponível em: .


75 Parafraseando: DUNDES, Alan. In. Trends in linguistics – How proverbs mean: Semantic studies in English proverbs. NORRICK, Neal R. Mouton. Berlin. 1985. p. 55-57. Disponível em: .

76 LOPES, Ana Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 40.

77 NORRICK, Neal R. Trends in linguistics – How proverbs mean: Semantic studies in English proverbs. Mouton. Berlin. p. 30. Disponível em: .

A nossa tradução: “A picture oriented toward ideational meaning in proverbs as texts.“



78 CHACOTO, Lucília Maria. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p. 92.

79 VILELA, Mário In. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. CHACOTO, Lucília Maria. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p. 97.

80 CHACOTO, Lucília Maria. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004.p.102.

81 VASCONSELLOS, J. Leite. In. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. CHACOTO, Lucília Maria. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p.102.

82 Parafraseando:CHACOTO, Lucília Maria. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p.107.

83 Parafraseando: CHACOTO, Lucília Maria. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p.108.

84 Parafraseando: RANCHHOD, Marques. In. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. CHACOTO, Lucília Maria. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p.113

85 CUNHA, Celso. CINTRA, Lindley. In. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. CHACOTO, Lucília Maria. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p.114.

86 HARRIS, Z. In. Estudo e formalização das propriedades léxico-sintácticas das expressões fixas proverbiais. CHACOTO, Lucília Maria. U.D.L. Faculdade de Letras. 2004. p.127.

87 Parafraseando: DIAS, António Jorge. Cultura Popular e Cultura Superior. Instituto de Estudiosos Portugueses. Santiago de Compostela. 1949. p. 5.

88 Parafraseando: SARAIVA, António José. A Cultura em Portugal. Vol.II. Livraria Bertrand. Lisboa.1984. p.39.

89 Parafraseando: COELHO, Adolfo. Cultura Popular e Educação: Portugal de Perto. Vol. II. Publicações D. Quixote. Lisboa. 1993. p. 21.

90 Parafraseando: CORAZZI, David. Philosophia Popular em Provérbios. Lisboa/ Rio de Janeiro. 1882. p. 4.-12.

91 Parafraseando: MOREIRA, António. Provérbios Portugueses. Notícias Editorial. Lisboa. 1999. p.5.

92 Parafraseando: BATALHA, Ladislau. História Geral dos Adágios Portugueses. Livrarias Aillaud e Bertrand. Paris/Lisboa. 1924. p. 30-31.

93 Parafraseando: BATALHA, Ladislau. História Geral dos Adágios Portugueses. Livrarias Aillaud e Bertrand. Paris/Lisboa. 1924. p. 30-31.

94 Parafraseando: CARREIRA, José Nunes. Filosofia antes dos Gregos. Europa-América. Lisboa. 1995. p. 91.

95 Parafraseando: CORAZZI, David. Philosophia Popular em Provérbios. Lisboa/ Rio de Janeiro. 1882. p. 4.-12.

96 Parafraseando: CARREIRA, José Nunes. Filosofia antes dos Gregos. Europa-América. Lisboa. 1995. p. 43.

97 Parafraseando: BATALHA, Ladislau. História Geral dos Adágios Portugueses. Livrarias Aillaud e Bertrand. Paris/Lisboa. 1924. p. 30-31.


98 A nossa tradução: Deus seja connosco e o mal fora! / Onde há pobreza Deus fica pertinho.

99 A nossa tradução: Homem acha, Deus muda. / Deus deu, Deus levou. / Deus deu vaca e dará também erva.

100 A nossa tradução: Onde Deus governa a casa há boa cozinha. / Doutor cura, Deus torna são. / Tudo é efémero, mas Deus fica para sempre.

101 A nossa tradução: A quem Deus dá os Santos dão também.

102 A nossa tradução: Melhor que todos os Santos é Deus.

103 A nossa tradução: Sirva a Deus e não incomodes os Santos.

104 A nossa tradução: Santa Luzia reduz as noites, mas não aumenta os dias.

105 A nossa tradução: O frio depois do dia de São José pode fazer mal à flor, mas já não ao homem.

106 A nossa tradução: Pelo São João a noite é pequena.

107 A nossa tradução: Pelo São Martinho a alegria é ter ganso e vinho.

108 Parafraseando: TENGARRINHA, Margarida. Da Memória do Povo – Recolha da Literatura Popular de Tradiçaõ Oral do Concelho de Portimão. Edições Colibri. Lisboa. 1999. p. 20.

109 Parafraseando: BARROS, Maria G. In. Sentido da sabedoria popular e do imaginário popular nos provérbios. SANTOS, Carmelia, Ferreira. Universidade de Lisboa. 2004. p. 111-113.

110 Parafraseando: HELLER, Jan. Symbolika čísel a její původ. Disponível em: http://www.pastorace.cz/index.php?typ=texty&sel_char=B&sel_tema=26&sel_podtema=873

111 A nossa tradução: Uma hora antes da meia-noite é melhor do que as duas depois da meia-noite.

112 A nossa tradução: Mais vale um pardal na mão que um pombo no telhado.

113 A nossa tradução: Dois galos num monturo não se toleram. / Ninguém pode servir a dois donos.

114 A nossa tradução: Onde Diabo não pode entrar ele manda a mulher.

115 A nossa tradução: Quem mente e rouba vá para o inferno.

116 A nossa tradução: Quem começa com diabo, com diabo acaba.

117 A nossa tradução: A morte arruma tudo.

118 A nossa tradução: A morte não escolhe e toma para sempre.

119 A nossa tradução: A morte é o fim de tudo.

120 Parafraseando: FERREIRA, António Jacinto. Os animais no adagiário português. Direcção Geral da Comunicação Social. Lisboa. 1985. p. 20.

121 A nossa tradução: Quanto mais velho um boi tanto mais duro o seu corno.

122 A nossa tradução: A felicidade cansada pode encontrar até um boi. / Um boi ficará um boi tal como um tronco ficará um tronco.

123 A nossa tradução: Quanto mais um boi aguenta tanto mais os outros aproveitam dele.

124 Parafraseando: Ibid. p. 29.

125 A nossa tradução: A vida é um cão.

126 A nossa tradução: Quem quer bater cão sempre tem um pau.

127 A nossa tradução: Nem cão ladrará por homem morto.

128 A nossa tradução: Um bom cão é melhor que homem mau.

129 A nossa tradução: Cão merece morrer como cão.

130 Parafraseando: Ibid. p. 31.

131 A nossa tradução: Não meças os outros pelo vestido nem cavalo pela sela.

132 A nossa tradução: Deixa problemas para cavalo ele tem cabeça maior.

133 A nossa tradução: Nunca emprestes cavalo, mulher e arma.

134 A nossa tradução: Doença vem a cavalo e sai a pé.

135 A nossa tradução: Nem galinha trabalha grátis. / Cada galinha trabalha para si.

136 A nossa tradução: O amigo falso é como gato: em frente faz carinho e detrás rapa. / Quando acaricias um gato ele eleva a sua cauda.

137 A nossa tradução: Um fruto (maça) não cai longe da sua árvore. Em português usa-se: Filho de peixe sabe nadar.

138 A nossa tradução: Aonde flexionarás uma árvore para ali crescerá.

139 A nossa tradução: Se não flexionas lenha verde nem podes lenha madura, que rompe.

140 A nossa tradução: Trovão sempre parte a árvore mais alta.

141 A nossa tradução: Vinho tinto é leite dos velhos. / Vinho diverte corações. / Vinho sabe enlouquecer até um homem prudente.

142 A nossa tradução: O melhor é um amigo e vinho velho. / Recomendar água, mas beber vinho. / Através de vinho podes reconhecer carácter humano.

143 A nossa tradução: Retirar uma pêra madura é mais fácil. / Quando pêra amadurece, cai. / Não colhas peras antes de amadurecerem.

144 A nossa tradução: Uma maça, amadurecendo mais tarde, prolonga-se. / Quando maças amadurecem, caem.

145 A nossa tradução: Uma maça podre pode contaminar todas.

146 A nossa tradução: Uma maça vermelha pode ser cheia de bichos.

147 CHAVES, Luís. Prefácio In. DELICADO, António. Adágios Portugueses Reduzidos a Lugares Comum. Nova edição revista e prefaciada por Luís Chaves. Livraria Universal. Lisboa. 1923. p. 7-8.

148 A nossa tradução: Àgua de Fevereiro não bom para os campos.

149 A nossa tradução: Abril cheio da chuva-Outubro cheio do vinho.

150 A nossa tradução: Chuva no dia de São João-não colherás muitas nozes.

151 A nossa tradução: Chuva de Setembro-água evapora-se das florestas mais tarde.

152 A nossa tradução: A palavra dita e água derramada já não se podem captar.

153 A nossa tradução: A verdade revela-se tal como óleo sobe em cima de água.

154 A nossa tradução: Uma escola sem disciplina é como um moinho sem água.

155 A nossa tradução: Àgua é a bebida da melhor qualidade.

156 A nossa tradução: Água não perturba a razão.

157 A nossa tradução: Quem quer viver muito tempo tem que beber água.

158 A nossa tradução: Onde Deus governa a casa há boa cozinha.

159 A nossa tradução: A quem Deus dá os Santos dão também.

160 A nossa tradução: Mai vale um pardal na mão que um pombo no telhado.

161 A nossa tradução: Quanto mais velho um boi tanto mais duro o seu corno.

162 A nossa tradução: Uma maça não cai longe da sua árvore.



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