Prohlašuji, že jsem diplomovou práci vypracovala samostatně s využitím uvedených pramenů a literatury



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  • HELLER, Jan. Symbolika čísel a jejich původ. . [consultado 13/3/2010].

  • NORRICK, Neal R. Trends in linguistics – How proverbs mean: Semantic studies in English proverbs. Mouton. Berlin. 1985. <http://books.google.com/books?printsec=frontcover&vid=ISBN0899250378&vid=ISBN3110101963#v=onepage&q=&f=false>. [consultado 23/2/ 2010].




    1 Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea. Academia das Ciências de Lisboa. Lisboa. 2001. p. 2994.

    2 MACHADO, José Pedro. Grande Dicionário da Língua Portuguesa. Amigos do livro editores. Porto. 1981. p.495.

    3 Ibid. p. 92.

    4 Ibid. p. 182.

    5 Ibid. p. 455.

    6 Ibid. p. 455.

    7 Ibid. p. 372.

    8 Ibid. p. 105.

    9 MORAIS, António Silva. O Novo Dicionário Compacto da Língua Portuguesa. Confluências. Lisboa. 1994. p. 393.

    10 Ibid. p. 459.

    11 Ibid. p. 81.

    12 Ibid. p. 328.

    13 Ibid. p. 194.

    14 Ibid. p. 26.

    15 FIGUEIREDO, Cândido. Grande Dicionário da Língua Portuguesa. Bertrand Editora. Lisboa. 1996. p. 58.

    16 Ibid. p. 80.

    17 Ibid. p. 881.

    18 Ibid. p. 1904.

    19 Ibid. p. 2083.

    20 Ibid. p. 2218.

    21 Ibid. p. 2218.

    22 Parafraseando: CORAZZI, David. Philosophia Popular em Provérbios. Lisboa/ Rio de Janeiro. 1882. p. 7-9.

    23 Parafraseando: BRAZÃO, José Ruivinho. Os provérbios estão vivos no Algarve: Pesquisa Paremiológica em Paderne. Editorial Notícias. Lisboa. 1998. p. 10.

    24 CHAVES, Luís. Prefácio In. Adágios Portugueses Reduzidos a Lugares Comum. DELICADO, António. Nova edição revista e prefaciada por Luís Chaves. Livraria Universal. Lisboa. 1923. p.15.

    25 Disponível em

    26 Parafraseando: SANTOS, António. Prefácio In. Novo Dicionário de Expressões Idiomáticas. João Sá de Costa. Lisboa. 1990. p. 12.

    27 CINTRA, Lindley. Prefácio In. Novo Dicionário de Expressões Idiomáticas. João Sá de Costa. Lisboa. 1990. p. 12-13.

    28 CUNHA, Xavier. In. A compreensão do provérbio em contexto didáctico. GAMA, Mónica Sofia dos Santos Rodrigues. Faculdade de Letras. Lisboa. 2003. p. 11.

    29 Parafraseando: LOPES, Ana Cristina Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 21.

    30 SARAIVA, José Hermano. Prefácio In. Gente de Portugal. Assembleia Distrital no Porto Alegre. 1981. p. 25.

    31 Parafraseando: VALLE, Carlos. Prefácio In. Gente de Portugal. Assembleia Distrital no Porto Alegre. 1981. p. 26.

    32 CHAVES, Luís. Prefácio In. Adágios Portugueses Reduzidos a Lugares Comum. DELICADO, António. Nova edição revista e prefaciada por Luís Chaves. Livraria Universal. Lisboa. 1923. p. 20.

    33 Parafraseando: BATALHA, Ladislau. História Geral dos Adágios Portugueses. Livrarias Aillaud e Bertrand. Paris/Lisboa. 1924. p. 26.

    34 LOPES, Ana Cristina Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 23.

    35 LOPES, Ana Cristina Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 24.

    36 BRAZÃO, José Ruivinho. Os provérbios estão vivos no Algarve: Pesquisa Paremiológica em Paderne. Editorial Notícias. Lisboa. 1998. p.11.

    37 Notamos que versão portuguesa desta obra não existe, por isso utilizamos a nossa tradução do título: Moudrost starých Čechů.

    38 Parafraseando: KOMENSKÝ, Jan Ámos. In. Cestami poetiky a estetiky. MUKAŘOVSKÝ, Jan. Československý spisovatel. Praha. 1971. p. 277.

    39 HANUŠ, I.J. In. Cestami poetiky a estetiky. MUKAŘOVSKÝ, Jan. Československý spisovatel. Praha. 1971. p. 279.

    40 Notamos que versão portuguesa desta obra não existe, por isso utilizamos a nossa tradução do título: Mudrosloví národa slovanského v příslovích.

    41 Parafraseando: ČELÁKOVSKÝ, František Ladislav. Mudrosloví národu slovanského v příslovích. Československý spisovatel. Praha. 1978. p. 293-294.

    42 Não existindo versão portuguesa utilizamos a nossa tradução do título checo: Přísloví jako součást kontextu In. Cestami poetiky a estetiky.

    43 MUKAŘOVSKÝ, Jan. Přísloví jako součást kontextu In. Cestami poetiky a estetiky. Československý spisovatel. Praha. 1971. p. 291. A nossa tradução: “Přísloví obsahují pravidla života neb úsudek o předmětu nějakém.“

    44 Ibid. p. 291. A nossa tradução: “Přísloví shrnuje zkušenost mnohých lidí v obecně platnou formu. Je-li jeho původcem jedinec nebo spolupráce mnohých, je přitom lhostejné. Jeho hodnota je v obecné platnosti.

    45 Ibid. p. 291. A nossa tradução: “Přísloví je stručné vyjádření myšlenky, vyjádření obrazně zevšeobecňující nějaké děje, vztahy a okolnosti praktického života.“

    46 Ibid. p. 291. A nossa tradução: “Přísloví jsou bystré propovědi, vyjadřující krátce (obyčejně jednou větou) smýšlení lidu o nejrozmanitějších předmětech a vztazích života.“

    47 Ibid. p. 291. A nossa tradução: “Přísloví je zásada vyjádřená co nejméně slovy a zlidovělá.“

    48 Ibid. p. 292. A nossa tradução: “ Přísloví jsou krátké lidové výroky, kterých může být užito o různých jevech života, často složené rytmickou řečí.“

    49 MUKAŘOVSKÝ, Jan. Přísloví jako součást kontextu In. Cestami poetiky a estetiky. Československý spisovatel. Praha. 1971. p. 291. A nossa tradução: “Nebudeme se proto pokoušet o definici, nýbrž o výčet vlastností přísloví, a to o výčet nikoli jen empiricky úplný, ale také logicky důsledný a soustavný.“

    50 LOPES, Ana Cristina Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.26.

    51 Parafraseando: COSERIU, Eugenio In. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. LOPES, Ana Cristina Macário. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.27.


    52 COSERIU, Eugenio In. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. LOPES, Ana Cristina Macário. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.27

    53 Ibid. p. 27.

    54 Ibid. p. 27.

    55 Ibid. p.28.

    56 LOPES, Ana Cristina Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.28.

    57 Parafraseando: GREIMAS, Algirdas Julien. In. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. LOPES, Ana Cristina Macário. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 29.

    58 GREIMAS, Algirdas Julien. In. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. LOPES, Ana Cristina Macário. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p. 29.

    59 Ibid. p. 29.

    60 Ibid. p. 30.

    61 ZULUAGA, Alberto. In. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. LOPES, Ana Cristina Macário. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.31.

    62 Ibid. p.32.

    63 Ibid. p. 32.

    64 ZULUAGA, Alberto. In. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. LOPES, Ana Cristina Macário. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.32.


    65 A linguística checa emprega o termo «frasema» para uma vista formal e o termo «idiotismo» para sublinhar o lado de significado. No trabalho presente utilizaremos o termo «idiotismo» que achamos mais frequente usado na linguística portuguesa.

    66 Parafraseando: ČERMÁK, František - FILIPEC, Josef. Česká lexikologie. Academia. Praha. 1985. p. 210-222.

    67 LOPES, Ana Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.36.

    68 CRAM, David. Linguist status of the proverbs. In. Cahiers de Lexilogie 43. 1983. p. 57-58. Traducão é nossa: “Idiomaticity is not a defining characteristic of the proverb. Not all proverbs are phrasal idioms then, and conversely not all phrasal idioms are proverbs.”

    69 Parafraseando: LOPES, Ana Macário. Texto proverbial português. Contributos para uma análise semântica e pragmática. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 1992. p.37.


    70 Como menciona A. M. Lopes: Outros investigadores, como Zavarin ou Coote, definem o provérbio como um “formulaic text“, “a stable, ready made, reproducible unit of language tahat is not generated during the speech procees.“

    71 NORRICK, Neal R. Trends in linguistics – How proverbs mean: Semantic studies in English proverbs. Mouton. Berlin. 1985. p.46. Disponível em:

    <http://books.google.com/books?printsec=frontcover&vid=ISBN0899250378&vid=ISBN3110101963#v=onepage&q=&f=false>.

    A nossa tradução: “Fixedness in proverbs is only relative, allowing for simultaneous variations and some structural and lexical alterations in the standard, stored forms. Proverbs are never completely frozen.”



    72 Parafraseando: NORRICK, Neal R. Trends in linguistics – How proverbs mean: Semantic studies in English proverbs. Mouton. Berlin. 1985. p. 45. Disponível em:


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