Paulo ganem souto



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  • Notificar caso;

  • Marcar retorno para reavaliação - 6 meses e 12 meses;

  • Realizar Atividade Educativa.

  • Repetir tratamento, se necessário, alta após 2 controles negativos;

  • Encaminhar se necessá-rio para referência Oftal-mológica.






  • Notificar caso;

  • Investigar com a Vigi-lância epidemiológica;

  • Encaminhar para Cen-tro de Referência Oftal-mológico com relatório para obtenção de pare-cer especializado;

  • Realizar atividade edu-cativa.

Investigar outras causas / encaminhar com relatório pra oftalmologista.

Investigar outras causas / encaminhar com relatório pra oftalmologista.

Caso confirmado


Conjuntivite Crônica

Caso não confirmado




Em áreas com ocorrência de outros casos.

Em áreas sem relato de outros casos.

Tratar com azitromicina 20mg/Kg, dose única, VO, as formas TF e TI

Observar a evolução da forma TS

.

Encaminhar com relatório para oftalmologista as formas TT e CO


TRACOMA?

TRACOMA / CONTINUAÇÃO



CRITÉRIOS DE ENCAMINHAMENTO:


  • Ocorrência de caso novo em área sem história de doença;

  • Quando diagnóstico de Triquíase Tracomatosa (TT) cujo tratamento é cirúrgico.

MEDIDAS DE CONTROLE:


  • Medidas relativas à fonte de infecção

    • Tratamento individual: todo caso de tracoma inflamatório (TF e/ou TI), deve ser tratado;

    • Tratamento em massa: havendo indicação epidemiológica, o tratamento em massa deverá ser adotado;

    • Busca Ativa de casos novos: deverá ser procedida, visando tratamento e conscientização da população.




  • Medidas referentes às vias de transmissão: as áreas endêmicas do tracoma, em sua maioria, apresentam precárias condições de saneamento e higiene. A melhoria sanitária domiciliar, o destino adequado do lixo e o acesso ao abastecimento de água, representam importantes ações no controle da doença.



INTOXICAÇÃO EXÓGENA?



Relato ou evidência de ingesta, inalação ou contato com substâncias prejudiciais ao organismo: produtos de higiene e limpeza (detergentes, água sanitária); monóxido de carbono (fumaça); hidrocarbonetos (solventes, tintas, vernizes, colas); organofosforados e carbonatos (inseticidas, pesticidas) e herbicidas; intoxicação alimentar (salmonelas e estafilococos); plantas venenosas; inseticidas de usos domésticos; raticidas (anticoagulantes cumarínicos); raticidas ilegais (chumbinho, mil-gatos); plantas tóxicas (comigo- ninguém-pode, tinhorão, cipó-de-leite, aroeira, saia-branca, bico-de-papagaio, coroa-de-cristo, avelós, urtiga, espirradeira, chapéu-de-napoleão, mandioca-brava, mamona, pinhão-roxo, cogumelos)

  • Não provocar vômitos e/ou fazer lavagem gástrica quando há diminuição dos níveis de consciência e/ou suspeita de ingestão de ácidos ou bases fortes, hidrocarbonetos ou materiais sólidos com ponta

  • Obter informações sobre o produto tóxico, s/p

  • No caso de ingesta de grande quntidade e potencialmente grave, realizar lavagem gástrica por SNG

  • Manter vias aéreas permeáveis, oxigenioterapia, s/n e s/p

  • Monitorar comprometimento neurológico

  • Acesso venoso, manter hidratação, controlar diurese

  • Atentar aos sinais de choque, insuficiência respiratória e PCR.

  • Administrar medicações conforme situação: atropina, anti-histamínicos, antieméticos, analgésico, etc.

Na situação de tentativa de suicídio, encaminhar para unidade de referência para Saúde Mental.

Transferir para hospital de referência, com relatório.

• Visita domiciliar para avaliar e orientar quanto a situações de risco;

•Acionar Vigilância Epidemiológica e Sanitária, conforme o caso


I
Manifestações cardiorespiratórias:

dispnéia, respiração superficial, bradipnéia ou apnéia, arritmias, bradicardia ou taquicardia, hipertensão ou hipotensão arterial, hipersecreção bronquica.

s TF e TI


Manifestações neurológicas:

alterações do sensório, delírio, alucinações, convulsão, miose.

Manifestações

Renais:

redução do débito urinário.



Manifestações gastrointestinais:

náuseas, vômitos, alteração do hálito, diarréia, sialorréia, dor abdominal.

Alterações locais:

Prurido, Edema, Eritema .


N
TOXICAÇÃO EXOGENA / FLUXOGRAMA


Dispnéia, taquipnéia, tosse, uso de músculos acessórios da respiração, batimento de asas do nariz, taquicardia, sudorese, palidez ou cianose, ansiedade, agitação psicomotora, alteração do nível de consciência, hipertensão ou hipotensão.

Causas Pulmonares:


  • Enfisema pulmonar (DPOC)

  • Bronquite crônica (DPOC)

  • Asma

  • Pneumonia

  • Bronquiolite

  • Pneumotórax

  • Atelectasias

  • Broncopneumonia

  • Embolia pulmonar

  • Sepses

  • Pulmão de choque

  • Contusão pulmonar

  • Fibrose pulmonar

  • Hemotórax

  • Congestão pulmonar (EAP)

INSUFICIÊNCIA

RESPIRATÓRIA

AGUDA?

Causas Extra-Pulmonares:


  • Cerebrais: uso de barbitúricos, opiá-ceos anestésicos, tumores, hemato-mas, AVC encefalite, trauma.

  • Medulares: Guillaen-Barré, poliomieli-te, TRM

  • Osteomusculares: miastenia graves, drogas, fraturas de múltiplos arcos costais

  • Cardíacas: EAP, ICC

  • Intoxicação exógena: monóxido de carbono, organofosforado

  • Corpo estranho

  • Manter vias aéreas permeáveis; decúbito elevado ou dorsal; oxigenoterapia, s/p ( no máximo 2 l/min no DPOC); controlar de sinais vitais; avaliar nível de consciência; apoio emocional; acesso venoso.

  • Administrar medicamentos de acordo com a patologia de base: broncodilatador, antibiótico, corticóide, diurético, digitálicos, drogas vasoativas.

Transferir para hospital de referência, com relatório.

Fazer visita domiciliar para avaliar evolução clínica e analisar situações de risco.
I NSUFICIENCIA RESPIRATÓRIA AGUDA / FLUXOGRAMA

PARADA CARDIORESPIRATÓRIA

INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO?

INTOXICAÇÃO PORDROGA OU GASES?

PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO?




HIPOTASSEMIA?

ACIDOSE?



HIPOXEMIA?

EDEMA AGUDO DE PULMÃO?


TAMPONAMENTO CARDÍACO?

TROMBOEMBOLISMO PULMONAR?

ANAFILAXIA?

HIPERPOTASSEMIA?

ANEURISMA DISSCECANTE DE AORTA ABDOMINAL?

HIPOVOLEMIA?



PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA / FLUXOGRAMA


PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA?



Suporte Básico de Vida

A B C D


A – Vias aéreas (Airways) – elevar queixo, tracionar mandíbula, se houver trauma, verificar prótese, s/n

B – Boca-a-boca – ventilação (Breathing) – fazer chegar ar aos pulmões

C – Circulação – (Circulation / ches compreession) – massagem cardíaca externa:

• apoiar mão sobre externo, pouco acima do apêndice xifóide;

• comprimir tórax 4 a 5 cm / retirar (100 ciclos por minuto);

• a cada 15 compressões fazer 02 ventilações;

• verificar pulso carotídeo ou femural – não sendo detectável, aumentar compressão

D – Desfribrilação automática s/d.



Se disponível na unidade

• Ventilação com bolsa – válvula – máscara (B V M)

• Entubação orotraqueal – ventilação bolsa – válvula – tubo (B V T)

• Acesso venoso

• Administrar: adrenalina, vasopressina, atropina, amiodarona , s/d.

• Desfibrilação / cardioversão elétrica (D E / C V E), s/n e s/d



Transferir para hospital de referência, com relatório, após reversão da PCR.

Suporte Avançado de Vida

Se disponível na unidade



PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA / CONTINUAÇÃO

Particularidades da Criança
C – Circulação – Avaliar circulação:

Menores de 01 ano – pulso femural ou braquial;

Maiores de 01 ano – pulso carotídeo.

Compressões Torácicas 1/3 inferior do esterno. Habitualmente em RN e lactentes menores usa-se os dois dedos polegares envolvendo o tórax. Em crianças usa-se a região hipotênar.

Compressões/ventilações – RN 3:1.

– 1 mês a 8 anos – 5:1.

Massagem cardíaca externa: Habitualmente em RN e lactentes usa-se os dedos polegares envolvendo o tórax.
Se não conseguir acesso venoso ou intra ósseo, pode-se fazer adrenalina no tubo traqueal (01 ml/kg sem diluir), repetir de 3 a 5 minutos.
Para entubação, o diâmetro do tubo para criança: 16 + idade em anos

4

Fixar o tubo: habitualmente o número no lábio superior corresponde a 3 vezes o número do tubo. Ex: Tubo nº 3 fixa no n° 9.






Eixo 03




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