Paulo ganem souto


Avaliação clínica - otoscopia



Baixar 3.67 Mb.
Página38/58
Encontro21.10.2017
Tamanho3.67 Mb.
1   ...   34   35   36   37   38   39   40   41   ...   58

Avaliação clínica - otoscopia



Abaulamento, hiperemia difusa e intensa, e perda da translucidez com opacificação da membrana timpânica.

Hipoacusia associada membrana timpânica íntegra e/ou opacificada, podendo haver retração e aumento da vascularização, liquido presente pode ser seroso, mucoso ou purulento.

Supuração visível no ouvido,

podendo ou não apresentar sinais

e sintomas de infecção aguda.


Otite média aguda?

Otite média com efusão?

Otite média supurativa?


Para dor: analgésico; orientar calor local – compressas quentes e secas, posição semi-sentada.

Para obstrução nasal: S.F. 0.9%, orientar limpeza freqüente das narinas e aumentar ingesta de líquidos.

Antibiótico: 1ª escolha – amoxilina por 10 a 14 dias – retorno em 5 dias.

Sem melhora - 2ª escolha – amoxilina + ácido clavulânico por 10 a 14 dias.

Na maioria dos casos a resolução é espontânea.

Uso de antibióticos

Seguimento na unidade de saúde a cada 2 a 4 semanas, até que se resolva a efusão no ouvido médio com normalização da otoscopia.



Caso não haja melhora dentro de 3 meses, encaminhar a unidade de referência com relatório para atendimento com especialista.

Orientar limpeza do ouvido, com freqüência, com pano limpo;



Antibiótico sistêmico por 10 a 14 dias – reavaliar em 5 dias

OBS:Caso não melhore, em 2 semanas, encaminhar ao otorrinolaringologista com relatório.


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:

MASTOIDITE:

Otalgia, edema, abaulamento retroauricular, eritema do pavilhão auricular, tumefação dolorosa ao tato atrás da orelha.
TRATAMENTO:

Analgésico se necessário e ENCAMINHAR URGENTEMENTE A UNIDADE DE REFERÊNCIA OU HOSPITAL COM RELATÓRIO.



ACOMPANHAMENTO E MANEJO ELETIVO DA ASMA BRÔNQUICA


ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CONTROLE AMBIENTAL:

  • Escolher o lugar mais arejado e quente para colocar a cama, evitando deixá-la próxima da parede;

  • Abrir as janelas da casa e do lugar de dormir pelo menos uma hora por dia;

  • O dormitório deve ser sem tapetes e carpetes, evitando móveis e objetos desnecessários e que possam juntar pó;

  • As cortinas devem ser leves e lavadas com freqüência;

  • Encapar colchões e travesseiros com material impermeável;

  • Caso utilize mosqueteiros, lavá-los com freqüência;

  • Sempre que possível conservar roupas, livros e objetos em armários fechados;

  • Fazer a limpeza diária do chão e dos móveis com pano úmido - não varrer;

  • Evitar roupas e cobertores de lã;

  • Evitar brinquedos de tecido, principalmente os de pelúcia;

  • Evitar ter animais com pêlos e penas dentro de casa e, caso tenha, mantê-los limpos e intensificar a limpeza da casa;

  • Evitar odores fortes (perfumes, ceras, inseticidas, etc.);

  • Evitar contato com pó, talco, giz;

  • Manter plantas fora de casa, principalmente as de vaso de xaxim;

  • Caso haja alguém que fume desestimular que o faça em ambiente fechado.

INVESTIGAR NA ANAMNESE:

  • Descrição das crises e fatores desencadeantes;

  • Caracterização do período intercrítico, pesquisando as limitações às atividades habituais e alterações de sono por sintomas respiratórios, faltas à escola/trabalho e medicação ou tratamentos utilizados nesse período;

  • História sugestiva de condições mórbidas que possam agravar a doença ou sugerir outra patologia diferencial, como sinusopatias, cardiopatias, doença do refluxo gastroesofágico e outras;

  • Antecedentes pessoais e familiares de atopia;

  • Condições ambientais no domicilio, creche/escola e ou qualquer outro ambiente que a pessoa freqüente regularmente.

  • Uso regular de medicações.

EXAMES COMPLEMENTARES:

Hemograma completo, prova tuberculínea nas crianças, protoparasitologico de fezes, radiografia de tórax em PA e perfil. Prova de função pulmonar, se possível.



EXAME FÍSICO:

  • Verificar a presença de batimento de asas do nariz;

  • Exame específico do tórax:

- Observar freqüência respiratória e cardíaca;

- Roncos, estertores e sibilos, uso de musculatura acessória, tipo de tórax.



SÍNDROME DO BEBÊ CHIADOR - QUADRO DE SIBILÂNCIA RECORRENTE EM CRIANÇAS ATÉ 2 ANOS DE IDADE - Causas freqüentes:


  • Asma;

  • Displasia bronco-pulmonar;

  • Má formação gastroesofágica;

  • Infecções de vias aéreas superiores;

  • Tuberculose pulmonar;

  • Imunodeficiências;

  • Refluxo gastroesofágico;

  • Fibrose cística;

  • Síndrome de Löffler;

  • Cardiopatias (insuficiência cardíaca esquerda);

  • Aspiração de corpo estranho;

  • Exposição a alérgenos e poluentes.

  • Aspiração de repetição;

  • Neoplasias: do trato respiratório, massas mediastinais com compressão de vias respiratórias, leiomioma brônquico relacionada à SIDA.

  • Má formação do trato respiratório (anomalias traqueobrônquicos);

  • Traumática






  • Tuberculose










ASMA / FLUXOGRAMA


Episódios recorrentes e reversíveis de sibilância; dispnéia; tosse; tiragem intercostal. Geralmente são mais intensos pela manhã, ao acordar e à noite.

AVALIAÇÃO CLÍNICA

- Chiado, aperto no peito, falta de ar, tosse – diários;

- Sintomas com exercícios moderados, como subir escadas;

- Atividade: algumas faltas ao trabalho ou escola;

- Sono interrompido por sintomas de asma mais do que uma vez por semana e mais do que duas vezes ao mês.

- Chiado, aperto no peito, falta de ar, tosse – contínuos;

- Sintomas com exercícios leves, como andar no plano;

- Atividade: faltas freqüentes ao trabalho ou escola;

- Sono interrompido por sintomas de asma mais do que duas vezes por semana, quase que diário no último mês.


- Chiado, aperto no peito, falta de ar, tosse até 1X por semana;

- Sintomas apenas com exercício intenso, como correr;

- Atividade: faltas ocasionais ao trabalho ou escola;

- Sono em geral normal ou interrompido por sintomas de asma até duas vezes por mês.

-Tratamento medicamentoso: inalação com brocodilatador de curta ação ou beta-adrenérgico de curta ação em aerossol 1 a 2 aplicações 4 vezes ao dia na crise

-Orientação para eliminação de fatores desencadeantes e agravantes da asma;

-Orientação de exercícios físicos e respiratórios.

-Controle ambiental

Obs: Avaliar pacientes que necessitarão de medicação de controle (corticosteróide inalatório em baixas doses).
Em caso de crise vide fluxograma de crise asmática

Reavaliação a cada 3 meses após a estabilização do quadro e realizar reajuste do tratamento de acordo com o controle da asma. Em caso de falha terapêutica, rever: aderência ao tratamento, técnica para administração do aerossol e verificar se as medidas de controle ambiental intradomiciliar/trabalho/escola estão sendo executadas.

Verificar se há necessidade de controle ambiental através de articulação de ações intersetoriais.

-Tratamento medicamentoso: inalação com brocodilatador de curta ação ou beta-adrenérgico de curta ação em aerossol 1 a 2 aplicações 4 vezes ao dia – na crise;

-Medicação controladora: corticosteróide inalatório doses baixas ou médias – doses baixas ou médias;

-Orientação para eliminação de fatores desencadeantes e agravantes da asma;

-Orientação de exercícios físicos e respiratórios;



-Controle ambiental
Em caso de crise vide fluxograma de crise asmática

-Introduzir corticoide inalatório dipropionato de beclometasona aerossol em altas doses;

-Encaminhar com relatório para avaliação e controle com especialista;

-Controle ambiental
Em caso de crise vide fluxograma de crise asmática.

Outra classificação: INTERMITENTENTE, ASMA PERSISTENTE LEVE, ASMA MODERADA, ASMA GRAVE (MS/2004).

ASMA MODERADA?


ASMA LEVE?


ASMA GRAVE?





CRISE ASMÁTICA - ADULTO / FLUXOGRAMA



Dispnéia predominantemente expiratória, roncos e sibilos generalizados (broncoespasmo), antecedentes que sugiram broncoespasmo: episódios paroxísticos com intervalos assintomáticos.


CRISE ASMÁTICA?



Com melhora clínica

• Manter paciente sentado ou com cabeceira elevada

• Administrar nebulização

• Administrar hidrocortisona

• Manter acesso venoso hidrolizado

• Hidratação venosa, s/n

Sem melhora clínica

Sem infecção bacteriana associada:

•Libera para domicílio com hidratação oral

• Broncodilatador

• Corticóide oral

• Anti-inflamatório das vias respiratórias, s/p

• Orientação



Sugerindo infecção bacteriana associada:

• Incluir antibiótico ao esquema ao lado.


Transferir para hospital de referência, com relatório.



Adrenalina sub-cutânea

Sem melhora clínica

Fazer visita domiciliar



RINITE ALÉRGICA / FLUXOGRAMA


Obstrução e congestão nasal, associados a prurido nasal e ocular, espirros em salvas, rinorréia aquosa, freqüentemente após contato com alérgenos e/ou irritantes.

Avaliação clínica

Ao exame fisco: Olheiras pela estase venosa, linha de Dennie-Morgan (pregas em pálpebras inferiores secundárias ao edema), prega no dorso nasal e hiperemia conjuntival.

Rinoscopia anterior: cornetos nasais congestos, edemaciados e mucosa de coloração pálida e acinzentada.

Rinite alérgica?

CLASSIFICAÇÃO DA RINITE ALERGICA:


Persistente

Sintomas


  • ≥ 4 dias por semana;

  • e > 4 semanas



Compartilhe com seus amigos:
1   ...   34   35   36   37   38   39   40   41   ...   58


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande