Paulo ganem souto



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Avaliação Clínica


Febre variável, pouca dor, bom estado geral; Pode haver coriza, tosse, rouquidão, conjuntivite e diarréia. Inicio gradual.

Ao exame da orofaringe: hiperemia, úlceras, vesículas raramente com pontos de pus, adenomegalia cervical posterior.

Pode apresentar pontilhadas brancas, pequenas versículas ou úlceras no palato mole e nas pilares anteriores.



Dor de garganta, dor à deglutição e febre alta (39 a 40o), cefaléia, dor abdominal, náuseas, vômitos podem ocorrer.

Ao exame da orofaringe: hiperemia, com ou sem exudato e linfadenite cervical anterior dolorosa.

Outros achados incluem petéquias no palato e/ou nos pilares tonsilianos anteriores, edema de úvula com hiperemia, erosões com crostas nas fossas nasais e rash escarlariniforme.



Faringoamigdalite viral?

Faringoamigdalite estreptocócica?

Antitérmico/ analgésico.
OBS: O uso de antiinflamatórios não hormonais, pastilhas e soluções anti-sépticas bucais não têm indicação. Não tem indicação de uso de antibióticos.

Antitérmico/ analgésico.

Antibiótico:



  • Penicilina benzatina dose única ou

  • Amoxilina por 10 dias;

  • Se alergia à penicilina: eritromicina por 10 dias.



PNEUMONIA
Agentes etiológicos mais prováveis, por faixa etária, de pneumonia comunitária.

IDADE

AGENTE ETIOLÓGICO

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS

0 – 20 dias

Estreptococo do Grupo B

  • Sepse precoce; pneumonia grave, bilateral, difusa




Enterobactérias (ex. E. coli, Klebsiella sp., proteus sp.)




Citomegalovirus

  • Outros sinais de infecção congênita




Listeria monocytogenes

  • Sepse precoce

3 semanas a 3 meses

Chlamydia trachomatis

Vírus sincial respiratório (VSR)

Streptococcus pneumoniae

Staphylococcus aureus



  • Pico de incidência entre 2 e 7 meses de vida, rinorréia profusa, sibilância, predomínio no inverno e primavera

  • Quadro semelhante ao VSR, afetando crianças maiores, sem caráter sazonal

  • Provavelmente a causa mais comum de pneumonia bacteriana

  • Pneumonia ocorre em casos graves

  • Doença grave, freqüentemente complicada.




4 meses a 4 anos

Streptococcus pneumoniae

Haemophilus influenzae

Staphylococcus aureus

Mycoplasma pneumoniae

VSR, parainfluenza, influenza, adenovirus, rinovirus


  • Causam pneumonia freqüentemente entre crianças mais jovens deste grupo etário

  • Causa mais provável de pneumonia lobar ou segmentar, mas também pode cursar com outras apresentações radiológicas

  • Tipo b em desaparecimento devido ao uso da vacina conjugada em larga escala; outros tipos e não tipáveis também causam pneumonia

  • Doença grave, freqüentemente complicada, entre os mais jovens deste grupo etário

  • Crianças mais velhas neste grupo etário

  • História epidemiológica, ausência de resposta à terapêutica para os agentes mais comuns.

5anos a 15 anos

Streptococcus pneumoniae

Mycoplasma pneumoniae

Chlamydia pneumoniae

Mycobacterium tuberculosis



  • Causa freqüente neste grupo de pacientes; apresentação radiológica variável

  • Causa controversa entre os indivíduos mais velhos deste grupo

  • Causa mais freqüente de pneumonia lobar, mas também cursa com outras apresentações radiológicas

  • Freqüência aumentada no início da puberdade e na gravidez





TRATAMENTO AMBULATORIAL DAS PNEUMONIAS AGUDAS BACTERIANAS

A
PENICILINA G PROCAÍNA OU AMOXICILINA

Observar a evolução clínica por 48 horas

Melhora

Não melhora

Manter o esquema por 7 a 10 dias

Opções:


  • AMOXICILINA + ÁCIDO CLAVULÂNICO;

  • CEFALOSPORINA DE 2ª GERAÇÃO

Melhora

Não melhora após 48 horas

  • Repetir Rx de tórax;

  • Avaliar piora clínica e radiológica;

  • Avaliar a necessidade de internamento;

  • Pensar no Mycoplasma pneumoniae (eritromicina ou azitromicina)

OBSERVAÇÕES:


  • A persistência de febre associada à melhora clínica do paciente, não deve ser tomada como parâmetro isolado para caracterizar a falência terapêutica;

  • Suspeita de pneumonia em crianças menores de 2 meses devem ser encaminhadas para unidade de referência com relatório, para internamento.

  • Fazer Rx de tórax;

  • Avaliar piora clínica;

  • Avaliar a necessidade de internamento;

  • Alterar antibioticoterapia, se necessário (visando o Haemophilus influenzae).

Manter o esquema

por 10 a 14 dias
DQUIRIDAS NA COMUNIDADE EM CRIANÇAS MAIORES DE 2 MESES / FLUXOGRAMA


OTITES MÉDIAS / FLUXOGRAMA


Processo inflamatório/infeccioso do ouvido médio, com sinais e sintomas de doença aguda local ou sistêmica (febre, otalgia, otorréia); pode está associado à irritabilidade, dificuldade para sugar, comprometimento do estado geral. Pode haver vômitos, diarréia, meningismo.




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