Paulo ganem souto


MANEJO DAS INFECÇÕES CONGÊNITAS E PERINATAIS / CONTINUAÇÂO



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MANEJO DAS INFECÇÕES CONGÊNITAS E PERINATAIS / CONTINUAÇÂO

PATOLOGIA


FATORES DE RISCO

QUADRO CLÍNICO

LABORATÓRIO

TRATAMENTO

ACOMPANHAMENTO

Herpes simples

Herpes genital ou labial materno



Surgimento na 2ª ou 3ª semana de vida com lesões vesico-bolhosas em pele e mucosa oral, ceratocon-juntivite ou coriorretinite. Pode haver abaulamento de fontanela, irritabi-lidade, convulsões, encefalite.Em casos mais graves (forma disse-minada) apresenta envolvimento de SNC, sufusões hemorrágicas, hepatoesplenomegalia, apnéia, icterícia,, febre, rash ou púrpura, choque, colapso vascular. Em caso infecção intra-uterina (mais raro) apresenta-se com cicatrizes cutâneas, coriorretinite, microftalmia, hidrocefalia.


ELISA IgG quantitativa IgM por captura mãe/bebê

Obs: as sorologias do binômio mãe/bebê de-vem ser colhidas no mesmo dia e no mesmo laboratório.

Raio X de crânio

USG transfontanela ou TC de crânio


Encaminhar para unidade de referência para uso de antiviral



Hepatite A




História materna (grave na gestante) em geral RN assintomático.


Alteração de função hepática

Anti- VHA

IgM elevada








Hepatite B

Mãe com AgHBs positivo; Comportamento sexual de ris-co da genitora e/ou parceiro; exposição a perfuro-cortan-tes contamina-

dos; uso de hemoderivados.

RN geralmente assintomático, mas uma vez infectado, tem grande chance de evoluir para hepatite crônica, cirrose ou apresentar hepatocarcinoma; Pode apresentar-se sob a forma de hepatite fulminante.


Alteração da função hepática;

AgHBs, Anti-HBc

Mãe: AgHBs, AgHBe, Anti Hbe, Anti-HBc



Vacina e Imunoglobina específica (0,5 ml de cada IM) nas primeiras 12 horas de vida, quando a mãe for AgHBs positiva.

Liberar aleitamento mater-no após uso de vacina e imunoblobulina



Encaminhar para centro de referência

MANEJO DAS INFECÇÕES CONGÊNITAS E PERINATAIS / CONTINUAÇÂO

PATOLOGIA


FATORES DE RISCO

QUADRO CLÍNICO

LABORATÓRIO

TRATAMENTO

ACOMPANHAMENTO

Hepatite C

Comportamento sexual de risco da genitora e/ou parceiro; exposição a perfuro-cortan-tes contamina-dos; Anti HCV +;

uso de hemo-derivados;

Quadro clínico assintomático


ELISA Anti HVC seriado ou PCR aos dois e seis meses







Encaminar para centro de referência

AIDS

Genitora soropositiva e transfusão de hemoderivados


Inespecífico, a maioria assintomático no período neonatal


ELISA para HIV só quando não houver diagnóstico de infecção materna

PCR- carga viral na primeira semana se sin-tomático ou com um mês se apresentar sin-tomatologia nas primei-ras semanas de vida; caso contrário, realizar este exame aos dois e quatro meses.

CD4 posteriormente


Antiretroviral para a ge-nitora na gestação e parto; Lavagem gástrica se o RN deglutir sangue materno, banho precoce para remo-ção imediata de sangue ou secreções, antiretro-virais com 6 a 8 horas de vida (AZT, VO, 2 mg/kg/dose de 6/6h) por seis semanas;Fazer medi-cação EV quando a via oral não for possível.

Contra indica-se o aleita-mento materno.



Encaminhar par acentro de referência

HTLV I E II

Genitora soropositiva e transfusão de hemoderivados


Assintomático no período Neonatal.História importante de eczema,infecções piogênicas e manifestações neurológicas na infância


PCR (polymerase Chain Reaction) aos dois e seis meses; quando não for disponível, realizar ELISA seriado durante os primeiros 18 meses



Contra indica-se o aleitamento materno.





Encaminhar para centro de referência

CEFALÉIA / FLUXOGRAMA


Reconsiderar

cefaléia secundária



Conforme condição clínica encaminhar para ambulatório especializado

(neurologia) ou transferir para hospital de referência, com relatório

CEFALÉIA PRIMÁRIA?



Tratar cefaléia primária

Ver tabela 2


Sintomáticos


SIM

CEFALÉIA SECUNDÁRIA?

SIM



DOR DE CABEÇA

CEFALÉIA PRIMÁRIA OU SECUNDÁRIA ?



Há presença de características não habituais?

Alterações no exame físico e neurológico?

(Ver tabela 2)



Especificar o diagnóstico de cefaléia primária

(Ver tabela 2.)


Caracterizar cefaléia e história clínica.

Há sinais de alarme?

(Ver tabela 1)


NÃO

NÃO

NÃO






SIM




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