Paulo ganem souto



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DEFINIÇÃO DE CASO:

Todo indivíduo com diagnóstico confirmado por baciloscopia ou cultura e aquele em que o médico, com base nos dados clínico-epidemiológicos e no resultado de outros exames complementares, firma o diagnóstico de tuberculose.



AÇÕES PARA BUSCA DE CASOS:

  • Busca de sintomáticos respiratórios: Identificar as pessoas com queixa de tosse e expectoração por três semanas ou mais;

  • Contatos de casos de tuberculose: toda pessoa, parente ou não, que coabita com um doente de tuberculose;

  • Atenção especial às populações de maior risco de adoecimento, como os residentes em comunidades fechadas (creches, asilos, orfanatos, abrigos, presídios, manicômios), etilistas, usuários de drogas, imunodeprimidos por uso de medicamentos ou doenças imunossupressoras (aids, diabetes) e ainda trabalhadores que mantêm contato próximo com doente com tuberculose pulmonar bacilífera.

  • A procura deve ser feita também entre os casos suspeitos radiológicos (pacientes com imagens suspeitas de tuberculose que chegam ao serviço de saúde).

TUBERCULOSE / FLUXOGRAMA



Busca ativa de sintomáticos ou demanda espontânea




Considerações sobre tratamento:
Adesão ao tratamento:


  • Explicar em entrevista inicial as características da doença e o esquema de tratamento que será seguido – drogas, duração, benefícios do uso regular da medicação, conseqüências advindas do abandono do tratamento e possíveis efeitos adversos dos medicamentos

  • Tratamento supervisionado: requer a supervisão da ingestão dos medicamentos, na unidade de saúde ou residência, assegurando-se que o doente os tome em uma única dose diária. Poderá ser feita pelo menos três observações semanais, nos primeiros dois meses, e uma observação por semana, até seu final. Atenção especial deve ser dada para o tratamento supervisionado dos doentes pulmonares bacilíferos nas seguintes situações: etilistas, casos de retratamento após abandono, mendigos, presidiários e doentes institucionalizados (asilos, manicômios)

Queixa de tosse e/ou expectoração por três semanas ou mais ou presença de imagens radiológicas suspeitas de tuberculose

Investigação diagnóstica:

  • História clínica

  • Exame bacteriológico (baciloscopia direta e cultura se baciloscopia negativa )

  • Exame radiológico

  • Prova tuberculínica

Confirmação diagnóstica:

  • Duas baciloscopias diretas positivas ou;

  • Uma baciloscopia direta positiva e cultura positiva ou;

  • Uma baciloscopia direta positiva e imagem radiológica suspeita de tuberculose




Oferecer teste anti-HIV

Grupos Educativos



Manter acompanhamento concomitante na UBS/USF

Falência terapêutica dos esquemas I/ IR

Encaminhar para unidade de referência com relatório

Iniciar esquema terapêutico na UBS/USF


Notificação (ficha do SINAN)

Suspeita de tuberculose extrapulmonar, evidência de hepatopatia,

soropositivo para HIV ou com AIDS, evidências de nefropatia?



Sim

Sim

TUBERCULOSE / CONTINUAÇÃO

CRIANÇA COM SUSPEITA DE TUBERCULOSE:




  • As manifestações clínicas são variáveis. São mais comuns febre persistente por mais de 15 dias e freqüentemente vespertina, irritabilidade, tosse, perda de peso, sudorese noturna, às vezes profusa.




  • A suspeita de tuberculose é feita em casos de pneumonia de evolução lenta, sem melhora com os antibióticos usuais. Suspeitar também em caso de linfadenopatia cervical ou axilar, após excluir adenite infecciosa aguda. Na presença de reação forte ao PPD, está indicado o tratamento.




  • Os achados radiográficos mais sugestivos de tuberculose nessa faixa etária são: adenomegalias hilares e/ou paratraqueais; pneumonias com qualquer aspecto radiológico de evolução lenta, às vezes associada a adenomegalias mediastínicas, ou que cavitam durante a evolução e apresentação de infiltrado nodular difuso (padrão miliar).




  • Deve-se sempre investigar se houve contato prolongado com adulto doente de tuberculose pulmonar bacilífera ou com história de tosse por três semanas ou mais;




  • Os casos suspeitos de tuberculose em crianças e adolescentes devem ser encaminhados para unidade de referência para investigação e confirmação diagnóstica.




  • Após definição e estabelecimento do tratamento, a criança deverá voltar para acompanhamento na UBS ou USF.


AVALIAÇÃO DOS CONTATOS DOMICILIARES DE CASOS DE




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