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Exames solicitados na 1º consulta



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Exames solicitados

na 1º consulta


Triglicerídeos; exame de urina (bioquímica e sedimento); ácido úrico; glicemia em jejum; colesterol total; potássio; creatinina; hemo-grama; ECG – se estratificação de risco alto.

TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL

Estágio I do tratamento

Associação de Fármacos

Diurético

Betabloqueador

Inibidor da ECA Classes distintas em baixas doses, principalmente para estágios 2 e 3

Antagonista de canal de cálcio

Antagonista de receptores da angiotensina II



Respostas inadequadas ou efeitos adversos
Aumentar a Substituir a Adicionar o Aumentar a dose Trocar a Adicionar

dose monoterapia 2º fármaco da associação associação o 3º fármaco



Resposta inadequada

Adicionar outros antihipertensivos



ECA – enzima conversora de angiotensina




Critérios de encaminhamento para Unidade de Referência e acompanhamento concomitantemente da UBS





  • Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC);

  • Insuficiência Renal Crônica (IRC);

  • Suspeita de HAS e Diabetes secundários;

  • HAS resistente, grave ou acelerada;

  • HAS em gestantes;

  • HAS em crianças e adolescentes;

  • Edema agudo de pulmão prévio;

  • Complicações oculares;

  • Lesões vasculares das extremidades, incluindo o pé diabético;

  • AVE prévio com déficit sensitivo e/ou motor;

  • Infarto Agudo do miocárdio prévio;






URGENCIA HIPERTENSIVA / FLUXOGRAMA

Níveis elevados de PA ( PAs180 e/ou PAd110 mmHg), sem comprometimento agudo de órgão(s) alvo(s) (cérebro, coração, rim), associado ou não a um ou mais sintomas (cefaléia, tontura, mal estar, náuseas, vômito, vista turva, palpitação), independente do risco cardiovascular.



URGÊNCIA HIPERTENSIVA?

• Repetir Captopril SL

• Verificar PA 20 minutos após uso da 2ª dose de Captopril



Administrar Atensina

Visita domiciliar com ênfase:

• Na adesão à terapêutica

Controle de PA

• Estilo de vida

• Demandas clínicas e sociais

Transferir para hospital de referência, com relatório.

PA mantendo-se elevada com

PAs180 mmHg e/ou

PAd110 mmHg

PA mantendo-se elevada com

PAs180 mmHg e/ou

PAd110 mmHg



• Se gestante, ver algoritmo Hipertensão e Gestação

• Manter paciente em repouso

• Administrar Captopril SL

• Verificar PA 20 min. após uso do Captopril



PA reduzida para PAs < 180mmHg e PAd < 110 mmg

•Reavaliar terapêutica medicamentosa

• Incluir ou reforçar adesão às ações programáticas de controle de HAS

• Liberar para domicílio com prescrição de hipotensor e orientação dietética



EMERGENCIA HIPERTENSIVA / FLUXOGRAMA


Níveis elevados de PA, com comprometimento agudo de órgão(s) alvo(s) (cérebro, coração, rim),

Risco eminente de vida, PAs³180 mmHg e/ou PAd 110 mmHg)


EMERGÊNCIA HIPERTENSIVA?


Órgão alvo comprometido



Cardiopulmonar:

sinais ICC, EAP, dor torácica, angina ou dissecção de aorta



Neurológico:

cefaléia, confusão mental, desorientação, alteração do sensório

(sonolência, obnubilação, torpor ou coma), convulsão, perda da visão, diplopia, déficit motor, alterações agudas de fundo de olho

Renal:

oligúria, hálito urêmico (raro)



• Se gestante, ver algoritmo de Hipertensão na Gestação

• Manter vias aéreas permeáveis

• Acesso venoso

• Administrar Captopril SL, nitrato SL, diurético, morfina, AAS, digital, anticonvulsivante e O2, s/n e s/p

• Repouso com cabeceira elevada (45º ) ou sentado

Transferir para hospital de referência, com relatório.




IPERTENSÃ E GESTAÇÃO / FLUXOGRAMA

HIPERTENSÃO ARTERIAL /CONTINUAÇÃO

TÉCNICA PARA AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL

● Explicar o procedimento ao paciente;

●Certifica-se de que o paciente:


    • Não está com a bexiga cheia;

    • Não praticou exercícios físicos;

    • Não ingeriu bebidas alcoólicas, café, alimentos ou fumou até 30 minutos antes da medida.

● Deixar o paciente descansar por 5 a 10 minutos em ambiente calmo com temperatura agradável;

● Localizar a artéria braquial por palpação;

● Colocar o manguito adequado firmemente, cerca de 2 a 3 cm acima da fossa antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial;

● Manter o braço do paciente na altura do coração;

● Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador do manômetro aneróide;

● Palpar o pulso radial, inflar o manguito até o desaparecimento do pulso para estimação do nível da pressão sistólica, desinflar rapidamente e aguardar de 15 a 30 segundos antes de inflar novamente;

● Colocar o estetoscópio nos ouvidos com curvatura voltada para frente;

● Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, na fossa antecubital, evitando compressão excessiva;

● Solicitar o paciente que não fale durante o procedimento de medida;

● Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg, até ultrapassar 20 a 30 mmHg o nível estimado da pressão sistólica;

● Proceder a deflação a velocidade constante inicial de 2 a 4 mmHg por segundo. Após a determinação da sistólica aumentar para 5 a 6 mmHg por segundo, evitando congestão venosa e desconforto para o paciente;

● Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (Fase I de Korotkoff) que se intensifica com o aumento da velocidade de deflação;

● Determinar a pressão diastólica no desaparecimento do som (Fase V de Korotkoff) exceto em condições especiais. Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar o seu desaparecimento e depois proceder a deflação rápida e completa;


  • Registrar os valores da pressão sistólica e diastólica, complementando com a posição do paciente, tamanho de manguito, e o braço em que foi feita a mensuração. Deverá ser registrado sempre o valor da pressão obtido na escala do manômetro, que varia de 2 em 2 mmHg, evitando-se arredondamentos e valores de pressão terminados em 5.

● Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas.



DETECÇÃO PRECOCE DE CÂNCER DE COLO DE ÚTERO/SEGUIMENTO


EPIDEMIOLOGIA

  • De forma geral, o câncer do colo de útero corresponde a cerca de 15% de todos os tipos de cânceres femininos, sendo o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo.

  • As taxas de mortalidade por câncer do colo de útero continuam elevadas no Brasil e, do ponto de vista temporal, vem aumentando: em 1979, a taxa era de 3,44/100. 000, enquanto em 1998 era de 4,45/100.000, correspondendo a uma variação percentual relativa de 29%.

  • Os números de óbitos e casos novos estimados para o ano de 2003 em todo o país são, respectivamente, 4110 e 16.480.

FATORES DE RISCO

  • Infecção por Vírus do Papiloma Humano (HPV)

  • Baixo nível socioeconômico

  • Multiplicidade de parceiros sexuais;

  • Fumo;

  • Multiparidade;

  • Baixa ingesta de vitamina A e C.

  • Início precoce da vida sexual ativa;

  • Uso prolongado (acima de 2 anos) e contínuo de contraceptivo oral;

  • Diabetes mellitus;

  • Doenças imunossupressoras.




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