Paulo ganem souto


Uso do monofilamento 10 grs



Baixar 3.67 Mb.
Página12/58
Encontro21.10.2017
Tamanho3.67 Mb.
1   ...   8   9   10   11   12   13   14   15   ...   58

Uso do monofilamento 10 grs


  1. Mantenha o paciente calmo e tranqüilo;

  2. Mostre o filamento ao paciente e aplique-o em sua mão para que ele possa reconhecer o tipo de estímulo e não tenha medo;

  3. Peça que o paciente não olhe para o local que estará sendo testado;

  4. Solicite que o paciente preste atenção e responda sim quando sentir o filamento, não perguntar se ele sente ou não para evitar induzir a resposta;

  5. Ao aplicar o filamento, mantenha-o perpendicular à superfície testada, a distância de 1-2 cm; com movimento suave, faça-o curvar-se sobre a pele e retire-o num tempo de 1 segundo e meio;

  6. Não use movimentos bruscos na aplicação, se o filamento escorregar pelo lado, desconsidere a eventual resposta do paciente e teste o mesmo local novamente, mais tarde;

  7. Use uma seqüência ao acaso nos locais de teste, para não induzir o paciente a prever o local seguinte onde o filamento será aplicado;

  8. Havendo áreas ulceradas, necróticas, cicatriciais ou hiperceratóticas, realize o teste em local próximo, dentro da mesma área específica e não sobre a lesão;

  9. Se o paciente não responder à aplicação do filamento num determinado local, continue a seqüência randômica e volte posteriormente àquele local, para confirmar;

  10. Anote apenas os resultados segundo a percepção do filamento em cada região testada;

  11. O filamento deve ser limpo sempre com água e sabão.

Leitura do resultado:

(+) com sensibilidade;

(─) sem sensibilidade: perda de sensação protetora para o pé, ainda podendo sentir pressão profunda e dor.




DIABETES GESTACIONAL


Epidemiologia:
No Brasil, a prevalência do diabetes gestacional em mulheres com mais de 20 anos, atendidas no SUS é de 7,6% (OMS), 94% dos casos apresentando apenas tolerância diminuída a glicose e 6% hiperglicemia no nível de diabetes fora da gravidez.

Conceito:
É definido como a intolerância a glicose de graus variados com inicio ou primeiro diagnóstico durante o segundo ou terceiro trimestre da gestação, podendo ou não persistir após o parto.



Fatores de risco:


  • Idade superior a 25 anos;

  • Obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual (ver tabela de assistência pré-natal);

  • Deposição central excessiva de gordura corporal;

  • História familiar de diabetes em parentes de primeiro grau;

  • Baixa estatura (< 1,50 cm.);

  • Crescimento fetal excessivo, polidrâmnio, hipertensão ou pré-eclampsia na gravidez atual;

  • Antecedentes obstétricos de morte fetal ou neonatal, macrossomia ou diabetes gestacional.

Conduta:


  • Orientações dietéticas próprias para diabéticos considerando o IMC (ver tabela assistência pré-natal);

  • Estímulo à atividade física de baixo impacto como caminhadas regulares;

  • Controle glicêmico semanal com glicemia capilar de jejum e pós-prandial;

  • O tratamento com insulina deve ser indicado se após duas semanas de dieta os níveis glicemicos permanecerem elevados, jejum  105 mg/dl e duas horas pós-prandiais  120 mg/dl. Se não for possível encaminhar para unidade de referência iniciar com dose de insulina em torno de 0,3 a 0,5 U/Kg, preferencialmente em mais de uma dose diária. As necessidades insulínicas tendem aumentar progressivamente durante a gravidez;

  • A segurança do emprego de antidiabéticos orais na gravidez encontra-se ainda em fase de estudo e não aprovado para prescrição.

DETECÇÃO DE DIABETES MELLITUS GESTACIONAL / FLUXOGRAMA



Encaminhar ao pré-natal de alto risco

< 85 mg/dl

 85 mg/dl

Glicemia em jejum (mg/dl)

1ª consulta (todas)



Dois ou mais fatores de risco

Rastreamento positivo

Não


Sim

Rastreamento negativo

Glicemia de jejum a partir da 20ª semana




< 85 mg/dl

 85 mg/dl




85 – 109 mg/dl

TTG – 75 g. – 2 h. a partir da 20ª semana.

< 140 mg/dl

 140 mg/dl


Encerra

Diabetes gestacional


 110 mg/dl

Repetir glicemia de jejum


85-109 mg/dl


 110 mg/dl




Diabetes gestacional




Dispnéia, respiração padrão Kusmaul, hálito cetônico, cefaléia, anorexia, náuseas, dor abdominal, vômitos, sinais de desidratação

e de infecção.

Portador de DM

com diagnóstico ou não

Consciente

CEDOACIDOSE DIABÉTICA?



COMA HIPEROSMOLAR?

Oferecer 30g.

de carboidratos



Sem melhora

• Acesso venoso

• Glicose hipertônica 25%

• Se acesso difícil fazer via retal


Acesso venoso

• Hidratar com SF rapidamente

• Administrar insulina regular (IM)



• Acesso venoso

• Hidratação com SF rápida (2 acessos)

• Administrar insulina regular (IM)

•Identificar causa

• Liberar para domicílio com orientações


•Instalar SG 5%

• Repetir glicose hipertônica 25%

Alteração do sensório -torpor ou coma precedido de polidipsia, perda de peso importante, desidratação severa, podendo estar hipotenso e ter sinais de infecção




Glicemia capilar > 250mg/dl

Portador de DM

com diagnóstico ou não


Sonolência, desorientação, irritabilidade, tremores, pele úmida e fria, taquicardia


HIPOGLICEMIA?


Glicemia capilar < 60mg/d l

ou < 80mg/dl em diabético

Uso de anti-diabéticos orais e/ou insulina, jejum prolongado, atividade física excessiva, ingesta alcoólica




Inconsciente

Com

melhora


Com melhora

Sem melhora


Glicemia capilar > 400mg/dl


D
Fazer visita domiciliar para avaliar evolução clínica,

adesão ao tratamento e orientar




Transferir para hospital de referência, com relatório.

IABETES MELLITUS / FLUXOGRAMA



HIPERTENSÃO ARTERIAL


CONCEITO: Hipertensão arterial é definida como a pressão arterial sistólica  a 140 mmHg e uma pressão arterial diastólica  90 mmHg em indivíduos que não estão fazendo uso de medicação antihipertensiva em pelo menos duas aferições, realizadas em momentos diferentes.
EPIDEMIOLOGIA: Segundo Ministério da Saúde (MS - 2002), a Hipertensão Arterial (HA) tem prevalência estimada em cerca de 20% da população adulta (  20 anos) e forte correlação com 80% dos casos de Acidente vascular Encefálico (AVE) e 60% dos casos de doenças isquêmicas do coração. Constitui, sem dúvida, o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares, sendo no Brasil, a primeira causa de morte (27,4%), segundo dados do MS – 1998.




CLASSIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE PRESSÃO ARTERIAL (MMHG) (> 18 ANOS) E PROPOSTA PARA SEGUIMENTO


CLASSIFICAÇÃO

PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA (mmHg)

PRESSÃO ARTERIAL DIASTÓLICA (mmHg)

Seguimento

Ótima

<120

<80

-

Normal

120 - 129

80 - 84


Reavaliar em 1 ano

Normal alta

130-139

85-89


Reavaliar em 6 meses

Hipertensão

Grau 1 (leve)

Grau 2 (moderada)

Grau 3 (grave)


140 – 159

160 – 179

 180

90 – 93

100 – 109



 110

Confirmar em 2 meses

Confirmar em 1 mês

Intervir ou reavaliar em 1 semana



Sistólica isolada

140

< 90

-

FONTE: IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, 2002. Sociedade Brasileira de Hipertensão





Compartilhe com seus amigos:
1   ...   8   9   10   11   12   13   14   15   ...   58


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande