Obras civis: Modelo


Controle Geométrico e de Acabamento



Baixar 2.68 Mb.
Página20/35
Encontro24.10.2017
Tamanho2.68 Mb.
1   ...   16   17   18   19   20   21   22   23   ...   35

5.1. Controle Geométrico e de Acabamento

O controle das condições de acabamento dos meios-fios de concreto será feito, pela Fiscalização, em bases visuais.

O controle geométrico consistirá de medidas a trena das dimensões externas dos meios-fios aplicados, definidos aleatoriamente ao longo do trecho.

5.2. Controle Tecnológico

O controle tecnológico do concreto utilizado na moldagem “in loco” ou em meios-fios pré-moldados, de concreto de cimento Portland, será realizado pelo rompimento de corpos de prova à compressão simples, aos 7 dias de idade, de acordo, com o prescrito na ABNT NBR 5739 para controle assistemático. Para tal, deverá ser estabelecida, previamente, a relação experimental entre as resistências à compressão simples aos 28 e aos 7 dias.



5.3. Aceitação

O serviço será considerado como aceito desde que atendidas as seguintes condições:

1ª) O acabamento seja julgado satisfatório;

2ª) As dimensões externas do dispositivo não difiram das de projeto de mais do que 5%, em pontos isolados; e

3ª) A resistência à compressão simples estimada (fck) est., determinada segundo o prescrito na ABNT NBR 5739 para controle assistemático seja superior à resistência característica especificada, para os Meios-Fios de concreto de cimento Portland


  1. MEDIÇÃO

Os meios-fios serão medidos, de acordo com o tipo empregado, pela determinação da extensão executada, expressa em metros lineares.

  1. PAGAMENTO

O pagamento será feito ao preço unitário contratual para cada tipo de dispositivo, o qual deverá remunerar toda a mão de obra, ferramentas e equipamentos, encargos e eventuais, escavação, execução da proteção externa em solo apiloado, caiação em duas demãos, materiais e transportes necessários à completa execução do dispositivo.

DESCIDA D’ÁGUA

  1. DEFINIÇÃO

Entradas d’água são dispositivos de drenagem que coletam as águas conduzidas por meios-fios ou sarjetas e as conduzem às descidas d’água, em pontos baixos ou em pontos de greide contínuo em que a vazão-limite dos dispositivos de condução longitudinal é atingida. No caso de pontos baixos a entrada d’água recebe fluxo pelos dois lados e no caso de greide contínuo, apenas do lado de montante.

Descidas d’água são dispositivos destinados a conduzir as águas canalizadas pelos meios-fios ou sarjetas através do talude de aterro até o terreno natural.

  1. MATERIAIS

Todos os materiais utilizados deverão atender integralmente às especificações em vigor para execução de Obras de Drenagem:

  • Cimento: DNER-ME 36 – “Recebimento e Aceitação de Cimento Portland Comum e Portland de Alto Forno".

  • Agregado Miúdo: DNER-ME 38 – “Agregado Miúdo para Concreto de Cimento”.

  • Agregado Graúdo: DNER-ME 37 – “Agregado Graúdo para Concreto de Cimento:.

  • Água: DNER-ME 34 – “Água para Concreto”.

  • Concreto: DERT-OA 02/00 – “Concretos e Argamassas”.

  • Aço: DERT-OA 03/00 – “Armaduras para Concreto Armado”.

  • Formas: (Guias): DERT- OA 04/00 – “Formas e Cimbres”.

O concreto utilizado deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica à compressão (fck) min., aos 28 dias de 15MPa. O concreto utilizado deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas normas ABNT NBR 6118 e ABNT NBR 7187.

As calhas metálicas corrugadas, quando empregadas, deverão apresentar diâmetro de 60cm e espessura de chapa de 2mm. Normalmente serão utilizadas chapas galvanizadas, salvo em caso onde sejam previstas condições agressivas, como em regiões litorâneas, quando então é recomendada a utilização de chapas revestidas com epoxi. O fabricante deverá ser cientificado das condições de utilização vigentes no local, e assegurar a adequação do produto fornecido.

3. EXECUÇÃO

3.1. Entradas D’Água

As etapas executivas a serem seguidas são as seguintes:

1ª) Preparação e regularização da superfície de apoio de entrada d’água, utilizando-se processos manuais e solos locais ou materiais excedentes de pavimentação;

2ª) Prolongamento dos meios-fios ou sarjetas de aterro, por deflexão de seus alinhamentos, atendendo ao projeto-tipo considerado;

3ª) Instalação das formas eventualmente necessárias;

4ª) Lançamento e espalhamento do concreto, formando o piso da entrada d’água. Nesta etapa serão feitos os ajustes necessários ao encaixe com a descida d’água previamente executada;

5ª) Concretagem da barreira transversal, para o caso de entradas d’água em greide contínuo; e

6ª) Retirada das formas, após período inicial de cura.



3.2. Descidas D’Água em Meia-Cana de Concreto

Estes dispositivos são constituídos por uma meia-cana de concreto pré-moldada assentada conforme definido em projeto. As etapas executivas são as seguintes:

1ª) Escavação da cava ao longo do talude de aterro, de forma a comportar o berço de assentamento, se especificado no projeto, mas um excesso lateral destinado à instalação de formas. Nesta etapa serão também efetuadas escavações para execução dos redentes de ancoragem, conforme prescrito no projeto-tipo adotado, devendo ser ainda apiloado o fundo da cava;

2ª) Instalação das formas necessárias;

3ª) Concretagem do berço e/ou redente de ancoragem de assentamento, até o nível do fundo da meia-cana de concreto, conforme especificado no projeto;

4ª) Instalação das meias-canas de concreto sobre o berço ou redente do berço de ancoragem, tão logo este apresente resistência suficiente;

5ª) Concretagem da porção remanescente do berço ou redente de ancoragem de assentamento, envolvendo as meias-canas, tomando-se o cuidado prévio de apicoar a superfície da 1a camada anteriormente concretada;

6ª) Retirada das formas e preenchimento do espaço lateral com solo compactado;

7ª) Rejuntamento das meias-canas com argamassas cimento-areia, traço 1:4.

3.3. Descidas D’Água em Calha Metálica

Estes dispositivos tem a mesma função das calhas em meia-cana de concreto, devendo ser executados com calhas metálicas semi-circulares corrugadas. As etapas são as seguintes:

1ª) Escavação dos redentes de ancoragem e da cava para assentamento das calhas metálicas;

2ª) Compactação da cava de assentamento;

3ª) Concretagem dos redentes de ancoragem, tomando-se o cuidado de chumbar no concreto os parafusos necessários à amarração das calhas metálicas;

4ª) Disposição das calhas e fixação das mesmas com parafusos e porcas, entre si nos redentes de ancoragem.



3.4. Descidas D’Água em Calha de Concreto

Os dispositivos aqui especificados tem as mesmas funções dos anteriores descritos. São constituídos por calhas, moldados ‘in loco”, em versões armadas e não-armadas. As etapas executivas a serem seguidas são as seguintes:

1ª) Escavação da cava de assentamento da calha, inclusive redentes de ancoragem, impondo-se um excesso lateral destinado à instalação de formas

2ª) Compactação da superfície resultante da escavação;

3ª) Instalação das formas;

4ª) Instalação das armaduras do piso e das alas, para o caso das versões em concreto armado;

5ª) Concretagem da calha a partir de sua porção inferior;

6ª) Retirada das formas, após cura do concreto;

7ª) Complementação das laterais com solo local compactado.

3.5. Descidas D’Água em Degraus

Estes dispositivos aplicam-se às seguintes condições:



  • Condução através do talude de cortes das águas provenientes de valetas de proteção de cortes ou de sarjetas de talude de corte em degrau.

  • Condução através do talude de aterros das águas provenientes de meios-fios, de sarjetas de aterros ou de bocas de jusante de bueiros elevados.

São previstas versões em concreto simples e concreto armado, ambas moldadas “in loco”. As etapas executivas a serem seguidas são as seguintes:

1ª) Escavação da cava de assentamento da descida d’água, obedecendo às dimensões previstas no projeto-tipo adotado, mais uma folga destinada à instalação de formas laterais;

2ª) Instalação das formas;

3ª) Instalação das armaduras do piso, do espelho do degrau e das alas, para o caso das versões em concreto armado;

4ª) Concretagem do dispositivo a partir do degrau inferior;

5ª) Retirada das formas, após constatada a suficiente cura do concreto aplicado;

6ª) Preenchimento do espaço lateral com solo local compactado.

3.6. Recomendações Gerais

O concreto utilizado deverá ser preparado em betoneiras, com fator água/cimento apenas suficiente para se alcançar boa trabalhabilidade. Deverá ser preparado em quantidade suficiente para seu uso imediato, não se permitindo o lançamento após decorrida mais de 1 hora do seu preparo.

Deverão ser executadas juntas de dilatação a intervalos de no máximo 10m, medidos segundo o talude, preenchendo-se estas juntas com cimento asfáltico.

Especial atenção deve ser dada à conexão da descida d’água com os dispositivos de entrada (entrada d’água ou boca jusante de bueiro tubular) e com a sua descarga em caixa coletora ou dissipador de energia.



  1. PROTEÇÃO AMBIENTAL

4.1. Durante a construção das obras deverão ser observadas as seguintes recomendações, visando a proteção do meio ambiente:

4.1.1. Todo o material excedente de escavação ou sobras, deverá ser removido das proximidades dos dispositivos, evitando provocar o seu entupimento, cuidando-se ainda que este material não seja levado para os cursos d’ água, de modo a não provocar assoreamento;

4.1.2. Nas saídas dos dispositivos deverão ser executadas obras de proteção, para impedir a erosão das vertentes ou assoreamento de cursos d’água;

4.1.3. Durante a execução das obras deverá ser evitado o tráfego desnecessário de equipamentos ou veículos por terrenos naturais, de modo a evitar a destruição desnecessária da vegetação, assim como interferência na drenagem natural;

4.1.4. Nas áreas de bota-fora ou empréstimos necessários a realização de valas de saída que se instalem nas vertentes, deverão ser evitados os lançamentos de materiais de escavação que possam prejudicar o sistema de drenagem superficial;

4.1.5. Além destas, deverão ser observadas as recomendações da DERT – ISA – Instrução de Serviço Ambiental, em tudo que for referente ao escoamento das águas e proteção contra a erosão.

5. CONTROLE

5.1. Controle Geométrico e de Acabamento

O controle das condições de acabamento das descidas d’água será feito, pela Fiscalização, em bases visuais.



5.2. Controle Tecnológico

O controle tecnológico do concreto empregado será realizado pelo rompimento de corpos de prova à compressão simples, aos 7 dias de idade, de acordo com o prescrito na ABNT NBR 5739, para controle assistemático. Para tal, deverá ser estabelecida, previamente, a relação experimental entre as resistências à compressão simples aos 28 e aos 7 dias.



5.3. Aceitação

O serviço será considerado aceito desde que atendidas as seguintes condições:

1ª) O acabamento seja julgado satisfatório;

2ª) As dimensões externas do dispositivo não diferem das de projeto de mais do que 5%, em pontos isolados;

3ª) A resistência à compressão simples estimada (fck) est., determinada segundo o prescrito na ABNT NBR 5739 para controle assistemático seja superior à resistência característica especificada.

6. MEDIÇÃO



  1. Entradas d’Água

Serão medidas pela determinação do número de unidades executadas, de acordo com o tipo empregado.

  1. Descidas d’Água

Serão medidas, de acordo com o tipo empregado, pela determinação das extensões efetivamente executadas, expressas em metros lineares.

7. PAGAMENTO



  1. Entrada d’água

O pagamento será feito ao preço contratual para cada dispositivo, o qual deverá remunerar toda a mão de obra, ferramentas, encargos e eventuais, escavação, materiais e transportes necessários à completa execução do dispositivo.

  1. Descidas d’água

O pagamento será feito ao preço contratual para cada dispositivo, o qual deverá remunerar toda a mão de obra, ferramentas, encargos e eventuais, escavação e compactação, materiais e transportes necessários à completa execução do dispositivo, inclusive eventuais juntas de dilatação.

SAÍDA D’ÁGUA C/ DISSIPADOR DE ENERGIA

  1. DEFINIÇÃO

Dissipadores de energia são dispositivos de drenagem superficial aplicáveis a extremidades de outros dispositivos, cujo desague no terreno natural possa provocar erosões. Os dissipadores usualmente são moldados “in loco”, têm como finalidade reduzir a velocidade de escoamento das águas, para evitar os efeitos de erosão nos próprios dispositivos ou nas áreas adjacentes .

  1. MATERIAIS

Todos os materiais utilizados deverão atender integralmente as especificações em vigor para execução de obras de Drenagem:

  • Cimento: DNER-ME 36 – “Recebimento e Aceitação de Cimento Portland Comum e Portland de Alto Forno".

  • Agregado Miúdo: DNER-ME 38 – “Agregado Miúdo para Concreto de Cimento”.

  • Agregado Graúdo: DNER-ME 37 – “Agregado Graúdo para Concreto de Cimento:.

  • Água: DNER-ME 34 – “Água para Concreto”.

  • Concreto: DERT-OA 02/00 – “Concretos e Argamassas”.

  • Formas: (Guias): DERT-OA 04/00 – “Formas e Cimbres”.

O concreto utilizado deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica à compressão (fck) min., aos 28 dias de 10MPa. O concreto utilizado deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas normas ABNT NBR 6118 e ABNT NBR 7187.

A pedra-de-mão utilizada deverá ser originária de rocha sã e estável, apresentando os mesmos requisitos qualitativos exigidos para a pedra britada destinada à confecção de concreto. O diâmetro da pedra-de-mão deve se situar na faixa de 10 a 15cm.



  1. EXECUÇÃO

Os dissipadores de energia serão moldados “in loco”, distinguindo-se três tipos básicos: dissipadores constituídos por alvenaria de pedra argamassada, dissipadores constituídos por caixa de concreto preenchida com alvenaria de pedra argamassada, dissipadores de concreto provido de dentes e dissipadores de concreto em degraus. As etapas executivas a serem obedecidas são as seguintes:

    1. Dissipadores de Alvenaria de Pedra Argamassada

1ª) Escavação do terreno na extremidade de jusante do dispositivo cujo fluxo deverá ter sua energia dissipada, atendendo às dimensões estabelecidas no projeto-tipo adotado;

2ª) Compactação da superfície resultante após escavação;

3ª) Preenchimento da porção inferior da caixa com argamassa de cimento-areia, traço 1:4, em espessura de cerca de 5cm;

4ª) Preenchimento da escavação com a pedra-de-mão especificada, rejuntada com argamassa de cimento-areia, traço 1:4.



    1. Dissipadores constituídos por Caixa de Concreto preenchida por Alvenaria de Pedra Argamassada

1ª) Escavação do terreno de forma a proporcionar a conformação prevista no projeto-tipo adotado;

2 a) Compactação da superfície resultante da escavação;

3 a) Instalação das formas laterais;

4 a ) Lançamento do concreto destinado à caixa e vibração manual ou mecânica;

5 a) Retirada das formas, após cura do concreto;

6 a) Preenchimento da caixa com pedra-de-mão argamassa. Previamente, espalhar sobre o concreto da caixa uma camada de argamassa de rejuntamento cimento-areia, traço 1:3, em espessura de 5cm; e

7 a) Complementação de eventuais espaços laterais, decorrentes da instalação de formas, com solo local fortemente compactado.


    1. Dissipadores de Concreto provido de Redentes

1ª) Escavação do terreno de forma a proporcionar a conformação prevista no projeto-tipo adotado;

2 a) Compactação da superfície resultante da escavação;

3 a) Instalação das formas necessárias à moldagem da base e dos redentes;

4 a a) Lançamento e vibração do concreto;

5 a ) Retirada das formas, após cura do concreto; e

6 a) Complementação de eventuais espaços laterais, decorrentes da instalação de formas, com solo local fortemente compactado.



3.4. Dissipadores de Concreto em Degraus

O método construtivo destes dispositivos desenvolve-se da mesma forma dos dissipadores com redentes, ressalvando-se que, para suas implantações , a escavação deverá dispor de fundo de canalização com o escalonamento dos diversos patamares, com declividade inferior ao terreno natural. Por esta razão, torna-se necessário um rigoroso controle da altimetria do dispositivo e cuidados particulares quanto as paredes da canalização que, dispondo de alturas variáveis, necessitam de maior atenção na compactação do terreno de fundação, no reaterro e na estrutura dos degraus.



3.5. Recomendações Gerais

O nível das saídas d’água deverá se dar no mesmo nível do terreno;

Se possível evitar escavações que excedam às dimensões do dissipador de energia e requeiram complementação com solo local compactado, gerando possíveis pontos de erosões;

O concreto utilizado deverá ser preparado em betoneiras, com fator água/cimento apenas suficiente para se alcançar boa trabalhabilidade. Deverá ser preparado em quantidade suficiente para seu uso imediato, não se permitindo o lançamento após decorrida mais de 1 hora do seu preparo.

A argamassa cimento-areia deverá ser preparada, preferencialmente, em betoneiras; e

Especial atenção deverá ser dada à conexão das saídas dos dispositivos com os dissipadores de energia, de forma a evitar pontos fracos ou de infiltração de água. Se necessário, rejuntar a zona de contato com cimento asfáltico.



  1. PROTEÇÃO AMBIENTAL

4.1. Durante a construção das obras deverão ser observadas as seguintes recomendações, visando a proteção do meio ambiente:

4.1.1. Todo o material excedente de escavação ou sobras, deverá ser removido das proximidades dos dispositivos, evitando provocar o seu entupimento, cuidando-se ainda que este material não seja levado para os cursos d’ água, de modo a não provocar assoreamento;

4.1.2. Nas saídas dos dispositivos deverão ser executadas obras de proteção, para impedir a erosão das vertentes ou assoreamento de cursos d’água;

4.1.3. Durante a execução das obras deverá ser evitado o tráfego desnecessário de equipamentos ou veículos por terrenos naturais, de modo a evitar a destruição desnecessária da vegetação, assim como interferência na drenagem natural;

4.1.4. Nas áreas de bota-fora ou empréstimos necessários a realização de valas de saída que se instalam nas vertentes, deverão ser evitados os lançamentos de materiais de escavação que possam prejudicar o sistema de drenagem superficial;

4.1.5. Além destas, deverão ser observadas as recomendações da DERT – ISA – Instrução de Serviço Ambiental, referente ao escoamento das águas e proteção contra a erosão.



  1. CONTROLE

5.1.Controle Geométrico e de Acabamento

O controle das condições de acabamento dos dissipadores será feito, pela Fiscalização, em bases visuais.

O controle geométrico consistirá de medidas a trena das dimensões externas dos dissipadores de energia.


    1. Controle Tecnológico

O controle tecnológico do concreto, quando este for utilizado, será realizado pelo rompimento de corpos de prova à compressão simples, aos 7 dias de idade, de acordo com o prescrito na ABNT NBR 6118 para controle assistemático. Para tal, deverá ser estabelecida, previamente, a relação experimental entre as resistências à compressão simples aos 28 e aos 7 dias.

O controle da pedra-de-mão argamassada será feito visualmente e por testes expeditos de sua resistência, efetuados “in situ”, submetendo o serviço à ação mecânica de uma barra de ferro.



    1. Aceitação

O serviço será considerado aceito desde que atendidas as seguintes condições:

1ª) O acabamento seja julgado satisfatório;

2ª) As dimensões externas do dispositivo não difiram das de projeto de mais do que 5%, em pontos isolados;

3ª) A resistência à compressão simples estimada (fck) est., determinada segundo o prescrito na ABNT NBR 6118 para controle assistemático seja superior à resistência característica especificada, quando utilizado concreto na confecção do dissipador;

4ª) A resistência à ação mecânica da pedra-de-mão argamassada, avaliada “in situ”, seja julgada satisfatória, quando esta for utilizada na confecção do dissipador.


  1. MEDIÇÃO

Os dissipadores de energia serão medidos, de acordo com o tipo empregado pela determinação do número de unidades executadas.

  1. PAGAMENTO

O pagamento será feito ao preço contratual para cada dispositivo, o qual deverá remunerar toda a mão de obra, ferramentas e equipamentos, encargos e eventuais, escavação e compactação, materiais e transportes necessários à completa execução do dispositivo.

PAVIMENTAÇÃO

SUB-BASE

  1. DEFINIÇÃO

SUB-BASE GRANULAR (SBG) – É a camada do Pavimento Asfáltico situada imediatamente abaixo da camada de BASE, constituída de – solos, produtos de britagem ou mistura de ambos – que obtem a necessária estabilidade para cumprir suas funções apenas devida a uma conveniente compactação, sem necessidade de nenhum aditivo para lhe conferir coesão.

Se a camada for constituída por um único tipo de solo tem-se a chamada Sub-base sem Mistura; se houver mais de um tipo tem-se a Sub-Base com Mistura e se um dos componentes for produto de britagem tem-se a Sub-Base de Solo-Brita. O caso mais comum é o primeiro, seguido da Mistura de um Solo com Areia (que é um tipo de solo) e o mais raro é o último para casos muito especiais.



  1. MATERIAIS

Os solos quanto ao seu comportamento em pavimentação podem ser classificados em:

  • Solos de Comportamento Laterítico

  • Solos de Comportamento Não Laterítico

A classificação acima deve ser feita por um Engenheiro experiente tendo em vista que um Solo Laterítico apresenta geralmente: cores predominantemente vermelha, amarela ou marrom escura – tendência ao concrecionamento – grãos graúdos ferruginosos – CBRs relativamente altos com baixa Expansão e altos LLs e IPsGranulometria com certa descontinuidade. Em caso de dúvida, fica confirmado o comportamento laterítico se a Expansão medida no CBR com a energia do Proctor Modificado (55 golpes) for menor ou igual a 0,2%.

2.1. Solos de Comportamento Laterítico

Os solos de Comportamento Laterítico para emprego em SBG devem apresentar:



  • Diâmetro Máximo de 50,8mm (2”)

  • CBR (DNER-49 com a energia do DNER-ME 129 – B  26 golpes – Proctor Intermediário, ou outra indicada no Projeto) 20%

  • Expansão no CBR 0,2%

Nota: O Índice de Grupo (IG) pode ser qualquer.



Compartilhe com seus amigos:
1   ...   16   17   18   19   20   21   22   23   ...   35


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande