Modificação do procedimento de levantamento de seio para o septo no seio maxilar



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A classificação da via intraóssea do nervo mentoniano

O ………………………….dentro da mandíbula foi examinada em 37 mostras humanas. Dois tipos diferentes trajetos foram achados. Em 22 casos, um siphon (um arco que trabalha lateralmente e ………….) ………………………………………………………………………….., MD, distância medida entre o forame mentoniano e o ponto mais anterior do canal foi acima de 5mm. Não teve correlação entre essa distância e o estágio de atrofia. Em 15 mostras, o canal mentoniano ascendeu diretamente do canal mandibular para o forame mentoniano sem se curvar para frente. Esse tipo de curso foi classificado como Typo II. O ângulo médio de inclinação entre o plano através do qual os cursos do canal mentoniano e o plano horizontal foi de 50 graus. Baseado na presente informação, é recomendável que uma distância segura de pelo menos 6 mm anterior ao forame mentoniano seja mantida quando for feita uma cirurgia na região dos pré-molares mandibulares

Palavras chave: implantes, canal mentoniano, forame mentoniano, nervo mentoniano.
Quando alguém está posicionando implantes endoósseos e executando osteotomias na mandíbula, o forame mentoniano é um ponto de refêrencia essencial. Lesando o nervo mentoniano durante uma cirurgia pode levar `a parestesia ou anestesia do lábio inferior e queixo, assim severamente perturbando o paciente e causando consequências médicas e legais. Os nervos alveolar inferior e mentoniano lesados podem levar `a anormalidades sensoriais persistentes em mais de 46% dos pacientes. 1,2
O canal mentoniano pode descrever anteriormente uma alça mais ou menos pronunciada. Primeiras descrições de seu curso data de volta ao ano de 1895. Em estudos posteriores, vários autores também descrevem a via do nervo mandibular como ascendendo distocranialmente, 4,5 a posição dos canais mandibulares e mentonianos parecendo-se ao número 1 horizontal.6,7 foi achado que os canais mentonianos da mandíbula humana frequentemente faltam paredes definidas, especialmente perto ao forame mentoniano.
Lá também têm sido estudado investigando a localização do forame mentoniano em relação `as bordas superiores e inferiores da mandíbula e, ao mesmo tempo, levando em consideração o grau de atrofia do processo alveolar. Entretanto, os resultados obtidos foram um tanto inconsistentes. Gabriel 9 não poderia achar nenhuma correlação entre esses fatores, enquanto Schuh et al, 10 Gershenson et al, 11 e Ulm et al12 observaram mudanças relacionadas `a atrofia na localização do forame mentoniano relativos ao bordo alveolar.

O forame mentoniano tem um forma oval com borda mesial afiada e um diâmetro médio de 5 mm. Em 92.2% de todos os casos, é localizado na região apical dos premolares. Em somente 7.4% dos casos, é o forame situado mais distal ou mesial aos premolares em Caucasianos. 11,13-16 A área de sessão transversal do nervo médio do forame mentoniano é de 4.77 mm.2,17


Se um implante é posicionado muito perto ao forame mentoniano, o canal mentoniano pode ser perfurado e nivelado ao forame mentoniano. (MVD=0; Tipo II)

A média MVD foi 1 mm em todas as 37 mostras, com um desvio padrão de 1.2 mm. Não existia correlação entre essa distância e o tipo de rebordo residual. Mesmo em casos de uma reabsorção progressiva do processo alveolar, alças pronunciadas do canal mentoniano poderiam ser observadas.


Dentro do corpo da mandíbula, o canal mandibular viaja na direção basal e lingual antes de descrever um crescimento da alça arcada e entrando no forame mentoniano no nível dos primeiros e segundos molares. O declive do plano no qual essa alça foi localizada pode variar de mostra `a mostra, sendo similar tanto ao declive do plano horizontal ou para o do plano sagital (fig.5). O declive médio das 37 mostras foi 50 graus, os valores variando de 11 a 77 graus. Não teve correlação entre o tipo de rebordo residual e o declive.
Discussão:

Os resultados desse estudo mostram que o nervo mentoniano podem seguir duas vias diferentes. No tipo I, o curso se assememelha à um sifão que se extende anterior ao forame mentoniano (fig.3). No tipo II, o canal mentoniano ascende diretamente ao forame mentoniano sem descrever um sifão (fig.4).

O tipo I foi observado numa freqüência levemente maior do que o tipo II. No tipo I. O (vertex) foi situado entre 0.5 mm e 5mm anterior ao forame mentoniano. Do ponto de vista cirúrgico, o tipo I suporta um maior risco de lesão ao nervo mentoniano do que o tipo II desde que o forame mentoniano (usado como ponto de referência) não constitua o ponto mais anterior do curso do nervo. Por que o canal mentoniano muitas vezes não é mostrado numa radiografia panorâmica, é recomendável que uma distância mínima de 6mm seja mantida entre o forame mentoniano e o local do implante, em todos os casos no qual, uma exata identificação do curso do canal mentoniano não é possível pré-operatóriamente.
Curvas pronunciadas do nervo somente foram observadas em RRT 1 a 5. Em RRT 6, o MVD foi 0 mm em quatro casos, e a curva com uma MVD de 0.5 mm foi observado em somente um caso. Isso pode assim ser concluído que o osso circundante ao canal mentoniano não é afetado pelo processo reabsorvível até que RRt 6 e o forame mentoniano constitua a fronteira entre o processo alveolar e o corpo da mandíbula.

A distância entre os dois forames mentonianos podem variar extremamente, os valores variam de 40 a 56 mm.7,23 Como a distância entre dois implantes vizinhos devem ser de pelo menos de 2 a 3 mm e a distância segura necessária entre o implante mais distal e o forame mentoniano deve ser de 6 mm, a região interforame geralmente oferece espaço para 4 a 6 implantes. Entretanto, é recomendável por razões biomecânicas que os implantes sejam posicionados tão distal que possível para preveni-los de ser afetado por excessivas forças de alavancas durante a mastigação na região molar.24,25

Outro fator que influencia na decisão quanto a se o implante mais distal deve ser posicionado o mais posterior que possível é a forma da mandíbula. Quanto mais alto for o (radius) do arco mandíbular, mais estável é a superestrutura protética. Em casos no qual o (radius) é mais reduzido, eg, em mandíbulas com formas como um arco gótico, o implante deveria ser posicionado tão longe distal que possível.
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Em 92% de todos os casos, ele é localizado na região apical dos pré-molares. Em somente 7.4% dos casos o forame é situado mais distal ou mesial aos pré-molares em Caucasianos. 11,13-16 o nervo médio da área de corte transversal no forame mentoniano é 4.77 mm.2,17

Se um implante é posicionado muito perto ao forame mentoniano, o canal mentoniano pode ser perfurado e o nervo mentoniano pode ser traumatizado. Desde que muitas vezes não é possível claramente identificar o curso do canal do nervo numa radiografia, o objetivo do presente estudo foi estabelecer uma classificação de diferentes tipos de vias que o canal deve ter e determinar uma distância mínima recomendada entre o forame mentoniano e a localização de um implante. Além disso, o estudo intenciona analisar mudanças relativas `a atrofia no forame e o canal mentoniano com base de observações feitas durante os vários estágios de reabsorção.


Materiais e Métodos:

Trinta e sete amostras mandibulares de cadáveers fixados de formalina/ carbol foram examinados. As mandíbulas foram classificadas de acordo com os tipos de rebordo residuais estabelecidos por Atwood 18-21 e Cawood e Howell22 (tabela 1), o qual descreve os vários graus de atrofia alveolar em base de critérios morfológicos. Tipo 1 de rebordo residual (RRT 1) descreve o rebordo dentado; RRT 2 corresponde ao estado do rebordo imediatamente pós-extração, o alvéolo ainda sendo aberto; em RRT 3, o alvéolo fechou e o rebordo é alto e bem arredondado;RRT 4 descreve um rebordo de ponta-faca; Em RRT 5, o rebordo alveolar é reduzido verticalmente e aparece baixo e bem arredondado; em RRT 6, a parte alveolar da mandíbula tem sido completamente reabsorvida e a crista da base da mandíbula é reduzida. Examinação do estudo das mandíbulas resultaram nos seguintes breakdown?(defeito de um sistema) RRT 1:3, RRT 2:3; RRT 3:4, RRT4:12, RRT 5:10, RRT 6:5.


Cortes transversais foram feitos das metades de todas as mandíbulas 1 cm distal (plano seccional) e mesial ( plano seccional II) ao forame mentoniano (fig.1). Medidas da distância horizontal (HD), da distância vertical (VD), e a altura mandibular (MH) foram feitas em cada 2 cm de longas seções (fig.2). A proporção VD/HD foi usada pra calcular o declive (a) do plano através do qual o canal mentoniano viaja (tan a =VD/HD). As seções mandibulares foram depois serradas em duas partes (partes basais e apicais) com uma serra diamantada , o plano seccional (plano seccional II) correspondente ao curso do canal mentoniano (fig.3). Depois que o nervo mentoniano foi removido, o canal se assemelhou a um sulco. Plano seccional III foi usado para acessar o curso do canal mentoniano e medir a distância entre o ponto anterior e o (vertex) (MVD). Figuras 3 e 4 mostram os dois possíveis cursos do canal mentoniano. Se o curso do canal descreveu um sifão antes de entrar no forame mentoniano, foi classificado como Tipo I; se ele ascendeu diretamente ao forame mentoniano sem descrever um sifão, foi classificado como Tipo II. Para avaliar os resultados medidos, a altura mandibular, a distância entre o ponto anterior e o (vertex), e a declive do arco do canal mentoniano foram relacionados aos tipos de rebordos residuais (tabela 1).

Resultados:
Em 22 das mostras examinadas, o ponto mais alto do arco do canal (o vertex) foi claramente situada anterior ao forame mentoniano (Tipo I). Nesses casos, o curso do canal mentoniano descreve uma alça. MVD foi acima de 5 mm. Em 15 pacientes, o vertex da alça foi localizado na
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Entretanto, o implante mais distal é posicionado, mais o risco de traumatizar o nevo mentoniano é alto.26
No presente estudo, o plano através do qual o curso do canal mentoniano foi calculado, o angulo médio de inclinação na direção do plano horizontal é de 50 graus. Os resultados indicam que esse ângulo permanece constante apesar de reabsorção óssea progressiva, desde que não tenha diferença significante entre as formas de rebordo residuais (tabela 1). Isso pode ser por que o corpo da mandíbula é reabsorvida igualmente da crista do rebordo tão bem como na direção vestibulolingual ,ie, e reduzido na sua dimensões horizontal e vertical.

Em adição ao curso do canal mentoniano, uma variante anatômica do forame mentoniano, um acessório do forame mentoniano que é achado em 45% dos indivíduos,27 pode ser fonte de complicações (fig.6). Lesando o nervo que emerge do forame pode causar desordem de percepção, como eles se comunicam com ramos dos nervos faciais e bucais.28 Em adição, visualização rotineira das duas foraminas mentonianas durante a operação pode dar a impessão de uma mudança na simetria do maxilar por causa do desvio da linha mediana lateral. Isso pode resultar num posicionamento assimétrico de implantes na região interforaminal.


Quando o forame mentoniano numa radiografia panorâmica é identificado(figs.7a e 7b), é necessário perceber que a atrofia progressiva do rebordo alveolar leva `a um aumento relativo de desvio do forame em direção `a crista do rebordo.12 em casos de severa atrofia, os nervos ocasionalmente emergem diretamente na crista do rebordo, um fato que já deve ser considerado quando planejar a incisão da mucosa.
Catálogo: downloads
downloads -> 1. As figuras abaixo mostram esquema tridimensional e cortes histológicos da odontogênese. Entenda as figuras e responda as questões abaixo. Identifique as estruturas apontadas e as fases do desenvolvimento dentário
downloads -> 1997, Secretaria de Estado da Saúde do Paraná
downloads -> Pré-Avaliação de Geografia – Prof. Nivaldo 8º Ano ef – IV bimestre Data
downloads -> Reposicionamento do nervo inferior alveolar em conjunção com o posicionamento de implantes ósseo integrados: Relatório de um ca
downloads -> Hemorragia do soalho da boca, resultado da perfuração lingual durante o implante
downloads -> 100 motivos para ir ao dentista parte 07 Antônio Inácio Ribeiro 2001 odontex
downloads -> ReconstituiçÃo de defeitos maxilares alveolares com enxerto de sinfisis mandibular para implantes dentarios
downloads -> Biologia Tecidual aplicada à implantodontia


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