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REFERÊNCIAS





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Anexo 3

Glossários e Siglas


Abscesso- Sinais inflamatórios localizados, com flutuação ou supuração.
Adjuvante – Trata-se de qualquer substância que incrementa a resposta imune face a um antígeno com o qual é misturada.
Alérgeno- Substância (alimento, medicamento, produto químico, etc) que, introduzida no organismo, provoca reação alérgica ou de hipersensibilidade.
Alergia- Resposta imunológica exagerada e anormal, mais frequente em indivíduos genéticamente predispostos (“atópicos”).
Anafilaxia-(choque anafilático, reação anafilática). Reação alérgica ou de hipersensibilidade grave, envolvendo dois ou mais sítios/sistemas e/ou reações envolvendo trato respiratório nas primeiras duas horas após qualquer vacinação, sendo mais frequentes nos primeiros 30 minutos.
Anafilactóide - As reações anafilactóides, como o nome diz, são semelhantes às reações anafiláticas, porém, não são mediadas por IgE. A sua fisiopatologia não está bem estabelecida, admite-se que a proteína heteróloga poderia determinar a formação de agregados de proteínas ou imunocomplexos, ativando o Complemento. A ativação deste sistema levaria à formação de anafilatoxinas, que por sua vez, poderiam determinar a liberação direta de mediadores químicos dos mastócitos e basófilos, principalmente a histamina

Anorexia- Falta de apetite.
Anticorpo – Globulina encontrada em fluídos teciduais e no soro, produzida em resposta ao estímulo de antígenos específicos, sendo capaz de se combinar com os mesmos, neutralizando-os ou destruindo-os.
Antígeno- Substância que, introduzida no organismo, reagem com os anticorpos.
Artralgia- Dor articular.
Astenia- Sensação de cansaço.
Choque anafilático- V. anafilaxia.
Choro persistente- Choro incontrolável, estridente, por 3 horas ou mais, diferente do choro habitual da criança, que os pais referem “nunca ter ouvido antes.”
Contaminação – Ato ou momento em que, uma pessoa ou um objeto, se converte em veículo mecânico de disseminação de um determinado agente patogênico.
Convulsão- Contrações musculares involuntárias, com alterações no estado de consciência. Apresentam-se geralmente como convulsões febris. Convulsões sem alterações no estado de consciência não devem ser atribuídas às vacinações.
Eficácia- Capacidade de atingir determinado objetivo, por exemplo, proteção contra a doença que uma vacina pode conferir, em condições ideais.
Efetividade- Conceito que leva em conta as condições reais de trabalho no campo, como a aceitação, a termoestabilidade, facilidade de aplicação, etc.
Encefalite- V. encefalopatia.
Encefalopatia- Termo vago, não designando nenhum quadro clínico-patológico bem caracterizado. Deve-se distinguir de encefalite, inflamação do cérebro. Define-se como distúrbio grave, agudo, do SNC, não explicado por outra causa além da vacinação, com alterações importantes da consciência ou convulsões focais ou generalizadas, persistindo durante mais do que algumas horas, sem recuperação em 24 horas. Pode ocorrer nos primeiros 7 dias, mas geralmente nas primeiras 72 horas após a vacinação DTP.
Enduração- Endurecimento difuso do tecido, percebido como uma área inchada e dura abaixo da superfície da pele.
Episódio (Síndrome) hipotônico-hiporresponsivo- Instalação súbita de quadro clínico constituído por palidez, diminuição ou desaparecimento do tônus muscular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos, manifestando-se nas 24 horas que se seguem à aplicação da vacina, geralmente nas primeiras 6 horas. Na maioria das crianças ocorre inicialmente irritabilidade e febre. Pode durar desde alguns minutos até um dia ou mais. Às vezes também estão presentes outros sinais, tais como cianose, depressão respiratória, sono prolongado com despertar difícil e, inclusive, perda de consciência.
Equimose- V. púrpura.
Eritema- Vermelhidão no local de aplicação da vacina.
Exantema- V. rash.
Febre- Temperatura axilar acima de 37,5 ºC. É uma resposta fisiológica à administração de antígenos, com produção de citocinas inflamatórias que atuam no hipotálamo, com liberação de prostaglandinas e elevação da temperatura. Promove a resposta imunológica. Pode também ocorrer pela administração de substâncias tóxicas contaminantes, como a endotoxina, ou ser secundária a processos inflamatórios inespecíficos, como abscessos locais.
Hiperestesia- Sensibilidade excessiva e dolorosa ao toque da pele.
Hipersensibilidade- Processo de sensibilização imuno-alérgica, após exposição a um agente(droga, vacina, alimento, etc.)
Imunidade – Resistência, usualmente associada à presença de anticorpos, que têm o efeito de inibir microorganismos específicos, ou suas toxinas, responsáveis por doenças infecciosas particulares.
Imunobiológico- termo genérico, que designa substâncias que atuam induzindo proteção imediata (imunoglobulina e soros hiperimunes), sem produção de memória imunológica ou proteção a longo prazo com produção de memória imunológica (vacinas).

Palavra genérica, que designa vacinas, imunoglobulinas, etc.


Intussuscepção – quando uma parte do intestino desliza ou fica embutida para dentro da parte imediatamente adjacente (se invagina). Causa obstrução e geralmente o tratamento é cirúrgico.
Irritabilidade- Mudança de conduta, com tendência ao choro e lamentações.
Linfadenite- inflamação de um ou mais linfonodos, geralmente produzida por bactérias ou seus produtos.
Mialgia- Dor muscular.
Nódulo- uma área elevada pequena, sólida, palpável que se estende mais profundamente na derme que uma pápula, e que se move quando a pele é palpada. Endurecimento localizado, “caroço”.
Petéquias- V. púrpura.
Poliomielite associada à vacina - Paralisia flácida e aguda que se inicia entre 4 e 40 dias após o recebimento da VOP e que apresenta sequela neurológica compatível com poliomielite 60 dias após o início do déficit motor.
Poliomielite associada a vacina de contatos (comunicantes) - Paralisia flácida aguda que surge após contato com criança que tenha recebido VOP até 40 dias antes. A paralisia surge 4 a 85 dias após a vacinação , e deve apresentar sequela neurológica compatível com poliomielite 60 dias após início do déficit motor.
Púrpura- Aparecimento de manchas vermelhas ou violáceas, não pruriginosas, que não desaparecem à pressão. Quando pequenas denominam-se petéquias, quando maiores, equimoses.
Rash ou exantema- erupção generalizada com ou sem prurido, edema ou calor.
Reação alérgica grave- V. anafilaxia.
Reação de Arthus – É uma manifestação de hipersensibilidade que ocorre normalmente de 2 a 8 horas após a administração de um antígeno, em um indivíduo com anticorpos prévios.Caracteriza-se pelo aparecimento de um processo inflamatório agudo no local da inoculação. Os principais sintomas são: dor, tumefação e rubor podendo estender-se e afetar todo o membro. A reação tem um pico de evolução entre 4 e 6h, é auto limitada e benigna e evolue bem após alguns dias. Em alguns casos, o infiltrado afeta os tecidos profundos, podendo causar necrose. Na pele se observam bolhas e vesículas cheias de serosidade e pústulas que evoluem para crostas, que ao caírem, deixam uma úlcera profunda.
Reação vaso-vagal,- caracterizada por náusea, palidez, sudorese, bradicardia, hipotensão, fraqueza e às vezes desmaio, mas sem prurido, urticária, angioedema, taquicardia e broncoespasmo. É mais freqüente em adolescentes.
Reatogenicidade- O conjunto das reações às vacinas.
Rubor- V. eritema.
Sonolência- Tendência não habitual ao sono e dificuldade de ser despertado.
Suscetível- não protegido contra a doença. O contrário de imune.
Tumefação- Edema com aumento de temperatura no local de aplicação da vacina.
Urticária- Placas um pouco elevadas, de dimensões e formas variadas, duram de alguns minutos a várias horas ou dias, sempre acompanhadas de prurido.
Vômito- Emissão de alimentos pela boca, acompanhada de mal estar e náuseas. Deve ser distinguida, assim, da regurgitação, comum em bebês, que não se acompanha de outros sintomas.
SIGLAS:
ACIP- Comitê Assessor em Práticas de Imunização do CDC.

ADEM- Encefalomielite disseminada aguda

CDC- Centro de Controle de Doenças, dos Estados Unidos.

EHH- Episódio hipotônico-hiporresponsivo.

ENEI- Estudo Nacional de Encefalopatia Infantil

FIOCRUZ- Fundação Instituto Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde do Brasil.

HDCV- Human diploid cell vaccine – Vacina produzida em células diplóides humanas.

IM- Intramuscular.

IV- Intravenoso.

IOM- Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

LCR- Líquido céfalo-raquidiano(líquor).

OPS ou OPAS- Organização Panamericana de Saúde.

OMS- Organização Mundial de Saúde.

PCECV- Purified chick – embryo cell vaccine – Vacina purificada produzida em células de embrião de galinha.

PDEV- Purified duck – embryo vaccine – Vacina purificada produzida em embrião de pato

PEESA- Panencefalite esclerosante subaguda.

PNI- Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde do Brasil.

PVCV- Purified Vero cell vaccine – Vacina purificada produzida em cultivo de células Vero

SC- Subcutâneo.

SGB- Síndrome de Guillain Barré

SRSP- Síndrome de Reação Sistêmica Precoce, associada à vacina meningocócica B/C.

TRO- Terapia de reidratação oral.

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60.World Health Organization – Department of Vaccines and Biologicals. Supplementary information on vaccine safety. Part 2: Background rates of adverse events following immunization. Geneva; 2000. p.78-84.

Colaboradores:

Este documento se fundamenta em muitas publicações, documentos, informações e contribuições inestimáveis de muitas pessoas e instituições. A sua enumeração seria virtualmente impossível e correria o risco de omissões até imperdoáveis.

A relação abaixo cita apenas as pessoas mais diretamente envolvidas com a presente publicação:

Jarbas Barbosa da Silva Júnior – SVS/MS

Expedito Luna – SVS/MS

Luiza de Marilac Meireles Barbosa – SVS/MS

Reinaldo Menezes Martins – FIOCRUZ/RJ

Eduardo Leal – FIOCRUZ/RJ

Ivone Perez – SES/GDF

Lily Weck – USP/SP

Helena Keico Sato – SES/SP

Maria Lucelena Esteves – SES/RJ

Renate Mohrdieck – SES/RS

Iolanda Maria Novadzki – SES/PR

Luis Antonio Bastos Camacho – FIOCRUZ/RJ

Ângela Rocha- UFPE/PE

Elba Miranda- SES/RO

Alessandra Couto – SVS/MS

José Evóide de Moura Júnior - SVS/MS

Sara Lacerda Almeida - SVS/MS

Ana Carolina Santelli - SVS/MS

Ernesto Renoiner - SVS/MS



Luciana Amorim – SES/SC


1 Avaliar sempre a possibilidade de processos infecciosos e investigar se está ocorrendo surto de alguma doença na área, no mesmo período da aplicação da vacina. Importante verificar se o período de aparecimento das manifestações coincide com o previsto os EAPV em questão.

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7


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2 Exame de LCR: incluindo bacterioscopia direta, cultura, sorologias específicas, contra-imunoeletroforese e látex.

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