Material properties and microstructure from



Baixar 412.81 Kb.
Página1/5
Encontro14.08.2019
Tamanho412.81 Kb.
  1   2   3   4   5


CAPÍTULO 7


QUALIDADE DA ÁGUA E DINÂMICA DE NUTRIENTES

Harry Alberto Bollmann

Charles Carneiro

Eduardo Pegorini

ÁGUA E PADRÕES DE QUALIDADE
A gestão de recursos hídricos necessariamente precisa ser sistematizada e integrada à gestão do saneamento básico. A busca pela melhoria da qualidade de vida e saúde da população implica diretamente em ações voltadas ao saneamento básico e ambiental, que por sua vez tem relação com a bacia. Todos os impactos incidentes em áreas de bacias podem ser refletidos diretamente na qualidade da água. O desenvolvimento econômico deveria ser limitado pela qualidade e quantidade de água disponível. As perdas hídricas no Brasil ainda são bastante significativas, desde a produção de água, e efetivamente pela distribuição e uso inadequado.
A água para o consumo humano deve apresentar condições adequadas quanto aos padrões de qualidade bacteriológia e físico-química (Portaria 1469 – Ministério da Saúde), de modo que não apresente riscos à saúde pública (Di Bernardo, 1995). Os problemas de qualidade de água ocorrem pela interação entre os componentes de dentro e fora do sistema hídrico, assim sendo, condições sócio-econômicas da comunidade vizinha, posição geográfica do corpo hídrico, geomorfometria da bacia, dentre outros fatores, são aspectos que devem ser considerados concomitantemente (Di Bernardo, 1995 e Stradkraba & Tundisi, 2000 ). Estes problemas são determinados em grande parte pelas atividades existentes nas bacias, em razão disso, as fontes poluidoras pontuais (como lançamento de efluentes) e difusas (como prática agrícola e erosão) devem ser identificadas e controladas. Especificamente em reservatórios, a qualidade de água está ligada a hidroquímica regional, seu tempo de retenção e as entradas existentes na bacia hidrográfica, independentemente se de origem antrópica ou natural.
Geralmente os estudos de qualidade de água são baseados em amostragens da água, do sedimento do corpo hídrico e da biota. Para tanto é necessário que se faça um monitoramento de diversos parâmetros que representem estes aspectos e caracterizem a qualidade do corpo hídrico estudado, permitindo verificar o grau e intensidade de contaminação das águas. O monitoramento deve ser projetado de forma que necessidades específicas sejam atendidas.
O monitoramento da qualidade de água é uma ferramenta importante tanto para o controle da qualidade do corpo hídrico como para a tomada de decisões. Junto com ele deve-se ter um procedimento de fiscalização e cobrança dos agentes poluidores. Dentre os principais parâmetros de caráter limnológico a serem monitorados para controle da qualidade de água podemos citar: turbidez, sólidos suspensos, sólidos totais dissolvidos, DQO, DBO, pH, oxigênio dissolvido, alcalinidade, clorofila A e os nutrientes nitrogenados e fosforados. Estes últimos, de grande importância para problemas relacionados à eutrofização, visto que o nitrogênio e o fósforo são os principais nutrientes a serem controlados, em razão da essencialidade à produção de fitoplâncton.


USOS MÚLTIPLOS

(falta compor)



7.2. Monitoramento e Manutenção da Qualidade da Água
O gerenciamento da qualidade da água de reservatórios é uma questão complexa em razão da própria natureza dinâmica destes ecossistemas e das pressões do homem, de fenômenos naturais e dos procedimentos de operação, influenciando significativamente os processos físicos, químicos e biológicos destes ecossistemas. O metabolismo peculiar dos ecossistemas de reservatórios e suas variabilidades em função da região onde se localizam, também devem ser considerados, já que possuem, naturalmente, maior produtividade primária e concentração de sais dissolvidos.
O monitoramento qualitativo das águas em reservatórios passa fundamentalmente pelo conhecimento das cargas poluentes afluentes, geradas nas bacias hidrográficas contribuintes, e que se traduzem basicamente como as pressões exercidas pelas diferentes atividades socioeconômicas que existem no território sobre os recursos hídricos. As formas de uso associadas às condições naturais nas bacias (geomorfologia, relevo, ventos, precipitação), determinam o estado da qualidade dos recursos hídricos, e o conseqüente impacto que esse estado pode causar, na saúde pública, nos ecossistemas ou qualquer outra atividade que faça uso deste recurso.
Além das cargas afluentes, constitui elemento importante na avaliação da qualidade da água a dinâmica do próprio reservatório, enquanto sistema coletor e digestor das cargas afluentes.
O reconhecimento das relações de causas e efeitos, de forma a se conhecer as respostas do meio a alterações destas pressões, subsidia a definição de um conjunto adequado de programas e medidas para compatibilizar a qualidade da água com os diferentes usos projetados.
O monitoramento deve ser visto como um processo essencial à implementação dos instrumentos de gestão do reservatório, obtendo informações estratégicas e acompanhamento das ações realizadas capazes de orientar a definição de diretrizes, programas e atividades para manutenção e melhoria da qualidade da água no reservatório.
Atividades_humanas_e_alteração_da_qualidade_da_água.'>7.2.1. Atividades humanas e alteração da qualidade da água.
A contaminação das águas superficiais pode ter várias origens. Tomando como referência o tipo de substâncias poluentes, os riscos de contaminação nas águas superficiais podem ser genericamente divididos nas seguintes categorias:


  • Material em suspensão transportado para os corpos hídricos pelo escoamento superficial urbano e rural, aumentando a turbidez das águas;

  • Material orgânico proveniente de atividades rurais, industriais e urbanas, pontuais ou difusas, reduzindo a disponibilidade do oxigênio dissolvido para a biota do meio aquático;

  • Nutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo, promovendo um rápido e intenso crescimento na produção primária dos reservatórios e outros problemas associados;

  • Metais pesados, poluentes orgânicos e outras substâncias perigosas que acumulam nos sedimentos e na biota do ecossistema;

  • Contaminação com bactérias e vírus, causadores de doenças;

  • Depleção dos níveis e volumes hídricos, resultante da retirada e consumo pelas atividades humanas.

A tabela xxx relaciona algumas atividades humanas que exercem grande impacto sobre os recursos hídricos:



Atividade

Impacto

Desflorestamento

Aumento da carga de particulados, nutrientes e poluentes

Redução da recarga do solo

Alteração do ciclo hidrológico


Mineração

Aumento da carga de particulados e nutrientes associados

Obras de Transporte

(ferrovias e rodovias)



Grandes alterações em várzeas, baixadas e cursos de água

Incremento da erosão

Incremento do escoamento superficial


Reservatórios

Interrompe a inundação natural de várzeas e baixadas

Afetam consideravelmente quantidade e qualidade das águas



Esgotos/resíduos sólidos

Alteração na qualidade físico-química (OD, DBO, nutrientes, etc)

Alteração da cadeia alimentar de rios, várzeas e baixios alagadiços.



Crescimento urbano

Selamento do solo alterando o ciclo hidrológico das bacias

Produção de esgotos e resíduos sólidos

Aumento da demanda de água (retirada)

Erosão urbana: sedimentos, turbidez, nutrientes, etc



Agricultura

Lixiviação e erosão são responsáveis por grande parte da carga de nutrientes nos corpos hídricos

Dejetos


Estocagem imprópria

Aplicação de agrotóxicos irregularmente

Sedimentos, particulados e sólidos em suspensão transportados pela erosão

Redução da capacidade de retenção de água do solo



Irrigação

Retirada de água

Aumento da lixiviação de nutrientes



Recreação e Turismo

Lixo

Degradação ambiental



Hidrovias e navegação

Alteração do regime natural dos corpos hídricos, diminuindo ou almentando a velocidade do fluxo, perturbando o leito do fundo ecausando erosão das margens

Destruição das várzeas

Redução da capacidade hídrica local, aumento da carga de poluentes aos córregos

Retiradas de água

Aumenta a concentração dos elementos no meio

Poluição atmosférica

Particulados, compostos orgânicos e nutrientes podem ser transferidos da atmosfera para os reservatórios através das precipitações.

Acidificação



Industrias

Efluentes contaminados

Resíduos sólidos



Fonte: Straskraba e Tundisi, 2000.
7.2.2. Monitoramento qualitativo como ferramenta de gestão dos recursos hídricos
A definição dos objetivos de um programa de monitoramento geralmente está associada à avaliação da qualidade da água e sua adequação para os usos requeridos/propostos e à indicação da necessidade da implementação de projetos especiais relativos à identificação anterior de problemas específicos. A partir destes dois cenários, os programas de monitoramento podem ser classificados, de acordo com o uso que se pretende dar aos dados gerados, como de planejamento ou de controle (Porto, 1991).
Em função do horizonte temporal, o monitoramento da qualidade da água pode ter objetivos distintos. Straskraba e Tundisi (2000) caracterizaram 3 tipos distintos de monitoramento em função destes objetivos:

  • Gerenciamento corretivo: caracterizado pela implementação de ações corretivas que visam melhorar as condições existentes em um curto espaço de tempo;

  • Gerenciamento preventivo: direcionado para a prevenção do aparecimento de problemas dentro de um horizonte de médio prazo

  • Gerenciamento auto-sustentado: baseado em medidas de longo prazo.

Estes mesmos autores recomendam que os horizontes de médio e longo prazo sejam priorizados, focalizadas para a garantia de disponibilidade do recurso água para as gerações futuras.


O monitoramento deve levar em consideração as seguintes atividades dentro da bacia hidrográfica:

  • Disposição de águas residuárias de origem doméstica e industrial;

  • Escoamento superficial proveniente de terras cultivadas ou de áreas sujeitas à erosão;

  • Escoamento superficial proveniente de áreas submetidas à poluição atmosférica;

  • Compostos orgânicos tóxicos resultantes da aplicação de pesticidas na agricultura e silvicultura;

  • Poluição por compostos orgânicos persistentes utilizados como catalisadores industriais, ou por compostos farmacêuticos de atividade desconhecida proveniente de rejeitos hospitalares, etc.

A efetividade de um programa de gerenciamento das águas depende de investimentos na coleta de dados e informações hidrológicas e no conhecimento dos usuários da água. Os aspectos quantitativos e qualitativos nunca deverão estar dissociados em uma rede de monitoramento. No caso dos aspectos qualitativos, a implementação de um programa de monitoramento propiciará o conhecimento e a identificação de relações causa-efeito entre os usos e atividades humanas e seus impactos sobre a qualidade da água, tornando-se um dos componentes mais importantes para uma gestão ambiental integrada (SQA, 1999 apud Magalhães Jr., 2000).


Tabela 6 – Relação de parâmetros e importância relativa em uma rede de monitoramentos.




Usos

Caracterização do Corpo de água

Parâmetro

Irrig.

Abastc

Ind

Pisc

Eutr

Pol

Salin

Alcalin. Hidróxidos




X

X













Alcalin. Carbonatos




X
















Alcalin. Bicarbonatos




X
















Alumínio




X
















Amônia







X

X




X




Cálcio

X




X













Cloretos




X

X










X

Clorofila A













X







Condut. Elétrica

X







X










Cor




X
















DBO




X







X

X




Dureza




X

X













Ferro




X

X

X










Fosfato Total













X







Fósforo Total
















X




Magnésio

X




X













Manganês







X













Nitratos







X




X







Ortofosfato













X







Oxigênio Dissolvido










X

X







pH







X

X

X







Potássio
















X




Sílica













X







Sódio

X



















Sólidos Dissolvidos Totais










X










Sólidos em Susp. Totais













X







Sulfatos







X













Turbidez




X
















Coliformes Fecais










X




X




Irrig. - Irrigação; Abastc. – Abastecimento público; Ind. - Indústrias; Pisc. - Piscicultura; Eutr. -

Eutrofização; Pol. - Poluição e Salin. - Salinização

Fonte: COGERH, 2002

7.8. FÓSFORO

Reconhecidamente, o Fósforo é um elemento de extrema importância considerando a eutrofização artificial dos corpos d’água e sua relação com o sistema biológico. Por esta razão, um pouco mais de atenção será dispensada à análise deste elemento. O Fósforo é vital nos processos metabólicos dos organismos vivos, a começar pela sua função estrutural na membrana celular. A maioria das espécies do reino vegetal responde com incrementos em biomassa aos aumentos na disponibilização de Fósforo lábil. Porém, alguns fatores contribuem para que sua concentração seja considerada como um elemento limitante aos organismos vivos na maioria dos ecossistemas:




  • naturalmente encontra-se disponível em pequena quantidade nos solos;

  • tem facilidade para adsorção, imobilização e precipitação;

  • não apresenta fase gasosa;

  • é de difícil liberação estrutural a partir de rochas e minerais através de intemperismos.

Embora seja essencial para os sistemas produtivos, pois a limitação de Fósforo no meio pode ser um problema para os sistemas agrícolas, nos sistemas aquáticos, uma limitação parcial pode ser benéfica, dificultando a proliferação de organismos indesejados.


A produtividade de um lago é definida pelo nível de trofismo em que se encontra. Existem vários critérios utilizados para classificar o grau de eutrofização de um corpo d'água. Entre eles, merecem destaque os baseados no tipo e quantidade de espécies presentes, no teor de proteína da água, no teor de Clorofila "a", em índices multivariados (envolvendo o Fósforo, correlação entre o Fósforo e a Clorofila "a", Oxigênio Dissolvido no hipolímnio, produção primária e a ação de organismos decompositores, entre outros), na produção de Carbono, no teor de Nitrogênio, e com maior freqüência, na concentração de Fósforo (Vollenweider, 1968; Esteves, 1998 e Tundisi, 2000). Este último assume significativa relevância por ser considerado principal fator limitante ao desenvolvimento algal em lagos sub-tropicais. Vollenweider (1968) muito contribuiu para o estudo das relação entre parâmetros de qualidade da água e níveis de trofismo, com ênfase nas concentrações de Nitrogênio e Fósforo (Tabela 7.3). Nos últimos anos, tem-se intensificado os estudos com a dinâmica e os ciclos que envolvem as formas fosfatadas em reservatórios.
Tabela 7.3 - Concentração de P-Total e níveis de trofismo relacionados


ESTADO TRÓFICO

CONCENTRAÇÃO P-TOTAL (g /l)

Ultra-oligotrófico

< 5

Oligomesotrófico

5 – 10

Meso-eutrófico

10 - 30

Eu-politrófico

30 - 100

Politrófico

> 100

FONTE: Vollenweider (1968).
O Fósforo está presente no ambiente sob várias formas, grande parte destas com facilidade de reação com colóides, matéria orgânica e outros compostos afins, constituindo na maioria das vezes ligações de difícil solubilização. Segundo Graetz e Nair (1999), de maneira simples é possível distinguir quatro seqüências de fracionamento de Fósforo em razão da força com que está retido ou ligado a outras estruturas:


  • Fósforo lábil;

  • Associações com óxidos e hidróxidos de Alumínio, Ferro e Manganês;

  • Ligações com Cálcio e Magnésio, e

  • Minerais e materiais orgânicos..

Nos meios aquáticos, pode ser encontrado sob as formas orgânica e mineral,. Ambas podem estar dissolvidas ou particuladas em água, dependendo basicamente da estruturação química e do composto a que estão ligadas. Quando adsorvido pela matéria orgânica, por argilas silicatadas ou por íons metálicos, os complexos de Fósforo têm maior dificuldade de solubilização.



7.8.1. Aporte de Fósforo aos Sistema Aquáticos
A dinâmica de fósforo em reservatórios é principalmente influenciada pelo aporte de cargas através dos tributários, da mobilização a partir do sedimento de fundo, do assoreamento e erosão, da decomposição de restos vegetais remanescentes, do intemperismo das rochas e minerais e, de forma mais intensa, pela ação antrópica, que envolve principalmente a contaminação por esgotos clandestinos (Figura 7.8).
Algumas variáveis têm maior relevância na determinação e intensidade do aporte de Fósforo aos ecossistemas aquáticos. Estas variáveis podem ser caracterizadas como contribuições pontuais ou difusas. As cargas pontuais correspondem aos aportes localizados, independentemente da origem antrópica ou natural. As cargas difusas são aportes que ocorrem de forma dispersa no meio, portanto, de mais difícil controle.
Trabalhos têm evidenciado a relevância das fontes antrópicas, tanto pontuais quanto difusas, como contribuintes de Fósforo nos corpos d’água, especialmente as atividades agrícolas e os esgotos clandestinos (Cordeiro Netto e Dutra Filho, 1981). No entanto, outras contribuições difusas de ordem não-antrópica com menor conotação, e também de difícil controle, como solos, rochas e minerais, podem exercer uma ação significativa sobre incrementos no potencial de eutrofização, especialmente quando são consideradas microalgas e cianobactérias - como os organismos fitoplanctônicos de maior importância para reservatórios eutrofizados, visto que estes organismos necessitam de baixos teores de Fósforo para realizarem seu pleno metabolismo. Segundo Chu apud Woleinveider (1968), grande parte das algas planctônicas desenvolvem crescimento bastante satisfatório com teores acima de 18 gP-PO4-3 / l.



Catálogo: sanepar -> gecip -> forum.nsf -> 205dceedb88c9ab703256c2c005e0402
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> IntroduçÃO 10 Características Gerais
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Capítulo 12 – Ictiofauna
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Cianobactérias e cianotoxinas luciano Felício Fernandes Ana Carolina Wosiack Leuni Domingues Cláudia Vitola Pacheco Patrícia Esther Lagos
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Estudo da migração vertical diária das Cianobactérias na represa do Iraí
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Restauração da Qualidade da Água Contaminada usando a Fitorremediação com Plantas Aquáticas
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Capítulo 13 AÇÕes de manejo e níveis de vigilância e alerta
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Capítulo VII – disposiçÃo no solo
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Capítulo 2 mananciais de abastecimento público
205dceedb88c9ab703256c2c005e0402 -> Capítulo VII – disposiçÃo no solo


Compartilhe com seus amigos:
  1   2   3   4   5


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande