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Todos os vasos linfáticos da cabeça e do pescoço drenam, direta ou indiretamente, para os linfonodos cervicais profundos. O linfonodo jugulodigástrico destaca-se em importância por



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Todos os vasos linfáticos da cabeça e do pescoço drenam, direta ou indiretamente, para os linfonodos cervicais profundos. O linfonodo jugulodigástrico destaca-se em importância por:





  1. receber drenagem da cavidade nasal e seios paranasais;

  2. localizar-se na veia jugular interna e receber aferentes da laringe;

  3. provocar o desvio da língua protraída, em caso de lesão;

  4. dispor de um par de válvulas que regulam a drenagem dos seios maxilares e paranasais;

  5. estar freqüentemente entumescido em caso de carcinoma de qualquer órgão.



  1. O estilo-hióideo é um músculo delgado que se localiza ao longo da borda superior do músculo digástrico. A ação deste músculo é a de:




  1. formar um diafragma muscular que sustente a língua;

  2. adiantar o osso hióide, reduzindo assim o soalho da boca;

  3. puxar o mento para trás e para baixo na abertura da boca;

  4. puxar o osso hióde para trás e alongar o soalho da boca;

  5. manter o osso hióide fixo para que se faça a deglutição.



  1. Temperatura elevada, tumefação dolorosa, firmeza à palpação dos tecidos moles, tonalidade violácea da pele e linfoadenite regional. Essa descrição sugere a ocorrência de:




  1. celulite;

  2. odontoma;

  3. sinusite;

  4. tromboflebite;

  5. teratoma.



  1. A erosão dentária é um risco ocupacional reconhecido clinicamente como:




  1. lesões de esmalte manifestadas por depressões côncavas, profundas, largas e ásperas;

  2. um defeito em forma de cunha na superfície incisal de dentes anteriores;

  3. desgaste nos planos oclusais inclinados, com redução gradual na altura da cúspide;

  4. lesões lisas, polidas, rasas, geralmente limitadas ao terço gengival de dentes anteriores ou posteriores;

  5. redução do diâmetro mesio-distal dos dentes, com encurtamento do comprimento da arcada dentária.




  1. As lesões cutâneas do líquen plano aparecem como pequenas pápulas planas, vermelhas, cobertas por escamas finas, brilhantes. Na cavidade bucal, seu aspecto é de:




  1. áreas pedregosas, com placas brancas verrucosas;

  2. pápulas brancas, filiformes, aveludadas, dispostas de modo linear, anular ou reticular;

  3. superfícies cruentas, erosadas, que sangram facilmente, de bordas irregulares;

  4. áreas eritematosas, sem endurecimento, com margens pouco precisas;

  5. mácula eritematosa de forma irregular, recoberta por epitélio espesso e áspero.



  1. Clinicamente, podemos diferenciar o hemangioma do sarcoma de Kaposi na cavidade oral pelo(a):




  1. aspecto erosado do sarcoma de Kaposi;

  2. cor - a lesão do hemangioma é vermelho intenso e a do sarcoma de Kaposi é negra;

  3. aspecto plano e pouco circunscrito do hemangioma;

  4. localização – o hemangioma não ocorre em palato;

  5. palpação – a lesão do sarcoma de Kaposi tem consistência pétrea.



  1. Existem vários fatores gerais que podem influenciar o tempo de cicatrização das feridas da cavidade bucal. Identifique a opção correta:




  1. Em casos de hipertermia do meio e irritação bacteriana moderada, a cicatrização das feridas é acelerada;

  2. a desidratação e a exposição a pequenas doses de raios X retardam a cicatrização das feridas;

  3. a vascularização e a movimentação locais aceleram a cicatrização;

  4. o traumatismo local moderado e a anemia retardam a cicatrização;

  5. a ingestão de proteína e a deficiência de vitamina D retardam a cicatrização.



  1. A osteíte deformante (doença de Paget) é de etiologia desconhecida e não tem tratamento. Apresenta comumente os seguintes sintomas:




  1. gengivite, cicatrização deficiente, lesões ósseas solitárias;

  2. tumefação simétrica da mandíbula, linfoadenopatia, destruição acentuada dos maxilares;

  3. aumento acentuado das extremidades, dores ósseas, alteração do padrão trabecular ósseo;

  4. dores ósseas, surdez, paralisia de Bell, arqueamento das pernas;

  5. dores ósseas, perda de peso, perda da lâmina dura.


  1. Nos distúrbios de ATM os dois sintomas mais importantes são a dor e a limitação dos movimentos. Essa limitação se apresenta com sensibilidade muscular observada no exame clínico e presença de ruídos articulares. Indique a opção que apresenta os principais músculos envolvidos neste distúrbio.




  1. supra e infrahióideos e temporal;

  2. pterigóideos, digástrico e milohióideo;

  3. digástrico, quadrado do mento e masseter;

  4. supra e infrahióideos, milohióideo e quadrado do mento;

  5. masseter, pterigóideos e temporal.



  1. A dor é um mecanismo de proteção corporal e pode ser classificada em dois principais tipos: dor rápida e dor lenta. Quando ocorre um ferimento na pele ocasionado por uma lâmina, podemos afirmar que a dor é do tipo:




  1. lento e pode ocorrer tanto na pele como em qualquer tecido ou órgão profundo;

  2. lento, pois é sentida na maior parte dos tecidos corporais profundos;

  3. lento, pois pode tornar-se cruciante e levar à destruição tecidual;

  4. rápido ou latejante e vai aumentando por muitos segundos;

  5. rápido, pois ocorre dentro de um tempo da ordem de 0,1 segundo após o ferimento.



  1. O paladar e o olfato atuam, combinados a outros fatores, na percepção gustativa. Quanto às sensações gustativas primárias – sabores ácido, salgado, doce e amargo, podemos afirmar que:




  1. a rejeição ao sabor excessivamente ácido é importante, pois muitas das toxinas mortais encontradas nas plantas venenosas são alcalóides;

  2. a maior parte das substâncias que dão o sabor amargo são orgânicas;

  3. pequenas modificações na estrutura química de substâncias ácidas podem torná-las amargas;

  4. quanto maior a concentração de íons hidrogênio numa substância, mais forte é a sensação salgada percebida;

  5. a maior parte das substâncias que causam o sabor doce são inorgânicas, como sais de chumbo e ácidos sulfônicos.



  1. Os dentes se formam na intimidade dos tecidos do maxilar e da mandíbula. Assim, para tornarem-se funcionais, considerável movimentação axial e oclusal é necessária para trazê-los até a posição funcional no plano oclusal. O movimento fisiológico descrito denomina-se:




  1. movimento dentário pré-eruptivo;

  2. movimento dentário pós-eruptivo;

  3. movimento dentário eruptivo;

  4. exfoliação dentária;

  5. compensação do desgaste oclusal.



  1. Um grupo de elementos dentários foi encaminhado para exame. O perito observou que o segundo e o terceiro molares superiores, do lado direito, encontravam-se completamente formados, apresentando-se unidos pelo cemento. Tais características sugerem tratar-se de:




  1. dilaceração;

  2. macrodontia;

  3. concrescência;

  4. dens in dente;

  5. amelogênese imperfeita.



  1. Uma senhora de 85 anos de idade compareceu para exame de corpo de delito, alegando ter sido vítima de repetidas agressões. Relatou morar em um asilo e estar sendo submetida a tratamento quimioterápico, devido a leucemia. O exame externo da face não evidenciou quaisquer achados dignos de nota. O exame intra-oral revelou, na mucosa jugal, a presença de placas brancas confluentes, de consistência mole-gelatinosa. Aplicado um cotonete sobre uma das lesões, a examinada queixou-se de sensibilidade, constatando-se naquele local uma área erosada. Diante das características clínicas, o perito concluiu tratar-se de:




  1. candidíase;

  2. nevo branco esponjoso;

  3. disceratose intra epitelial benigna hereditária;

  4. ação corto-contundente;

  5. ceratose folicular.



  1. São papilas que recobrem toda a parte anterior da língua e consistem em estruturas em forma de cone. Formam, em conjunto, uma superfície abrasiva que é responsável pela compressão e pelo esmagamento do alimento, quando a língua se opõe ao palato duro. A descrição se refere às papilas:




  1. caliciformes;

  2. circunvaladas;

  3. foliadas;

  4. filiformes;

  5. de von Ebner.



  1. Na parte inferior da face, a artéria facial supre um número variável de pequenos ramos aos músculos vizinhos, sendo os dois ramos mais importantes, as artérias:




  1. bucal e labial inferior;

  2. facial transversa e lingual;

  3. labiais inferior e superior;

  4. lingual e tiroídea superior;

  5. tiroídea superior e facial transversa.



  1. A necrose que se constitui no tipo morfológico mais comum, denomina-se necrose:




  1. caseosa ou de caseificação;

  2. de coagulação ou necrose isquêmica;

  3. de liquefação ou liquefativa por autólise;

  4. gordurosa ou esteatonecrose;

  5. gangrenosa, que pode ser seca ou úmida.



  1. Quando o equilíbrio homeostático das células é rompido pelo efeito de uma agressão, as células podem se adaptar, sofrer um processo regressivo ou morrer. As alterações regressivas ou degenerações se situam portanto, entre a célula normal e a morte celular ou lesão irreversível. Existindo, também, diminuição da função, é compreensível que se acumule dentro da célula, ou mesmo fora dela, uma série de substâncias que são produtos de um metabolismo perturbado. Deste modo, as lesões degenerativas são classificadas de acordo com o acúmulo destas substâncias. Assim sendo, tem-se, classicamente, vários acúmulos com as suas conseqüentes degenerações.

Indique, a seguir, a opção que apresenta corretamente, as relações acúmulos-degenerações:



  1. água – degeneração hidrópica; lípides – lipidoses; proteínas – mucopolissacarídeos; carboidratos – glicogenoses;

  2. lípides – ceratoses; proteínas – hialuronidases; glicose – glicogenoses; sódio – degeneração balonizante;

  3. água – degeneração hidrofílica; lípides – lipotropicoses; proteínas – esteatoses; carboidratos – carboviscidose; sódio – degeneração balonizante;

  4. lípides – ceratoses; proteínas – hialuronidases; glicose – gliceminoses; carboidratos – carboviscidose;

  5. lípides – degeneração glicerídica; proteínas – esteatoses; sódio – degeneração balonizante; carboidratos – carboviscidose; glicose – gliceminoses.



  1. Um músculo que, procedente do crânio se insere na mandíbula, sendo inervado pela porção motora do terceiro ramo do nervo trigêmio, possui duas porções, uma superficial e a outra profunda, cujos feixes saem da face profunda do arco zigomático e de sua borda inferior, desde a porção situada atrás da sutura zigomático-temporal até adiante do côndilo do temporal ou eminência articular. Este músculo denomina-se:




  1. pterigoideo lateral;

  2. pterigoideo medial;

  3. platisma;

  4. masséter;

  5. temporal.




  1. Um indivíduo do sexo masculino, com 25 anos de idade, relata haver sofrido atropelamento há aproximadamente dois anos, tendo fraturado o lado esquerdo da mandíbula, havendo recebido tratamento médico-odontológico hospitalar completo. Informa que de um tempo para cá, vem sentindo dor intensa e constante na região. O exame intra-oral revela pequeno nódulo na mucosa, sensível à compressão. O exame radiográfico permitiu constatar radiotransparência de reduzida dimensão, junto ao forame mentoniano. Realizada anestesia local da área de intumescência, com finalidade diagnóstica, o examinado informou haver sentido alívio da dor. Face ao descrito, os achados são sugestivos de:




  1. tumor de células granulares;

  2. schwannoma;

  3. estesioneuroblastoma;

  4. rabdomioma;

  5. neuroma traumático.



  1. Os estímulos eferentes viscerais, motores ou secretórios, são transmitidos do sistema nervoso central ao órgão efetor, (seja músculo liso, músculo cardíaco ou células glandulares) por dois neurônios. O primeiro, ou central, destes dois neurônios está dentro do sistema nervoso central e emite um axônio que emerge do cérebro, ou medula, através de um nervo craniano, ou espinhal. A fibra deste neurônio termina, após uma distância variável, em uma sinapse onde os corpos de vários neurônios periféricos ou secundários se encontram. Estas células estão normalmente amontoadas em um dos muitos gânglios viscerais. Os axônios do neurônio secundário terminam no órgão efetor. À relação destes neurônios com o gânglio que existe entre eles, dá-se o nome de pré-ganglionar (ao neurônio primário) e pós-ganglionar (ao periférico). Adicionalmente, observamos ainda que:




  1. a fibra nervosa pré-ganglionar é, via de regra, mielinizada; a pós-ganglionar é desmielinizada;

  2. as fibras nervosas, tanto as pré quanto as pós-ganglionares, são mielinizadas;

  3. as fibras nervosas, tanto as pré quanto as pós-ganglionares, são desmielinizadas;

  4. a fibra nervosa pré-ganglionar é, via de regra, desmielinizada; a pós-ganglionar é mielinizada;

  5. todas as fibras nervosas independem de mielinização.



  1. Um determinado músculo cutâneo consiste em uma lâmina delgada e, aproximadamente, quadrilátera. Recobre a porção lateral e grande parte da face anterior do pescoço, relacionando-se com a musculatura da face, em geral, e com a do ângulo da boca, em particular. Este músculo denomina-se:




  1. bucinador;

  2. masseter;

  3. platisma;

  4. risório;

  5. zigomático maior.




  1. Um músculo possui dois ventres: um deles, o posterior, eleva o osso hióide, repuxando-o para trás, e o anterior, fixando-se no hióide, abaixa a mandíbula, fazendo assim parte dos músculos mastigadores. Este músculo denomina-se:




  1. escaleno médio;

  2. estilo-hióideo;

  3. digástrico;

  4. gênio-hióideo;

  5. milo-hióideo.



  1. Os músculos, bem como outras estruturas, são fontes de dor referida. Assim sendo, o músculo temporal refere dor a várias estruturas. Indique a alternativa correta, relacionada a essas estruturas:




  1. dentes maxilares, articulação temporomandibular, regiões supra e infra-orbitária;

  2. ângulo goniano, ramo ascendente da mandíbula, orelhas;

  3. regiões frontal e do mento;

  4. mento e corpo mandibular;

  5. orelhas, ramo ascendente da mandíbula, ângulo goniano, corpo da mandíbula.



  1. A musculatura intrínseca da língua é um arranjo de fibras musculares colocadas nos seguintes planos do espaço:




  1. vertical e horizontal;

  2. longitudinal, transverso e vertical;

  3. longitudinal, horizontal e vertical;

  4. vertical, sagital e longitudinal;

  5. sagital e horizontal.



  1. Quando o vômer é bem conformado, a borda ântero-superior acha-se sulcada por uma fenda muito profunda. Como resultado, temos a separação que, a este nível oferecem as duas lâminas constitutivas do osso. Além disso, se mantêm unidas formando uma só placa no resto de sua extensão. No limite, entre as duas porções do osso, há um sulco dirigido para baixo e para diante, na qual passa o nervo denominado:




  1. esfenopalatino externo;

  2. nasopalatino;

  3. pterigopalatino;

  4. nasolobar;

  5. nasoetmoidal.



GABARITO ODONTOLOGIA

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