Língua portuguesa texto 1 corpo



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LÍNGUA PORTUGUESA

TEXTO 1




CORPO


Proust
Na doença é que descobrimos que não vivemos sozinhos, mas sim encadeados a um ser de um reino diferente, de que nos separam abismos, que não nos conhece e pelo qual nos é impossível fazer-nos compreender: o nosso corpo. Qualquer assaltante que encontremos numa estrada, talvez consigamos torná-lo sensível ao seu interesse particular, senão à nossa desgraça. Mas pedir compaixão a nosso corpo, é discorrer diante de um polvo, para quem as nossas palavras não podem ter mais sentido que o rumor das águas, e com o qual ficaríamos cheios de horror de ser obrigados a viver.

01 - Segundo o texto, o nosso corpo:


    1. tem plena consciência de viver encadeado a um ser diferente;

    2. conhece perfeitamente o outro ser a que está encadeado;

    3. é separado de nossa alma por um abismo intransponível;

    4. se torna conhecido pouco a pouco;

    5. só na doença é que tem sua existência reconhecida.



02 - No segmento “Na doença é que descobrimos que não vivemos sozinhos...”:


  1. o sujeito de descobrimos é diferente do sujeito de vivemos;

  2. a expressão é que atua como expressão de realce;

  3. Na doença indica uma idéia circunstancial de lugar;

  4. que não vivemos sozinhos é complemento do verbo ser;

  5. não é advérbio de negação ligado a sozinhos.



03 - A conjunção mas (linha 1) opõe basicamente duas palavras do texto, que são:


  1. descobrimos/vivemos;

  2. sozinhos/encadeados;

  3. vivemos/encadeados;

  4. doença/reino;

  5. sozinhos/ser.



04 - “...pelo qual nos é impossível fazer-nos compreender.”; esse segmento do texto quer dizer que:


  1. não nos é possível fazer com que nosso corpo nos compreenda;

  2. é impossível compreender o nosso corpo;

  3. é possível fazer com que alma e corpo se entendam;

  4. é impossível ao corpo compreender o ser humano;

  5. o corpo humano pode compreender mas não pode ser compreendido.

05 - Qualquer assaltante apresenta sentido diferente de um assaltante qualquer; o par abaixo que não apresenta diferença significativa de sentido é:


  1. pobre homem/homem pobre;

  2. funcionário competente / competente funcionário;

  3. grande mulher/mulher grande;

  4. folha branca/branca folha;

  5. bom menino/menino bom.



06 - “Qualquer assaltante que encontremos...”; nesse segmento, o uso do subjuntivo mostra uma:


  1. certeza;

  2. comparação;

  3. possibilidade;

  4. previsão;

  5. condição.



07 - O item abaixo em que o pronome sublinhado tem seu antecedente corretamente indicado é:


  1. “...ao seu interesse particular...”: corpo;

  2. “...para quem as nossas palavras...”: assaltante;

  3. “...de que nos separam abismos...”: sozinhos;

  4. “...e com o qual ficaríamos...”: águas;

  5. “...talvez consigamos torná-lo...”: assaltante.



08 - “...senão à nossa desgraça.”; o vocábulo sublinhado eqüivale, nesse segmento, a:


  1. ou;

  2. exceto;

  3. salvo;

  4. e não;

  5. se.



09 - “...é discorrer diante de um polvo.”; esse segmento do texto representa uma tarefa:


  1. trabalhosa;

  2. inútil;

  3. frutífera;

  4. temerosa;

  5. destemida.



TEXTO 2




LONGEVIDADE


Walter Benevides
Pouquíssimas são as longevidades justificáveis. Curta ou longa, a vida deveria encerrar-se logo ao cessar a missão de quem viveu: criar um filho, realizar uma obra, fazer uma guerra, perpetrar um crime... Existências exemplares que souberam quando terminar! Desgraçadamente essa ciência a mais ninguém hoje se concede, empenhada que anda a medicina em proporcionar meras e miseráveis sobrevivências.

10 - O termo longevidade significa:


  1. vida inútil;

  2. vida distante;

  3. vida indiferente;

  4. vida miserável;

  5. vida longa.



11 - Pouquíssimasnão eqüivale semanticamente a:


  1. mínimas;

  2. raríssimas;

  3. muito poucas;

  4. extremamente raras;

  5. bastante poucas.



12 - “Existências exemplares” são aquelas que:


  1. realizaram obras benéficas;

  2. tiveram longevidades injustificáveis;

  3. souberam quando terminar;

  4. não cumpriram missões negativas;

  5. recusaram sobrevivências miseráveis.



13 - A “ciência” a que se refere o autor do texto é:


  1. a medicina, encarregada da sobrevivência humana;

  2. a competência de criar um filho;

  3. a possibilidade de realizar uma missão, curta ou longa;

  4. a de ter consciência de saber quando morrer;

  5. a possibilidade de ampliar a extensão da vida humana.



14 - O autor critica a Medicina porque ela:


  1. desconhece a origem dos males;

  2. aceita missões positivas e negativas;

  3. prolonga vidas inúteis;

  4. não é ensinada de forma competente a mais ninguém;

  5. só propicia vida melhor para uns poucos privilegiados.

15 - “Curta ou longa” é um exemplo de antítese, em que se opõem dois vocábulos de significação oposta; o item abaixo em que os dois vocábulos indicados possuem oposição semântica é:


  1. encerrar-se/iniciar-se;

  2. realizar/imaginar;

  3. pouquíssimas/reduzidíssimas;

  4. cessar/interromper;

  5. exemplares/inúteis.


TEXTO 3

A CIÊNCIA

I - A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

II - A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

III - Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de pedras não é uma casa. (Poincaré)



16 - A(s) opinião(ões) que traduz(em) uma visão negativa da ciência é(são):


  1. I;

  2. II;

  3. III;

  4. I-II;

  5. II-III.



17 - Segundo o segmento I, a curiosidade é:


  1. a satisfação de nosso desejo;

  2. o caminho de melhorar a própria sorte;

  3. o único meio de obter satisfação;

  4. o desejo mais alto da nossa natureza;

  5. sinônimo da própria ciência.



18 - O “desejo mais alto”, citado no segmento I significa o desejo:


  1. mais contido;

  2. mais difícil;

  3. mais problemático;

  4. mais intenso;

  5. mais espiritual.


19 - O emprego do futuro do presente do indicativo no segmento I significa:


  1. certeza dos fatos futuros;

  2. possibilidade de fatos futuros;

  3. incerteza dos fatos futuros;

  4. dúvida sobre os fatos futuros;

  5. desejo do autor sobre os fatos futuros.



20 - “...para melhorar a própria sorte.”; o vocábulo sorte, nesse segmento, eqüivale semanticamente a:


  1. futuro;

  2. felicidade;

  3. infortúnio;

  4. horóscopo;

  5. destino.



21 - No segmento II, o uso do pretérito imperfeito do indicativo em “...devia ter por fim o bem da humanidade...”, significa que:


  1. a finalidade da ciência está equivocada;

  2. o ideal da ciência, no passado, era o bem da humanidade;

  3. a realidade é diferente da finalidade ideal da ciência;

  4. a realidade confirma o ideal científico;

  5. sob certas condições a ciência atinge o seu ideal.



22 - “...infelizmente concorre na obra de destruição...”; nesse segmento, o verbo concorrer eqüivale semanticamente a:


  1. compete;

  2. rivaliza;

  3. prejudica;

  4. colabora;

  5. combate.



23 - “...bem da humanidade...”, ”...obra de destruição...”, “...novos meios de matar...”; as expressões sublinhadas são respectivamente correspondentes a:


  1. humano, destrutiva, mortíferos;

  2. humanitário, destruidora, homicidas;

  3. humanista, destrutiva, assassinos;

  4. humano, destruidora, violentos;

  5. humanitário, destruidora, mortais.



24 - Vocábulos que no segmento II mostram a opinião do autor do texto sobre o conteúdo veiculado é:


  1. infelizmente/devia;

  2. constantemente/infelizmente;

  3. por fim/devia;

  4. destruição/ciência;

  5. constantemente/destruição.

25 - “...matar o maior número de homens no tempo mais curto” , como aparece no segmento II, demonstra:


  1. violência inútil;

  2. crueldade necessária;

  3. qualidade suprema;

  4. eficácia positiva;

  5. eficiência mórbida.



26 - “Faz-se ciência com fatos...”, no segmento III, eqüivale estruturalmente a:


  1. fazem ciência com fatos;

  2. a ciência é feita com fatos;

  3. os fatos fazem a ciência;

  4. a ciência faz os fatos;

  5. fazem-se fatos com a ciência.



27 - “...como se faz uma casa com pedras...”, no segmento III, corresponde a uma:


  1. condição;

  2. causa;

  3. conseqüência;

  4. comparação;

  5. concessão.



28 - No segmento III, os dois termos que se encontram nos mesmos postos de comparação são:


  1. ciência/pedras;

  2. fatos/casa;

  3. ciência/casa;

  4. ciência/fatos;

  5. casa/pedras.



29 - Acumulação e montão apresentam em comum:


  1. a classe gramatical;

  2. o sufixo aumentativo;

  3. representarem ações;

  4. serem substantivos concretos;

  5. o gênero feminino.



30 - O que nos três segmentos do texto 3 mostram um ponto comum da ciência é que ela é vista como:


  1. um bem para a humanidade;

  2. um conhecimento subjetivo;

  3. uma esperança de progresso;

  4. uma certeza de sobrevivência;

  5. uma atividade humana.



ODONTOLOGIA LEGAL



  1. Constituem exemplos de perícias odontológicas na área criminal:




  1. as perícias de estimativa da idade em casos de adoção de menores, perícias de ressarcimento de danos em casos de acidente, notadamente os de trânsito, em que a vítima necessita de trabalhos odontológicos em virtude de lesões que atingiram a face;

  2. o arbitramento judicial de honorários profissionais, perícias em casos de agressão, visando ao ressarcimento de danos;

  3. as perícias de infortúnios do trabalho e perícias de avaliação de equipamentos odontológicos;

  4. as perícias de ressarcimento de danos em casos de erro profissional, perícias de estimativa da idade em casos de adoção de menores;

  5. as perícias antropológicas, perícias de traumatologia, perícias de determinação da idade nos casos de delinqüentes sem idade comprovada.



  1. Quanto ao número de peritos, no foro penal, as perícias são realizadas por:




  1. um perito;

  2. dois peritos;

  3. três peritos;

  4. quatro peritos;

  5. qualquer número de peritos.



  1. Um lado do triângulo eqüilátero de Bonwill é igual à distância:




  1. sinfísio-pogônio;

  2. glabela-mento;

  3. násio-próstio;

  4. bigoníaca;

  5. obélio-opístio.



  1. Extravasamento sangüíneo decorrente do rompimento de vasos de maior calibre. Afastamento dos tecidos, devido à pressão inerente ao volume de sangue, provocando a formação de nova cavidade que aloja o líquido. A essa descrição denomina-se:




  1. equimose;

  2. víbice;

  3. sugilação;

  4. hematoma;

  5. sufusão.



  1. Constitui exemplo de instrumento corto-contundente:




  1. a navalha;

  2. a sonda exploradora n°5;

  3. o machado;

  4. um pedaço de cano de ferro;

  5. o punhal.




  1. Os resíduos da combustão da pólvora, representados pela fuligem, situados ao redor das lesões de entrada dos projéteis de arma de fogo, constituem a chamada:




  1. zona ou orla de tatuagem;

  2. zona de explosão;

  3. buraco de mina ou boca de mina;

  4. orla de esfumaçamento ou de tisnado;

  5. orla ou zona de queimadura.



  1. A parte do laudo pericial onde os dados do histórico são comparados com os achados do exame objetivo, denomina-se:




  1. preâmbulo;

  2. discussão;

  3. descrição;

  4. conclusão;

  5. resposta aos quesitos.



  1. Uma consulta é formulada a pessoa, comissões ou mesmo entidades especializadas em determinados assuntos. O esclarecimento é dos consultantes, refletindo uma determinada opinião. Sem dúvida, esta opinião está abalizada, é merecedora de crédito, visto conter as explanações, argumentos e pontos de vista altamente capacitados, de competência indiscutível. A resposta a esta consulta recebe a denominação de:




  1. parecer;

  2. laudo;

  3. auto;

  4. relatório;

  5. atestado.



  1. Determinadas feridas apresentam bordas regulares, vertentes planas e ângulos muito agudos. Apresentam, ainda, no seu término, uma escoriação linear. A descrição caracteriza as lesões produzidas por instrumentos:




  1. perfurantes de pequeno calibre;

  2. contundentes;

  3. pérfuro-contundentes;

  4. perfurantes de médio calibre;

  5. cortantes.




  1. As modalidades de infortúnios do trabalho que podem acometer um indivíduo, são:




  1. doença crônica, tecnopatia e acidente imprevisível.

  2. doença de evolução lenta, doença de evolução rápida, mal-súbito.

  3. doença pós-existente, insalubridade, periculosidade.

  4. acidente funcional do trabalho e doença etiológica do trabalho.

  5. acidente-tipo, doença profissional e doença do trabalho.



  1. As fraturas mandibulares necessitam em média, para a sua consolidação, de:




  1. 21 dias;

  2. 30 dias;

  3. 45 dias;

  4. 60 dias;

  5. 90 dias.



  1. As partes que compõem genericamente os laudos, de acordo com a ordem de elaboração dos referidos documentos, são:




  1. preâmbulo, quesitos, histórico e antecedentes, descrição, discussão, conclusões, respostas aos quesitos, data e assinatura;

  2. histórico e antecedentes, preâmbulo, quesitos, descrição, discussão, conclusões, respostas aos quesitos, data e assinatura;

  3. preâmbulo, quesitos, histórico e antecedentes, discussão, descrição, conclusões, respostas aos quesitos, data e assinatura;

  4. data, histórico e antecedentes, preâmbulo, quesitos, discussão, descrição, conclusões, respostas aos quesitos e assinatura;

  5. data, preâmbulo, quesitos, histórico e antecedentes, discussão, descrição, conclusões, respostas aos quesitos, data e assinatura.



  1. São requisitos técnicos necessários para que um processo de identificação seja considerado aceitável:




  1. processabilidade, complexibilidade, mutabilidade e alterabilidade;

  2. praticabilidade, suscetibilidade, classificabilidade, mutabilidade;

  3. unicidade, complexidade, mutabilidade, processabilidade;

  4. processabilidade, perenidade, suscetibilidade, imutabilidade;

  5. unicidade, perenidade, imutabilidade, praticabilidade e classificabilidade.



  1. De acordo com o método de identificação através da rugoscopia palatina de Glauco Martins Santos, no que tange à individual rugoscópica, compreende-se como “inicial”:




  1. a papila mais anterior, à esquerda;

  2. a papila mais posterior, à direita;

  3. a papila mais posterior, à esquerda;

  4. a papila mais anterior, à direita;

  5. todas as papilas localizadas à direita.



  1. De acordo com o Código Penal, ao firmar atestado falso, um cirurgião-dentista cometerá o crime de:




  1. falsidade de atestado médico;

  2. falsidade ideológica;

  3. falsidade de atestado médico-odontológico;

  4. falsidade de atestado odontológico;

  5. perjúrio.



  1. São pontos antropométricos laterais do crânio cerebral:




  1. inio, opístio, básio;

  2. gônio, malar, dácrio;

  3. auricular, jugular, glenóide, astério, ptério, estefânio;

  4. trágio, otobásio superior, otobásio inferior, pré-auricular, supra-auricular, pós-auricular;

  5. ófrio, bregma, obélio, lambda.



  1. A existência de alterações de oclusão dentária, em um caso de traumatismo facial, pode ser confirmada após alguns dias da ocorrência do evento. Pode-se afirmar que a confirmação se dará, em média:




  1. em 7 dias;

  2. entre 15 e 20 dias;

  3. entre 40 e 50 dias;

  4. entre 60 e 70 dias;

  5. depois de 90 dias.



  1. Assinale a alternativa INCORRETA, referente à rizólise dentária, do ponto de vista pericial:




  1. as rizólises dos decíduos, quando incompletas, insuficientes ou retardadas, são ditas patológicas;

  2. as rizólises dos dentes permanentes são sempre patológicas;

  3. os processos inflamatórios crônicos periapicais estão entre as principais causas de rizólises dos dentes permanentes;

  4. as alterações blastomatosas podem causar rizólise;

  5. os pacientes diabéticos podem apresentar rizólise.




  1. Ao obter um resultado referente à relação centesimal entre a distância bieurica e a distância glabela-metalambda, ou opistocrânio, o perito terá em mãos o índice:




  1. altura-comprimento do crânio;

  2. altura-largura do crânio;

  3. largura-comprimento do crânio;

  4. médio de altura do crânio;

  5. facial superior.




  1. O índice facial permite classificar os indivíduos em:




  1. leptorrinos, mesorrinos e platirrinos;

  2. euriprosópios, mesoprosópios e leptoprosópios;

  3. dolicocéfalos, mesocéfalos e braquicéfalos;

  4. tapinocéfalos, metriocéfalos e estenocéfalos;

  5. platicéfalos, mesocéfalos e hipsicéfalos.



  1. Um indivíduo compareceu para exame relatando ser pintor profissional. Ao exame intra-oral, foi observada a presença de estomatite ulcerada generalizada, cujas lesões, segundo o examinado, eram muito dolorosas. O acesso ao prontuário médico do mesmo revelou que o examinado era portador de polineurite. Os achados descritos sugerem intoxicação por:




  1. arsênico;

  2. bismuto;

  3. chumbo;

  4. mercúrio;

  5. níquel.



  1. Ao examinar um pano encaminhado para perícia, visando detectar a presença de saliva, o perito decidiu pesquisá-la pela técnica do percloreto no próprio suporte. A mencionada técnica visa detectar a presença de:




  1. iodeto de potássio;

  2. ácido pícnico;

  3. fosfatase ácida;

  4. ácido retinóico;

  5. sulfocianeto de potássio.




  1. Durante um exame necroscópico, o perito observou que o colarinho da camisa do cadáver apresentava uma mancha opaca, de forma irregular e coloração amarelada. Encaminhada essa peça de vestuário para exame bacteriológico, o laudo do referido exame complementar acusou a presença de leucócitos alterados, principalmente polimorfonucleares neutrófilos e estreptococos. Face ao exposto, o perito tem elementos para concluir tratar-se de uma mancha de:




  1. saliva;

  2. muco vaginal;

  3. esperma;

  4. exsudato purulento;

  5. fezes.

  1. A maior parte da superfície do esmalte encontra-se atingida. Há desgaste nítido das superfícies sujeitas ao atrito aparecendo, ainda, manchas claras, castanhas ou amareladas. Essa fluorose pode ser definida como:




  1. grave ou severa;

  2. leve;

  3. muito leve;

  4. moderada;

  5. duvidosa.



  1. Uma vítima de lesões corporais apresenta alterações funcionais da articulação temporomandibular. Uma avaliação, sobre possíveis seqüelas de caráter permanente será, mais realista, se essa vítima for examinada após:




  1. 30 dias do evento lesivo;

  2. 60 dias do evento lesivo;

  3. 90 dias do evento lesivo;

  4. 120 dias do evento lesivo;

  5. 180 dias do evento lesivo.



  1. Uma neoformação exagerada de tecido fibroso, com um aspecto de cordilheira, avermelhado, devido à proliferação local de vasos sanguíneos, e mais rijo do que o normal. Essa descrição pode ser verificada no tipo de cicatrização denominada:




  1. queloidiana;

  2. chanfrada;

  3. hipertrófica;

  4. por primeira intenção;

  5. por segunda intenção.



  1. A análise antropométrica de um crânio revelou ao perito os seguintes achados: Índice altura-comprimento craniano – 71; Índice altura-largura craniano – 91; Índice facial – 87; Índice nasal – 46. Quanto à investigação da cor, os resultados obtidos sugerem:




  1. melanodermia;

  2. leucodermia;

  3. xantodermia;

  4. insuficiência de elementos para a investigação da cor;

  5. possibilidades iguais de leucodermia e melanodermia.



  1. Indique a temperatura em que as restaurações de amálgama de prata se dissociam, liberando o mercúrio:




  1. 150ºC;

  2. 200ºC;

  3. 400ºC;

  4. 300ºC;

  5. 500ºC.




  1. Um indivíduo compareceu para exame, informando trabalhar há 30 anos em uma tinturaria, no setor de lavagem a seco. O exame oral revelou hemorragia gengival e estomatite. O acesso ao prontuário médico permitiu constatar que o mesmo era portador de osteomielite maxilar. As manifestações bucais descritas são sugestivas de doença profissional causada por:




  1. anilina;

  2. benzeno;

  3. cresol;

  4. fenol;

  5. monóxido de carbono.



  1. As coroas protéticas de porcelana, cimentadas e em uso na cavidade oral, apresentam ponto de fusão:




  1. a 650 °C;

  2. a 750 °C;

  3. entre 900 e 1400 °C;

  4. a 1500 °C;

  5. entre 1500 e 1700°C.



  1. Ao examinar um crânio, o perito constatou que: a fronte apresentava-se verticalizada; a glabela representava a continuação do perfil frontal; a articulação fronto-nasal apresentava-se curva; e os rebordos supra-orbitários eram finos e cortantes. Os achados descritos são sugestivos:




  1. do sexo feminino;

  2. do sexo masculino;

  3. da adolescência;

  4. do hermafroditismo;

  5. da senilidade.




  1. Com relação aos livores hipostáticos, assinale a opção INCORRETA:




  1. constituem sinal tardio da realidade da morte;

  2. sua coloração ajuda a esclarecer a causa da morte;

  3. sua fixação permite afirmar que um corpo foi mudado de posição, se já se tiverem fixado na posição primitiva;

  4. são retardados pelo frio, anemias, morte lenta, diarréias, vômitos e outras causas de desidratação;

  5. fornecem elementos de certeza, no que tange à cronologia da morte.




  1. Os fenômenos conservadores são aqueles que naturalmente conservam o corpo do indivíduo, após a morte. Assinale, entre as opções abaixo, a única que corresponde a um processo natural que conserva o cadáver:




  1. coliquação;

  2. embalsamamento;

  3. maceração;

  4. saponificação;

  5. sulfometemoglobinização.

  1. Com a finalidade de conservar os maxilares, nos casos de fragmentação do crânio, assim como, com o objetivo de manusear os mesmos com maior comodidade e garantia, convém proceder à esqueletização das referidas estruturas, caso assim não se apresentem. Visando a remoção do tecido mole remanescente, a técnica que, apesar de lenta, é mais segura, por não destruir o osso consiste em:




  1. submergir as estruturas durante dois dias em água contendo soda cáustica, na proporção de uma ou duas colheres das de café de soda cáustica, para cada litro de água;

  2. raspagem com instrumento afiado;

  3. submergir as estruturas em água oxigenada a 20 volumes, por dois dias;

  4. submergir as estruturas em hipoclorito de sódio a 3%, por um dia;

  5. ebulição com detergente e posterior escovação.



  1. A putrefação consiste na decomposição do corpo por ação de bactérias saprófitas que o invadem passado algum tempo da morte, ela se divide em fases ou períodos que se sucedem. Assinale a opção, corretamente ordenada, das fases ou períodos da putrefação:




  1. maceração, coliquação, esqueletização;

  2. coloração, enfisema, coliquação, esqueletização;

  3. enfisema, coloração, coliquação, esqueletização;

  4. enfisema, coliquação, coloração, esqueletização;

  5. coloração, coliquação, enfisema, esqueletização.



  1. A rigidez cadavérica, ou rigor mortis, deve-se à perda do tono, elasticidade e flexibilidade dos músculos, que não entram todos em estado de rigidez ao mesmo tempo. De acordo com Nysten-Sommer, a ordem de aparecimento, com cadáver em decúbito dorsal, é a seguinte:




  1. (1) pálpebras, mandíbula e nuca; (2) tronco; (3) membros superiores; (4) membros inferiores. Desaparecimento na mesma ordem;

  2. (1) pálpebras, mandíbula e nuca; (2) tronco; (3) membros superiores; (4) membros inferiores. Desaparecimento na ordem inversa ao aparecimento;

  3. (1) membros superiores; (2) pálpebras, mandíbula e nuca; (3) tronco; (4) membros inferiores. Desaparecimento na mesma ordem;

  4. (1) membros inferiores; (2) Membros superiores; (3) tronco; (4) pálpebras, mandíbula e nuca. Desaparecimento na mesma ordem;

  5. (1) membros inferiores; (2) tronco; (3) Membros superiores; (4) pálpebras, mandíbula e nuca. Desaparecimento na mesma ordem.




  1. A técnica de Gustafson para a estimativa da idade em pessoas adultas baseia-se na utilização de dentes nos quais são analisados:




  1. os estágios de mineralização;

  2. a erupção passiva e a erupção ativa;

  3. desgaste da superfície de oclusão; periodontose; desenvolvimento de dentina secundária no interior da cavidade pulpar; deposição de cemento na raiz; transparência do ápice da raiz;

  4. a erupção passiva e os movimentos migratórios;

  5. a erupção ativa e os movimentos migratórios.



  1. Com a finalidade de determinar o sexo de um crânio, o perito lançou mão dos côndilos do occipital, aplicando o índice de Baudoin e obtendo o resultado igual a 53. Este resultado:




  1. permite afirmar que o crânio pertence ao sexo masculino;

  2. permite afirmar que o crânio pertence ao sexo feminino;

  3. não fornece elementos de valia, uma vez que os resultados no intervalo compreendido entre 50 e 55 constituem faixa duvidosa;

  4. sugere que o crânio pertença ao sexo masculino;

  5. sugere que o crânio pertença ao sexo feminino.



  1. São considerados sinais abióticos mediatos:




  1. maceração e parada de circulação;

  2. evaporação tegumentar e suas conseqüências, equilíbrio térmico, hipóstase, rigidez cadavérica, mancha verde abdominal;

  3. parada da circulação, parada da respiração, facies hipocrática: olhos fundos, nariz afilado, têmporas deprimidas e rugosas, orelhas repuxadas para cima, lábios caídos, região geniana deprimida;

  4. mumificação, saponificação, maceração;

  5. flacidez cadavérica, parada de circulação, parada de respiração.



  1. Para a estimativa da idade nas fases mais avançadas, o esqueleto fornece um elemento: a soldadura dos ossos do crânio, as sinostoses. Cada sutura inicia o processo de sinostose em determinada idade, que pode sofrer variações individuais, por vezes muito acentuadas. Por essa razão, o estudo desse fenômeno constitui apenas meio subsidiário, que deve ser confrontado com outros, caso isso seja possível. Face ao relatado, podemos afirmar que a idade aproximada de início e término da sinostose na sutura sagital, será, respectivamente:




  1. 14 anos e 60 anos;

  2. 25 anos e 50 anos;

  3. 30 anos e 70 anos;

  4. 35 anos e entre 70 e 80 anos;

  5. 35 anos e 60 anos.



ODONTOLOGIA


  1. Os movimentos mandibulares são controlados pela ação muscular, pela forma das superfícies articulares e pelos ligamentos. Assim sendo, uma lesão no músculo pterigoideo medial poderá causar alterações nos movimentos de:




  1. depressão, retração e elevação (oclusão);

  2. retração, lateralidade e protrusão;

  3. elevação (oclusão), protrusão e lateralidade;

  4. lateralidade, elevação (oclusão) e depressão;

  5. protrusão, retração e depressão.



  1. Ao analisar o crescimento do crânio, deve-se levar em conta que o mesmo ocorre de maneira descontínua, por fases, e observar que:




  1. a substituição de cartilagem por osso, na base craniana, ocorre após o nascimento;

  2. a deposição óssea superficial na face, acompanhada por reabsorção interna, inicia-se já na idade adulta;

  3. nos processos condilares da mandíbula, a substituição de cartilagem por osso ocorre na última fase da vida fetal;

  4. o crescimento nas suturas ocorre até os sete anos e tem grande responsabilidade pelo aumento da largura da cabeça;

  5. o crescimento da parte superior da face ocorre até o nascimento, determinando a distância final entre as órbitas e os dentes.



  1. O pescoço, quando visto de lado, apresenta um contorno aproximadamente quadrilátero. Essa região é dividida pelo músculo esternomastoideo em dois triângulos – um anterior e um posterior ao músculo. A ação do referido músculo é a de:




  1. elevar e puxar para frente a pele do pescoço e ombro; diminuir a concavidade entre a mandíbula e o lado do pescoço;

  2. abaixar a laringe e o soalho de boca ou impedir sua elevação;

  3. flexão a partir da posição de decúbito dorsal; extensão; flexão lateral e rotação contralateral da face;

  4. flexão lateral da face; abaixar a laringe;

  5. rotação da face; diminuir a concavidade entre a mandíbula e o lado do pescoço.




  1. A paralisia facial unilateral é devida a lesão:




  1. do nervo petroso maior;

  2. do nervo facial no ponto em que este deixa o crânio;

  3. do nervo estapédio;

  4. dos ramos terminais do nervo vestibulococlear;

  5. dos nervos bucais que inervam o bucinador e outros músculos da boca.

  1. Todos os vasos linfáticos da cabeça e do pescoço drenam, direta ou indiretamente, para os linfonodos cervicais profundos. O linfonodo jugulodigástrico destaca-se em importância por:





  1. receber drenagem da cavidade nasal e seios paranasais;

  2. localizar-se na veia jugular interna e receber aferentes da laringe;

  3. provocar o desvio da língua protraída, em caso de lesão;

  4. dispor de um par de válvulas que regulam a drenagem dos seios maxilares e paranasais;

  5. estar freqüentemente entumescido em caso de carcinoma de qualquer órgão.



  1. O estilo-hióideo é um músculo delgado que se localiza ao longo da borda superior do músculo digástrico. A ação deste músculo é a de:




  1. formar um diafragma muscular que sustente a língua;

  2. adiantar o osso hióide, reduzindo assim o soalho da boca;

  3. puxar o mento para trás e para baixo na abertura da boca;

  4. puxar o osso hióde para trás e alongar o soalho da boca;

  5. manter o osso hióide fixo para que se faça a deglutição.



  1. Temperatura elevada, tumefação dolorosa, firmeza à palpação dos tecidos moles, tonalidade violácea da pele e linfoadenite regional. Essa descrição sugere a ocorrência de:




  1. celulite;

  2. odontoma;

  3. sinusite;

  4. tromboflebite;

  5. teratoma.



  1. A erosão dentária é um risco ocupacional reconhecido clinicamente como:




  1. lesões de esmalte manifestadas por depressões côncavas, profundas, largas e ásperas;

  2. um defeito em forma de cunha na superfície incisal de dentes anteriores;

  3. desgaste nos planos oclusais inclinados, com redução gradual na altura da cúspide;

  4. lesões lisas, polidas, rasas, geralmente limitadas ao terço gengival de dentes anteriores ou posteriores;

  5. redução do diâmetro mesio-distal dos dentes, com encurtamento do comprimento da arcada dentária.




  1. As lesões cutâneas do líquen plano aparecem como pequenas pápulas planas, vermelhas, cobertas por escamas finas, brilhantes. Na cavidade bucal, seu aspecto é de:




  1. áreas pedregosas, com placas brancas verrucosas;

  2. pápulas brancas, filiformes, aveludadas, dispostas de modo linear, anular ou reticular;

  3. superfícies cruentas, erosadas, que sangram facilmente, de bordas irregulares;

  4. áreas eritematosas, sem endurecimento, com margens pouco precisas;

  5. mácula eritematosa de forma irregular, recoberta por epitélio espesso e áspero.



  1. Clinicamente, podemos diferenciar o hemangioma do sarcoma de Kaposi na cavidade oral pelo(a):




  1. aspecto erosado do sarcoma de Kaposi;

  2. cor - a lesão do hemangioma é vermelho intenso e a do sarcoma de Kaposi é negra;

  3. aspecto plano e pouco circunscrito do hemangioma;

  4. localização – o hemangioma não ocorre em palato;

  5. palpação – a lesão do sarcoma de Kaposi tem consistência pétrea.



  1. Existem vários fatores gerais que podem influenciar o tempo de cicatrização das feridas da cavidade bucal. Identifique a opção correta:




  1. Em casos de hipertermia do meio e irritação bacteriana moderada, a cicatrização das feridas é acelerada;

  2. a desidratação e a exposição a pequenas doses de raios X retardam a cicatrização das feridas;

  3. a vascularização e a movimentação locais aceleram a cicatrização;

  4. o traumatismo local moderado e a anemia retardam a cicatrização;

  5. a ingestão de proteína e a deficiência de vitamina D retardam a cicatrização.



  1. A osteíte deformante (doença de Paget) é de etiologia desconhecida e não tem tratamento. Apresenta comumente os seguintes sintomas:




  1. gengivite, cicatrização deficiente, lesões ósseas solitárias;

  2. tumefação simétrica da mandíbula, linfoadenopatia, destruição acentuada dos maxilares;

  3. aumento acentuado das extremidades, dores ósseas, alteração do padrão trabecular ósseo;

  4. dores ósseas, surdez, paralisia de Bell, arqueamento das pernas;

  5. dores ósseas, perda de peso, perda da lâmina dura.


  1. Nos distúrbios de ATM os dois sintomas mais importantes são a dor e a limitação dos movimentos. Essa limitação se apresenta com sensibilidade muscular observada no exame clínico e presença de ruídos articulares. Indique a opção que apresenta os principais músculos envolvidos neste distúrbio.




  1. supra e infrahióideos e temporal;

  2. pterigóideos, digástrico e milohióideo;

  3. digástrico, quadrado do mento e masseter;

  4. supra e infrahióideos, milohióideo e quadrado do mento;

  5. masseter, pterigóideos e temporal.



  1. A dor é um mecanismo de proteção corporal e pode ser classificada em dois principais tipos: dor rápida e dor lenta. Quando ocorre um ferimento na pele ocasionado por uma lâmina, podemos afirmar que a dor é do tipo:




  1. lento e pode ocorrer tanto na pele como em qualquer tecido ou órgão profundo;

  2. lento, pois é sentida na maior parte dos tecidos corporais profundos;

  3. lento, pois pode tornar-se cruciante e levar à destruição tecidual;

  4. rápido ou latejante e vai aumentando por muitos segundos;

  5. rápido, pois ocorre dentro de um tempo da ordem de 0,1 segundo após o ferimento.



  1. O paladar e o olfato atuam, combinados a outros fatores, na percepção gustativa. Quanto às sensações gustativas primárias – sabores ácido, salgado, doce e amargo, podemos afirmar que:




  1. a rejeição ao sabor excessivamente ácido é importante, pois muitas das toxinas mortais encontradas nas plantas venenosas são alcalóides;

  2. a maior parte das substâncias que dão o sabor amargo são orgânicas;

  3. pequenas modificações na estrutura química de substâncias ácidas podem torná-las amargas;

  4. quanto maior a concentração de íons hidrogênio numa substância, mais forte é a sensação salgada percebida;

  5. a maior parte das substâncias que causam o sabor doce são inorgânicas, como sais de chumbo e ácidos sulfônicos.



  1. Os dentes se formam na intimidade dos tecidos do maxilar e da mandíbula. Assim, para tornarem-se funcionais, considerável movimentação axial e oclusal é necessária para trazê-los até a posição funcional no plano oclusal. O movimento fisiológico descrito denomina-se:




  1. movimento dentário pré-eruptivo;

  2. movimento dentário pós-eruptivo;

  3. movimento dentário eruptivo;

  4. exfoliação dentária;

  5. compensação do desgaste oclusal.



  1. Um grupo de elementos dentários foi encaminhado para exame. O perito observou que o segundo e o terceiro molares superiores, do lado direito, encontravam-se completamente formados, apresentando-se unidos pelo cemento. Tais características sugerem tratar-se de:




  1. dilaceração;

  2. macrodontia;

  3. concrescência;

  4. dens in dente;

  5. amelogênese imperfeita.



  1. Uma senhora de 85 anos de idade compareceu para exame de corpo de delito, alegando ter sido vítima de repetidas agressões. Relatou morar em um asilo e estar sendo submetida a tratamento quimioterápico, devido a leucemia. O exame externo da face não evidenciou quaisquer achados dignos de nota. O exame intra-oral revelou, na mucosa jugal, a presença de placas brancas confluentes, de consistência mole-gelatinosa. Aplicado um cotonete sobre uma das lesões, a examinada queixou-se de sensibilidade, constatando-se naquele local uma área erosada. Diante das características clínicas, o perito concluiu tratar-se de:




  1. candidíase;

  2. nevo branco esponjoso;

  3. disceratose intra epitelial benigna hereditária;

  4. ação corto-contundente;

  5. ceratose folicular.



  1. São papilas que recobrem toda a parte anterior da língua e consistem em estruturas em forma de cone. Formam, em conjunto, uma superfície abrasiva que é responsável pela compressão e pelo esmagamento do alimento, quando a língua se opõe ao palato duro. A descrição se refere às papilas:




  1. caliciformes;

  2. circunvaladas;

  3. foliadas;

  4. filiformes;

  5. de von Ebner.



  1. Na parte inferior da face, a artéria facial supre um número variável de pequenos ramos aos músculos vizinhos, sendo os dois ramos mais importantes, as artérias:




  1. bucal e labial inferior;

  2. facial transversa e lingual;

  3. labiais inferior e superior;

  4. lingual e tiroídea superior;

  5. tiroídea superior e facial transversa.



  1. A necrose que se constitui no tipo morfológico mais comum, denomina-se necrose:




  1. caseosa ou de caseificação;

  2. de coagulação ou necrose isquêmica;

  3. de liquefação ou liquefativa por autólise;

  4. gordurosa ou esteatonecrose;

  5. gangrenosa, que pode ser seca ou úmida.



  1. Quando o equilíbrio homeostático das células é rompido pelo efeito de uma agressão, as células podem se adaptar, sofrer um processo regressivo ou morrer. As alterações regressivas ou degenerações se situam portanto, entre a célula normal e a morte celular ou lesão irreversível. Existindo, também, diminuição da função, é compreensível que se acumule dentro da célula, ou mesmo fora dela, uma série de substâncias que são produtos de um metabolismo perturbado. Deste modo, as lesões degenerativas são classificadas de acordo com o acúmulo destas substâncias. Assim sendo, tem-se, classicamente, vários acúmulos com as suas conseqüentes degenerações.

Indique, a seguir, a opção que apresenta corretamente, as relações acúmulos-degenerações:



  1. água – degeneração hidrópica; lípides – lipidoses; proteínas – mucopolissacarídeos; carboidratos – glicogenoses;

  2. lípides – ceratoses; proteínas – hialuronidases; glicose – glicogenoses; sódio – degeneração balonizante;

  3. água – degeneração hidrofílica; lípides – lipotropicoses; proteínas – esteatoses; carboidratos – carboviscidose; sódio – degeneração balonizante;

  4. lípides – ceratoses; proteínas – hialuronidases; glicose – gliceminoses; carboidratos – carboviscidose;

  5. lípides – degeneração glicerídica; proteínas – esteatoses; sódio – degeneração balonizante; carboidratos – carboviscidose; glicose – gliceminoses.



  1. Um músculo que, procedente do crânio se insere na mandíbula, sendo inervado pela porção motora do terceiro ramo do nervo trigêmio, possui duas porções, uma superficial e a outra profunda, cujos feixes saem da face profunda do arco zigomático e de sua borda inferior, desde a porção situada atrás da sutura zigomático-temporal até adiante do côndilo do temporal ou eminência articular. Este músculo denomina-se:




  1. pterigoideo lateral;

  2. pterigoideo medial;

  3. platisma;

  4. masséter;

  5. temporal.




  1. Um indivíduo do sexo masculino, com 25 anos de idade, relata haver sofrido atropelamento há aproximadamente dois anos, tendo fraturado o lado esquerdo da mandíbula, havendo recebido tratamento médico-odontológico hospitalar completo. Informa que de um tempo para cá, vem sentindo dor intensa e constante na região. O exame intra-oral revela pequeno nódulo na mucosa, sensível à compressão. O exame radiográfico permitiu constatar radiotransparência de reduzida dimensão, junto ao forame mentoniano. Realizada anestesia local da área de intumescência, com finalidade diagnóstica, o examinado informou haver sentido alívio da dor. Face ao descrito, os achados são sugestivos de:




  1. tumor de células granulares;

  2. schwannoma;

  3. estesioneuroblastoma;

  4. rabdomioma;

  5. neuroma traumático.



  1. Os estímulos eferentes viscerais, motores ou secretórios, são transmitidos do sistema nervoso central ao órgão efetor, (seja músculo liso, músculo cardíaco ou células glandulares) por dois neurônios. O primeiro, ou central, destes dois neurônios está dentro do sistema nervoso central e emite um axônio que emerge do cérebro, ou medula, através de um nervo craniano, ou espinhal. A fibra deste neurônio termina, após uma distância variável, em uma sinapse onde os corpos de vários neurônios periféricos ou secundários se encontram. Estas células estão normalmente amontoadas em um dos muitos gânglios viscerais. Os axônios do neurônio secundário terminam no órgão efetor. À relação destes neurônios com o gânglio que existe entre eles, dá-se o nome de pré-ganglionar (ao neurônio primário) e pós-ganglionar (ao periférico). Adicionalmente, observamos ainda que:




  1. a fibra nervosa pré-ganglionar é, via de regra, mielinizada; a pós-ganglionar é desmielinizada;

  2. as fibras nervosas, tanto as pré quanto as pós-ganglionares, são mielinizadas;

  3. as fibras nervosas, tanto as pré quanto as pós-ganglionares, são desmielinizadas;

  4. a fibra nervosa pré-ganglionar é, via de regra, desmielinizada; a pós-ganglionar é mielinizada;

  5. todas as fibras nervosas independem de mielinização.



  1. Um determinado músculo cutâneo consiste em uma lâmina delgada e, aproximadamente, quadrilátera. Recobre a porção lateral e grande parte da face anterior do pescoço, relacionando-se com a musculatura da face, em geral, e com a do ângulo da boca, em particular. Este músculo denomina-se:




  1. bucinador;

  2. masseter;

  3. platisma;

  4. risório;

  5. zigomático maior.




  1. Um músculo possui dois ventres: um deles, o posterior, eleva o osso hióide, repuxando-o para trás, e o anterior, fixando-se no hióide, abaixa a mandíbula, fazendo assim parte dos músculos mastigadores. Este músculo denomina-se:




  1. escaleno médio;

  2. estilo-hióideo;

  3. digástrico;

  4. gênio-hióideo;

  5. milo-hióideo.



  1. Os músculos, bem como outras estruturas, são fontes de dor referida. Assim sendo, o músculo temporal refere dor a várias estruturas. Indique a alternativa correta, relacionada a essas estruturas:




  1. dentes maxilares, articulação temporomandibular, regiões supra e infra-orbitária;

  2. ângulo goniano, ramo ascendente da mandíbula, orelhas;

  3. regiões frontal e do mento;

  4. mento e corpo mandibular;

  5. orelhas, ramo ascendente da mandíbula, ângulo goniano, corpo da mandíbula.



  1. A musculatura intrínseca da língua é um arranjo de fibras musculares colocadas nos seguintes planos do espaço:




  1. vertical e horizontal;

  2. longitudinal, transverso e vertical;

  3. longitudinal, horizontal e vertical;

  4. vertical, sagital e longitudinal;

  5. sagital e horizontal.



  1. Quando o vômer é bem conformado, a borda ântero-superior acha-se sulcada por uma fenda muito profunda. Como resultado, temos a separação que, a este nível oferecem as duas lâminas constitutivas do osso. Além disso, se mantêm unidas formando uma só placa no resto de sua extensão. No limite, entre as duas porções do osso, há um sulco dirigido para baixo e para diante, na qual passa o nervo denominado:




  1. esfenopalatino externo;

  2. nasopalatino;

  3. pterigopalatino;

  4. nasolobar;

  5. nasoetmoidal.





REALIZAÇÃO





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