Ilustrações Figura 2



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Ilustrações

Figura 2: Na figura A observa-se um exemplar de Piaractus mesopotamicus com a típica coloração da espécie. Na figura B observa-se um exemplar exposto ao endosulfan, que evoluiu ao óbito, notar o escurecimento da região dorsal e das extremidades das nadadeiras.






Figura 3: Brânquias de alevino de pacu do grupo controle. Na figura 3A: rastelo (R), arco branquial (A) e filamentos branquiais (área demarcada = F). Coloração: Hematoxilina-Eosina. Barra: 150µm. Na figura 3B observa-se eletromicrografia do rastelo onde nota-se célula mucosa contendo grânulos com diferentes eletron-densidades (asteriscos amarelos) e grânulo menos eletron-denso (asterisco preto). Observar célula granulocítica eosinofílica (CGE) entre as células epiteliais de revestimento (ER). Barra: 2µm.

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Figura 4: Fotomicrografias e eletromicrografia de brânquia de alevino do grupo controle. Na figura 6A nota-se o filamento branquial e as lamelas secundárias. Na lamela primária observam-se: sistema vascular (SV), células mucosas na sua extremidade distal (seta preta) e CGE (seta amarela). Coloração: HE. Barra: 20µm. Na figura 6B. se notam RC na região interlamelar (seta amarela), CP (setas vermelhas) e células epiteliais de revestimento (setas azuis). Coloração: Picro-sírius. Barra: 5µm. A figura 6C. corresponde à eletromicrografia da região interlamelar onde nota-se a RC em corte transversal com nítida cápsula (ponta da seta branca) e grânulos (*) com centro mais elétron-denso. Núcleo (N). Barra: 2µm.

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Figura 5: Na figura 5A nota-se brânquia de pacu do grupo controle, onde podem ser observadas: célula rica em mitocôndria na região interlamelar (seta preta), célula pilar (seta vermelha), célula de revestimento da lamela secundária (seta azul). Coloração: HE. Barra: 5µm. Na figura 5B na eletromicrografia da região interlamelar do grupo tratado 2 (1,43gL-1), notam-se célula rica em mitocôndrias (CRM) presente na região interlamelar apresentando grande quantidade de mitocôndrias (seta) e à esquerda da figura nota-se célula epitelial externa (CEE) da lamela secundária. Barra: 2µm.

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Figura 6: Figura 6A: nesta eletromicrografia da lamela secundária de brânquia de pacu do grupo tratado 1 (0,71gL-1), notar parte do núcleo (N) de célula epitelial de revestimento externa (CRE) e junções unindo processos de CRE vizinhas, onde forma-se uma projeção citoplasmática (área destacada). Notam-se também: célula epitelial de revestimento interna (CRI), célula pilar (CP) e luz do capilar (C). Barra: 0,5µm. A área demarcada é vista em detalhe na figura 9B, onde se notam: junções: oclusivas entre as células pilares (quadrado amarelo), desmossomos entre a CRI e a CRE (seta vermelha) e as seguintes junções entre as células CRE adjacentes: interdigitações (setas azuis), desmossomo e junção oclusiva (círculo vermelho). Barra: 0,5µm.






Figura 7: Fotomicrografia de brânquia de pacu do grupo T2 (1,43gL-1), onde se nota plasmódio de Myxobolus sp (seta amarela). Coloração: HE. Barra: 20µm.






Figura 8: Fotomicrografias de brânquia de alevinos do grupo controle coradas por HE. Na figura nota-se destacamento do epitélio de revestimento da lamela secundária (setas). Barra: 15µm. na figura 12B observa-se hipertrofia do epitélio de revestimento da lamela secundária (setas). Barra: 15µm. Na figura 12C, nota-se telangectasia (T) na lamela secundária e hipertrofia do epitélio de revestimento. Barra: 15µm. Na figura 12D, observar fusão das lamelas secundárias (área demarcada = F). Barra: 50µm.






Figura 9: Na figura 9A observa-se eletromicrografia de brânquia de pacu do grupo T2 (1,43gL-1) com área de destacamento discreto do epitélio da lamela secundária, onde se observa pequeno espaço entre a CRE e a CRI (*), e área de destacamento mais pronunciado do epitélio (*). Capilar (C); célula pilar (CP). Barra: 2µm. Na figura 14B, em brânquia de alevino de pacu do grupo T3 (2,14gL-1) se notam capilar com hemácias em seu interior (C) e figura de mielina no espaço entre a CRI e a CRE (seta). Barra: 1µm.






Figura 10: Na figura 10A observa-se eletromicrografia de brânquia do grupo T2 (1,43gL-1) onde se notam projeções da CRE (seta). Barra: 5µm. Na figura 10B, observar em brânquia do grupo T7 (5,00gL-1) projeção da CRE (seta) mais proeminente do que na figura 10A. Barra: 5µm.






Figura 11: Eletromicrografia de brânquia de pacu exposto à concentração subletal de endosulfan (0,2 gL-1 ), notar projeções na CRE. Barra:20 µm.






Figura 12: 12A. Eletromicrografia de brânquia de pacu do grupo T3 (2,14gL-1) onde nota-se uma projeção (seta); célula rica em mitocôndria (CRM) entre as células de revestimento externo (CRE). Estas possuem prolongamento envolvendo parte da CRM e apresenta região em contato como meio externo (seta amarela). Pode-se notar ainda a luz do capilar (Cp). Barra: 2µm. Na figura 12B nota-se CRM interposta às células do epiélio respiratório da brânquia de alevino exposto à concentração subletal. Barra: 5 µm.






Figura 13: Figura 13A- Eletromicrografia de brânquia do grupo T7 (5,00gL-1) onde se notam projeções bem desenvolvidas (setas pretas), início de destacamento epitelial (*), desestruturação das CP e consequente alteração na forma dos capilares (C). Barra: 5µm. Na figura 13B, notam-se espículas na CP de exemplar do grupo Ts2. Barra: 2 µm.






Figura 14: Fotomicrografias de fígado de alevino de pacu do grupo controle. Na Fig. 14A, observa-se pâncreas exócrino intra-hepático (P) acompanhando a veia porta (VP). Coloração: Hematoxilina-Eosina. Barra: 20µm. Na figura 14B, notam-se hepatócitos em arranjo tubular, duas fileiras de células circundadas por sinusóides e núcleo da célula pré-ductular no centro do túbulo (seta amarela). V: veia. Coloração: HE. Barra: 10µm.






Figura 15: Eletromicrografias de fígado de alevinos do grupo controle. Fig. 15A - notar canalículo (CB) formado por projeções dos hepatócitos (H). Notar ainda, junções dos hepatócitos (círculos vermelhos). Barra: 1µm. Figura 15B, notam-se célula pré-ductular (CPD) e canalículo biliar (seta) entre dois hepatócitos (H). Ainda notam-se núcleo do hepatócito (N) e mitocôndrias (m) em seu citoplasma. Barra: 1µm.






Figura 16: Na Figura 16A, de fígado de pacu do grupo controle, nota-se a transição do ductulo (Dct) para ducto (D). Notar ainda escasso tecido conjuntivo ao redor do ductulo e bastante desenvolvido ao redor do ducto. Coloração: HE. Barra: 15µm. Na figura 16B, nota-se em detalhe o ducto (D) circundado por densa camada de fibras colágenas. Coloração: Picro-Sírius. Barra: 5µm. Na figura 21C, eletromicrografia de fígado de pacu do grupo T7 (5µgL-1), nota-se ducto biliar (D) com microvilos esparsos em sua luz, circundado por fibroblastos (seta amarela) e mais externamente por células musculares lisas (seta vermelha). Barra: 2µm.






Figura 17: Na figura 17A.,observa-se inclusão nuclear (seta) em fígado de alevino do grupo controle. Coloração: HE. Barra: 5µm. Na figura 17B, nota-se núcleo com inclusões lipídicas (seta). Barra: 1µm. Em 17C, observam-se hepatócitos com citoplasma vacuolizado. Coloração: HE. Barra: 15µm






Figura 18: Na figura 18A, eletromicrografia de fígado de alevino de pacu expostos à 1,43gL-1 (T2), onde se nota mitocôndria com tumefação. Barra: 2µm. Na figura 18B, de alevino do grupo T4 (2,86gL-1), notam-se inclusões elétron-densas (seta) e núcleo de aspecto normal do hepatócito (N). Barra: 1µm.






Figura 19: Na figura 19A nota-se exemplar de pacu do grupo controle onde nota-se posição anatômica do rim (seta). Na figura 19B, observar o rim de alevino de pacu envolto pela musculatura esquelética da parede do corpo, com as porções caudal e média fusionadas (*) abrindo-se em porção cefálica (setas).






Figura 20: 20A: eletromicrografia do corpúsculo renal de alevino do grupo controle onde se notam folheto parietal (FP) e prolongamentos de podócitos do folheto visceral (setas). Barra: 2µm. No detalhe, figura 20B, nota-se endotélio fenestrado (setas) do capilar (C) e lâmina basal bem evidente entre o endotélio e prolongamentos dos podócitos (seta amarela). Barra: 0,5µm.






Figura 21: Na figura 21A, no rim de exemplar do grupo T1 (0,71µgL-1) se observa o corpúsculo (CR) e o istmo (I). Coloração: HE. Barra: 15µm. Na figura 21B, eletromicrografia do istmo do rim de alevino de pacu do grupo T6 (4,29µgL-1) onde se notam células com presença de microvilos (MV) e cílios (*). Barra: 0,5µm.






Figura 22: Na figura22A, rim do grupo T4 (2,86µgL-1) onde se observa o túbulo proximal com borda em escova evidente. Coloração HE. Barra: 5µm. Na figura 22B, eletromicrografia do túbulo proximal do rim de alevino de pacu do grupo controle, onde nota-se grande quantidade de mitocôndria perinuclear. Barra: 5µm.






Figura 23: Na figura 23A, fotomicrografia do rim do grupo T6 (4,29µgL-1) onde se observam o túbulo intermediário (TI) e o túbulo proximal (TP). Coloração HE. Barra: 10µm. Na figura 23B, eletromicrografia do túbulo intermediário do rim de alevino de pacu do grupo T4(2,86µgL-1). Observa-se célula de defesa (CD) – eosinófilo no tecido hematopoético. Barra: 2µm.






Figura 24: Em 24A fotomicrografia do rim do grupo T1 (0,71µgL-1) onde se observa túbulo distal (TD). Coloração HE. Barra: 5µm. Em 24B, Eletromicrografia do túbulo distal do rim de alevino de pacu do grupo controle onde se notam núcleos basais e vesículas apicais. Barra: 2µm.






Figura 25: Fotomicrografia do rim do grupo T4 (2,86µgL-1) onde se observam ducto coletor (DC) com epitélio pseudo-estratificado, envolto por camadas de tecido conjuntivo e melanomacrófagos (*) presentes no tecido hemocitopoético e sobre o epitélio do ducto. Coloração HE. Barra: 15µm






Figura 26: 26A: Fotomicrografia do rim do grupo T6 (4,29µgL-1) onde se observa um plasmódio de Myxobolus sp (seta amarela) entre os túbulos renais. Coloração HE. Barra: 20µm. Na figura 26B: Fotomicrografia do rim do grupo controle onde se observa um jovem plasmódio de Myxobolus sp. Coloração HE. Barra: 10µm. Em 26C, fotomicrografia do rim do grupo controle onde se observam parasitárias Myxobolus sp. livres entre os túbulos renais e melanomacrófagos. Coloração HE. Barra: 5µm. Na figura26D, rim do grupo T1 (0,71µgL-1) onde se observa larva de parasito encapsulada e circundada por melanomacrófagos. Coloração HE. Barra: 10µm.

Figura 27: Na figura 27A, eletromicrografia do túbulo renal de alevino de pacu do grupo T2 (1,43µgL-1), onde se notam mitocôndrias com forma alterada (setas). Barra: 1µm. EM B: eletromicrografia da porção apical do túbulo proximal de alevino de pacu do grupo T5 (3,57µgL-1), onde nota-se perda de microvilos e estruturas vesiculares e tubulares no citoplasma. Barra: 1µm.



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