Histologia Introdução



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Histologia
Introdução
Alguns seres vivos como os protozoários são formados por apenas uma célula, capaz de sozinha desempenhar todas as funções necessárias para a sua sobrevivência. Apesar de nos parecer uma grande vantagem, caso aconteça uma simples perfuração em sua membrana, pode ser provocada a morte do organismo, o que não acontece com os indivíduos formados por grupamentos de células, os organismos multicelulares, nos quais a morte de apenas uma célula não acarretaria grandes prejuízos. São eles animais, vegetais, alguns fungos e algumas algas, formados por um grande número de células que funcionam de maneira integrada e associada, correspondendo ao que chamamos de tecido.

Tecido é um agrupamento de células diferenciadas e especializadas na execução de certa função. É interessante notar que existem tecidos indiferenciados, cujas células possuem elevada capacidade proliferativa, capazes de originar outros diferentes tecidos. Essa associação de células permite portanto uma divisão de tarefas e funções, aumentando a eficiência do organismo. Nem todos os organismos multicelulares são formados por tecidos, como por exemplo as esponjas, algas multicelulares e fungos multicelulares, por não notarmos uma interdependência estrutural e funcional entre suas células.

Estudaremos a partir de agora os tecidos que constituem os animais vertebrados, em especial os humanos, sendo que os tecidos vegetais serão estudados em momento oportuno.


Tecidos Animais
O ramo da biologia que estuda os tecidos é a Histologia (histo, tecido e logos, estudo). Quando analisamos sua composição, notamos a associação de células que normalmente desempenham a mesma função. É importante observar que o sangue é um tipo de tecido, formado por células que desempenham funções diferentes. Além de células, notamos a presença de um líquido entre as mesmas, cuja quantidade caria de acordo com o tecido analisado. É a substância intercelular.

Classificamos os tecidos animais em quatro grandes categorias: epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso, que juntos formam os órgãos corporais. Em conjunto, esses órgãos formam os sistemas corporais que integram as diversas partes de um organismo multicelular.


Tecido Epitelial
Os tecidos epiteliais ou simplesmente epitélios desempenham diversas funções em um organismo, dependendo de sua localização. A adaptação dos seres vivos ao meio terrestre, por exemplo, envolveu a existência de uma cobertura protetora do corpo contra fatores adversos do meio. São portanto especializados em revestir todas as superfícies do organismo, inclusive as internas. Órgãos dotados de cavidades são protegidos internamente contra vários tipos de agentes lesivos. Além de proteção, podemos citar ainda absorção e secreção de substâncias e função sensorial (percepção de sensações).

São formados por células justapostas, acarretando assim uma escassez de substâncias intercelulares nesse tipo de tecido, como se comparado aos tijolos de uma parede firmemente encaixados. As células se encontram fortemente unidas umas às outras, conferindo ao tecido epitelial grande resistência ao conjunto de forças mecânicas que poderiam acarretar a sua separação. Na verdade existem estruturas que participam dessa união, constituindo aquilo que chamamos de junção celular ou simplesmente complexo unitivo. Deste complexo, fazem parte os desmossomos, a zona de adesão, zona de oclusão e as junções tipo gap (ou comunicantes).

Desmossomos correspondem à junções formadas por duas placas de proteínas especiais, cada uma localizada em células diferentes, ligadas por filamentos protéicos que partem de cada placa. Essa associação realizada por esses filamentos mantém as plasmas desmossômicas unidas, até porque cada uma dessas placas voltadas para o interior de cada célula estão ligadas a filamentos de queratina do citoesqueleto, o que confirma o ancoramento do desmossomo.

As zonas de adesão correspondem a uma espécie de cinturão formada de actina e miosina, de onde parte outras proteínas especiais que invadem o espaço intercelular, atravessando a membrana plasmática. Essas proteínas especiais se ligam nesse espaço à outras proteínas provenientes de outros cinturões, permitindo movimento que provoca mudanças na forma da célula.

Acima da zona de adesão localiza-se a zona de oclusão. Esta também é formada por outras categorias de proteínas impregnadas na membrana plasmática unindo fortemente as células vizinhas sem deixar espaço entre as mesmas, sendo uma barreira de grande relevância, já que devido a essa zona, substâncias provenientes do meio extracelular só podem entrar em nosso organismo passando obrigatoriamente pelas células do tecido epitelial, fiscalizando qualquer substância que entre ou impedindo a saída de líquidos internos do corpo.

Regiões circulares conhecidas por junções tipo gap localizadas na membrana plasmática são atravessadas por proteínas que formam uma espécie de tubo que permite troca de substâncias entre duas células vizinhas. É interessante notar que todos os componentes participantes do complexo unitivo se diferenciam não só pela função que exercem, mas pelas proteínas participantes de cada componente das junções celulares.



Não há vasos sanguíneos, recebendo o oxigênio e nutrientes necessários por tecidos subjacentes por mecanismos de difusão. Obviamente gás carbônico e excreções sofrem difusão no sentido inverso. É por esse motivo que encontramos células vivas no tecido epitelial, apesar de avascularizado. O tecido conjuntivo subjacente ou lâmina própria passa material nutritivo para o epitélio.

Estudaremos a partir de agora os principais tipos de tecido epitelial:


.Tecido epitelial ou epitélio de Revestimento

.Tecido epitelial ou epitélio Glandular
Tecido Epitelial de Revestimento
Também chamado de tecido epitelial de proteção, como o próprio nome diz, serve para revestir e proteger superfícies externas e internas, como a pele e o estômago, formado por uma ou várias camadas de células. Este tecido se encontra apoiado sobre o tecido conjuntivo subjacente ou lâmina própria, separados por uma camada acelular formada por proteínas e glicoproteínas, a lâmina basal, permeável aos nutrientes que se deslocam de um tecido para o outro.

Quando formado por várias camadas de células sobrepostas, a camada mais interna é formada por células que se encontram em constante divisão mitótica, produzindo outras células que são empurradas em direção à superfície corporal em um constante processo de substituição de células mortas por células vivas. É a camada germinativa ou proliferativa. Nesse trajeto de subida, obviamente sofrem diversas transformações. Elas vão se achatando e se ancorando, produzindo substâncias como a queratina, tornado-se impermeáveis.

As camadas intermediárias de células, também chamadas estratos, são conhecidas como camadas espinhosas, que se diferente da camada granulosa pelo fato das últimas estarem localizadas próximas à superfície, enquanto as primeiras se situam logo após a camada germinativa, sendo a camada córnea a mais superficial, formada por células queratinizadas e mortas, substituída aproximadamente a cada três semanas por novas células provenientes da camada granulosa.

Encontramos ainda no tecido epitelial de revestimento ou epiderme conjuntos especializados de células: melanócitos, células de Langerhans e células de Merkel.

Os melanócitos produzem melanina e estão localizados próximos à lâmina basal. A melanina é um pigmento escuro que dá cor à pele e aos pelos, sintetizada a partir do aminoácido tirosina, protegendo o organismo absorvendo a radiação ultravioleta da luz solar e neutralizando radicais livres. O que difere a cor da pele de uma pessoa em relação à outra é a quantidade de melanina presente nos melanócitos, já que a quantidade dessas células é praticamente a mesma em qualquer indivíduo, além de outros fatores como a quantidade de vasos sanguíneos e outros pigmentos presentes na pele. Vale a pena ressaltar que a pele é o maior órgão do corpo animal que constitui uma barreira impermeável que protege as estruturas corporais contra infecções, lesões e raios solares, como já foi dito, sendo ainda um importante órgão sensorial e auxiliador no controle da temperatura corporal. Não só o tecido epitelial participa de sua composição sendo aqui chamado de epiderme, como também o tecido conjuntivo, denominado derme. Enquanto a pele protege o corpo por fora, por dentro o organismo é revestido pela mucosa, que apresenta a mesma composição tecidual.


As células de Langerhans estão associadas aos mecanismos de defesa do tecido epitelial, enquanto as células de Merkel percebem estímulos mecânicos, que são transmitidos às células nervosas.

Qualquer substância que queira entrar ou sair do organismo precisa obrigatoriamente passar pelo tecido epitelial. Nos vertebrados, o epitélio se associa com o tecido conjuntivo que lhe dá suporte, formado a pele (revestimento de superfícies externas) e a mucosa (revestimento de cavidades internas). Temos ainda as serosas, revestindo órgãos do corpo, como a pleura (que reveste os pulmões), o pericárdio (que reveste o coração) e o peritônio (que reveste os órgãos abdominais). Os três revestimentos são formados por tecido epitelial (epiderme) e tecido conjuntivo (derme).


Classificação do Tecido Epitelial de Revestimento
Os tecidos epiteliais de revestimento são classificados de acordo com o número de camadas de células e quanto à forma de suas células.

.Quanto ao número de camadas


  1. Tecido epitelial simples (uniestratificado): formado por apenas uma camada de células

  2. Tecido epitelial estratificado: formado por mais de uma camada de células.

  3. Tecido epitelial pseudoestratificado: formado por apenas uma camada de células com a falsa impressão de serem estratificados pela presença de células de diferentes tamanhos, deslocando os núcleos para diferentes alturas.


.Quanto ao formato celular


  1. Tecido epitelial pavimentoso: as células são achatadas, lembrando ladrilhos ou escamas.

  2. Tecido epitelial prismático ou colunar: as células são alongadas, lembrando prismas ou colunas.

  3. Tecido epitelial cúbico: as células tem a forma de um cubo.

  4. Tecido epitelial de transição: quando as células adotam formatos diferentes por possuírem flexibilidade, conforme a contração ou distensão dos órgãos onde se encontram.

Ao abordarmos os tecidos epiteliais de revestimento, devemos reunir os dois critérios na análise de cada tecido. Por exemplo, se o tecido for formado por mais de uma camada de células com formato de prisma, teremos tecido epitelial estratificado prismático. Na ocorrência de um tecido epitelial formado por apenas uma camada de células com formato em cubo, teremos portanto tecido epitelial cúbico simples. Vejamos alguns exemplos e suas respectivas localizações:





TIPOS DE EPITÉLIOS

LOCAL DE OCORRÊNCIA

Pavimentoso

simples


Revestimento interno dos vasos sanguíneos, pericárdio

Cúbico simples

Revestimento ovariano

Prismático simples

Revestimento do estômago e intestino

Pavimentoso

estratificado



Revestimento da pele (epiderme), boca e esôfago

Cúbico estratificado

Conjuntiva do olho

Prismático estratificado

Epiglote e uretra masculina

Pseudo-estratificado

Revestimento da traquéia, fossas nasais e brônquios

transição

Revestimento interno da bexiga e das vias urinárias



A pele humana
Como citado anteriormente, tanto a pele, quanto a mucosa e a serosa, são constituídas por epiderme e derme, que correspondem aos tecidos epitelial e conjuntivo, respectivamente.

Além da função de revestimento externo corporal, a pele exerce inúmeras funções. Vejamos algumas delas.





  1. Devido às linhas salientes que possuem, ela nos ajuda a caminhar e pegar objetos com mais firmeza.

  2. A camada córnea é queratinizada, protegendo o corpo com mais eficiência contra arranhões. A melanina produzida pelos melanócitos protege o corpo contra os raios ultravioleta. Como também já comentado, as células de Langerhans nos protege contra infecções a partir da eliminação de substâncias estranhas. Secreções provenientes da glândulas sudoríparas e sebáceas evitam a proliferação de microorganismos a partir do caráter ácido que possuem. A pele é na verdade uma barreira protetora com agentes físicos, químicos e biológicos.





  1. A partir da dilatação dos vasos sanguíneos ou até mesmo de sua contração, cujo controle a realizado a partir de impulsos nervosos, a pele participa da regulação da temperatura corporal, fazendo com que mais sangue ou menos sangue circule, aumentando ou reduzindo a perda de calor por irradiação, respectivamente.

  2. Os receptores cutâneos presentes na pele dão a ela a capacidade de perceber estímulos de diversas naturezas, sendo eles mecânicos, térmicos ou dolorosos. A pele possuem seis tipo de receptores sensoriais, que são: terminais de Ruffini, corpúsculos de Paccini, disco de Merkel, terminações nervosas livres, corpúsculos de Meissner e bulbos terminais de Krause.


Os terminais de Ruffini estão localizados nos pelos realizando a percepção de calor, além de fibras nervosas situadas no mesmo local que captam forças mecânicas.
Os corpúsculos de Paccini captam estímulos tácteis e vibrações, enquanto o disco de Merkel captam estímulos de pressão e tração.
Terminações nervosas livres captam estímulos mecânicos, térmicos e dolorosos na pele, sendo que mais uma vez estímulos tácteis também podem ser captados pelos corpúsculos de Meissner. Frio é perceptível em regiões da pele em locais específicos pelos bulbos terminais de Krause.
A pele ainda possue anexos, como pêlos, unhas e glândulas. Os pelos são formados de queratina e células mortas compactadas, ligados a um pequeno músculo eretor que permite a movimentação do mesmo. Sua forma varia de acordo com a etnia e depende da estrutura de formação do fio, formado por camadas concêntricas conhecidas por cutícula, córtex e medula do fio. A cor do pelo que constitui o cabelo, por exemplo, se deve à quantidade e ao tipo de melanina presente, que pode ser do tipo eumelanina que deixa o cabelo mais escuro, ou feomelanina que prevalece em cabelos mais claros, como loiros. É óbvio pensar que o embranquecimento dos cabelos é causado pela interrupção da ação da melanina na função de cor do pelo que exerce. A melanina também é responsável pela cor da pele. O bronzeamento da pele é uma reação à radiação ultravioleta, em que os melanócitos são estimulados a produzir maior quantidade de melanina.

Com exceção da palma das mãos, planta dos pés e certas partes dos órgãos genitais, os pêlos estão presentes por todo o corpo humano. As unhas também são formadas de queratina e crescem pela captação de células mortas banhadas por essa proteína. Além da função de nos dar diversão de serem roídas, nos auxiliam nos dando equilíbrio para caminhar, apreensão e manipulação de objetos.

Algumas glândulas também estão situadas na pele. Glândulas sudoríparas estão presentes em todo o corpo, exceto na glande do pênis e nos lábios, sendo que sua secreção, o suor, ajuda a manter a temperatura corporal ao evaporar, aliviando o corpo pelo calor absorvido. A secreção da glândula sebácea lubrifica a pele e os pêlos. Estas se abrem junto aos folículos pilosos, com exceção dos lábios e órgãos genitais, que correspondem aos lábios menores da vagina e glande do pênis.


Tecido Epitelial Glandular
O epitélio glandular ou de secreção constitui as glândulas, grupos de células com função secretora que proliferam a partir dos epitélios de revestimento e especializadas na produção e eliminação de substâncias úteis ao organismo. Estas substâncias são conhecidas por secreções.

As glândulas começam sua formação ainda na fase embrionária, a partir da divisão de células na superfície do epitélio, que vão proliferando em direção ao tecido conjuntivo formando uma espécie de cordão celular. As células desse cordão podem se desenvolver por completo ou em parte, dando origem às glândulas endócrinas ou exócrinas, que veremos adiante.



Quando somente as células mais profundas do cordão de desenvolvem, o restante do cordão forma uma espécie de canal ou ducto por onde a secreção será eliminada. A função secretora fica portanto a cargo das células profundas localizadas na extremidade do cordão celular. Em alguns casos, não temos ducto, ou seja, o cordão se isola perdendo comunicação com a superfície, formando glândulas endócrinas que eliminam sua secreção diretamente no interior de vasos sanguíneos.



Existem diversas formas de classificação de epitélios glandulares. Abordaremos a forma mais abrangente para que possamos entender a fundo esse tipo de tecido. Vejamos.
Classificação do Tecido Epitelial Glandular
.Quanto ao local de eliminação da secreção


  1. Glândulas exócrinas: são glândulas que eliminam suas secreções para fora do corpo ou no interior de cavidades orgânicas. É importante notar, como já foi citado, que estas glândulas possuem em ducto capaz de eliminar a secreção para a superfície epitelial. Algumas glândulas exócrinas possuem ductos ramificados. Para aquelas que possuem apenas um ducto, dizemos que ela é uma glândula exócrina simples. Quando o ducto se apresenta ramificado, glândula exócrina composta. São exemplos desse tipo de glândula as sudoríparas, salivares, mamárias, lacrimais e sebáceas.

  2. Glândulas endócrinas: por não possuírem ductos, são glândulas que eliminam suas secreções diretamente na corrente sanguínea. Essas secreções são obrigatoriamente hormônios. Temos como exemplos a hipófise, tireóide, paratireóides e adrenais.

  3. Glândulas mistas ou anfícrinas: possuem ao mesmo tempo função exócrina e endócrina, sendo portanto uma glândula de secreção dupla. O pâncreas, ovários e testículos se enquadram bem nessa idéia.


.Quanto à maneira de eliminação da secreção


  1. Glândulas merócrinas: são glândulas cujas células eliminam apenas a secreção, mantendo o citoplasma intacto. As salivares e sudoríparas são um bom exemplo.

  2. Glândulas holócrinas: as células desse tipo de glândula se desintegram, sendo eliminadas juntamente com a secreção. A regeneração é constante, observada em na glândulas sebáceas.

  3. Glândulas apócrinas ou holomerócrinas: parte do citoplasma das células que formam estas glândulas é eliminado juntamente com a secreção, mas regeneram a parte perdida, mecanismo comum de glândulas mamárias.


.Quanto ao número de células


  1. Glândulas unicelulares: como o próprio nome diz, são glândulas formadas por apenas uma célula, encontradas nas fossas nasais secretando muco.

  2. Gândulas pluricelulares: por serem formadas por várias células, seus agrupamentos levam à formação de porções secretoras diferentes.




    1. Glândulas tubulares: a região secretora dessas glândulas tem a forma de um túbulo.

    2. Glândulas alveolares ou acinosas: a região secretora tem a forma arredondada.

    3. Glândulas túbulo-alveolares ou túbulo-acinosas: estas glândulas possuem um longo ducto por porção secretores arredondadas em suas extremidades.


.Quanto ao tipo de secreção


  1. Glândulas mucosas: a secreção dessas glândulas são espessas por serem ricas em mucopolissacarídeos.

  2. Glândulas serosas: a secreção se apresenta mais fluida pela riqueza em proteínas.

  3. Glândulas mucosserosas: são glândulas com secreções mistas.



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