Este livro foi digitalizado por Raimundo do Vale Lucas, com a



Baixar 10.37 Mb.
Página110/110
Encontro18.09.2019
Tamanho10.37 Mb.
1   ...   102   103   104   105   106   107   108   109   110

Piano, 44, 393; pianos de cauda,

546; pianos ingleses, 48.

Piauí; LVII e segs.

Pinturas, 259.

Piolho: aristocratização do ato de

catá-lo, 397.

Plantas profiláticas, 226 e segs.;

de jardim e horta, 137 e segs.

Poder: desintegração, 19.

Poder feudal, 25.

Poder marital: abusos no Brasil pa-

triarcal, 126.

Poesia brasileira, 591; e conheci-

mento científico, XLII.

Polícia praieira, 51.

Política: subjetivismo na do Bra-

sil patriarcal, 108.

Políticos brasileiros do regime pa-

triarcal: moriossexualisino e

#

narcisisino intelectuais, 114.



Pontes paleotécnicas, 156.

População do Brasil: sistemática

racial e sociológica, 632 e

segs.


Porcelana da China, 217.

Portas envidraçadas, 215.

Porto Alegre: LXIV; conservas fran-

cesas, 339 e segs.

Portos brasileiros: fechados ao co-

mércio internacional, 440.

Portugal: danças, 390; traços orien-

tais, 427.

Portugueses: capacidade de acul-

turação, 180; mecânica no

Brasil, 269; plasticidade, 155.

Positivistas, L.

Posturas de Câmaras Municipais,

251; sobre ruas, XXIII.

Praia: semântica da palavra, 195.

Precocidade dos meninos brasilei-

ros, 81.

Preconceitos de raças e de sexo,

127; contra a mercancia, 269.

Primeiro Reinado: devassidão dos

costumes, 161 e segs.

Prisões, 381.

Procissões, 190; religiosas no Bra-

sil patriarcal, 43, 466.

"Produtos-reis", 176.

Progressos morais e progressos ma-

teriais, 493 e segs.

Proletariado negro e mestiço: exal-

tação do seu trabalho por ba-

charéis, 578 e segs.

Prostituição: depois da instalação

da Corte de Dom João VI no

Rio, 296 e segs.; de luxo, 297;

no Brasil no século XVIII, 157

e segs.; no Brasil Holandês,

156 e segs.; no Recife holan-

dês, 237; masculina, 159.

Prostitutas, 5, 296, 607; classifi-

cação de L.' Cunha, 297.

Protestantes frariêeses, 184; e ca-

tólicos no Brasil Holandês,

498 e segs.

Pseudornatriarcalismo brasileiro, ...

140.


Psicanálise: função do carnaval e

#

da confissão no Brasil patriar-



cal, 94, 111; na pedagogia de

Azeredo Coutinho, 80.

Psicologia do caráter brasileiro na

tese de Emile Adet, 303.

Psicologia social, 655.

Pudor, 333.

Puritanos, 108.

Qualidade e quantidade, XLIII.

Queijo, 338, 543.

Queijo de Minas, 218 e segs.; par-

mesão, 338.

Queimadas. perigos para a vida

humana no Brasil, 545.

'Químicos, 22 *

Quiosque: etimologia. e sociologia,

. 436 e segs.

Quitandeiras, 36.

R

-Rabo de arraia", Wl.



Raça, 657, 662; branca e sexo mas-

culino, 103; critério histórico-

cultural de análise racial, 106;

e experiência social, 655.

Rapé, 364, 394; nos anúncios de

jornais, 444, 445.

Raptos de moças no século XIX,

129.


Realismo prático, 109.

Recife, XXV, XXXIV, 76, 155,

165, 169, 173, 188, 193, 203,

204, 214, 244, 250, 302, 381,

382, 450, 649, 659; alcoolis-

mo, 162; alugueres de casa ao

tempo dos holandeses, 156;

arquitetura, 23; ano de 1840

453 e segs.; beco do Roço:

XLII; Câmara Municipal e o

vestuário masculino, 384; car-

ruagens e libertinagem, 161;

como primeira de uma série

de Sodomas e Gomorras do

sistema patriarcal, 158; con-

trastado com São Paulo, 191;

diferenciação cultural, 320; e

a reetiropeização do Brasil,

386 e segs.; holandês, 181,

461; idem: alugueres, 237;

#

prostitutas, 237; insurreição de



pardos de 1823, 611; jardins

mouriscos, 201; jardim da So-

ledade, 458; judaico-holandês,

320; mucambos, 637; postura

municipal de 1831 sobre a re-

europeização, 388; proibição do

"tristíssimo brinquedo do Judas;

de Aleluia", 562; os aconteci-

mentos do preto Manuel, 507

e segs.; sereratas ao luar, 196;

topografia e arquitetura, 190.

Recôncayo, 126, 386.

Rede, 393.

Reeuropeização da Brasil, 302, 308

e segs.; 33,, 389, 456, 598;

contraste entre as influências

anglo-francesas, benéficas e ma-

léficas, 315 e segs.; das cidades

brasileiras, 201; de quando da-

ta, 464; na arquitetura, 317,

323; indurrentária feminina no

século XIX, 120; na primeira

metade do século XIX, 137;

nórdica do Nordeste compa-

rada à lusa do resto do Brasil,

319; no trabalho, 343; no Nor-

deste, em Minas, no Rio, Sal-

vador, São Luís e São Paulo,

302; reação da primeira me-

tade do século XIX contra

orientalisinos na arborização

das ruas, 456; Recife como

cidade típica, 386; sentido de-

mocratizante da vitória do

Ocidente sobre o Oriente, 455.

(Vide também "Europeiza-

ção".)

Reflorestamento, 214.



Reforma pombalina, 358.

Regionalismos culturais e psicológi-

cos no Brasil, 615.

Reis de Portugal e os negros, 356.

"Relação de Poder", 101.

Religião católica., culto de Maria'

LXXV; papel social, 42 e segs.

Relógios, 344.

Remédios: transferências sociológi-

cas, 419, 420; contra males

venéreos, 162.

#

Renascença: paralelo entre a gre-



co-roniana na Europa e a eu-

ropéia no Brasil joanino, 309.

Renda e bico no Brasil, 99.

República: tentativas anteriores a

1889, 579.

Residência de esquina, 226.

Retratos americanos, 160.

Revistas socialistas francesas, 54.

Revolta Praieira, 173, 350, 326,

614.


Revoluções regionais brasileiras:

389, 403, 579; analogia entre

as pernambucana e gaúcha do

século XIX, 655; explicações

#

754 SoB~s E Muc~os - 2.0 Tomo INDICE DE AssuNTos 755



sociológicas, 357; raizes socio- polícia, 504 e segs.; jardins Rótulas e amelas, 192, 426; ato e

segs.; identificação com

lógicas e econômicas, 326; sen- mouriscos, 201; judeus, 606; policia ~ que acabou com sua Ogum,

554, 555; como santo

tido sociológico de luta das Igreja de São Jorge como cen- existência, 429. da classe

dominante na so-

populações rurais contra a ti- tro da devoção negra a Ogum, Roubos de escravos, 490 e segs.

ciedade patriarcal, 503; sen-

rania das cidades do litoral, 504, 505; iluminação pública, Roupas de cama, 224. tido sociológico

do culto no

384. 137, 150; jardim pharmaceu- Ruas do Brasil antigo, 40; sociolo- Brasil semipatriarcal, 503, 504;

Revolução de 1710, 65; dos "al- tico, 457; milícias de pardos, gia da rua do século XIX,

significação sociológica pluri-

faiates", 713 e segs.; de sol- 609, 610; Misericórdia, 418; XXIII; nomes indicativos de

lateral para a gente branca

dados mercenários no Rio, 521; modificação do clima, 545, sindicalismo, 40. dominante, 489,

509.

Mineira, 318, 326; Pernambu- 546; modificação da paisagem, Rússia: popularidade do negróide São Luís,



capital do Maranhão,

546 e segs.; negros de ganho PuShkin, 653. 632; europeização, 302.

cana, 318. como peritos no manejo de São Paulo, XXVII, LV, 16, 21, 31,

Revolucionários brasileiros, 74; no navalhas, 510; negros no sé- 86, 126, 430; arquitetura dos

Brasil patriarcal, 52. culo XIX, 48; nos Estudos S sobrados de residência, 190;

Rico-homem, 407. Médicos de Borntempo, 300; Sábados de aleluia, 461.cultura de batata, 542; fabri-

Rinhas*de galo, 396. pederastia, 159; planta de chá- Sabão, 22, 196, 412.co de carvão, 543; rodar de

Rio de janeiro, XXVII, LXII, 28, cara da segunda metade do Sabará: igreja com cores quase de

carruagem nas ruas no meado

43, 143, 158, 169, 181, 192 século XIX, 189; porto inter- pagode, 467. do século XIX, 553 e

sem;

244, 247 e segs., 295, 341: mediário das viagens de na-Saber popular: intuições felizes e ruas dos témpos



patriarcais,

354, 382, 407, 426, 445 e inverdades profundas, 602. 500; ruas do século XIX

con-

segs., 452, 530, 600, 617, 639, vios ingleses para o Oriente,Sadismo patriarcal, 89. trastadas com as do Rio,



Sal-

651, 659; abastecimento caseiro 440; posturas, XXIII; prosti- Safismo, 487. vador e Recife, 554; segrega-

de água, 500; armazém de im- tuição no século XIX, 159;Salivação mercurial, 216. ção da Europa, 308; terra

roxa


portação de artigos do Oriente, prostitutas, 296; remoção .4o Salvador da Bahia, 61, 206,

247, e café, LXXXVI.

445 e se s.; arqpitetura do mea- Matadouro, 547; reeuropeiza- 259, 286, 450, 546, 576; ar-

São Vicente. 33; fundação,

do do Vulo XIX, 329; banhos ção da paisagem, 335 e segs., uitetura, 23, 302; condições

XXXVIII.


saneamento, 246, 256; síntese Sapateiros, 55, 596.

de mar, 388, 421; causas da nacional, 305; situação da ci- 3e segurança, 249; dificulda-

Sapatos de Nossa Senhora": sen-

insalubridade, 120; casas ao dade em 1871, 182; sobrados, des de tração animal, 494; há-

tido sociológico da devoção,

#

tempo de Dom Pedro 1, 206; 188, 253 e segs.; sociolozia bitos da pequena burguesia,



512.

casas setecentistas, 185; cava- 194 e segs.; higiene pública,

los dos princípios do século dos palácios governamentais 250; posturas de 1844 sobre

Sapatos de sola de borracha, 514;

republicanos, LI; transporte debatuques e ajuntamentos de femininos, 512, 513; londrinos,

XIX, 499; "ceias de camarão", carga por negros de ganho, escravo, 391; idem, sobre vo-

513 e, segs.; estrangeiros: nos

517; colégios de fins do sé- 501; transporte urbano, 500; zerios na rua, 387; proibição

anúnc os de jornais, 597; Clark

culo XVIII, 81; colonial e i - Valongo, 262; vida libertina e de enterros nas Igrejas, 547; para

negr6ides, 597.

,M

perial: estado das ruas, 500; cocheiros, 161. ruas, 155; sobrados, 185. Sapé, 180.



condições de higiene pública Rio Grande do Sul, LVI, LVIII, Samba, 379, 522. Saúdes cantadas,

163 e sees.

na tese do Dr. Miguel Antó-

nio Heredia de Sã, 295; con- LXIV, LXV, 33, 325, 386, Saneamento público, 251; dos so- Saúde:

dos brasileiros no Segundo

sumo de leite humano, 489, 472, 530; caráter apolíneo das brados, 22, 197. Reinado, 116; falta

nos mo-

490; costumes urbanos no co- danças de carnaval, 405; culi- Sanguessuga, 419. ços da geração



de Dom Pe-

nária, LXVII; danças típicas, Santa Catarina, 54, 89. dro 11, 83.

meço do Império, 564; demo- Santa Inquisição, 158, 426, 651. Secas, 171 e segs.

lição de morros nos Estudos 405; estancieiros e peões, 368;Santas Casas de Misericórdia, Século XVIII, 23,

27.

Médicos de Borntempo, 300; índios e negros, 367; popula- LXXXIV, 62 e segs. Século XIX:



comércio dos masca

destruição das gelosias, 430; ção negra, 367; "ranchos", 637;Santeiro, 651. tes judeus, 35; no Brasil, 101;

dificuldades de tração animal, rusticidade de vida, 347.Santo Antônio Militar, 510; subs- progressos

materiais do Brasil,

494; epidemia de Macacu, Rivalidades sociais: entre o artífi- tituto de São Jorge como sím- 479;

primeira metade: perío-

545; espantoso desenvolvimen- ce e o operário estrangeiro no bolo de Ogurn para os negros do de

freqüentes conflitos so

to da indústria de selins e ar- século XIX, 341, 342, de , certas regiões, 505. ciais e de

cultura, 389 e seRs.

reios, 568 e segs.; extensão Romance, XLV.Santos: culto patriarcal, 229. Segregação social, 324.

da cidade em 1700, 252; fa- Romantismo jurídico, 861 109, 574São Jorge-a-cavalo, 519; como san- Segundo

Reinado, acentuação da

velas, 637, 638; famoso pelo e segs.; literário, 590; boêmio to de sincretismo sociológico

reetiropeização, 312; análise

excesso de velocidade das car- dos brasileiros, 270. de cultos contraditórios, 504;

sociológica, 81 e segs.; situa

ruagens, 535 e scgs.; furtos Romantismos: confusão dos vários dragão: significação sociológi- ção da

mulher, 115 e segs.;

de autos, XXIV; história da e contraditórios,618. ca, 508 e segs.; e Ogum,505 conflito que o

caraterizou, 81;

#

756 SOBRADOS E MuCAmBOs; - 2.0 Tomo INDICE DE AsSLINTOS 757



idade dos presidentes de pro-

víncia e ministros, 85.

Sela inglesa, 491.

Semana Santa: comemoração no

Brasil patriarcal, 43 e selzs.

Seminário de Mariana, 79, 91, 317;

de Olinda, 79 e segs.; de São

Joaquíni, 81.

"Senhor de engenho"-. semântica

da expressão, 378.

Senhores de engenho, 17, 94 e segs.

Senhores rurais, 10.

Senzalas, 152; estado de higiene

das ( .... ) de fazendas, 422.

Separatismos, 655.

Serpentina, 102.

Sertanistas: habitações, 185.

Serviço militar, 273.

Sexo, 128; ausência de diferencia-

ção quanto aos centros ner-

vosos, 106; e carruagens no

Brasil patriarcal, 159, 161; in-

terpretação social do antago-

nismo de sexo, 103; mulatas

e brancas contrastadas, 601 e

segs.; feminino: na raça ne-

gra, 103; no Brasil patriarcal,

116; papel dos vendedores de

doces e flores no Brasil patriar-

cal, 161; masculino, símbolo

sociológico, 397; tabus no Bra-

sil, 127.

Sexologia: ciência ainda em co-

meço, 602.

Sexos: análise de Coldenwelser,

106; antagonismo no Brasil

entre homens e mulheres, e

a Maçonaria, 125; como ele-

mentos sociais, 103; diferen-

ciação de índice cefálico, 105;

diferenciação social e de in-

dumentária nos ( .... ) do

Brasil patriarcal, 333.

Sífilis cerebral, 84, 639; no Rio,

159 e segs.

Sifilização do Brasil: em Recife,

156; no Brasil patriarcal, 296.

Símbolos sociológicos: importância

de sua significação, 475 e

#

segs.



Sineretismo religioso no Brasil ca-

tólico, 467.

Sinhazinha, 158.

Sistema comercial brasileiro: ex-

pansão urbana do sistema

agrário, 277.

Sobrado: bur~guês como símbolo da

recuropeização do Brasil, 302;

* mucambo contrastados com

* função sociológica da casa-

grande, 573; patriarcal: abur-

guesamento, 149; representan-

te. da alta civilização brasi-

leira do século XVIII, 301.

Sobrados, 8; arquitetura severa,

199; azulejos, 194; cariocas,

120; defesa contra a plebe,

608; degradados em cortiços,

182; dos centros urbanos: al-

teração das suas funções de-

pois da febre amarela do sé-

culo XIX, 551; do Rio de ja-

neiro, 254; em luta com a rua,

199, 200; escadas, 254, 255;

mal-assombrados, 229; núme-

ro de andares, 188; vícios de

construção, 253.

Sobremesas reeuropeizadas, 456.

Socialismo cristão, 42.

Socialismo francês, 54.

Sociedade escravocrática: caráter

quase feudal, 625.

Sociedades particularistas, 107.

Sociedade patriarcal no Brasil:

desenvolvimento linear, .

XXXVIII.


Sociedade pós-patriarcal ou "ato-

mística", XL, XLI.

Sociedades comunistas, 107; par-

ticularistas, 107; primitivas: a

mulher, 107; idem: igualdade

entre meninos e homens, 67;

secretas, XX.

Sociologia Genética, XLVI, XCI;

norte-americana, XLIII; esta-

tística: crítica, XLIV; e lite-

ratura, XLIV; História e Psi-

cologia, XLVI.

Sodornia, 157.

#

Soldados: regime alimentício no



Brasil Colonial, 285.

Solteirões, 31.

Solteironas, 126 e segs.; da época

patriarcal, 617.

Sorocaba: feira de mulas, 502.

Sorvete, 299, 341.

Subgrupos sociais~ 371.

Subjetivismo: na classe dominante

do Brasil patriarcal, 108.

Subnutrição, 243 e segs.

Suíços, 335.

Sunga-neriéns, 315.

Superioridade de classe: insígnias

no Brasil patriarcal, 293.

Superstições patriarcais, 225 e segs.

Tabagismo~ e hábito de cuspir,

216; no declínio do patriar-

calismo, 135; papel profiláti-

co, 419 e segs.

Tabatinga, 185.

Taipa portuguesa, 303.

Tamancos: comércio no século XIX,

382.

Tapioca, 64.



Tapuias, 357.

Teatro: substituto da igreja no sé-

culo XlX, 574.

Teatro de São Pedro de Alcântara,

110.

Teatros públicos, 136; do Recife,



136.

Técnicas estrangeiras no século

XIX, 567, 568.

Técnicas e materiais de construção

das casas no Brasil patriarcal,

184 e segs.

Tejupaba, XLVII e segs.

Telefone, 312.

Telhados pontudos, 302.

Testamentos, 259 e sogs.; da época

patriarcal, 244.

"Tigre", 197.

Tigres, 500.

Tios-padres, 76 e segs.

Torneios de cavalaria, 496 e seç~s.

Trabalho: divisão de ( .... ) en-

tre os sexos, 95 e segs.

Transportes, 22; urbanos depois

#

de 1808, 546 e segs.; tração



animal versus tração humana,

494 e segs.

Trarisregionalização, 360.

"Transoceanismo", 58.

Tratado de MetInien, 309, 334.

Tropicalismo, 431.

Tuberculose no Brasil pobre, 638.

Tuberculose, 313; e indumentária

feminina, 117; estatística per-

nambucana no Segundo Rei-

nado, 119 e segs.; no SeQun-

do Beinado, 116.

Túmulos e jazigos: significação so-

ciológica, XXXE~.

Turquia: modernização, 476.

Unhas compridas, 306, 450.

Unicidade sociológica, XXXVIII.

Universidade: primeiro arremèdo

estabelecido no Brasil, 318.

Urbanização, 153, 175, 188, 302.

Urinóis: nos sobrados, 197.

Urupernas, 154.

V

Valongo, 262.



Valorização social: dos comercian-

tes e industriais do Brasil, 276.

Varanda e caramanchão, 154.

Vela, 22; de cera da India, 486.

Velhice: respeito pela ( .... ) no

Segundo Reinado, 87; culto da

( .... ) até o século XIX, 87.

Velocidade: gosto dos brasileiros,

535.

Velocípede, 535.



Vestuário, 313; feminino, 331 e

segs.; infantil: influèncias

francesas, 346; idem: no sé-

culo XVIII, 315; masculino:

leis municipais do século XIX,

384; predominante nas cida-

des brasileiras da primeira

metade do século XIX, 383.

Vício de Onan", 299.

Vícios no Brasil patriarcal, 396 e

segs.

Vida doméstica: nos sobrados ur-



#

banos patriarcais, 204; urba-

na, 41; sexual no Brasil pa-

triarcal, 116. (Vide também

"Sexos".)

Vidraças de janelas, 192.

Vidro, 323; e ingleses, 566; gene-

ralização do seu uso como ele-

mento de desagregação do pa-

triarcalismo, 451; nas constru-

ções urbanas do Brasil Colo-

nial, 192; nos sobrados do Rio,

452.

#

758



SOBRADOS E MUCAMBOS - 2.' Tomo

Vilão, 407.

Vila Rica, 376.

Vinho de mesa, 165.

Vinho-do-porto, 163 e segs.

"Vinho sofisticado", 165.

Vinhos, 238.

Violão e os brasileiros, 64, 270,

sociologia, 392 e segs.; e pia-

no de cauda, 394.

Virgem morta: idealização nos so-

brados, 120 e segs.

Vitaminas na alimentação colonial Zumbaias, 306.

brasileira, 290. Zuneus, 159.

Viver, modos de, e modos de pen-

sar, 475.

Volúpia da doença, 83.

W. C. públicos: razão de werem ra-

ramente limpos no Brasil, 198.

#

Este livro



foi confeccionado nas oficinas de

SOLIVRO GRÃFICA e EDITORA LTDA.,

na Rua Santo Cristo, 175, Rio de Janeiro, para a

LIVRARIA JOSÊ OLYMPIO EDITORA

em fevereiro de 1977

I Iva


COD. JO: 01332

RJ: Rua Marquês de Olinda, 12, Rio DE JANEIRO

SP: Rua dos Gusinões, 100, SÃO PAULO

MG: Rua dos Cactés, 186 - Fdifício Itatiaia, BELO HORIZONTE

RS: Rua dos Andradas, 717, PORTO ALEGRE

DF: CLS-108, Bloco D, Rua da Igrejinha, BRASÍLIA

#

UkJ INJL,



PITA, Sebastião da Rocha. Tratado Político-

Edição preparada por Heitor Martins. Bra-

sília, Instituto Nacional do Livro, 1972. 260 p.

23cm (Coleção Documentos, 7).

Contém: Introdução: Rocha Pita na litera-

tura brasileira; 0 Tratado Político; Do guer-

reiro ao administrador; A tese histórica; As

fontes; Data de composição; 0 português ame-

ricano. Nota textual, Tratado político: De-

dicatória; Prólogo; Discurso primeiro; Discur-

so segundo; Discurso terceiro e último. No-

tas. índice de vocábulos. Texto.

Cr$8,50

RODRIGUES' Clovis da Cunha. A inventiva



brasileira. Brasília, Instituto Nacional do Li-

vro, 1973. 2 v. il. 23cm (Coleção Consulta

Científica, 1)

Contém: 1.1 vol. (1.a parte) : 0 Brasil colo-

nial (de 1500 a 1808) 2.0 vol. (2.1 parte) :

Brasil Vice-Reino e Brasil Império (de 1808

a 1891) ; (3.a parte) : Relação das' patentes

de invenção concedidas (de 1830 a 1892) ;

índice bibliokráficó. Conteúdo - 1.a parte:

A gênese do espírito inventivo brasileiro; 0

sentido de invenção; Brasil e Portugal; 0 pro-

cesso etnológico brasileiro; 0 espírito criati-

vo brasileiro; A fase colonial; 0 grande ciclo

da cana-de-açúcar; 0 ciclo do ouro; Cerâmica;

0 algodão; 0 tabaco; 0 cacau; 0 mate; A

borracha; 0 café; Os alimentos; A siderur.

gia; A arte naval e os transportes; 0 carro

do boi; Medicina e farmácia; A arte musical;

A arte das construções; 0 aeróstato; 0 arte-

sanato em geral. 2.a parte - Fim do regime

colonial - nasce um Brasil novo (de 1808

a 1832) ; 0 alvará de 1809; Os inventivos

brasileiros resultantes do alvará de 180õ; Da

Indenendência surge o Império (de 1822 a

1889) ; A primeira lei brasileira sobre paten-

tes e invenções; A longa caminhada de reali-

zações industriais. Os relatórios dos Minis-

tros (de 1832 a 1881) ; A segunda Lei de

patentes. Relatório dos Ministros de Estado

(de 1882 a 1889) ; Extingue-se a escravidão.

Relatório do Ministro de Estado; Implantação

da República (de 1889 a 1892) ; A máquina

#

(le escrever; A telecomunicação-, Dirigibilida-



de do balão sem motor; Dirigibilidade do balão

com motor. Prossegue a evolução dos diri-

gíveis, Conclusões finais. 3.a parte -- Rela-

ção das patentes de invenção concedidas (de

1830 a 1892).

Edição patrocinada pelo Conselho Federal de

Cultura.

Este livro foi digitalizado por Raimundo do Vale Lucas, com a



intenþão de dar aos cegos a oportunidade de apreciarem mais uma

manifestaþão do pensamento humano..


Compartilhe com seus amigos:
1   ...   102   103   104   105   106   107   108   109   110


©aneste.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
universidade federal
terapia intensiva
Excelentíssimo senhor
minas gerais
união acórdãos
Universidade estadual
prefeitura municipal
pregão presencial
reunião ordinária
educaçÃo universidade
público federal
outras providências
ensino superior
ensino fundamental
federal rural
Palavras chave
Colégio pedro
ministério público
senhor doutor
Dispõe sobre
Serviço público
Ministério público
língua portuguesa
Relatório técnico
conselho nacional
técnico científico
Concurso público
educaçÃo física
pregão eletrônico
consentimento informado
recursos humanos
ensino médio
concurso público
Curriculum vitae
Atividade física
sujeito passivo
ciências biológicas
científico período
Sociedade brasileira
desenvolvimento rural
catarina centro
física adaptada
Conselho nacional
espírito santo
direitos humanos
Memorial descritivo
conselho municipal
campina grande