Do curso de medicina



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9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO


O Sistema de avaliação do módulo segue as orientações descritas no Projeto Pedagógico do Curso, o qual é compreendido como um procedimento solidário ao desenvolvimento do processo de construção do conhecimento e pautado no diálogo entre os sujeitos do processo ensino-aprendizagem. Nessa perspectiva, a avaliação terá caráter formativo e somativo.

Avaliação Formativa:

Tem o objetivo de acompanhar o processo de aprendizagem do aluno, observando-se os quesitos da pontualidade, assiduidade, iniciativa e interesse, habilidades do trabalho em equipe e sua integração com ela, competência, responsabilidade e compromisso no cumprimento de determinações e tarefas, respeito mutuo, capacidade de gerar hipóteses, habilidade em solucionar problemas, criticar com objetividade e constitui-se de:

  1. Avaliação das sessões tutoriais e morfo funcionais:

Realizada ao final de cada sessão tutorial e morfo funcional.

Autoavaliação (AV)- realizada pelo aluno, sobre o seu próprio desempenho; deve englobar conhecimento, atitudes e habilidades, ajudando-o a reconhecer e assumir mais responsabilidade em cada etapa do processo de aprendizagem em cada grupo tutorial e morfo funcional;

Avaliação interpares (AI) - realizada pelos membros do grupo sobre o desempenho de cada um dos participantes, em cada grupo tutorial e morfo funcional;

Avaliação pelo tutor (AT) - para identificar as atitudes, habilidades e progresso de cada aluno em todos os grupos tutoriais e morfo funcional.

  1. Avaliação e discussão das provas cognitivas:

Ocorre após a correção das provas somativas, com o fornecimento do gabarito e discussão das questões, para que o aluno possa fazer uma reflexão dos seus erros e acertos.

  1. Avaliação e discussão das provas de habilidades e competências: “feed back”:

A discussão das provas práticas de habilidades e competências acontece durante a realização da prova ou imediatamente após a sua aplicação. Quando se discute e mostra –se ao aluno que atitudes teve corretamente e quais precisam ser melhoradas. Além disso é possível mostrar ao aluno que habilidades precisam ser melhor trabalhadas.
Avaliação Somativa

Tem o objetivo de identificar a aprendizagem efetivamente adquirida pelo estudante e ocorre mediante a atribuição dos conceitos satisfatório ou insatisfatório nas avaliações das atividades das unidades educacionais referentes ao ano letivo, considerando a resolução própria do curso de medicina.

Constituem-se como elementos da avaliação somativa, para alcance do conceito final de aprovação de cada Módulo:

  • Avaliação Cognitiva (prova final escrita)- em cada módulo, o aluno será submetido a avaliações cognitivas dos conteúdos trabalhados nos tutoriais, conferências e no Morfofuncional, correspondendo a 50% da nota final;

  • Avaliação dos tutoriais (autoavaliação - AA, avaliação interpares - AI e Avaliação do tutor - AT), sendo assim distribuída: 0– Insuficiente, 0,5 – Pouco suficiente, 1– Suficiente, 1,5 – Bom, 2 – Excelente. Sendo que o conceito final será atribuído pelo tutor baseado nas AA , AI e AT.

  • Avaliação do Morfofuncional, correspondendo a 30% da nota final. A avaliação do conteúdo trabalhado no morfofuncional é realizada sob a forma de “gincana”, onde os materiais são distribuídos em bancadas numeradas com material apontado e cada bancada é ocupada por um aluno por determinado tempo. Os alunos devem ser capazes de identificar a estrutura apontada (lâmina, peças anatômicas, resultado de experimento e etc) e responder a questões diretas sobre o funcionamento daquela estrutura, sempre que possivel integradas com o conhecimento clinico. Passado o tempo, ocorre o rodízio dos alunos nas bancadas, de forma que ao final todos os alunos tenham respondido as questões em todas as bancadas. Contudo, outras formas de avaliações podem ser adotadas.

O resultado final da avaliação somativa será composto da soma dos três conceitos acima definidos.



    1. 10. BIBLIOGRAFIA



Básica:

Anatomia

GARDNER, E; GRAY, D.J; O’RAHILLY,RO. Anatomia. 4ª.ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

SOBOTTA. Atlas de anatomia humana. 21ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

TORTORA, G.J.Princípios de anatomia e fisiologia. 9ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

Embriologia

COCHARD, L.R: NETER.Atlas de embriologia humana. Porto Alegre: Artes Médicas do Sul,2003.

MOORE,K.L.; PERSAUD, T.V.N; SHIOTA, K. Atlas colorido de embriologia clínica. 2.ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

MOORE,K.L. Embriologia básica.6.ed. Rio de Janeiro: Eselvier, 2004.

SADLER TW, LANGMAN. Fundamentos da embriologia médica. 10ª..ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

Fisiologia e Medicina Interna

BERNE, R.N.Fisiologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

GUYTON, A.C.;HALL,J.E.. Tratado de fisiologia médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2002.

HARRISON. Medicina Interna, 15ª.ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2002.

Histologia

COMARK, D.H. Fundamentos de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1993

JUNQUEIRA, I.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica.10ª..ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2003.

Código de Ética Médica.

Código do Consumidor.

Táki Athanássios Cordás – São Paulo: Lemos Editorial, 2002.

Dimensões transdisciplinares do trabalho de equipe - em intervenção precoce. Vítor

Franco - Interação em Psicologia, 2007, 11(1), p. 113-121 113

Erro médico e suas conseqüências jurídicas / Décio Policastro – 2ª Ed., revista e ampliada – São Paulo: Editora Juarez de Oliveira, 2009.

Fernando Luiz Pagliosa; Marco Aurélio Da Ros O relatório Flexner: para o bem e para o mal Rev. bras. educ. med. vol.32 no.4 Rio de Janeiro Oct./Dec. 2008



História da Loucura: na idade clássica / Michel Foucault; tradução José Teixeira Coelho Neto – São Paulo: Perspectiva, 2008.

História da Medicina – da abstração a materialidade. João Bosco Botelho – Manaus: Editora Valer, 2004.

Interdisciplinaridade: entre o desejo e a prática dos profissionais do transplante cardíaco no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Nadja Mª Codá dos Santos,Lúcia Helena Mendonça Vargas; Ilce Mara de Syllos Colus; Rosa Elisa Carvalho Linhares; Tereza Maria Sandis Salomão; Maurício de Castro Marchese Inserção das ciências básicas no currículo integrado do curso de Medicina da Universidade Estadual de Londrina Rev. bras. educ. med. vol.32 no.2 Rio de Janeiro Apr./June 2008

Complementar:

PPC do curso de Medicina da UNIFAP.

Dimensões transdisciplinares do trabalho de equipe - em intervenção precoce. Vítor Franco - Interação em Psicologia, 2007, 11(1), p. 113-121 113;

Interdisciplinaridade: entre o desejo e a prática dos profissionais do transplante cardíaco no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Nadja Mª Codá dos Santos.

Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CES 1.133/2001, de 7 de agosto de 2001: Diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em enfermagem, medicina e nutrição. Brasília; 2001. Disponível em #http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES04.pdf [Acesso em: 20 de janeiro de 2010].  

Brasil. Ministério da Saúde e Ministério da Educação. Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde. Brasília/DF: Ministério da Saúde e Ministério da Educação; 2007.     

Código Civil





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