Do curso de medicina


Laboratórios de Habilidades



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10.6 Laboratórios de Habilidades


A UNIFAP dispõe de laboratórios com equipamentos e instrumentos para a capacitação dos estudantes dentro da metodologia proposta nas diversas habilidades da atividade médica: O Laboratório Prática Profissional Simulada será constituído de espaços que simulem cenários da prática de cuidado à saúde (ambulatorial ou hospitalar) para o atendimento de pacientes simulados e/ou a realização de procedimentos em manequins/bonecos. A área física do Laboratório Morfofuncional estará disposta de modo a favorecer o estudo auto-dirigido e o acesso aos materiais. Bancadas e espaços como estações semi-abertas favorecem a disposição dos materiais segundo sistemas e/ou tipos de atendimentos e a concentração. Nesse Laboratório o aluno terá acesso a modelos anatômicos, lâminas das diversas estruturas do corpo humano, filmes, pôsters. Com isso poderemos integrar os estudos de anatomia, fisiologia, patologia, propedêutica e outras áreas de interesse médico num único espaço, destinado a auto aprendizagem. Anexamos listagem de equipamentos a serem utilizados pelo alunos do curso de Medicina nos laboratórios da Universidade.



10.7 Protocolos de Experimentos


Os protocolos de experimentos são revisados pelos docentes e adequados para a metodologia a ser empregada no Curso de Medicina da UNIFAP, sempre obedecendo os princípios básicos de biosegurança.



11. PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deverá ser elaborado de acordo com a Resolução 11/2008 da UNIFAP, sob a forma de “artigo científico” conforme item II do artigo 2o. da referida resolução. Este trabalho deve ser realizado em grupo de até 3 alunos, e além de seguir os pré-requisitos da resolução 11/2008, deve ser submetido a um periódico científico antes da apresentação oral prevista no item III artigo 11 desta resolução.

Poderão ser considerados válidos como TCC, a critério do colegiado do curso, artigos científicos já publicados pelo graduando, desde que o mesmo apresente coautoria entre o aluno e orientador. Esse artigo deve de ter sido publicado após a conclusão de ao menos 50% dos conteúdos do curso, em consonância com o artigo 4o. da resolução 11/2008.

Ao final da avaliação, o TCC será classificado em três níveis de acordo com a nota obtida:



  • Aprovado: 10 – 7

  • Aprovado com restrições: 6,9 – 5

  • Reprovado: < 5

No caso dos TTC’s aprovados com restrições, os acadêmicos terão um prazo de trinta dias corridos para efetuar a revisão e devolver o trabalho corrigido ao colegiado, conforme art. 16 da resolução 11/2008.

12. BIOSEGURANÇA




12.1 Manual de Biosegurança


A biosegurança é um tema de grande importância no campo da saúde, despertando cada vez mais o interesse dos profissionais comprometidos com um serviço de qualidade.

O controle de infecções, dentro ou fora da unidade hospitalar, preocupa muito o profissional da medicina, uma vez que este também fica sujeito a exposição de riscos relacionados a seus pacientes em tratamento. Com o advento da AIDS os cuidados com a saúde do médico e do paciente ganharam um renovado interesse enfocando a preocupação com o controle da disseminação da infecção.

A biosegurança vai desde a aquisição de produtos e materiais hospitalares de qualidade, seu descarte adequado até a prevenção de doenças contagiosas através da vacinação. Passa tanto pelo direito de segurança do paciente diante das intervenções clínicas (terapêuticas, cirúrgicas etc) quanto de seu cuidador.

O processo de esterilização, para redução e/ou eliminação de microrganismos em materiais utilizados em unidades de ensino e pesquisa deve ser realizado em local apropriado e por profissionais treinados, preferencialmente numa unidade denominada Central de Esterilização.

Independente do processo de esterilização ser realizado na Central ou fracionado entre os laboratórios que desenvolvam atividades práticas com material de risco biológico, o processo seguirá as normas abaixo fundamentadas pelas orientações preconizadas pelo Ministério da Saúde:



  • local de fácil acesso, reservado apenas para a finalidade de esterilização, com temperatura controlada até 20º C e com acesso e circulação restritos;

  • dispor de uma área para processamento de material e uma para estocar os materiais estéreis;

  • dispor de pelo menos 1 (um) autoclave que comporte a necessidade de processamento de esterilização;

  • paredes e bancada construídas com facilidades de limpeza, sem ângulos vivos e reentrâncias. Devem ser limpas com hipoclorito de sódio a 1% ou álcool a 70%;

  • o piso deve ter revestimento apropriado. Deve ser lavado e seco diariamente. O teto e as paredes devem ser limpos com frequência e regularmente, levando em consideração o tipo de atividade desenvolvida no laboratório e seu risco de contaminação;

  • o ambiente deve ter protetores contra incêndio classe C em local visível e devem ser limpos com álcool a 70% para retirada de poeira. Caso o laboratório utilize materiais inflamáveis de origem diversa, o responsável técnico irá solicitar protetores de incêndio específicos para contemplar a segurança;

  • ao manipular os instrumentais recém- esterilizados os profissionais devem estar usando luvas térmicas. Outros EPI devem ser utilizados durante todo o processo de esterilização: gorro, máscara, luvas grossas e pantufas;

  • a sala de esterilização deve ter placas de sinalização como: as advertências de Proibido Fumar, Entrada Restrita, Uso de Paramentação Apropriada, entre outras.



12.2 Central de Esterilização


É nesta unidade que vai ser realizada a descontaminação de todo instrumental com material e fluídos orgânicos utilizado com os pacientes nos ambulatórios e nas atividades de pesquisa e extensão, que forem reutilizáveis e não descartáveis.

A central deve realizar a esterilização de artigos utilizando-se das autoclaves. A esterilização por esse método usa calor sob pressão, transferindo o calor com maior eficiência em tempo menor, sob temperatura de 121º C e pressão de 15 psi, sendo que essas condições podem ser avaliadas e alteradas por profissional treinado.

Os artigos a serem esterilizados em autoclaves devem passar previamente por degermação, embalagem e identificação com fita adesiva para identificação do processo.






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