Diretoria de apoio logístico centro de motomecanizaçÃo e intendência



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9 PLANO DE AMOSTRAGEM


Para fins de realização de inspeção visual, manual, metrológica serão apresentadas as seguintes amostras:
9.1 Durante a fase de licitação:

As empresas licitantes deverão estar devidamente credenciadas pela Diretoria de Apoio Logístico e presentar um exemplar de cada item cotado, como amostra, por ocasião da apresentação das propostas de fornecimento.


9.2 No Recebimento

9.2.1 Lote: cada lote entregue será amostrado segundo a NBR 5426, nas seguintes condições:

9.2.1.1 Plano de amostragem: dupla

9.2.1.2 Regime de inspeção: normal

9.2.1.3 Nível de inspeção II.

9.2.2 Tabela de referência: A retirada da amostra será feita utilizando-se a Tabela de números aleatórios prevista na NBR 5425, observando-se a tabela 3:


TABELA 2

Plano de Amostragem para inspeção visual (NQA 2,5%)





LOTE

PLANO DE AMOSTRAGEM

INSPEÇÃO

REGIME

NÍVEL

Lote de fabricação
Simples

Normal

I




    1. Inspeção:

      1. A inspeção visual deve observar a Norma NBR 5426 nas condições constantes da Tabela 2.

    2. Métodos de Ensaio e procedimento:

    3. Teste: Quando um determinado teste exigir uma quantidade de material maior que a amostra obtida segundo os critérios estabelecidos nesta norma, o mesmo deverá ser realizado censitariamente.

9.4 Outros planos de amostragem serão exigidos, de acordo com a conveniência administrativa, especialmente nos casos em que se deseja maior ou menor severidade na inspeção, maior celeridade e/ou menor custo na realização das inspeções e ensaios.
10 INSPEÇÃO VISUAL, MANUAL E METROLÓGICA.

10.1 Tolerâncias e Permissões: serão considerados defeitos todas as ocorrências e/ou irregularidades que possam, de forma direta ou indireta, alterar as características normais da peça, inviabilizar o seu uso ou, ainda, causar insatisfação e desconforto ao usuário final.

10.2 Níveis de Qualidade Aceitável (NQA)

10.2.1 Defeito Crítico: NQA = 0,0

10.2.2 Defeito Grave: NQA = 1,0


      1. Defeito Tolerável: NQA = 2,5

  1. 3 Principais Irregularidades e suas Tolerâncias/Permissões



TABELA 3

CLASSIFICAÇÃO DAS IRREGULARIDADES

DEFEITO


CLASSIFICAÇÃO

Crítico

Grave

Tolerável

NQA = 0,0

NQA = 1,0

NQA = 2,5

10.3.1 Irregularidades de medidas: Todas as peças devem obedecer à tabela de referência de medidas, adotada ABRAVEST, cujas tolerâncias estão implícitas na mesma. Qualquer medida que fuja dos valores estipulados nas tabelas referidas ou das tabelas comparadas serão apontadas como defeito crítico, não sendo toleradas tais irregularidades, mesmo que permitam o uso da peça. Todas as inspeções serão realizadas mediante a respectiva tabela de medidas da peça correspondente.

X







10.3.2 Irregularidades dos fechamentos: As costuras de fechamentos interferem diretamente na durabilidade da peça. Assim, será considerado defeito grave quando os fechamentos estiverem fora do padrão especificado nesta norma.




X





10.3.3 Irregularidades nos travetes e arremates: A falta de travetes, nos pontos especificados, interfere na durabilidade da roupa, assim como se o travete estiver mal posicionado, de forma a não cumprir com a função requerida. Em ambos os casos serão considerados defeitos graves.



X




10.3.4 Irregularidades das linhas: As linhas de costura externa e interna deverão ter a cor mais aproximada da cor do tecido. Caso não seja possível deverá ser usada uma tonalidade abaixo, ou seja, uma pouco mais escura, sendo composta de 100% poliéster. Qualquer linha que fuja dessa especificação será considerada defeito grave, salvo se especificado em contrário.



X





10.3.5 Irregularidade nas etiquetas: Todas as roupas, por determinação de lei, devem levar etiquetas de composição do tecido. Cabe à confecção a responsabilidade de colocação das etiquetas nas peças, conforme descrito no item 8 dessa norma e o controle da correta identificação dos artigos respectivos. Todas as peças devem conter etiqueta com a identificação da confecção homologada, bem como a de identificação do artigo, composição e tamanho da roupa.






X


10.3.6 Irregularidades das costuras:

10.3.6.1 Costuras tortas – é toda costura que, em seu visual não esteja retilínea ou não obedeça a simetria do contorno da parte onde está empregada. Enquadra-se, também, o não paralelismo de costuras duplas exigidas, quando feitas com máquinas de uma agulha ao invés de duas agulhas paralelas. Qualquer costura que fuja a este padrão será considerada como defeito tolerável.









X



10.3.6.2 Costuras rompidas – é toda costura que tenha em sua extensão mais que dois pontos quebrados ou rompidos. Até dois pontos quebrados ou rompidos poderão ser toleradas. Mais que dois serão considerados como defeito grave.




X




10.3.6.3 Costuras caídas – é toda costura que saia fora do contorno/borda em que se está aplicando o pesponto ou fixação. Tais defeitos serão considerados como toleráveis.





X


10.3.6.4 Costuras remontadas – é toda costura que, por decorrência de um conserto, ultrapassar mais que três pontos, sem sobrepor à costura original, ou um pesponto que ultrapasse seu limite e finalidade sobrepondo-se a outra costura. Mais que três pontos remontados serão considerados como defeito não tolerado.

X








10.3.6.5 Pontos falhos – são todos os pontos que não completaram sua “laçada” em parte da extensão da costura, e que poderão, no caso de costura em ponto corrente, acarretar o desmanchamento da costura. Tal irregularidade não será tolerada.

X








10.3.6.6 Mal embainhado – é toda costura em que a borda do tecido estiver aparente em parte ou na totalidade de sua extensão. Mais que cinco cm de mal embainhado serão considerados como defeito crítico e não serão tolerados.

X








10.3.6.7 Costura com franzimento – é toda costura cuja aparência da superfície do tecido não apresente aspecto plano ou em conformidade com o tecido em geral. Defeito considerado grave.



X





10.3.6.8 Costuras com pregas – é toda costura que em sua extensão ocasionar pregas ou rugas no tecido ao redor da área em que está aplicada. Tal irregularidade será considerada grave.



X





10.3.6.9 Costura incompleta – é toda costura de pesponto ou fixação que não completar ou cumprir com a finalidade ou aplicação. Irregularidade considerada crítica e não será tolerada.

X








10.3.6.10 Costura tencionada – é toda costura que, por excesso de tencionamento nas linhas, cause franzimento aparente do tecido onde à mesma é aplicada. Irregularidade considerada grave.



X





10.3.6.11 Costura frouxa – é toda costura cujos pontos não se apresentem firmes e/ou fixos junto ao tecido onde são aplicados. Defeito considerado grave.




X





10.3.6.12 Simetria entre as partes – são todas as partes idênticas (ex.: bolsos, portinholas, platinas, etc.) de uma peça cuja simetria, no que se refere a dimensão, posicionamento e altura, não esteja visivelmente em conformidade com o seu similar. Irregularidade crítica e não tolerada.

X








10.3.6.13 Pontos por centímetro – são pontadas por cm fora do especificado para a peça ou roupa. Irregularidade tolerada.






X


10.3.7 Caseados, botões e zíper: Quando fora de especificação, sua falta ou posicionamento incorreto, causa interferência no uso normal da roupa. A falta ou posicionamento incorreto serão considerados como defeito crítico e não serão tolerados.

X








10.3.8 Aviamentos: Aplicação de aviamentos fora do especificado, quanto a suas dimensões ou características, ou inadequados a sua função no uso da peça, será considerada como defeito crítico e não será tolerada.

X








10.3.9 Acabamento: Todas as peças deverão passar por processo de limpeza e retirada de excessos de fios de costuras, bem como passamento e dobragem, de forma que seja fácil a identificação de seu tamanho, quando necessário. A irregularidade nesse quesito será considerada defeito grave.



X





10.3.10 Cores: As cores do tecido e das linhas são as especificadas nesta norma, segundo sua classificação no Código Pantone. As peças que, submetidas à inspeção visual e comparadas à cor Pantone de referência, demonstrarem tonalidades diferentes, serão submetidas a teste de colorimetria.

X









11 TESTES DE DESEMPENHO
11.1 Inspeção Visual e Metrológica

Será realizada inspeção visual e metrológica, para verificar o seguinte:

11.1.1 Se existem rugas, bolhas, vincos, rasgões ou quaisquer defeitos que evidenciem defeitos de fabricação do NYLON ou defeitos de modelagem das peças.

11.1.2 Existência das etiquetas constantes do item 8 da Norma.

11.1.3 Se as medidas da Capa de Chuva estão de acordo com as exigências desta Norma.
11.2 Verificação das medidas

Será feita conforme a tabela de medida constante na Especificação Técnica (TABELA 1).


11.3 Testes laboratoriais

Testes em laboratórios especializados podem ser realizados, caso a Comissão de Avaliação e Recebimento de Materiais (CPARM), julgue necessária a sua realização.



12 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO

As Capas de Chuva que não satisfaçam aos requisitos especificados nesta norma devem ser rejeitados.

Belo Horizonte, 04 de setembro de 2013.

Elaborado por:

Lívia Neide de Azevedo Alves, Maj PM
Elaborado por:

Ana Elise Janhsen, 1º Ten PM



Aprovado por:
Itamar de Almeida Sá, Cel PM

Diretor de Apoio Logístico


No impedimento:
Paulo de Vasconcelos Júnior, Ten Cel PM

Subdiretor de Apoio Logístico

ANEXO III D



NI DAL nº 8480 05 006

Peça: Capote de Frio

(COD/SIAD: )

DESCRIÇÃO

APROVADA EM
15/12/05


REVISADA EM
01/10/13



SUMÁRIO


ORDEM

ASSUNTO

1

OBJETO

2

APLICAÇÃO

3

DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

4

CARACTERÍSTICAS GERAIS

5

CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS

7

EMBALAGENS

8

ETIQUETAS

9

PLANO DE AMOSTRAGEM

13

INSPEÇÃO VISUAL, MANUAL E METROLÓGICA

14

TESTES DE DESEMPENHO

15

ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO



1 OBJETO


CAPOTE DE FRIO

2 APLICAÇÃO


Esta norma tem sua aplicação no âmbito das Unidades do complexo logístico da Diretoria de Apoio Logístico – DAL, da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG) para aceitação e/ou recebimento da Capote de Frio dupla face com forro.

3 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

3.1 NBR 5425 – Guia para inspeção por amostragem no controle de certificação de qualidade.

    1. NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos – Procedimentos.

    2. NBR 5426 (NB – 309-01) Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos.

    3. NBR 11.912 (NB – 411) – Materiais Têxteis – Determinação da Resistência à Tração e Alongamento de Tecidos Planos (tira) – Método de Ensaio.

    4. Regulamento de Uniformes e Insígnias da PMMG (RUIPM)




  1. CARACTERÍSTICAS GERAIS:

4.1 Capote de frio confeccionado em nylon emborrachado, face externa em PVC e face interna em tecido de poliamida a 190 fios com base de Polivinil Cloreto (PVC), com espessura total de 0.20mm, na cor preta, fechamento com costuras duplas usando linha o , 100% Poliéster e batido com máquina reta e acabamentos em máquina de costura overloque, impermeabilizada com adesivo aquoso em Poliuretano (PU).

    1. Fixação do Distintivo Tiradentes na manga esquerda e Bandeira de Minas na manga direita.

    2. Fixação de velcro, no lado esquerdo e direito, na cor preta, para colocação da logomarca (lado esquerdo) e da tarjeta (lado direito).

4.3 Etiquetas de numeração, composição do tecido, modo de conservação e indicativa da procedência do artigo, fixadas centro do degolo.


  1. Catálogo: conteudoportal -> sites -> licitacao
    licitacao -> Edital de licitaçÃO
    licitacao -> Décima quarta região da polícia militar terceiro batalhão comissão permanente de licitaçÃO
    licitacao -> 6ª região da polícia militar 8º batalhão de polícia militar
    licitacao -> Polícia militar do estado de minas gerais 12ª região da polícia militar
    licitacao -> Décima região da polícia militar décimo quinto batalhão da polícia militar
    licitacao -> Terceira região da polícia militar trigésimo quinto batalhão da polícia militar
    licitacao -> Décima primeira região de polícia militar centro de apoio administrativo – 11 comissão de licitaçÕes e contratos
    licitacao -> 14ª região da polícia militar 42º batalhão de polícia militar comissão especial de licitaçÃo edital de licitaçÃo tomada de Preços nº 01/2011
    licitacao -> Pregão nº 03/2013


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