Dia Mundial da Paz



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CENTRO PSICOGERIÁTRICO Nª Sª DE FÁTIMA
ANO IX - 2007

Jornal Mensal n.º 5 – MAIO






0,80
O NOSSO JORNAL


PENSAMENTO DO MÊS
Felicidade é ter algo o que fazer, ter algo que amar e algo que esperar".
Ana de Jesus

SUMÁRIO
HOMENAGEM A S. BRAS 3

A PASCOA NO CENTRO 4

13 DE MAIO – Nª SENHORA DE FÁTIMA 5

15 DE MAIO – DIA INTERNACIONAL DA FAMILIA 6

18 DE MAIO – DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS 8

NOSSOS FUNDADORES 9

DIA MUNDIAL DA EUROPA 12

TEMPO PASCAL 13

DIVERTIMENTO 14

ANIVERSÁRIOS 15

O QUE VAI ACONTECER 15

FICHA TECNICA 16


Homenagem a São Brás

Celebra-se a 3 de Fevereiro S. Brás, conhecido como protector das doenças de garganta e padroeiro dos animais selvagens, o mártir, bispo e Santo católico, que viveu entre os séculos III e IV, na Arménia.

S. Brás nasceu no seio de uma família nobre, e recebeu uma educação cristã, consagrando-se Bispo de Sebaste na Arménia, ainda muito jovem. Viveu grande parte da sua vida num clima de perseguição religiosa e, como pastor da Igreja, procurou exortar os seus fiéis à perseverança, dando o bom exemplo de firmeza e fé, tornando-se muito querido pela comunidade fiel ao catolicismo.

Após tornar-se Bispo e durante a perseguição aos cristãos, recebeu uma mensagem Divina para se refugiar nas montanhas, onde viveu junto dos animais selvagens e deles cuidou quando se encontravam doentes. Aí viveu até ser capturado pelos romanos, preso no calobouço, açoitado e privado de alimentos. Sofreu torturas para que negasse a sua fé, mas manteve-se firme, e por esse motivo, decapitado no ano de 316.

Muitos eventos miraculosos são atribuídos a S. Brás, havendo alguns países onde é muito venerado. As suas relíquias encontram-se em França, na Alemanha, em Itália e na antiga Jugoslávia. A sua fama vem do milagre realizado a uma criança, no qual, sem nenhum instrumento, S. Brás retirou um espinho que esta tinha na garganta, salvando-a da morte.

O culto de veneração a S. Brás estendeu-se pelo Oriente e pelo Ocidente, sendo evocado sobretudo como protector contra as doenças da garganta.

Na liturgia da Igreja Católica, o Santo é mostrado com duas velas nas mãos e, em frente a ele, uma mãe com o filho ao colo, pedindo a S. Brás para o curar da garganta.


Oração a S. Brás

Ó glorioso São Brás,

Que restituístes com uma breve oração

a perfeita saúde a um menino que,

por uma espinha atravessada na garganta,

estava prestes a expirar,

obtende para nós todos

a graça de experimentarmos

a eficácia do vosso patrocínio

em todos os males da garganta.

Conservai com a vossa garganta sã e perfeita

para que possamos falar correctamente

e assim proclamar e cantar os louvores de Deus.

Ámen


A bênção de S. Brás:

Por intercessão de São Brás,

Bispo e Mártir,

livre-te Deus do mal da garganta

e de qualquer outra doença.

Em nome do Pia, do Filho e do Espírito Santo.

Ámen.

Etelvina Leão

A Páscoa no Centro

Páscoa, é geralmente uma altura de festa, porque se comemora a Ressurreição de Jesus Cristo. No entanto, o período antes da Páscoa, que se chama Quaresma, é uma altura de reflexão, de tristeza e até de algum sofrimento. Durante a Quaresma, é costume, fazerem-se certas restrições, como por exemplo, na alimentação, assim como, é frequente realizar o acto da confissão.

No nosso Centro, a Quaresma e a Páscoa, são vividas de uma forma muito especial. Este ano, não foi excepção, e é com muito agrado que recordo as festividades proporcionadas pelo Centro, nesta data. Um das cerimónias mais marcantes, que aconteceu durante esta quadra, deu-se no Domingo antes da Páscoa: o Domingo de Ramos. Neste dia, a cerimónia da Bênção dos Ramos, feita pelo Senhor Padre, foi realizada, no rés-do-chão, junto ao lago, onde se reuniram várias utentes, que receberam, no fim de bento, um raminho de oliveira. Este bonito gesto, foi, no fundo, uma forma de abençoar e dar protecção, a todos aqueles, que receberam o ramo com carinho.

Passados uns dias, foi realizada uma outra cerimónia, a Via-sacra, que retratou, os passos de Jesus na sua ida ao Calvário. Dinamizada pelas Irmãs cá do Centro, esta cerimónia, foi silenciosa, marcante e profunda, fazendo-nos compreender o sofrimento pelo qual Jesus passou.

No Domingo de Páscoa, foi realizada uma bonita Missa, logo pela manhã, trazendo-nos a alegria da Boa Nova: a Ressurreição de Cristo. Seguidamente, encaminhámo-nos para o refeitório onde nos esperava um “suculento” almoço. Para nos fazer companhia, cada mesa estava decorada com um grande “Ovo da Páscoa”. Depois do almoço, o dito ovo, foi partido e distribuído pelas pessoas da mesa. Por mim, posso dizer que o chocolate era delicioso... não é por acaso que fui a mais gulosa, mas as outras Senhoras, não ficaram nada atrás! Todas as utentes, foram ainda agraciadas com um pacote das tradicionais amêndoas da Páscoa, carinhosamente oferecido pelas Irmãs. Embora calma, a tarde desse dia, foi também muito bem passada, na companhia de toda a família hospitaleira. Para terminar, gostaria de deixar aqui um sincero agradecimento a todas as pessoas do Centro, que colaboraram na realização das cerimónias, que uma vez mais trouxeram até nós a verdadeira mensagem da Páscoa. Ivone Morgado

13 de Maio – Nossa Senhora de Fátima
Nossa Senhora de Fátima, é como é conhecida na Religião Católica Romana e, por todos os católicos, ou outras pessoas, que acreditam na sua aparição, durante meses seguidos, a três crianças em Fátima, no ano de 1917.

A aparição é associada também a Nossa Senhora do Rosário, dando origem ao nome de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, pois, segundo os relatos, Nossa Senhora do Rosário, teria sido o nome pelo qual, Ela se havia identificado.

Os factos históricos que alimentam a nossa Fé, são os seguintes: três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (10 anos); Francisco Marto (9 anos) e sua irmã Jacinta Marto (7 anos), afirmaram ter visto a Virgem Maria, a 13 de Maio de 1917, quando pastavam um rebanho de ovelhas na Cova d’Iria.

Segundo os relatos, por volta do meio-dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante. Julgando ser um relâmpago, teriam decidido ir-se embora, mas logo mais abaixo, outro clarão teria iluminado o espaço e, teriam visto em cima de uma azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma “Senhora mais brilhante que o sol”, de cujas mãos, penderia um terço branco. A Senhora terá dito ás três crianças, que era necessário rezar muito e, convidou-as a voltarem ao mesmo sítio, no dia 13 dos próximos cinco meses. Assim, terão assistido a outras aparições no mesmo local, a 13 de Junho, 13 de Julho e 13 de Setembro. Em Agosto a aparição, terá ocorrido no sítio dos Valinhos, a cerca de 500 metros de Aljustrel, porque as crianças, tinham sido levadas para Vila Nova de Ourém, pelo Administrador do Concelho, pois forma consideradas mentirosas e hereges. A 13 de Outubro (estavam presentes alguns milhares de pessoas), a Senhora terá dito ás crianças: “Eu Sou a Senhora do Rosário” e, terá pedido que fizessem ali uma Capela em Sua honra. Alguns dos presentes, afirmaram observar um milagre, que teria sido prometido ás três crianças em Julho e Setembro. Segundo algumas pessoas, o Sol, parecia um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na Terra. Segundo outros, o Sol movia-se para cima e para baixo. Segundo outros ainda, o Sol dançou. Tal fenómeno, inexplicável, foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição.

Também ao longo destas aparições, a Senhora terá revelado aos Pastorinhos (como são chamadas as crianças), que a Rússia se iria converter ao Cristianismo, o que de facto sucedeu, assim como lhes mostrou o Inferno (sendo que estes o descreveram como sendo um local horrível, rodeado de chamas e onde as almas padeciam), tendo-lhes ainda revelado todo o Segredo de Fátima, que só muitos anos depois foi revelado aos Cristãos.

Francisco e Jacinta, faleceram ainda crianças e Lúcia tornou-se religiosa. Anos mais tarde, Lúcia contou ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, teria aparecido um anjo aos três videntes, por três vezes, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o “Anjo de Portugal”.


Celeste Mesquita




15 de Maio – Dia Internacional da família
A Assembleia Geral da ONU proclamou pela resolução n.º47/237 de 20 de Setembro de 1993, o dia 15 de Maio como DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA, com o objectivo de chamar a atenção de todo o mundo, governos, responsáveis por políticas locais e famílias, para a importância da FAMILÍA como núcleo vital na sociedade e para os seus direitos e responsabilidades.

O primeiro Dia Internacional da Família foi em 1994.


Volvida a primeira década, torna-se imperioso, continuar a aprofundar a reflexão sobre a realidade FAMÍLIA que tão desvalorizada tem sido pela opinião “politicamente correcta” vigente.

O Dia Internacional da Família, promove a reflexão e a discussão acerca do conceito de família, nas sociedades do mundo inteiro. Este dia serve também para reflectir sobre os problemas económicos, sociais e culturais que afectam as famílias, sem esquecer o problema do decréscimo demográfico que está a afectar as sociedades ocidentais. Porém..., estranhamente, Portugal continua com uma reduzidíssima taxa de natalidade, fazendo com que, em cada hora, nasçam menos seis crianças do que seria necessário para se garantir a renovação de gerações e, em vez de se encarar este problema de frente, apoiando-se fortemente a parentalidade, continua o Estado Português a penalizá-la, tanto mais quanto maior o número de filhos, em franco contraste com o que acontece, há anos, com a esmagadora maioria dos países europeus! Curiosamente, ao mesmo tempo que se lastima do envelhecimento da população, há poucos anos foi anunciada a medida de “enorme visão” de transformar escolas primárias em lares de terceira idade... Agora, anuncia-se, com a mesma “visão”, o encerramento de maternidades...

Proclamar a Cultura da Vida, apoiando os casais com filhos, é uma exigência para os nossos dias!

Só com um verdadeiro compromisso pessoal se pode gerar uma nova sensibilidade aos direitos dos indefesos, diariamente espezinhados das formas mais ignóbeis e, provocatoriamente, silenciadas. Da mentalidade egoísta e da gula pelos bens materiais já se conhecem os resultados, desde logo com o “fechar a porta” à Vida.

A FAMÍLIA aberta á Vida é a maior riqueza. Os filhos representam o florescer da Família, são o elo de ligação entre o passado, o presente e o futuro e constituem a Esperança da Sociedade.

Na Família dá-se e recebe-se ternura, carinho, apreço, segurança, generosidade, partilha,... numa palavra: AMOR!

Mas..., antes de tudo, a FAMÍLIA é fonte de VIDA.

A Vida é condição prévia à existência de qualquer direito.

Portanto, o Direito à Vida deve ser defendido por todos!
Lourdes Castro



Dia Internacional dos Museus

O dia 18 de Maio, é considerado o Dia Internacional dos Museus.

Esta iniciativa tem lugar todos anos, no dia 18 de Maio, obedecendo ao mote “Os museus, meio importante de trocas culturais, de enriquecimento das culturas, do desenvolvimento da compreensão mútua, da cooperação e da paz entre os povos”.

Quanto ás origens, a primeira exposição de objectos organizada, ocorreu há muitos séculos, por meio do então Papa Pio XI. Tratava-se de uma exposição composta de artefactos religiosos. Mais tarde, já com o período do Renascimento na Europa, onde a centralização do Universo se transfere de Deus para o Homem, as exposições, ganharam requinte, ganharam sumptuosidade, ganharam uma grande variedade e espaço, no sentido literal da palavra. Muitos objectos eram oferecidos por famílias da alta burguesia, que tinham o prazer de ver os seus objectos expostos, para que outros, bem abastados, os pudessem apreciar.

Na actualidade, “Os Museus e os Jovens” foi o tema da reflexão proposto, internacionalmente, para a 28ª edição do Dia Internacional de Museus, que se celebra no dia 18 de Maio, reflectindo-se num vasto conjunto de actividades que vão desde a inauguração de exposições e a promoção de visitas guiadas até à animação de rua, conferências, espectáculos de música, dança, teatro e multimédia, projecção de filmes, concursos e oficinas.

A escolha deste tema, destaca uma função essencial dos museus – a comunicação.

A programação dos museus para o Dia Internacional dos Museus, coloca em destaque o seu dinamismo enquanto instituições culturais, que procuram ir ao encontro dos públicos jovens e, estabelecer formas inovadoras de diálogo com as novas gerações.

Neste âmbito, existe um conjunto de projectos, apoiados nos museus tutelados pelo Instituto Português de Museus, designadamente no Museu da Música, no Museu da Cerâmica, no Museu Nacional do Teatro e no Museu José Malhoa.

Dada a importância dos museus, enquanto fontes de trocas interculturais, o Governo Português financiou o Instituto Português de Museus, retirando-o assim do sufoco financeiro em que se encontrava; criou a Fundação do Museu do Douro e assegurou o financiamento para as obras necessárias; estabeleceu um protocolo com o museu russo Ermitage, abrindo caminho à circulação em Portugal de grandes exposições e, à instalação em Lisboa do núcleo das suas colecções. Decidiu ainda, que parte dos recursos do Estado, provenientes do Casino de Lisboa, sejam aplicados na instalação e modernização de alguns importantes museus de Lisboa.

Esta reflexão, implica a sugestão de organizar, neste Centro uma “saída” a um dos Museus, no período entre 18 e 20 de Maio, não obstante o problema dos transportes não estar assegurado.

Fica a ideia do passeio, que gostaríamos muito de concretizar!



Cecília Soares
OS NOSSOS FUNDADORES
Para Deus não há acasos. Ele trabalha no silêncio e na lonjura. Josefa e Angustias começam as suas vidas com diversas diferenças. Josefa é pobre, Angustias pertence a uma classe social mais elevada. Fosse como fosse a saúde frágil de Angustias motivara a sua família a protege-la e a tratá-la com excepcional cuidado. Angustias fazia o seu próprio mosteiro particular, missa às devoções próprias do advento e da Quaresma, na oração diária do rosário. Josefa era também de índole espiritual era natural que se tivessem cruzado na Igreja.

As vezes basta um simples olhar para que se estabeleçam afinidades que levam a uma amizade, com A grande porque disso é merecedora. O homem que se sentava a um canto dificilmente passaria despercebido, com um perfil por olhos negros e penetrantes e apesar da sua notória juventude, nota-se uma seriedade invulgar que não encoraja o diálogo casual com os companheiros de viagem. Nisto, na Itália do século XIX grassara grande instabilidade sócio politica com lutas constantes confrontos e tiroteios. Nas ruas Soldados e Civis feridos abandonados nas sarjetas. S. Bento Menni aprende a fazer pensos e extrair balas sem anestesia. Sente que precisa fazer ainda mais para ser aceite na ordem de S. João de Deus. O seu superior acolhe-o bondosamente e aos dezanove anos já é frade. Prepara-se para o sacerdócio. O seu nome religioso é Bento como o do superior que o recebera. O Superior Geral planeia envia-lo a Espanha para restaurar a ordem no seu berço, onde os hospitais foram desmantelados e os poucos frades tentam preservar os últimos vestígios da ultima casa da Irmandade numa casa em Pamplona. Como sempre Bento Menni faz ver ao seu Superior a sua juventude e inexperiência. Foi levado ao Papa Pio IX que lhe responde “vai meu filho, restaurar a tua ordem no seu berço”.

Bento Menni dirige-se a Granada, onde S. João de Deus começara a sua grande aventura 300 anos antes. Precisa de uma licença especial para que as suas mãos sujas de paramédico pudessem fazer-se mãos sacerdotais.

Angustias e Josefa vão confessar-se a este sacerdote. Saíram entusiasmadas dizendo Josefa para Angustias “vamos confiar-lhe os Ideais de sermos coonfundadoras.” Limites havia-os e muitos, a doença e austeridade social e religiosa, a instabilidade politica permanente, as dificuldades no tempo e na época. Angustia tem uma crise, o médico é chamado à pressa. Faz o máximo que pode, mandando dar os santos óleos. Josefa vai ao oratório onde havia uma imagem de N. Sra. do Sagrado Coração de Jesus, “Chamem Josefa” … pede a voz enfraquecida da jovem doente. Angustias está muito fraca mas supera essa crise. Recompostas e mais seguras preparam a longa viagem até Madrid. Chegam finalmente ao entardecer e têm ainda um longo troço até a população de Ciempo-zuelos. Não houve manifestações à chegada. Bento Menni leva o dedo aos lábios em sinal de silêncio. Detêm-se junto de um portal, a casa é escura e pouco acolhedora. O quarto que lhes é destinado é uma habitação com pequenas janelas ressumando a salitre e humidade no chão de terra batida. O hospital dos frades fica próximo. “Terão missa ás quatro e meia da manhã” Diz Bento Menni. A velha Joaquina traz um colchão imundo que até mete nojo. A anfitriã diz que há um poço ao fundo do quintal e empresta-lhes uma bilha rachada para chegarem à água.

Quando acordam de manha a sua situação não parece melhor que na véspera. Vão a missa das 4h30, de regresso Josefa passa numa loja e compra um tacho de barro e uns pratos.

Com umas pedras e tábuas fazem uma mesa. A velha Joaquina diz-lhes que não podem usar a cozinha. Encontram três pedras que servem de fogão. Padre Bento dá-lhes novo horário e mais obrigações. Começando pela missa das 4h30, com trabalho incessante pelo manha e grande parte da tarde. Com pequenas pausas para a oração, meditação e obrigações do silencio. O silêncio custa, mas parece o sinal da vida monocal que desejam, Bento Menni recomenda arranjar uma companheira. È o primeiro sinal para uma fundação. Aceitam as condições de extrema pobreza em que vivem. Aumentam as roupas do hospital. Tem de sentar-se sobre pedras para concluir tarefas. Mantém o mesmo quarto. Dormem no chão. Surgem assim candidatas de outras regiões de Espanha. Padre Menni mostra-lhes uma casa e pergunta se desejariam viver nessa casa. Dias depois mudam-se para a tal casa que será a Casa do Instituto que Padre Menni adquirira com diversos donativos. Começa assim a nova vida a que chamam “A SUA CASA DAS ROMANZEIRAS”. Gestos pequenos, atitudes simples, FAZEM A DIFERENÇA DE UM ROSTO HUMANO À DOENÇA MENTAL.

Tempos antes Padre Menni escrevera as primeiras regras básica: “Deveis ROGAR, TRABALHAR, PADECER, SOFRER AMAR A DEUS E CALAR”. Ireis receber a primeira doente”, ensina-lhes a os rudimentos da enfermagem para doentes mentais, acrescentando” Recebei cada doente como se fosse o próprio senhor, tratais como se fossem crianças e vós mesmos as suas mães. Conta com as primeiras religiosas que se entregavam alegremente competindo pelas tarefas mais difíceis, cumprindo a disciplina tirando horas de descanso para fazer contemplação dentro do sacrário.

Essa primeira COMUNIDADE e aceite como tal a 31 de Maio de 1881 com a designação de IRMÃS HOSPITALEIRAS DO SAGRADO CORAÇAO DE JESUS. Nesse mesmo dia vestem o hábito que consta de uma túnica negra muito simples encimada por uma touca branca engomada. Por cima uma capa nos dias frios. Mais tarde com uma surpresa do seu coração paterno o Padre Menni oferece um crucifixo a cada uma e uma correia que deverão trazer a cintura.



Natália Baptista

Dia Mundial da Europa
A História Mundial, desde sempre, foi marcada por várias controvérsias, curiosidades, factos peculiares e acontecimentos inéditos. Assim sendo, o dia 9 de Maio, é comemorado como sendo o Dia Mundial da Europa, desde 1950.

A “criação” deste dia, teve na sua base, um objectivo, tão importante como curioso...eis a história: numa época, (início da década de 50), em que toda a Europa se angustiava com a perspectiva de uma 3º Guerra Mundial, “nasceu”, a 9 de Maio de 1950, a chamada Europa Comunitária. Nesse dia, em Paris, a imprensa foi convocada para as 18h, no Salon de l’Horloge do Quai d’Orsay, quartel-general do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, para uma comunicação de “maior importância”. Proferida por Robert Schuman, esta comunicação, propôs a criação de uma instituição europeia supranacional, incumbida de gerir as matérias-primas que nessa altura, constituíam a base do poderio militar, o carvão e o aço.

Ora, os países convidados a renunciar, desta forma, ao controlo exclusivamente nacional destes recursos, fundamentais para a guerra, deixariam de se destruir mutuamente, evitando incalculáveis prejuízos materiais e, sobretudo, danos morais: ódios, rancores e preconceitos. Assim, os diversos países, ao aderirem democraticamente à União Europeia, adoptam, também, os valores da Paz e da solidariedade, que são, no fundo, a pedra angular do edifício comunitário. Por sua vez, estes valores, concretizam-se no desenvolvimento económico e social e no equilíbrio ambiental e regional.

Hoje e, embora estes princípios sejam constantemente um objectivo a atingir, novos desafios se impõem: construir uma Europa que respeite a liberdade e a identidade de cada um dos povos que a compõem, fortalecendo a união entre estas comunidades, na medida em que só assim a Europa poderá “controlar” o seu destino e influenciar o mundo.

Que a União Europeia seja sempre a “pátria” de todos aqueles que servirem aos seus princípios.
Estagiária Sofia Coutinho

TEMPO PASCAL


Vencer as mãos da maldade
Deus do céu e da terra

não és apenas Senhor dos altos céus,

mas conheces os segredos terrenos

para nos orientar, hóspedes deste planeta.


Os sinais da vida e da ressurreição do teu Jesus

ensinam-nos que, apesar de feitos do barro da terra,

podemos aspirar a não ser moldados pelo chão,

se nos deixarmos fazer pela Palavra viva,

impressa no nosso coração pela força do teu Espírito.
Quando, hoje, lemos no Evangelho

que deste ao teu Cristo poder sobre todas coisas,

renasce a fé com o dia que desponta.
Essa energia vença as mãos da maldade,

movidas de sentimentos agarrados á terra,

ansiosas de me esculpira a vida

segundo a efemeridade dos seus critérios.


Dá rasgo de eternidade a este tempo,

faz tuas, Senhor do céu e da terra,

as actividades terrestres

que hoje me dás cumprir.


“D. CARLOS AZEVEDO”

“Ao Deus de todas as manhãs”


Maria Alice Múrias Santos

DIVERTIMENTO
Reacção esclarecedora
- Ó Teresinha, qual foi a reacção do teu namorado quando lhe disseste que não eras rica?

-Não sei. Ele nunca mais apareceu...

* * * ***

Durante a missa o sacerdote diz: «Saudai-vos na Paz de Cristo». Um distinto senhor volta-se para a vizinha do banco para lhe apertar a mão em sinal de paz. A velhinha, muito surpreendida:

Como? Já se vai embora?

* * * ***


Numa relojoaria:

- Quanto pede o senhor por este relógio?

-Cinco euros. O mesmo que eu dei por ele

- Ora essa! Então onde tira o seu lucro?

-Nos concertos.

* * * ***




Fácil e difícil

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...


Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer

Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...


Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade   quando for preciso.
Ana de Jesus


ANIVERSARIOS

A todas as aniversariantes um feliz dia





08-05-1924 JULIA MARTINS
04-05-1926 ZELINDA MAÇARICO


      1. ANA PAULICO


19-05-1930 ROSA LOPES

O QUE VAI ACONTECER

Dia 6 – Dia da Mãe

Data a Combinar – Comemoração do Dia da Mãe c/ churrasco a combinar pela ASAI
Dia 31 – Aniversário da Congregação das IHSCJ

Festa dos Aniversários

FICHA TÉCNICA:
Redacção e Administração – Centro Psicogeriátrico Nª Sr.ª de Fátima

Colaboradoras – Alice Múrias dos Santos, Ana de Jesus, Celeste Mesquita, Celeste Paulino, Etelvina Leão, Ivone Morgado, Lourdes Castro, Natália Baptista, Sofia Coutinho.

Apoio Técnico – Serviço de Terapia Ocupacional, Serviço de Psicologia e Apoio de uma voluntária





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