De a anos, o násio cresce em média 0,8 mm/ano



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  1. Traçar Ba-Na e prolongá-lo em cada extremidade na quantidade estimada ao nível desses dois pontos. Marcar o ponto CC. A unidade de crescimento é o mm.

De 0 a 9 anos, o násio cresce em média 0,8 mm/ano

De 10 aos 13 anos, o násio cresce em média 1,0 mm/ano nas meninas

De 12 aos 15 anos, o násio cresce em média 1,2 mm/ano nos meninos

A partir dos 13 anos, o násio cresce em média 0,5 mm/ano nas meninas, para ser nulo após os 15 anos.

De 0 a 9 anos, o básio cresce em média 0,7 mm/ano

Por ocasião da puberdade, o básio pode crescer em média 1 mm/ano ou às vezes, mais.



  1. Traçado do násio. Marcar o novo e o velho násio, deslizando os dois planos Ba-Na. Usando o velho com modelo, desenhe a zona da glabela, do násio e do osso próprio do nariz, prolongando-o ligeiramente para frente e para baixo.

Traçado do básio. Marcar o novo e o velho básio, deslizando os dois planos Ba-Na. Desenhe a zona do básio.

  1. Traçado do côndilo. A relação do côndilo e do básio permanece idêntica ao longodo crescimento; portanto, mantendo os dois básios sobrepostos, desenhar o côndilo até a chanfradura sigmóide.

Crescimento do côndilo. Traçar o eixo condilar DC-Xi e prolongá-lo para baixo na quantidade do crescimento estimado.

O crescimento do eixo condilar é, em média, de 1,5 mm/ano e pode aumentar nos meninos na puberdade e diminuir nas meninas após a puberdade.



  1. Verificação do crescimento condiliano. O crecimento condiliano DC-Xi obtido deve normalmente permitir reencontrar o novo Xi sobre a linha da antiga Xi-CF quando os traçados são sobrepostos sobre CC.

Traçado da apófise coronóide. Sempre com os pontos CC sobrepostos sobre Ba-Na, desenhe a apófise coronóide.

  1. Traçado do ramo posterior. Com os dois pontos Xi sobrepostos sobre a linha DC-Xi, desenhar o ramo posterior e o bordo ínfero-posterior da mandíbula.

Traçar o eixo do corpo mandibular Xi-Pm, com centro em Xi prolongando-o para diante na quantidade de crescimento avaliada:

- habitualmente, o crescimento do corpo mandibular é o dobro do que ocorre na região do ponto násio;

- o crescimento médio ao nível de Pm é de 1,6 mm/ano, mas pode alcançar 2 mm no momento do pico puberal;


  1. Traçado da sínfise. Sobrepor os eixos dos corpos mandibularescom centro em Pm e traçar a sínfise mentoniana.

Traçar: o plano mandibular, o plano facial e o eixo facial.

  1. Sobrepondo a base do crânio Ba-Na em CC, observe o esquema de crescimento e notadamente: o paralelismo dos corpos mandibulares; o paralelismo dos eixos condilares; o paralelismo dos planos mandibulares; o ponto gnátio e sua descida sobre o eixo facial e o ponto Xi descendo sobre o eixo CF-Xi.

  2. Previsão da maxila. Sobrepor os dois planos faciais em násio. O velho e o novo mento são divididos verticalmente em 3 partes na quantidade de crescimento correspondente:

- à face média (Na-ENA);

- aos processos alveolares superiores (ENA-estômio);

- aos processos alveolares inferiores (estômio-pl. mand.).

Divida essa diferença em três terços correspondentes, respectivamente, às três partes da face.



  1. Traçado da maxila. Sobrepor os planos faciais com centro no mento e sobre a marca superior 1, e desenhar a maxila.

Verificação da posição da maxila. Sobrepor o vetor oral ENA-Xi-Pm, com centro em Xi, e verificar a homotetia do crescimento; sobrepor os dois planos da base do crânio Ba-Na, com centro em Na e verificar a constância do ângulo Ba-Na-ponto A.

  1. Posição do plano oclusal. Sobrepor os planos faciais, com centro no mento, sobre a marca 2 e copiar o plano oclusal. Traçar o plano Apo.

  2. Posição dos dentes.Traçado do Incisivo inferior. Sobrepor as intersecções dos planos Apo e oclusal. Desenhar o incisivo inferior usando o velho como modelo.

  3. Traçado do molar inferior. Conservando a posição do incisivo inferior sobreposta à intersecção do plano oclusal com o plano Apo, marcar a face mesial do molar inferior. Em seguida desenhe o primeiro molar usando o original como modelo.

  4. Traçado do incisivo superior. Sobrepor a intersecção dos planos Apo e oclusal e traçar o incisivo superior. Nos casos de classe III, marcar os pontos A velho e novo.

  5. Traçado do molar superior. Sobrepor a intersecção dos planos oclusais com os planos faciais e traçar o novo molar superior copiando o velho.

  6. Previsão dos tecidos moles do perfil. Traçado da fronte e da curvatura nasal. Sobrepor os planos faciais, com centro em Na, e copiar os tecidos moles da fronte, do násio cutâneo e da curvatura nasal.

  7. Traçado da eminência nasal. Sobrepor a marca anterior ao plano facial feita sobre o plano biespinhal da previsão com a intersecção do plano facial e do plano biespinhal do traçado original. Desenhar a ponta nasal e a curvatura da narina, prolongando-a posteriormente.

  8. Traçado da região subnasal (ponto A cutâneo). Sobrepor os dois planos subespinhais com centro nos pontos A ósseos e traçar a zona subnasal do ponto A cutâneo.Em seguida, juntar o ponto subnasal e a ponta do nariz com uma curva artística.

  9. Traçado do lábio superior. Sobrepor a intersecção dos planos facial e oclusal bem como a ponta do incisivo superior e desenhar o lábio superior.

  10. Traçado do lábio inferior. Sobrepor a intersecção dos planos facial e oclusal bem como a ponta do incisivo inferior e desenhar o lábio inferior.

  11. Traçado do mento e do sulco labiomentoniano. As relações do pogônio ósseo e cutâneo permanecem as mesmas durante o crescimento. Sobrepor os pontos Pm sobre o eixo do corpo mandibular. Traçar primeiro a zona do mento. Deslizar verticalmente os dois planos faciais sobrepostos nos pontos B ósseos para traçar, em seguida, o sulco cutâneo labiomentoniano.


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